#America Latina

Edição Central teleSUR .

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Relatório demolidor sobre o governo de #LenínMoreno e os protestos de 2019 no #Equador .

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O relatório do Departamento de #Saúde dos #E.U.A. reconhece que fez lobby para impedir a vacina #Sputnik, ajuda #MédicaCubana.

Por Redacción Razones de Cuba

Também insistiu na presença de médicos cubanos, que se deslocam a diferentes países para prestar assistência.

Os dados, tal como revelados hoje em Buenos Aires pelo jornal Página 12, aparecem no relatório anual do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (OGA, pela sua sigla em inglês, o equivalente a um ministério).

“A OGA coordenou com outras agências governamentais dos EUA para reforçar as relações diplomáticas e oferecer assistência técnica e humanitária para dissuadir os países da região de aceitar a ajuda destes Estados mal-intencionados”, afirma o relatório.

O relatório, por exemplo, reconhece ter apelado às “relações diplomáticas” bilaterais entre Washington e Brasília para forçar o gigante sul-americano, um dos mais afectados pela pandemia de Covid-19, a recusar a autorização de utilização do Sputnik V, do centro russo Gamaleya.

De acordo com o documento dos EUA, as suas recomendações destinavam-se a evitar que a Rússia “aumentasse a sua influência” na região da América Latina e das Caraíbas, informou a Telesur, embora não tenham sido fornecidos mais pormenores. Numa secção do relatório intitulada “Combater as influências malignas nas Américas”, revelada na Página 12, o relatório explicava que o objectivo era evitar que países como a Rússia, Venezuela e Cuba “aumentassem a sua influência” na região através da vacina anti-covida russa e das brigadas médicas internacionalistas de Cuba.

A vacina e os médicos cubanos actuariam “em detrimento da segurança dos Estados Unidos”, de acordo com o documento.

O relatório foi divulgado esta semana enquanto os Estados Unidos pairavam em torno do número de meio milhão de mortos da pandemia como resultado da política do ex-Presidente Donald Trump, um apoiante de “deixar morrer aqueles que têm de morrer”, como ele disse.

E o Brasil, por seu lado, com a política de saúde do Presidente Jair Bolsonaro alinhada com a de Trump, atingiu esta semana o número arrepiante de 290.000 mortes por coronavírus no total e 3.150 mortes por dia, em média.

No caso do Panamá, os Estados Unidos teriam oferecido assistência técnica do Centro de Controlo de Doenças (CDC) ao país centro-americano para rejeitar uma oferta de médicos cubanos para combater a epidemia de Covid-19.

Segundo o Telesur da Venezuela, apesar da oposição geopolítica à sua utilização, a vacina russa Gamaleya foi autorizada em cerca de 24 países, vários dos quais na América Latina e nas Caraíbas.

Também apesar da campanha contra, a cooperação médica cubana espalhou-se por três continentes e cerca de 30 países durante a pandemia de Covid-19.

“Que morram os que têm de morrer”.
Pressões dos EUA sobre a América Latina na pandemia.

Como Washington se manobrou para impedir a venda da vacina Sputnik na região e para bloquear as actividades das brigadas médicas cubanas. As coincidências de Trump e Bolsonaro e os guinchos de Mauricio Macri.

Luis Bruschtein – Página 12

Com o aumento de onze por cento de contágios em todo o país e de 19 por cento no CABA, os infectologistas que aconselham o governo avisaram que a Argentina pode estar às portas de uma segunda vaga de infecções, como aconteceu na Europa no final do Verão e ainda está a acontecer em alguns países. A chegada dos primeiros carregamentos de vacinas flexibilizou as medidas de precaução no país e a vigilância sanitária nas fronteiras. Embora não tenha anunciado quaisquer medidas concretas, o Presidente Alberto Fernandez utilizou a rede de rádio e televisão na quinta-feira para emitir um aviso aos argentinos. Se o número de contágios aumentar, terão de ser tomadas novas precauções sanitárias.

Durante as férias, muitos argentinos viajaram para o Uruguai, Brasil e Chile, que estão a viver uma onda muito forte de contágios. O perito sanitário José Carlos Escudero segue os índices mundiais da epidemia, tomando como base os relatórios periódicos publicados pelo Washington Post e pelo The New York Times.

Para descrever situações é por vezes conveniente não usar números”, diz Escudero na sua parede FB. Para o dizer sem números: hoje em dia, o risco de adoecer de coronavírus é duas vezes maior no Uruguai do que na Argentina. O risco de morrer de coronavírus é duas vezes maior no Chile do que na Argentina. O risco de morrer de coronavírus é mais de três vezes maior no Brasil do que na Argentina.

No Brasil há ainda mais de 7.000 argentinos que foram de férias no meio da epidemia, e muitos mais viajaram desde Dezembro. O próprio chefe do governo da CABA, Horacio Rodríguez Larreta, tirou ali as suas férias, num exemplo do que um político que normalmente é tomado como referência pelos seus seguidores não deve fazer.

