#Colômbia e #EUA, produtores e consumidores unidos nunca serão derrotados

O maior consumidor global e o maior produtor global de cocaína trocam opiniões (Foto: AFP)

A lei econômica fundamental do capitalismo é a da oferta e da demanda. Permite compreender como o sistema “regula” o mercado para que produza lucros no interesse das empresas, mantendo a estabilidade do sistema. Uma das commodities mais importantes no mercado global para sustentar essa estabilidade são as substâncias psicotrópicas que geram um lucro exorbitante para os “empresários” que traficam esse produto, segundo padrões estabelecidos por países desenvolvidos para alimentar potenciais clientes sem traumas ou falências sociais, garantindo que os dividendos fluam sem conflito por meio do sistema financeiro global.

La semana pasada, la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (Unodc) dio a conocer que los cultivos de coca en Colombia bajaron un 7% en 2020 respecto a 2019, con 143 mil hectáreas, frente a las 154 mil del ano anterior. No entanto, embora a área plantada tenha sido reduzida, seu rendimento aumentou 8%, para 1.228 toneladas de cocaína por hectare, ante 1.137 no ano anterior. Na verdade, as políticas antidrogas fracassaram, entre outras coisas porque não se propuseram a atacar o mercado, mas sim os camponeses que produzem coca.

Segundo Leonardo Correa, coordenador do Sistema Integrado de Acompanhamento de Culturas Ilícitas e autor do último relatório da Unodc, essa situação é resultado de uma produção mais eficiente devido ao aprendizado e às mudanças tecnológicas que “ocorrem principalmente em enclaves produtivos”. Curiosamente, esses enclaves estão localizados nas regiões de fronteira com o Equador e a Venezuela. Muito mais curioso é que aumentaram em grau superlativo na fronteira com a Venezuela (sendo Norte de Santander o departamento com maior área plantada com 40 mil 84 hectares) apesar de haver os maiores e mais sofisticados militares colombiano-americanos. contingente. É inexplicável que 40% da coca produzida em 2020 esteja relacionada a essas áreas de fronteira e que tenha havido uma tendência de aumento desde 2010, ano em que relataram apenas 1.700 hectares plantados.

O relatório destaca ainda que há uma “otimização de insumos agrícolas” nesses locais, o que não ocorre no resto do país, bem como de substâncias químicas para converter coca em cocaína: ácido sulfúrico, ácido clorídrico, permanganato de potássio , cimento, cal, ureia, amônia e combustível. Sabe-se que a maior parte desses insumos não é produzida no país e são importados -em sua grande maioria- legalmente dos Estados Unidos sem que as autoridades de ambos os países tenham feito algo para evitá-lo, apesar de terem conhecimento do uso que é dado a essas substâncias.

O relatório conclui afirmando que, apesar do declínio contínuo da coca nos últimos anos, a Colômbia continua a ser o maior produtor mundial de cocaína. Isso ocorre em um país em que, de acordo com o Departamento Administrativo Nacional de Estatística (DANE), 3,6 milhões de pessoas entraram na condição de pobreza e 2,78 milhões na condição de extrema pobreza desde o início da pandemia, de Assim, fica evidente que o aumento da produção de cocaína não traz benefícios para os camponeses, mas para as grandes capitais que com ela traficam. Segundo especialistas, a Colômbia regrediu quase uma década na luta contra a pobreza.

Segundo esta instância do governo colombiano, no ano passado 42,5% da população estava em condição de pobreza, ou seja, houve um aumento de 6,8 pontos percentuais em relação a 2019 (35,7%), atingindo um total de 21,02 milhões de cidadãos enquanto a pobreza extrema atingiu 7,47 milhões de colombianos.

Por outro lado, se observados os números da desigualdade, também fica evidente uma queda, já que em nível nacional o índice de Gini passou de 0,52 para 0,54, o valor mais alto de todas as medições que o DANE fez desde 2012.

O que aconteceu na outra ponta do mercado? A expectativa de vida nos Estados Unidos caiu um ano e meio em 2020, atingindo os níveis mais baixos desde a Segunda Guerra Mundial e impactando fundamentalmente as comunidades latinas e afro-americanas, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças daquele país. Qualquer um poderia pensar que esse número seja decorrente dos efeitos causados ​​pela pandemia do coronavírus, porém, sendo verdade, as autoridades afirmam que tais problemas se acentuaram devido à epidemia de overdose de medicamentos, que aumentou 30% em relação a 2019.

O Centro Nacional de Estatísticas de Saúde dos Estados Unidos informou que mais de 93.000 pessoas morreram de overdoses no país em 2020, quase 30% a mais que no ano anterior. Muitas pessoas que vivem na pobreza perderam seus empregos, vivem em condições de extrema tensão porque não têm recursos para resolver seus problemas básicos, por isso recorrem às drogas como forma de escapar dessa situação.

Segundo relatório da RT, desde 1999, mais de 900.000 pessoas morreram de overdose nos Estados Unidos, boa parte delas por causa da cocaína que a Colômbia lhes envia. Esse número excede em muito o registrado em todos os países ricos do mundo. A taxa de mortalidade por overdose nos Estados Unidos é estimada em 3,5 vezes maior do que a média registrada em uma pontuação de países comparáveis. Enquanto isso acontece, os bancos internacionais “engolem” de bom grado os bilhões de dólares que esse negócio produz.

