Cooperacion Cuba y Angola.

“Nem escravos nem explorados, somos guardiões da vida”, diz um colaborador cubano em Angola.

Os profissionais do sistema de saúde cubano não são escravos, nem nos deixamos explorar, pois aqueles que tentam desacreditar a Revolução gritam, somos guardiões da vida, disse Menia Costes Gómez, colaboradora de Angola desde abril do ano passado.

Morador do município de Majagua, em Ciego de Ávila, Menia disse à Agência de Notícias Cubana, via bate-papo na rede social Facebook, que não importa o quanto façam e digam quem não está acostumado a viver com Cuba socialista e humanitária, o O pessoal médico conhece o escopo da profissão, que eles assumem com orgulho.

Nosso compromisso é salvar vidas, sem interesses mesquinhos, demos provas disso e ninguém vai nos parar, disse a mulher de Málaga, que faz parte de uma brigada médica cubana do contingente Henry Reeve, que se juntou aos esforços para conter o COVID-19 naquele país no continente. Africano, em ajuda de emergência solidária.

Em meio a uma grave crise mundial da saúde, sabemos qual é o compromisso de Cuba, uma nação pobre e sem recursos naturais, que priorizou a saúde de seu povo ao mais alto nível e que o imperialismo não perdoa, Menia assegurou: um dos 18 especialistas em estatística que, juntamente com 164 médicos e enfermeiros, estão em todos os municípios da província de Cuanza Norte.

Eu trabalho no aconselhamento da equipe angolana nos sistemas de informação estatística da atenção primária à saúde, isso é novo para eles e temos o prazer de ensiná-los, disse Menia, que também colocou seus conhecimentos na Nicarágua e na Venezuela.

Ele explicou que os médicos e enfermeiros cubanos, nesta primeira fase, estão juntos com o pessoal de saúde angolano no confronto com o COVID-19; depois, quando isso acontecer, eles se dedicarão a treinar médicos gerais abrangentes em cada município da nação africana.

Falar línguas diferentes não é uma barreira para nós, superamos obstáculos como esse, e eu, por exemplo, dei o passo para o “portuñol”, como dizem os cubanos, acrescentamos a avileña.

Menia é um dos 3.440 profissionais das Antilhas que, divididos em 37 brigadas, lutam contra o novo coronavírus em 31 países, embora nos últimos meses a Casa Branca tenha promovido uma onda de descrédito e mentiras, com base na acusação do governo cubano. usar médicos como parte do tráfico ou tráfico humano.

De sua conta oficial no Twitter, Dr. Roberto Morales Ojeda, vice-primeiro-ministro de Cuba, chamou o trabalho dos membros do contingente internacionalista Henry Reeve, que atualmente fornecem ajuda nos territórios da África e América, uma forte resposta do humanismo ao império. e Europa.

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O Jornal de Angola destaca a contribuição dos médicos cubanos para a formação de três mil técnicos de saúde angolanos na Huíla.

RSS Minrex:

O Jornal de Angola, o jornal de maior alcance nacional neste país africano, destacou ontem a contribuição dos médicos cubanos para a formação de três mil técnicos de saúde angolanos nos 14 municípios da província da Huíla.

Também foi declarado que, durante três meses, os profissionais de Cuba ministrarão cursos de várias especialidades, com atenção especial às técnicas de prevenção para evitar a disseminação do Covid-19 e o uso adequado de equipamentos de biossegurança.

Em declarações ao jornal, a diretora da Secretaria Provincial de Saúde, Luciana Guimarães, explicou que “o treinamento visa promover uma melhor interação entre os 17 médicos cubanos, 130 angolanos e dezenas de enfermeiros que garantem o funcionamento das unidades hospitalares”.

Desde maio passado, especialistas cubanos estão presentes em todo o território angolano, mesmo em áreas remotas, para ajudar na prevenção e controle de doenças.

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A agência de imprensa da ANGOP publica artigo sobre a graduação de estudantes angolanos na Universidade de Camagüey.

RSS Minrex

Estudiantes angolanos graduados en Cuba (Foto de archivo ANGOP)

Camagüey, Cuba, (Angop) – Estudantes angolanos matriculados nesta quinta-feira, para se formar na Universidade de Camagüey, fundada pela Revolução Cubana, que atualmente enfatiza a graduação de estrangeiros na primeira fase pós-Covid-19 da ilha .