Como no início da epidemia do ano passado, os distritos CABA com mais infecções não são os mais pobres, mas os mais ricos: Recoleta, Palermo e Belgrano, onde vivem aqueles que viajaram para o estrangeiro. Isto inclui o México, de onde os 77 estudantes infectados com o coronavírus voltaram da sua viagem de graduação.

As ramificações políticas relacionadas com a epidemia têm sido chocantes. Durante a semana, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (equivalente ao Ministério da Saúde) divulgou um relatório no qual reconhece que durante 2020 pressionou os governos latino-americanos a não comprar a vacina russa Sputnik V e menciona os governos do Panamá e do Brasil.

Numa secção do relatório, intitulada: “Combater as influências malignas nas Américas”, explicam que utilizaram a diplomacia para impedir países como a Rússia, Venezuela ou Cuba, “aumentar a sua situação difícil” na região através da vacina anti-vírus russa e das brigadas médicas internacionalistas de Cuba. A vacina e os médicos cubanos actuariam “em detrimento da segurança dos Estados Unidos”, de acordo com o documento.

O relatório foi divulgado esta semana enquanto os Estados Unidos pairavam em torno do meio milhão de mortos pandémicos em resultado da política “deixar morrer quem tem de morrer” de Donald Trump. E o Brasil, o país que a Casa Branca estava a bloquear o acesso a um remédio estratégico, atingiu esta semana o número arrepiante de 290.000 mortes do coronavírus no total e 3.150 mortes por dia.

A diplomacia de Donald Trump pressionou o governo de Jair Bolsonaro a aprofundar esta política de armas dobradas face à pandemia, graças à qual aquele país é o terceiro no mundo em termos do número de infecções (depois dos Estados Unidos e da Índia) e o segundo em termos do número de mortes (depois dos Estados Unidos).

O país que foi pressionado a não comprar vacinas está a sofrer “o maior colapso sanitário e hospitalar da sua história”, de acordo com a Fundação Oswaldo Cruz, o maior centro de investigação científica da América Latina. Em 19 capitais brasileiras, as unidades terapêuticas já ultrapassaram 90 por cento da sua capacidade e as mortes aceleraram devido à falta de espaço. A crise levou Bolsonaro a ceder e a mudar o seu ministro da saúde. Retirou o General Eduardo Pazuello, que nada sabia sobre o assunto, e substituiu-o pelo cardiologista Marcelo Quiroga.

Trump e Bolsonaro concordaram naquela frase tremenda sobre a morte daqueles que têm de morrer. Uma metáfora malthusiana para justificar o sacrifício (evitável) de milhares de pessoas, entre pessoas saudáveis de todas as idades, com mais de 60 anos e pacientes com doenças como diabetes, coronárias, respiratórias ou imunocomprometidas.

Esta frase tinha estatuto local na altura, quando no meio da quarentena rigorosa da primeira fase, o ex-Presidente Mauricio Macri comunicou com o Presidente Alberto Fernandez para expressar o seu desacordo com a quarentena porque aqueles que tinham de morrer ainda iam morrer.

Quando se realizaram as primeiras marchas anti-quarantinas, Macri tinha dito que estava “orgulhoso dos milhares de argentinos que ontem saíram para dizer não ao medo e ao abuso, e sim ao trabalho, ao respeito e à liberdade”. No mesmo sentido, ele tinha feito declarações na Europa. As palavras de Macri a Alberto Fernández repetiram o que ele tinha dito: “deixemos todas as pessoas na rua, deixemos morrer aqueles que têm de morrer”. Esse parentesco ideológico entre Trump, Bolsonaro e Macri, induz a visualizar o Brasil e os Estados Unidos como o cenário de tragédia humanitária que poderia ter sido a Argentina se essa ideia tivesse prevalecido.

“Lamento por aqueles que perderam entes queridos, mas isso é vida”, respondeu o presidente brasileiro no ano passado a um grupo de jornalistas que lhe perguntou sobre as vítimas da epidemia. “Eu sou o Messias – pelo seu nome do meio – mas não faço milagres. É assim que é a vida. Amanhã serei eu e espero que venha da forma mais digna possível e deixe uma boa imagem”.

A divulgação do balanço anual do Departamento de Saúde dos EUA mostrou que a epidemia e as vacinas tornaram-se factores na geopolítica mundial. Face à aceitação mundial do Sputnik V, os Estados Unidos voltaram à língua da velha Guerra Fria e o Presidente Joe Biden chamou ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, um assassino.

