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Mensagem do Dr. Bayamés no Brasil: “Eu nunca vou aceitar asilo político de alguém que criticava médicos cubanos”

Formado em 2011, Beritan Torres prestou assistência médica na Venezuela e há 20 meses ingressou no programa brasileiro onde atende uma população “muito carente” de cerca de 4.000 pessoas, residentes no distrito de Giru, pertencentes ao Estado de Minas Gerais.

“Nunca aceite político alguém que criticou a médicos asilo cubana”, disse o Granma médico 31 anos Amauris Beritan Torres, um parceiro de Cuba no Brasil, depois de aprender a partida de Cuba do programa de saúde reconhecido MAIS Medicos, impulsionado pelo governo de Dilma Rousseff.

Em uma resposta através de seu perfil na rede social Facebook para o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que disse na quarta-feira que seu governo iria oferecer asilo político a médicos cubanos que não querem voltar para casa.

Young disse que estava triste com a notícia, mas para este dilema disse: “Eu até o último dia de trabalho neste país continuará a dar o melhor de mim como médico e como ser humano. Você pacientes, amigos e colegas de trabalho merecem “.

Ele diz que recebeu mensagens de ódio de pessoas que não aceitam que um médico ganhe menos dinheiro do que elas fazem um bom trabalho e que a população ama esse profissional e reivindica suas dúvidas.

Formado em 2011, Beritan Torres fornecido colaboração médica na Venezuela e 20 meses atrás, ele se juntou ao programa brasileiro que aborda a “muito necessária” perto de 4 mil pessoas que vivem no distrito de Giru, pertencente ao Estado de população Minas Gerais.

força médica Granma na região da América Latina somaram 930 profissionais e estavam disponíveis para fornecer ajuda médica há 496, conforme relatado pela TV Digital CNC Leonardo Tapia Garcés cooperação médico-chefe na Direcção Provincial de Saúde.

Segundo o Ministério de Saúde Pública de Cuba, durante 5 anos de trabalho, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam 113 milhões de 359 mil pacientes, em mais de 3 mil 600 municípios.

A declaração do MINSAP diz que os médicos cubanos cobriram um universo de até 60 milhões de brasileiros na época em que constituíam 80% de todos os médicos participantes do programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história.

O programa iniciado em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff, visa suprir a falta de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras.

Tradução da mensagem originalmente postada em português.

Hoje feriado acordado e meu Facebook e meu Whatsapp com mais mensagens e mais comentários do que normalmente.

Mensagens de amor; também comentários odiosos das pessoas que não aceitam que um médico ganhe menos dinheiro do que eles fazem um bom trabalho e que a população ama esse médico e reivindica suas perguntas.

Fiquei sabendo ontem que Cuba vem de mais médicos e a tristeza está presente porque aqui fiz amigos verdadeiros, excelentes colegas de trabalho, pessoas que sem muita demora fizeram meus dias melhores, outros que também marcaram meus dias no Brasil.

Nostalgia é forte e ninguém imagina alguns dias eu acordei querendo abraçar e beijar a mulher que eu mais amo na minha vida a minha mãe e eu sei como é difícil, que passou 20 meses aqui no Brasil, além do mel e o amor de todas as pessoas que mencionei foi a minha força para seguir e dar o melhor de mim como profissional.

E felicidade porque sei que em breve estarei com minha família que é meu maior tesouro. Mais eu levo para cada pessoa que marcou minha vida aqui no meu coração e nunca vou esquecer de você.

Chorei sim porque não imaginei que receberia tantas demonstrações de amor e amor e sei que todo dia que passa será ainda mais difícil.

Há sempre pessoas que nunca foram a favor do programa Mais Medicos e comentam negativamente, mas acabam fechando a boca das pessoas que são ridicularizadas nas redes.

Até o último dia de trabalho neste país, continuarei dando o meu melhor como médico e como ser humano. Seus pacientes, amigos e colegas de trabalho merecem.

Mas eu sou um patriota e amo meu país e voltarei sim, nunca aceitarei asilo político de alguém que criticou muito os médicos cubanos, nunca o aceitarei.