De acordo com a Agencia Prensa Latina, e retomada pela Angop, entre as estratégias da etapa de recuperação após a pandemia neste país, que segue em ritmo favorável, o sistema de ensino superior no país do Caribe se concentra em acabar com a 2019-2020, especialmente para estudantes de Angola.

Nesta semana, novos profissionais das carreiras de Engenharia Química e Industrial fizeram mérito com suas Teses de Diploma, graduados que somam à lista de mais de mil graduados na instituição de mais de vinte nações desde 1967.

Segundo o site da instituição localizada na cidade de Camagüey, pouco mais de 500 quilômetros a leste de Havana, os falantes africanos apresentaram estudos importantes para o desenvolvimento socioeconômico de seu país de origem.

Nesse sentido, destacam o site digital as pesquisas relacionadas a um simulador do processo de produção de etanol, produção de cerveja artesanal através do milho e estimativa de propriedades termo-físicas para a referida bebida.

As declarações do graduado angolano Ezio Yoweri mostram apreço pelo sistema educacional da maior das Antilhas.

“Quando eu era adolescente e sem muitas idéias de onde continuar meus estudos, meu pai, que conhecia os benefícios do ensino superior e da Revolução Cubana, me motivou a estudar aqui”, afirmou.

Em Camagüey, o Instituto Cubano de Amizade com os Povos mantém um vínculo estreito com os professores daquele continente matriculados nas casas de estudos superiores dessa província das Antilhas, que também se vincularam ao trabalho contra o Covid-19.

A educação abrangente dos estudantes no continente africano é uma questão importante para o Ministério do Ensino Superior, que tem seus principais emissores em países como África do Sul, Congo e Angola.

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Recuperados quatro doentes e notificadas 15 novas infecções de Covid-19

Fonte: JA/BA

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O número de infecções no país alterou, ontem, passando para 212 casos, contra os 197 do dia anterior. Ao todo, foram notificados 15 novos infectados com Covid-19 e recuperados quatro pacientes, anunciou, em Luanda, o secretário de Estado para a Saúde Pública.

Franco Mufinda, que falava na habitual sessão de actualização de dados sobre a Covid-19, no auditório da Edições Novembro, esclareceu que, nas últimas 24 horas, 15 pessoas testaram positivos. Destes, dez são senhoras e cinco homens, com as idades compreendidas entre os 5 e 67 anos. O governante explicou que, dos 15 casos, dois são de transmissão local, relacionados com a cerca da sanitária da Clínica Multiperfil.

Além deste, frisou, outro é do cordão sanitário do Hoji-ya-Henda. Os restantes fazem parte dos contactos dos casos já anunciados pelas autoridades sanitárias. Com os casos de ontem, disse, Angola tem um acumulado de 212 infectados com a Covid-19, dez óbitos, 81 recuperados e 121 doentes activos, três dos quais requerem atenção especial. Os restantes estão clinicamente estáveis, nos centros de tratamento.

O secretário de Estado lembrou que na quarentena institucional estão 1.045 pessoas e o Centro Integrado de Segurança Pública recebeu 85 chamadas. Destas, cinco foram denúncias de violação do Estado de Calamidade Pública, igual número de casos suspeitos e 81 relacionadas com pedido de informação da Covid-19.

Ainda ontem, foram processadas 347 amostras colhidas, das quais 15 positivas. O total de amostras recebidas, até à data é de 22.895, sendo 212 positivas, 17.527 negativas e as restantes estão em processamento.  Franco Mufinda disse que 33 receberam altas na quarentena institucional, sendo 24 em Luanda, quatro na Lunda-Norte, duas na Luanda-Sul e um em Cabinda, Huambo e Cuando Cubango.

Até ontem, estavam em investigação 515 casos suspeitos, ao passo que 1.359 contactos em vigilância. As ocorrências de transmissão local subiram para 157 infectados. Durante a sessão de actualização de dados, o secretário de Estado explicou que, com a testagem dos contactos positivos em quarentena e aleatórios, rastreio nos hospitais, para detectar doenças respiratórias agudas graves ou agravamento do sindrorespiratório, foi possível colher 150 amostras.

Franco Mufinda disse que, no total, foram rastreadas cinco unidades sanitárias nacionais de referência e três clínicas privadas. Acrescentou que com o trabalho desenvolvido foi possível detectar cinco casos positivos com vínculos epidemiológico ainda por determinar.