Assim como o Primeiro Ministro britânico Boris Johnson, que anunciou um aumento invulgar da presença militar do império nos seus 14 territórios ultramarinos, como chamam os seus enclaves coloniais, um dos quais são as Ilhas Malvinas. Estes são mecanismos que expõem a dificuldade das potências ocidentais face a um mundo cada vez mais multipolar com a Europa, Rússia e China a emergir face a um Estados Unidos enfraquecido.

Quando Trump descobriu que quanto menos a epidemia era combatida, mais ela afectava a economia, mudou a sua linha, encerrou a exportação de vacinas e começou a açambarcá-las. Sob Biden, essa política não mudou. Os Estados Unidos têm contratos para 1,5 mil milhões de vacinas e tem 300 milhões de habitantes. Os seus contratos com a Pfizer, Moderna e Johnson são cinco vezes superiores ao número de habitantes, no entanto, não permitem que nenhuma vacina saia das suas fronteiras.

A vacinação nos Estados Unidos é tão generosa que muitos mexicanos ricos viajam para o país vizinho para se vacinarem porque não requerem cidadania ou residência. O contraste com o México vizinho, que tem problemas em obter vacinas como a maior parte do resto do mundo, é acentuado. O Papa Francisco empenhou-se pessoalmente em conversações com Biden para que, no mínimo, as sobras de vacinas possam ser desviadas.

Na Argentina, o cenário continua: as autoridades do CABA afirmam que recebem menos vacinas do que outros distritos. Da província de Buenos Aires eles respondem que é o contrário porque recebem mais do que os outros. A realidade é que no distrito de Buenos Aires a vacinação progrediu nos anos 60, professores, trabalhadores da saúde e pessoal da polícia, enquanto que no CABA não se termina com os anos 80. A distribuição da vacina é super controlada e uma distribuição desigual seria muito fácil de detectar. Não há problemas de distribuição, mas sim diferentes políticas de saúde.

Extraído de Cubainformaciòn

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#Cuba reconhece acções a nível mundial para exigir o fim do bloqueio dos #EstadosUnidos.

Autor: Granma | internet@granma.cu

O Presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, elogiou as mais de 21.000 assinaturas que apelam à administração de Joe Biden para pôr fim ao bloqueio dos EUA contra a maior das Antilhas.

Através da sua conta oficial no Twitter, o chefe de estado destacou o apoio a esta iniciativa do projecto Pontes de Amor nos Estados Unidos, promovido por cubanos que vivem no estrangeiro.

bloqueo

A carta aberta a Biden, para além de exigir o fim do bloqueio comercial e financeiro imposto à ilha durante mais de 60 anos, solicita a reabertura da embaixada de Washington em Havana e a restauração do programa de reunificação familiar, suspenso pelo antigo Presidente Donald Trump desde 2017.

Defende também o estabelecimento de “políticas compassivas e humanas” em relação a Cuba, autorizando remessas ilimitadas e encorajando as relações financeiras e comerciais, entre outras propostas.

Por outro lado, o canal YouTube Europa para Cuba confirmou a 21 de Março que o seu apelo à solidariedade com a ilha terá lugar a 27 e 28 de Março em cerca de 40 nações em todo o mundo, exigindo o fim do cerco económico dos EUA.

Os dias de solidariedade serão alargados a toda a Ásia, Oceânia, África, América e Europa.

O bloqueio é o maior obstáculo ao desenvolvimento de Cuba e uma violação dos direitos humanos. Os prejuízos acumulados em seis décadas ascendem a 144,413 milhões de dólares, e entre Abril de 2019 e Março de 2020, a acção causou prejuízos da ordem dos 5,570 milhões de dólares, um valor recorde durante um ano.

Traduzido com a versão gratuita do tradutor – http://www.DeepL.com/Translator

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A OEA é contra os interesses da Nossa América.

Autor: Granma | internet@granma.cu

Rejeitamos as tentativas de interferir nos assuntos internos da Bolívia e as preocupações hipócritas sobre os direitos humanos, que não estavam presentes quando os apoiantes do MAS foram reprimidos e assediados. Mais uma vez monroista, o Secretariado da OEA é contra os interesses da Nossa América”, disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros cubano Bruno Rodríguez Parrilla no Twitter, referindo-se às declarações de interferência do Secretário-Geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro.

Várias organizações, governos e a Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Tratado Comercial do Povo (ALBA-TCP) rejeitaram as tentativas de desacreditar todo o processo de justiça que leva a cabo a nação sul-americana contra os autores do golpe contra o ex-presidente Evo Morales.

A ALBA-TCP, numa declaração, alertou a comunidade internacional que as acções de Almagro constituem uma “violação muito grave dos princípios e objectivos da Carta das Nações Unidas, e apenas promovem o confronto e a desestabilização dos processos democráticos”.

Almagro se presenta a la reelección como secretario general de la OEA | El  Mundo | DW | 06.12.2018

O texto do organismo regional denuncia a participação da OEA no golpe de Estado na Bolívia em 2019, que se caracterizou pela repressão e a promoção do racismo, bem como a intolerância contra os movimentos sociais e os povos indígenas.