Abraços

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Lamenta o povo brasileiro se retirar dos médicos cubanos

Brasília, 15 nov (PL) Indignado com a postura ideológica autoritária e deformada de seu futuro presidente, o ultra-direitista Jair Bolsonaro, o povo brasileiro hoje lamentou a saída de profissionais cubanos do Programa Mais Médicos no Brasil. Continuar a ler

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Os princípios da saúde cubana não são negociados: “Temos que proteger nossos colaboradores”

Um médico cubano examina um pequeno paciente em um centro de saúde em Jiquitaia, Bahia, nordeste do Brasil. Foto: Reuters.

As ações cubanas no campo da colaboração internacional foram baseadas no princípio de compartilhar com outras pessoas o que temos e o que podemos oferecer para seu bem-estar, nunca o que nos resta. Continuaremos a defender esse conceito, porque é assim que fomos educados pela Revolução, enfatizamos o DSc. Marcia Cobas Ruíz, vice-ministra cubana da Saúde nesta quarta-feira na Mesa Redonda.

“Cuba em suas práticas de atos de cooperação bilaterais e multilaterais, sem impor condições, com pleno respeito pela soberania, as leis nacionais, cultura, religião e auto-determinação dos Estados. E sob esses conceitos, pedimos que sejamos respeitados “, acrescentou.

O vice-ministro que serve a área da Cooperação, Relações Internacionais e Informação MINSAP lembrou que mais médicos irá programa iniciado pelo ex-presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2013, a partir da experiência cubana em saúde.

“Especialmente com o objetivo de fornecer cuidados primários para as comunidades mais pobres do Brasil, lugares onde um médico nunca havia ido”, disse ele.

Cobas Ruíz advertiu que “Más Médicos” não era apenas convocado para Cuba, mas para todos os médicos brasileiros e estrangeiros que queriam atender as comunidades mais necessitadas “, é por isso que Cuba veio, assim como tem sido feito com outros países pobres que não podem pagar por serviços de saúde. Fomos ao Brasil para atender a maioria da população “.

Na Mesa Redonda, o Doutor disse que a Missão no Brasil foi pactuada sob os mesmos princípios que Cuba exigiu perante outras nações: “respeito ao profissionalismo de nossos médicos, que não são submetidos a avaliações não-congeniais, que garantam as condições segurança e receber o estipêndio acordado com Cuba. “

O vice-ministro explicou que os colaboradores passaram por duas avaliações para poderem atuar como médicos no gigante sul-americano. “Nossos colaboradores, ao contrário de médicos de outros países, não foram ao Brasil para procurar trabalho, foram para cumprir uma missão como a que realizam no Catar, Argélia, China, Venezuela ou nas 67 nações que nosso abraço solidário chega “

Cobas ressaltou que, nesses cinco anos, mais de 20 mil funcionários “conquistaram o carinho do povo brasileiro, pela qualidade de sua atenção. Eles fizeram mais de 113 milhões de consultas. “

“Cuba presta serviços médicos na maioria dos países sem receber dinheiro, e o que é feito é dividir as despesas. Ninguém deve duvidar, a grande maioria de nossas missões é solidária e internacionalista. Temos em nossas veias esse princípio que incutiu a Revolução: devemos fornecer o serviço onde quer que ele precise “, disse ele.

Antes de concluir sua intervenção no programa televisivo, o vice-ministro da Saúde Pública reiterou que Cuba deixa de participar do Programa Mais Médicos, porque as condições estabelecidas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para colaboração no Brasil mudaram.

“Existem termos estabelecidos que estão sendo questionados pelo presidente eleito do Brasil e temos que proteger nossos colaboradores”, concluiu.

Em tweets, ofensas e ameaças

No final de 2017, Bolsonaro disse através de sua conta no Twitter que os médicos brasileiros estavam “abandonados e sem condições de trabalhar”, porque “agentes sem capacidade e aptidão” tomaram seu lugar, referindo-se diretamente aos médicos cubanos.