Casos preocupam

De acordo com o secretário de Estado, o Ministério da Saúde continua a fazer o seguimento nas unidades sanitárias, referindo que está a ser testado um grande número de pessoas e a colher amostras aleatórias em vários conglomerados.  “Esperamos que a problemática da Covid-19 seja encarada com seriedade, responsabilidade e interesse que merece”, precisou, alertando que se regista, diariamente, um aumento de pessoas infectadas.

Para o governante, não se deve pôr de parte as medidas de higienização das mãos, uso obrigatório de máscaras, distanciamento social e evitar as aglomerações. Com base na actual realidade, Franco Munfida pediu à juventude e, em particular, e toda a população, a terem em conta as medidas de prevenção. Sublinhou que o rumo da pandemia depende de todos.

Acções nas províncias

Em Algumas províncias foram realizadas actividades, com realce para o Bié, onde foi promovida uma acção de capacitação dirigida aos efectivos da Polícia Nacional sobre as medidas de biossegurança. No Bengo, realizou-se palestra de sensibilização, enquanto na Huíla houve a pulverização dos pontos de entrada.

No Huambo teve lugar uma acção de capacitação destinada a lideres religiosos sobre as medidas de biossegurança. Em Cabinda foi feita a sensibilização e rastreio, nos principais pontos fronteiriços. Na Lunda-Sul fez-se o rastreio e sensibilização aos passageiros, nos principais pontos de entrada dos municípios de Saurino e Muconda.

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Covid-19: Angola com mais dois casos positivos

Dois novos casos foram registados nas últimas 24 horas no país, anunciou, neste domingo, o secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda.

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De acordo com o responsável, que fazia a habitual actualização de dados sobre à covid-19, trata-se de dois casos importados, envolvendo cidadãos angolanos.

Com estes, o país aumenta para 140 o número de casos positivos, sendo que 73 estão activos, 61 recuperados e seis óbitos.

O quadro epidemiológico nacional apresenta 69 casos importados e  75 de contaminação local.

Angop

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Angola/Cuba: Quatro décadas de forte relação

Desde os primórdios da independência nacional, precisamente há 45 anos, Angola e Cuba mantêm fortes laços de cooperação, amizade e irmandade.

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É, pois, quase impossível falar da história da afirmação de Angola como Estado livre e soberano, sem fazer menção ao contributo do povo e Governo do maior arquipélago do mar do Caribe ou Caraíbas.

As relações entre os dois Estados remontam à época da guerra fria (terminada em 1991), ou seja, logo depois da proclamação da independência nacional, em 1975.

Foi em pleno conflito pós-independência, com a então República Popular de Angola a lutar contra invasão de forças estrangeiras, que Cuba deu os primeiros sinais de aproximação e solidariedade.

Para a defesa e manutenção da sua soberania, Angola encontrou aconchego e ajuda no hemisfério norte, concretamente em Cuba, abrindo portas a uma cooperação que viria a ser profícua e duradoura.

A parceria entre os dois países iniciou-se com a colaboração técnico-militar, tendo em conta a situação de instabilidade na época, mas começou a mudar de figurino a partir de Fevereiro de 1976, com a assinatura do primeiro Acordo Geral de Cooperação.

Esse importante instrumento jurídico viria desembocar, mais tarde, na instituição de uma Comissão Bilateral entre Angola e Cuba.


Pelas circunstâncias políticas de então, o Acordo Geral de Cooperação continuou a privilegiar as acções de auxílio técnico-militar, até 1991, um ano antes da implantação do multipartidarismo em Angola.

No relacionamento entre os dois países, essa componente (militar) serviu de “rampa” de lançamento para uma parceria mais alargada, agora a outras áreas sociais, como a Educação e Saúde.

De forma tímida, mas significativa, o modelo de cooperação passou por reconfiguração e reforço, à medida que se aliviava a tensão militar no país, com dezenas de professores  cubanos a desempenharem papel preponderante na formação de quadros angolanos.

No mesmo sentido, esses profissionais de Cuba foram fundamentais na prestação de uma assistência médica e medicamentosa ideal e necessária para assegurar o bem-estar dos angolanos.


Assim, com o primeiro convênio de cooperação focado nos sectores da Saúde e Educação, Angola beneficiou-se da experiência de mais de 350 mil especialistas cubanos, entre médicos, enfermeiros, professores, militares, técnicos e pessoal de apoio.

A aposta em especialistas cubanos tornou-se cada vez mais sólida e intensa, com o passar dos anos, marcando passos firmes no reforço de quadros da Saúde e Educação.