Sobre o interrogatório da detenção do ex-presidente de facto, Jeanine Áñez, e de antigos membros do seu Gabinete, acusados de sedição, terrorismo e conspiração, o porta-voz presidencial da Bolívia, Jorge Richter, afirmou que a investigação e esclarecimento dos acontecimentos violentos ocorridos em 2019 são uma dívida do Estado para com as vítimas.

Além disso, sublinhou que o conceito de “perseguição política”, repetido pelos sectores da oposição, procura manter a impunidade sobre estes massacres e deixar em aberto a possibilidade de um novo golpe de Estado.

Por outro lado, num comunicado de imprensa, o Ministério dos Negócios Estrangeiros boliviano anunciou que tinha convocado Charisse Phillips dos EUA e o Embaixador brasileiro Octavio Henrique Días García Côrtes para lhes pedir que não interviessem nos assuntos internos do Estado Plurinacional, como estipulado, no caso dos Estados Unidos, no Acordo-Quadro sobre Relações Bilaterais de Respeito Mútuo e Colaboração entre os dois governos.

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Advogado: Os EUA devem reconhecer que a sua política na América Central causou uma crise .

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Economistas seniores pedem mudanças em Cuba e em outros países .

Por Arthur González

De masterclasses a receitas específicas para mudar o sistema socialista cubano são inúmeras, com recomendações de economistas renomados que ignoram quase totalmente a guerra econômica, comercial e financeira imposta pelos Estados Unidos há 62 anos, que visa o objetivo de fazer o modelo econômico. , culpe-o por ser um fracasso para que não se repita em outras nações.

Em 1959, os Estados Unidos iniciaram suas ações subversivas contra o processo revolucionário, permitindo e incentivando atividades realizadas por membros da tirania de Fulgencio Batista. Em 5 de junho daquele ano, o senador democrata George Smathers, propôs uma emenda para reduzir a cota de açúcar que compraram de Cuba.

No ano seguinte, em 3 de julho, o Congresso aprovou o cancelamento da referida cota, que foi assinada em 6 de julho pelo presidente Eisenhower, que declarou:

“Esta ação dá início às sanções econômicas contra Cuba. Agora devemos empreender outras medidas econômicas, diplomáticas e estratégicas ”.

Em 1962, eles legalizaram a guerra econômica, chamando-a eufemisticamente de “Embargo”.

Que países pobres dependentes do comércio com os Estados Unidos teriam suportado tais medidas?

De uma sala de aula universitária ou de um bureau, é muito fácil criticar e até desenhar políticas econômicas, como fazem o eminente professor Carmelo Mesa Lago e outros economistas formados em Cuba a partir de 1959, mas dirigir uma economia sujeita a constantes sanções é outra coisa, e ainda mais quando defendendo programas sociais como educação gratuita em todos os níveis, incluindo centros para deficientes; saúde da atenção primária à atenção especializada; o esporte; cultura e suas escolas; pesquisa científica em todos os campos; obras sociais e vantagens que só um sistema socialista pode realizar.

É claro que não faltam erros em um trabalho colossal com funcionários inexperientes, sem falar nos colaboradores inimigos guiados pelos ianques para atrapalhar o processo revolucionário, junto com planos terroristas, hoje desclassificados, que falam por si.

Cuba há muitos anos vem aperfeiçoando seu sistema para erradicar os erros, mas sem abandonar sua essência socialista e por isso soube resistir ao desmantelamento do socialismo no Leste Europeu e na URSS, apesar da perda de mais de 85% de seu comércio. … no exterior, quando muitos apostavam que a Revolução não duraria mais de seis meses, deixando Washington e seus aliados com o desejo.

Não só resistiu, mas avançou economicamente, sem abandonar nenhum de seus programas sociais, nem aplicando políticas de choque, como faz o capitalismo, defendidas por sábios economistas que exigem tantas mudanças.

Cuba desenvolveu o setor científico e o turismo sem contar com empréstimos do FMI e do Banco Mundial, como nenhuma outra nação o fez, algo impensável no chamado Terceiro Mundo.

A reação dos Estados Unidos não esperou e em 1992 aprovaram a conhecida Lei Torricelli e em 1996 a Lei Helms-Burton, para apertar ainda mais o cerco econômico e financeiro contra a Revolução, ao mesmo tempo que aumenta sua guerra biológica para prejudicar a produção. de alimentos, introduzindo pragas e doenças.

Um teste de validade do socialismo é o resultado do confronto com a pandemia Covid-19, porque enquanto nos Estados Unidos e na Europa aumentam o desemprego e a pobreza, Cuba, pobre e economicamente bloqueada, demonstra sua capacidade de resistência e progresso, por trabalhando em quatro vacinas candidatas no mesmo nível do primeiro mundo, junto com a cooperação médica em mais de 40 países para salvar vidas e não mortes, como os ianques fazem com suas guerras injustificadas.