Simultaneamente, outro relatório, desta vez divulgado em 30 de julho pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) e pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), chama a atenção para 23 surtos em todo o mundo. Que sofrerão escassez de alimentos nos próximos quatro meses, afetando em maior medida os agricultores e os cidadãos, face à conivência dos governos e da chamada comunidade internacional que não disponibiliza recursos para a ajuda alimentar, impedindo o plantio de grandes culturas no momento oportuno.

Nesse ínterim, os grandes milionários que viram sua fortuna aumentar durante a pandemia se distraem organizando caminhadas pelo espaço, esbanjando bilhões de dólares que poderiam ser usados ​​para aliviar este flagelo e que – no entanto – são usados ​​por eles para se divertir observando a pobreza. do planeta do céu.

O referido relatório afirma que as principais fontes de alerta estão localizadas na Etiópia e Madagascar, bem como em 23 outros países, entre os quais na América Latina e Caribe El Salvador, Honduras, Guatemala, Haiti e… oh surpresa! Colômbia! Essa é a explicação de por que o presidente Duque está envidando seus maiores esforços internacionais ao tentar fazer com que os Estados Unidos declarem a Venezuela como um país que incentiva o terrorismo. Você acha que isso pode permitir que você reduza a produção de drogas em seu país e vença a fome crescente de seu povo diante de sua indiferença, inépcia e indolência? Ou, talvez, desta forma, pretenda ocultar todo o desastre delineado acima.

A guerra contra as drogas decretada pelo presidente Richard Nixon há 50 anos fracassou. O relatório das Nações Unidas indica que, entre 2010 e 2019, o número de consumidores aumentou 22% no mundo, enquanto o mercado se manteve bastante estável em termos proporcionais. Também afirma que em 2019 cerca de 275 milhões de pessoas usaram uma droga pelo menos uma vez, das quais 36 milhões já sofrem de transtornos de abuso de drogas, relatando mais lucros para os vendedores. Isso continuará a ser o caso enquanto o capitalismo “regular” o mercado de acordo com seus interesses de lucro e lucro excessivo.

Verdade da missão

Reproduzido no Uribismo! O professor do ensino secundário que se dirigiu ao que muitos falam em silêncio na Colômbia.

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Indignação na #Colômbia após um bombardeio do Exército.

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Notícias da América Latina e outras regiões do mundo ..

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Sanções ilegais dos #EUA contra a #Venezuela afetam a vida no país.

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Relações entre #Cuba e #Colômbia em seu ponto mais baixo nos últimos dois anos.

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#Maduro questiona a decisão de #Duque de oferecer proteção temporária aos migrantes venezuelanos.

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Declaração do Ministério das Relações Exteriores de #Cuba sobre a #Colômbia.

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Cuba realiza uma nova redução de voos e implementará o isolamento institucional na chegada de viajantes internacionais.

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Autor: Redacción Digital | internet@granma.cu

Novas medidas para prevenir a propagação da COVID-19 em Cuba, que hoje registra o maior número de casos desde que o primeiro caso no país foi notificado em março de 2020, foram anunciadas pelo Ministério da Saúde Pública.

Em nota publicada no seu site, explica-se que tendo em conta a situação epidemiológica nacional, regional e internacional e a necessidade de aplicação de novas medidas para conter a propagação dos casos de COVID-19 no país, decidiu-se por nova redução nas atuais frequências de voos das companhias aéreas que operam nos Estados Unidos, México, Panamá, Bahamas, República Dominicana, às quais se incorporam a Jamaica e a Colômbia, a partir das 00 horas do dia 6 de fevereiro de 2021.

Se estrechará aún más la vigilancia epidemiológica sobre todos los viajeros que arriben al país

Ao mesmo tempo, o reinício das frequências para a Nicarágua, Guiana, Trinidad e Tobago, Suriname é suspenso e as frequências para o Haiti são suspensas.

A chegada de voos sem passageiros será autorizada apenas para evacuar pessoas retidas no país, estrangeiros ou residentes no exterior.

Da mesma forma, o isolamento institucional será implementado na chegada de viajantes internacionais.

No caso de turistas estrangeiros, empresários, técnicos e cooperadores, bem como diplomáticos estrangeiros credenciados em Cuba, imprensa estrangeira credenciada e delegações oficiais aprovadas para receber no período, serão aplicados os Protocolos aprovados pelo MINTUR, MINCEX., E MINREX respectivamente.

Os profissionais de saúde e os demais OACEs serão isolados nas capacidades criadas em Havana e Matanzas, cumprindo todos os requisitos estabelecidos. Estudantes estrangeiros e bolsistas serão isolados nas instituições designadas para o efeito pelo MINSAP e pelo MES.

O isolamento dos moradores cubanos será em centros instalados nas províncias e será gratuito, assim como o transporte ao centro e o retorno à residência depois de concluído o isolamento.

No caso de estrangeiros não residentes e cubanos que cheguem ao país, ficarão isolados em instalações hoteleiras designadas em cada território, cabendo aos viajantes as despesas de estadia e transporte.

Juan Guaidó: um fracasso muito vantajoso? As razões por trás do longo apoio dos EUA, Colômbia, UE ..

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