Foi com esses dois sectores que Angola e Cuba consolidaram e solidificaram as relações de irmandade e amizade, mediante envio regular de bolseiros angolanos, para especialização naquele arquipélago, e de quadros cubanos para o país africano.

Essa nova abertura viabilizou a ida de centenas de jovens angolanos para Cuba, em formação em diversas áreas, e a vinda a Angola de vários milhares de especialistas cubanos (professores e médicos), criando bases sólidas para uma cooperação efectiva.

Só nos primeiros dois anos do Acordo Geral, Cuba recebeu cerca de 18 mil angolanos, maioritariamente crianças com vários níveis de escolaridade, para formação.

À luz da ajuda internacionalista cubana (1974-1991), as relações bilaterais entre Angola e Cuba transformaram-se, paralelamente, numa cooperação em vários domínios.

Além da Saúde e Educação, os dois Governos passaram a cooperar nos domínios da Energia, Defesa, Segurança, Ensino Superior, Petróleos e Indústria.

Formação de docentes

Entretanto, apesar de não ter o mesmo peso na balança de cooperação entre os dois países, a formação de professores angolanos em Cuba remonta aos anos 80, com a ida dos primeiros 845 profissionais em diversos níveis e instituições de ensino.

Dados apontam que, dos actuais 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 77 fazem pedagogia a nível superior, em diversos estabelecimentos especializados.

Até 2017, conforme informações oficiais, Cuba recebia uma média de 40 estudantes angolanos, para formação nas áreas de ciências exactas e a nível pedagógico, nos centros especializados em Cienfuegos e Santiago de Cuba.

Para o efeito, as autoridades de Cuba têm colocado ao dispor dos estudantes angolanos organismos formadores, no âmbito dos acordos existentes entre os ministérios da Educação dos dois países.

Actualmente, os dados dão conta da existência de 1.105 profissionais cubanos no país, dos quais 258 médicos chegados recentemente, para apoio no combate à Covid-19.

Colaboradores cubanos de la salud comenzaron a llegar a las provincias de Angola. Foto: PL.

Desde a sua chegada a Angola, os mesmos estão espalhados por várias localidades do país, incluindo em zonas recônditas, para ajudar na prevenção e controlo de doenças.

Presentes em várias unidades sanitárias nacionais, esses quadros prestam também serviços em  áreas como combate às doenças cardiovasculares, malária e tuberculose.

Além da prevenção e do combate à Covid-19, os especialistas recém-chegados têm, igualmente, a tarefa de contribuir na prevenção de doenças materno-infantis, pediatria e transmissíveis, bem como no asseguramento da formação de técnicos angolanos.

Os protocolos de cooperação incluem ainda a componente formação local (on job), para capacitar os quadros nacionais com conhecimentos técnicos e práticos, a fim de atenderem as necessidades básicas sanitárias do país, a curto, médio e longo prazo.

Em sentido contrário, ao longo de várias décadas, Cuba tem sido o “pouso” de centenas de angolanos, quer a título individual, quer por intermédio de bolsas de estudo governamentais, que buscam conhecimento científico naquele país da América Central.

Actualmente, dos 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 700 estão a ser formados em ciências ligadas à medicina, entre os quais 50 em cardiologia, cirurgia cardíaca, medicinal interna e cirurgia geral. O país tem menos de 500 especialistas.

Dados do Governo angolano indicam que, em 2018, regressaram ao país 133 quadros formados em Cuba, nas especialidades de medicina, engenharia informática, electrónica, biologia, pedagogia, telecomunicação electrónica, direito e outras.

Ao todo, conforme informação oficial, mais de 40 mil angolanos foram formados em Cuba, nas especialidades da agricultura, saúde, construção civil, comunicação social, educação, militar, defesa e segurança, transportes e ciências políticas, música e teatro, à luz do Acordo Geral de Cooperação.

Além da componente formativa em Cuba, Angola, apostada em aumentar os recursos humanos e melhorar o quadro sanitário, conta com docentes cubanos em cinco faculdades de medicina angolanas.

Apesar das melhorias que se têm registado no campo da assistência médico-medicamentosa, há necessidade de se trabalhar no profundamento das relações, no intuito de permitir às populações o acesso rápido aos serviços hospitalares.

O Sistema Nacional de Saúde comporta duas mil e 644 unidades sanitárias, sendo 15 hospitais nacionais, 25 provinciais, 45 gerais, 170 municipais, 442 centros de saúde, 67 centros materno-infantis, mil e 880 postos médicos e 37 outras infra-estruturas.