Nesta quarta-feira, a reação de Jair Bolsonaro à Declaração do Ministério da Saúde Pública de Cuba também teve como cenário a rede social. O presidente eleito do Brasil acusou o governo cubano de “irresponsável” em um tweet por ter tomado a decisão de se retirar do programa.

Ele garantiu que Cuba não “leva em conta os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros” e “a integridade dos cubanos”. Suas ameaças chegaram ao ponto de pôr em risco a segurança dos médicos que atenderam a seu povo, que não pode arcar com os custos da medicina no país sul-americano.

Volte “com a testa bem para cima”
Na quarta-feira à tarde, o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel Bermúdez, apoiou a decisão do Ministério da Saúde Pública de Cuba de não continuar participando do Programa Mais Médicos no Brasil.

Através de sua conta na rede social Twitter, o presidente disse: “Com dignidade, sensibilidade profunda, profissionalismo, dedicação e abnegação, colaboradores cubanos têm prestado um serviço valioso para as pessoas de #brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. # Somos Cuba.

Imediatamente, um médico cubano e usuário do Twitter, @YanoskiUrgelles, aparentemente um membro da Missão Médica Cubana no Brasil, disse que a mensagem do Presidente: “Com a cabeça alta regresso ao país onde a revolução haverá precisam de nós.”

Díaz-Canel interagiu com o médico e disse que eles deveriam voltar “com a cabeça erguida”, porque os colaboradores cubanos no Brasil “são um exemplo insuperável de humanismo e dignidade”. Ele acrescentou: “Aqueles que pensam vaidade só em si não podem entender a essência de nossas convicções internacionalistas”.

”.

Miguel Díaz-Canel Bermúdez

✔ @ DiazCanelB
#MaisMedicos Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, dedicação e altruísmo, os colaboradores cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do #Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. #SomosCuba
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20:29 – 14 de novembro 2018
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Números y realidades

Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente são 18 mil e 240 vagas no Programa Mais Médicos em 4 mil 058 municípios. Cerca de 8 mil 400 desses lugares são ocupados por cubanos, distribuídos por 2 mil 885 cidades.

Mais de 1.500 municípios – a maioria com menos de 20.000 habitantes – só contam com médicos cubanos em seu programa porque estão localizados em lugares remotos de extrema pobreza, onde profissionais brasileiros não querem trabalhar.

Em março de 2017, o ministro da Saúde do Brasil, Ricardo Barros, assegurou que os pacientes brasileiros preferiam os profissionais cubanos no programa Más Más ao invés dos nacionais.

“Os cubanos estão disponíveis o dia todo para a população; trabalham das oito da manhã às seis da tarde, incluindo sábado e domingo, e esse é o tratamento diferenciado que faz a aprovação do More Doctors em 95% “, explicou à Câmara Municipal de Curitiba.

Infografía Médicos cubanos en Brasil

A OPAS e o Brasil estenderam até 2023 a presença de médicos cubanos
O Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) assinaram diversos acordos em março, incluindo um que prorrogou até abril de 2023 o termo de Cooperação Técnica referente à mobilização temporária de médicos cubanos para o Programa Mais Medicos no país sul-americano.

Na ocasião, a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne, declarou que “o Programa Mais Médicos revolucionou o acesso à assistência médica no Brasil, e a OPAS teve a sorte de fazer parte dessa experiência, garantindo que possamos trazer melhores cuidados de saúde, com um alto nível de satisfação e aceitação pela população. Mais Médicos também é um dos exemplos de melhores práticas que podem ser ensinados em outros países “.

No Relatório Quinquenal 2013-2017 da Diretora da Repartição Sanitária Pan-Americana (Secretaria da Organização Pan-Americana da Saúde e Escritório Regional para as Américas da Organização Mundial de Saúde), observou-se que “o programa Mais Médicos procura aumentar disponibilidade de treinamento médico nas universidades nacionais do país, melhoria dos incentivos para os profissionais de saúde que trabalham em áreas carentes e recrutamento de pessoal no exterior para prestar serviços de saúde nessas áreas, conforme necessário. “

O relatório lembra que, de acordo com uma série de acordos jurídicos, foi estabelecida a colaboração entre a Repartição Sanitária Pan-Americana, o Ministério da Saúde do Brasil e o Governo de Cuba “para atender às necessidades de curto prazo dos profissionais de saúde, com a intenção de aumentar a cobertura dos serviços de saúde e acesso ao SUS “.