Um exemplo das diferenças se manifesta na Itália, onde no último ano mais pessoas vivem na pobreza absoluta, cinco milhões e meio, cerca de 9,4% da população do país, número considerado o mais alto dos últimos 15 anos. Por isso, diariamente há longas filas para receber alimentos oferecidos pelas ONGs, para quem não tem dinheiro para comprá-los.

A pandemia expôs as fragilidades do sistema capitalista, jogando milhões de europeus na pobreza e no desamparo, por não terem o apoio do governo, como acontece na Cuba socialista, que exigem uma mudança de sistema. Apesar das 242 sanções impostas nos 4 anos do governo Trump, nenhum cubano ficou sem emprego e a população recebe assistência médica incomparável com a de outros países capitalistas.

Hoje os países desenvolvidos e sem a guerra econômica e financeira que Cuba sofre, sofrem pobreza financeira e social, mas para este capitalismo em crise os economistas renomados não prescrevem mudanças, apesar do fracasso da economia capitalista.

Estudos da ONU afirmam que, no mundo, uma em cada 5 pessoas está em risco de pobreza, porque os governos veem o gasto social como um aumento de sua dívida e não como um investimento para o desenvolvimento futuro, como na crítica do sistema socialista.

Estudos da OXFAM mostram que devido à crise econômica causada pela Covid-19, cerca de 2.700 milhões de pessoas no mundo não tiveram proteção social e estima que 500 milhões estão subempregados ou desempregados.

A Espanha vive uma crise colossal, com frustração para seus cidadãos, que observam que o governo aprovou apenas um por cento dos pedidos de ajuda.

A Áustria, o sexto país mais rico da União Europeia, está no mesmo caminho e muitos se viram repentinamente nas ruas, perdendo seus empregos e pequenos negócios, sem um sistema governamental de apoio.

A economia britânica contraiu 9,9% em 2020, o maior colapso em 300 anos, e a economia alemã sofre seu pior ano desde a crise financeira de 2008. Mas são os trabalhadores e os jovens que suportam o peso, perdendo empregos e dinheiro para pagar o aluguel , eletricidade, alimentação e outros serviços básicos, sem ter uma pequena cesta básica para sustentá-los.

A América Latina é outro exemplo do fracasso neoliberal capitalista, onde a pobreza, e as mais de 700.000 mortes de Covid-19, é a única coisa que cresce.

A pandemia expôs o esgotamento do sistema capitalista.

É essa a receita perfeita que propõem aos cubanos?

A China, com seu sistema socialista particular, apresenta um crescimento de 2,3% do PIB em 2020, apesar da pandemia, razão pela qual os Estados Unidos e a União Européia não param de sancioná-la, como fazem com a Rússia.

A vida se encarrega de expor a verdade. O sistema socialista trabalha para o bem-estar do ser social e sob o capitalismo faz o oposto.

Pare de desperdiçar milhões de dólares para subverter a ordem interna de Cuba, aceite o socialismo e cuide de seus próprios problemas; por isso José Martí afirmou:

“O que não pode ser mudado, deve ser visto como está.”

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A alucinatória “democracia do Ocidente”

Por Sara Rosenberg

As potências ocidentais – os chamados “países democráticos do Ocidente” – têm uma longa e abominável história de intervenções abertas ou disfarçadas contra a soberania dos povos do Oriente, da África e da América Latina. Um processo de expansão colonial e imperial (pilhagem e destruição) que continua até hoje de várias maneiras.

Um imenso aparato de propaganda se encarrega de transformar a ingerência e a destruição de povos inteiros em uma necessidade e em uma tarefa quase messiânica das “democracias” ocidentais. E os cidadãos / ou súditos dos EUA e da UE repetem ou presumem que vivem em um sistema democrático.

A democracia que eles acham que vivem é uma espécie de alucinação coletiva? É o resultado da perda do sentido humano que nos permite ver e compreender o que está acontecendo?

Caminho por esta cidade duplamente mascarada, ouço, vejo e pergunto.

Como o crime se naturalizou a ponto de cidadãos de “países avançados” acreditarem que vivem em um sistema democrático?

Como é possível que os governos “democraticamente” eleitos nos EUA e na UE (e nos Emirados e em Israel) cometam um crime contra a humanidade, como o bloqueio e sanções a países soberanos, em nome da “democracia” e do seu já apodrecendo o apêndice “liberdade”?

Com que direito é sancionado e bloqueado, condenando os povos a suportar terríveis dificuldades materiais?

Quem tem o direito de punir e bloquear para causar tanto sofrimento a milhões de seres humanos?

Ou é parte da guerra – não declarada – e é um crime contra a humanidade? E se assim fosse, as “democracias” que os exercem e os cidadãos-eleitores que os convêm estariam a endossar um crime contra a humanidade? Eles sabem que crimes contra a humanidade não prescrevem?

Fora do reino da esquerda punida e minoritária anti-imperialista que sobrevive na Europa, cada vez que pergunto o que significa esta democracia e como funciona, o tabu é imposto à razão e à evidência. Tento dar dados que arranham pelo menos a crença ou o salto de fé, mas são inúteis.

Em geral, ninguém quer ouvir tal pergunta ou falar sobre sanções e bloqueios como crimes contra a humanidade. Ainda menos agora no contexto de Covid, quando a coerção somada à crueldade (des) informativa é exercida impunemente contra o povo desses países “democráticos”, enquanto grandes corporações colocam em risco a saúde de todos.

No entanto, os países malignos, demonizados, sancionados e bloqueados – são trinta e nove – alcançaram resultados de saúde superiores que não dependem da bolsa de valores ou da máfia ocidental. Cuba está produzindo sua vacina Sovereign gratuita e universal. Rússia e China também.

Enquanto isso, na Espanha as questões elementares parecem ter sido dolorosamente encerradas, junto com o esquecimento de sua história heróica, de sua luta contra o fascismo e da força de um povo que lutou contra um prolongado golpe de estado e cujo resultado ainda grita um milhão e meio de mortos. É até difícil dizer você se lembra? Você sabe que hoje este país a serviço das grandes corporações e obediente aos ditames dos EUA e da OTAN, este país que repete em espanhol os ditames dos EUA e das grandes corporações financeiro-militares é um refúgio para terroristas e nazistas, enquanto que cem vezes por dia repetem as belas palavras “democracia” e “liberdade”?

O esquecimento da história somado ao intenso bombardeio da mídia instalou uma espécie de não consciência capaz de aceitar que este é o único mundo possível e que a democracia existe neste mundo. São as duas grandes alucinações que impedem todo movimento e dificultam qualquer transformação social.

O totalitarismo da ideologia capitalista – muito a despeito de Doña Ana Arendt – é como o vírus, entra no corpo e se replica até eliminar você – em nome da “liberdade” e da “democracia” – com o gancho multifacetado de ” mal menor ”, mas contagioso muito rapidamente. Sem uma falsa consciência, – aquela espécie de bom senso como dizia Gramsci -, do “mal menor” o vírus seria rapidamente isolado e a energia social que se fragmentava continuamente escorregaria para o esgoto ou para as poltronas do teatro democrático uma saída, ou seja, uma forma superior de organização, capaz de pôr em causa a falácia desta “democracia”.

Mas o que é e como é essa democracia, como ela realmente funciona? Eu pergunto e escuto. As respostas são sempre semelhantes: chama-se liberdade ter opinião dentro dos limites ditados pela mídia, escolher onde comprar e o que comprar na hora certa, transgredir certas normas (sexual-gênero, quase sempre), até votar a cada quatro anos sem ter qualquer instrumento institucional ou coletivo para exercer esse suposto voto, para poder falar de tudo desde que nada seja atacado em segundo plano, desde que não se cite o crime organizado, desde que cumpra a tarefa do “democrata”, isto é, com o silêncio e a passividade que eles impuseram a você.

O caso de Assange é paradigmático, mas o caso de Hasel também é paradigmático em outra escala, e tantos, mas tantos outros. Eles servem para exemplificar, fazem até parte do programa de sucção de energia e grande show midiático, capazes de usar e promover a violência e o caos que justificam e continuam a justificar a submissão absoluta ao conceito de “mal menor”. O grande show da tomada do Capitólio, transmitido milhares de vezes, serviu para esconder que uma das primeiras medidas do novo governo “democrático” é fortalecer a OTAN e fazer avançar suas políticas de interferência na Europa Oriental e em todo o mundo. Como disse Howard Zinn, é a alternância que serve para a continuidade do projeto imperial. Esta semana, um novo bombardeio da Síria foi a carta de apresentação do “novo” governo dos EUA.

Não ouse dizer que a água está molhada, ou que isso não é liberdade e muito menos democracia, porque você entrará no lugar de quem quer criar problemas. E o terror de ver ou pensar é superior à curiosidade lenta e constantemente aniquilada por essa cultura do individualismo doentio.

Tão profunda é a negação do óbvio: a única liberdade real é a liberdade de ignorar o que acontece coletivamente e as razões pelas quais isso acontece. A velha alienação, claro, mas o problema é como quebrá-la para abrir um buraco no escuro.