Ele afirmou ainda que o programa atingiu cerca de 63 milhões de pessoas em comunidades historicamente negligenciadas, com a instalação de mais de 18.000 profissionais de saúde brasileiros e estrangeiros para mais de 4.000 municípios, a maioria deles áreas socioeconômicas vulneráveis. áreas remotas, nas periferias das cidades, ou em 34 distritos sanitários especiais dos povos indígenas do Brasil.

Segundo dados da OPAS, atualmente há um déficit de quase 800.000 trabalhadores de saúde na região das Américas. A isso, acrescenta a ONU, junta-se o fato de que a maioria concentra-se nas cidades.

Em setembro do ano passado, durante a reunião do 56º Conselho Diretor da OPAS, os Ministros da Saúde da região concordaram em Washington com um novo plano para reduzir esse déficit.

O Plano de Ação para Recursos Humanos para o Acesso Universal à Saúde e Cobertura Universal de Saúde 2018-2023 marca o caminho a seguir para fornecer aos países os recursos humanos necessários para alcançar a meta global de saúde universal para 2030

Infografía médicos cubanos en Brasil

Avanços na saúde em Cuba, em publicação da OPAS
Neste mesmo ano, em abril, a organização dedicou um suplemento especial à sua revista, intitulado “Cuba: Avanços e Desafios”, às políticas e ao sistema de saúde na Ilha.

Durante a apresentação, o diretor da OPAS afirmou que “os sucessos de Cuba são o produto de uma priorização da saúde no mais alto nível e um admirável compromisso de suas autoridades, profissionais de saúde cubanos e da população que também assume a responsabilidade”. para sua própria saúde e de suas comunidades “.

O suplemento incluiu 12 artigos e três editoriais, dedicados a temas como prevenção e controle de doenças não transmissíveis em Cuba, atenção materno-infantil, a qualidade das estatísticas de mortalidade materna, a experiência cubana na imunização e a resposta e os desafios à imunização. doenças transmissíveis e formação de recursos humanos em saúde em Cuba.

Além disso, abordaram como alcançar uma prioridade fiscal que garanta que os gastos públicos com saúde ultrapassem 10% do produto interno bruto, como preparar e responder às mudanças climáticas e como a pesquisa em saúde é desenvolvida para avançar para a saúde universal.

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Ana Teresita González

@AnaTeresitaGF
Nestes cinco anos de atuação no Programa Mais Médicos no #Brasil, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam 113 milhões de 359 mil pacientes, em mais de 3 mil 600 municípios. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história. @CubaMINREX
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16h01 – 14 de novembro 2018

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Como funciona a diplomacia médica de Cuba ?, segundo O Gl

 

No programa Globo News em Pauta, Jorge Pontual, correspondente do jornal O Globo em Nova York, falou sobre os médicos cubanos e o sistema de saúde da nação caribenha há alguns anos.

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Despedida: moradores do Piauí agradecem médicos cubanos que passaram três anos no país .

“Peço desculpas por vocês terem enfrentado algumas adversidades no nosso país. Saibam que a dor que vocês passaram valeram a pena. Vocês estão saindo daqui com um Brasil diferente”, disse o governador Wellington Dias (PT), durante homenagem a 256 médicos cubanos que atuaram no Piauí no Programa Mais Médicos nos últimos três anos. A solenidade […]

 

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Médicos cubanos no Haiti: um suspiro de esperança no meio da tragédia.

Num palco onde as guerras coloniais e seus horrores decorrem como uma história cotidiana e ninguém se detém a imaginar o que significam estes novos genocídios do século XXI para os milhões de sobreviventes que perderam tudo, parece impossível que o olhar se volte para o Haiti. “Ninguém é Haiti”, diz um quadrinho que publicou […]

 

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