Porque essa escuridão (ouso dizer que essa escuridão espiritual cuidadosamente programada) não é qualquer tipo de escuridão, ela tem uma textura gelatinosa e uma grande capacidade de mutação. Parece ser a favor de grandes causas humanas, prolifera no negócio de reformas domésticas e sociais e recondicionamento com uma imensa gama de produtos humanitários (ONGs e grupos de diversos tipos) capazes de direcionar energia social para portos que garantem que nada mude. .No fundo, mas sim que as reclamações reforçam o sistema que produz a miséria absoluta da maior parte do planeta. Toda esta engenharia de reformas possíveis que nunca irão alterar o sistema de exploração radical e expropriação, alimentada pelo medo dos comunistas malvados e seus métodos totalitários, nasceu ao mesmo tempo que a primeira revolução bolchevique em nossa história. Teve que ser combatido e tem sido lutado até hoje de muitas maneiras. O essencial seria defender a propriedade privada, o capitalismo e o imperialismo, mesmo tendo que abrir mão do que se chama de “estado de bem-estar” no Ocidente, algumas migalhas em troca de silêncio e passividade e claro, também em troca de continuar com uma exploração neocolonial criminosa da Ásia, África e América Latina, que permite continuar acumulando capital. Em nome da “democracia ocidental”.

Isso é liberdade – que sem força ou verdade – é apenas uma máscara de obediência absoluta e inconsciente, alimentada pelo que chamo de “a equação do menos pior”. Estamos habituados a isso: votamos e vivemos pelo “menos pior” porque o horizonte que deveríamos imaginar ou ver foi previamente e conscienciosamente destruído. Até a ideia de progresso se mede pela quantidade de compras e vendas, nunca pela qualidade e sentido do trabalho humano – que humaniza – pelo direito à vida, a uma rica cultura coletiva, à saúde da maioria. ..

O Covid tornou isso mais do que evidente. Metrôs cheios de trabalhadores continuam a passar para empregos miseráveis, os donos de bares e hotéis continuam a gritar, eles continuam a queimar assentamentos pobres, eles ainda estão sem luz e sem teto no meio do inverno, bairros inteiros, os afogados no mar e o desemprego nas cidades E à medida que os nazis se organizam cada vez mais, continuamos a acreditar que somos livres graças a distrações de alta qualidade: o acesso ao espectáculo é gratuito e garantido. Os grandes monopólios da mídia ganham mais, também o ritual social que se renova a cada quatro anos, votando e depois esquecendo o que significa essa votação e como defendê-la, porque a maioria está ocupada mal sobrevivendo.

Acho que foi Tchekhov que disse que Deus se esconde nos detalhes e também o diabo.

E pela ordem dos detalhes aparecem as questões mais prementes, como o direito inalienável à moradia, à eletricidade, ao gás, a não depender de banco para ter serviços básicos, para poder ter acesso à saúde pública que este sendo desmontado dia após dia, e claro, claro, para construir um popular instrumento de controle e monitoramento das decisões que são tomadas em nosso nome em grandes salões acarpetados que servem de estádio de futebol atende ao torcedor que não define a festa apesar seus gritos. O jogo é disputado em quadra e a participação também é alucinante.

A distância entre crer e viver aumenta a cada dia, e a distância entre a lei escrita e o exercício da lei também. Há algum tempo, um teórico falava da esquizofrenia causada pelo capitalismo, porque essa esquizofrenia é evidente e não apenas evidente, mas também desenvolveu rapidamente seu aspecto paranóico que governa quase invisivelmente os atos. Todos sentem ou acreditam que vivem em democracia e alguns até pensam que vivem no melhor dos mundos possíveis (a minoria que possui os meios de produção) e outros nos “menos piores” (a maioria despossuída).

O cidadão do Ocidente não participa nem tem direitos nessa democracia em que acredita cegamente. Como se compromete relativamente com um voto, acaba sempre aceitando e até defendendo o que tem mais em mãos, mas é absolutamente incapaz de realizar o que votou. Não é representado diretamente nem tem acesso ao governo, nem mesmo ao de seu bairro ou comunidade mais próxima.

A cultura hegemônica é uma máquina quase perfeita que alcançou uma irresponsabilidade pessoal e social absoluta. Um maquinário que a cada dia é lubrificado com novos produtos pelos quais certas raivas ou inconformidades podem explodir rapidamente atoladas em temas propostos de antemão e que são absolutamente úteis para perpetuar a máquina da infelicidade humana. São “distratores” altamente eficazes e nada espontâneos, mas produzidos por uma fina engenharia política que nos permite acreditar na “liberdade de expressão”, como o policial que defendeu o grupo de nazistas que tentou desarticular a última manifestação de a saúde pública em Madrid. toneladas de perfume de shopping Eu não consigo alcançar o merza contra o merza, nossa capacidade de lutar e nosso novo passo e movimento A liberdade do Ocidente goteja sangue e cheira a podre. Eles não alcançariam toneladas de purificadores de ar de shopping para escondê-lo.

A democracia no capitalismo é uma alucinação cruel, enquanto os nazistas têm a porta aberta e se lançam contra aqueles que não têm alucinações e lutam por justiça e democracia participativa e socialista. É um clássico.

Esta alucinação democrática também sustenta os constantes ataques, sanções e bloqueios de povos soberanos que decidiram não se submeter ao imperialismo e sua hedionda crueldade.

Esta alucinação democrática abre as portas ao fascismo, que, como disse Brecht, nada mais é do que a assustada burguesia -criminosa em tempos de crise, como o que vivemos.

A verdade é que os governos dos Estados Unidos e da UE usam a palavra “liberdade” e “direitos humanos” para condenar e sancionar países soberanos e participar nos mais hediondos crimes de guerra, em nome da “democracia ocidental”.

Uma “democracia” que reconhece ladrões de marionetes e criminosos como Guaidó / López, ao mesmo tempo que sanciona o governo legítimo da Venezuela e defende um governo como a Colômbia que massacra seu povo diariamente, e o que dizer dos 60 anos de bloqueio ao povo cubano, participação na guerra contra o povo sírio, iemenita, palestino … longa é a lista de crimes de guerra em que as “democracias” agem em nome da “liberdade” e dos “direitos humanos”.

Mas esta mutilada “democracia” ocidental não pode e nunca conseguirá vencer a consciência e a dignidade dos povos que, apesar do bloqueio, diariamente derrotam o imperialismo.

Retirado de The Insomniac Pupil.

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Discurso del Canciller de Cuba en XXI Reunião do Conselho Político do ALBA-TCP.

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As estratégias de manipulação da CIA, QAnon e os “conspiranóides”

Autor: Raúl Antonio Capote | internacionales@granma.cu

Os serviços especiais americanos, após a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de garantir a hegemonia global do império, aperfeiçoaram um conjunto de “ferramentas” eficazes de manipulação das massas.

Eles usaram a indústria de relações públicas, a engenharia de consenso, as teorias da propaganda moderna e a guerra cultural para tentar construir o ser humano ideal do capitalismo, amarrado a desejos pré-fabricados, um escravo do consumo, solitário e sempre temeroso.

Durante vários anos, várias teorias da conspiração se tornaram moda, a ideia de que poderes enganam os cidadãos se enraizou em muitas pessoas, e isso cria uma margem de credibilidade para essas teses, algumas inofensivas, até divertidas, mas outras alarmantes.

Algumas dessas hipóteses são criadas por oportunistas que aproveitam a tecnologia e a Internet para ganhar seguidores e se enriquecer com programas que efetivamente administrem o medo das pessoas; mas outros, a maioria deles, são criados nos laboratórios dos serviços especiais, com o objetivo de manipular e, sobretudo, desmobilizar, desviando a atenção de problemas reais para ameaças inexistentes.

QAnon, corriente ideológica con impacto en varios sectores de la sociedad estadounidense. Foto: Getty Images

Obcecado com invasões alienígenas, o domínio dos reptilianos, as mentiras da NASA, ou conspirações onde os comunistas estão sempre “por acaso” envolvidos, as pessoas ficam confusas diante do verdadeiro inimigo.

Agora, quando essas teorias prontas são usadas como um instrumento dos piores interesses do capitalismo, elas se tornam uma grave ameaça para toda a humanidade.

Vamos nos referir a QAnon, que deixou de ser mais uma entre tantas teorias da conspiração, para se tornar uma corrente ideológica com impacto em vários setores da sociedade americana.

Membros proeminentes do movimento nacional foram vistos dentro do prédio do Capitólio, carregando a bandeira do q, símbolo do QAnon no dia do ataque à sede do Congresso.

Os defensores acreditam que o ex-presidente Donald Trump está travando uma guerra secreta contra pedófilos do governo dos EUA, empresas e elites da mídia. uu que adoram Satanás.

Após a derrota eleitoral do magnata, os adeptos do QAnon, preparam-se, segundo dizem nas redes sociais, para enfrentar o Governo de Joe Biden quando este tenta dominar o país e instaurar o socialismo, um absurdo incrível que desperta antigos terrores atávicos entre os cidadãos daquela nação.

Estima-se que milhões de pessoas acreditam nas teorias de QAnon e, embora seja um fenômeno dos Estados Unidos, as ideias de grupo também têm influência na América Latina.

Há simpatizantes na Colômbia, Costa Rica, México, Guatemala, Panamá, Brasil e Uruguai, onde não só falam sobre política, mas atacam vacinas, negam as mudanças climáticas e a gravidade da pandemia COVID-19.

Enquanto isso, as pessoas não percebem a cara do verdadeiro culpado, e o dinheiro flui dos cofres para alimentar outros medos e distrair a opinião pública, semeando estereótipos e imagens distorcidas que servem como novas correntes para prendê-los, cada vez mais fortes, ao carrossel suicida de o sistema.

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