É assegurado por 69.816 trabalhadores, dos quais seis mil e 400 são médicos, 35.458 enfermeiros, oito mil e 78 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 11.329 trabalhadores de apoio hospitalar e 11.576 administrativos.

Apesar do abrandamento registado entre 1991 e 2002, as relações diplomáticas entre Angola e Cuba mantiveram a mesma vitalidade, ao longo dos últimas anos.

É desejo dos dois Estados alargar e diversificar as relações bilaterais, com ênfase para as áreas de economia, comércio, finanças e investimentos.

Na base deste impulso, está um mecanismo lançado em 2019, em Luanda, que visa acelerar a implementação dos compromissos assinados por ambos os Estados, por via da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica.

Trata-se de um passo importante para construir uma nova e dinâmica cooperação bilateral, que permitirá, aos dois países, a realização de diferentes iniciativas conjuntas.

Fonte: ANGOP/BA

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País regista cinco novos casos positivos e um óbito

Angola registou ontem cinco novos casos positivos e uma morte por Covid-19, totalizando 118 infecções, com cinco óbitos e 41 recuperados, informou a ministra da Saúde.

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Sílvia Lutucuta referiu que os casos positivos têm idades compreendidas entre os 27 e 78 anos, todos do sexo masculino. O óbito é resultante da contaminação local na cerca sanitária da Clínica Multiperfil em vitimou um cidadão de 78 anos que estava internado no piso onde foram identificados casos positivo.

Segundo a ministra da Saúde a vítima padecia de várias enfermidades, como acidente vascular cerebral, tensão arterial e insuficiência renal crónica descompensada. “Fizemos uma nova testagem de Covid-19 ao paciente, cujo resultado saiu negativo, na quarta-feira. Infelizmente, o doente faleceu, não por complicações relacionadas à Covid-19, mas por outras enfermidades”, detalhou.

Sílvia Lutucuta, que falava em conferência de imprensa sobre a actualização de dados da Covid-19, disse que, ainda ontem, foram notificados cinco casos positivos importados. Destes, quatro fazem parte do grupo de viajantes provenientes da Rússia. Todos são do sexo masculino. A ministra informou que os cinco infectados, com idades entre os 27 e 79 anos, encontram-se internados no Centro de Tratamento da Zona Económica, em Viana.

Também, ontem, foi recuperado um paciente.  Com o registo de ontem, o país conta com 118 casos confirmados, cinco óbitos e 41 recuperados. Foram processadas 395 amostras, das quais cinco positivas e 390 negativas. Os casos de contaminação local são agora 63. Ainda ontem, foram dadas 37 altas, 30 em Luanda, seis na Lunda-Norte e uma em Cabinda.

A ministra da Saúde condenou, por outro lado, a atitude discriminatório contra as pessoas recuperados, sobretudo no seio familiar. “Isso não pode acontecer, temos de manter o respeito e equidade. A não discriminação tem de ser a palavra de ordem por esta altura”, disse. Sobre a real situação da Clínica Multiperfil, que se encontra sob cerca sanitária, a também porta-voz da Comissão Multissectorial reiterou que a unidade está cercada depois de uma avaliação do risco epidemiológico.

“Neste caso, ninguém entra e ninguém saí. Ficam todos confinados em observação”, argumentou, salientando que, de acordo com o protocolo das autoridades sanitárias locais, findo o período de isolamento, são feitas colheitas de amostras em todas as pessoas. Sílvia Lutucuta esclareceu, ainda, que, após os resultados a cerca é levantada com outras medidas que se impõe. “Há toda uma estratégia criada e acreditamos que hoje, de acordo as nossas previsões, após a 72horas, estaríamos em condições de abrir o cordão da Multiperfil”.

Calamidade mantém-se

obre um eventual recuo para o Estado de Emergência, em função do aumento dos casos positivos, a ministra da Saúde disse que o aumento exponencial de infectados resulta de casos importados, que estão isolados e em tratamento.  “Temos de continuar a cuidar das nossas cercas e evitar a propagação da doença.

As pessoas estão em confinamento nestes locais. Esperemos que, também, por essa via, não haja uma propagação da doença”, disse, para acrescentar: “por isso, estamos a testar e isolar, imediatamente, os casos positivos, assim como os seus contactos”. Em relação ao aumento da força de trabalho nas instituições face ao desconfinamento, a titular da pasta da Saúde admitiu que só é possível caso se cumpram as medidas previstas de protecção individual.

Entre as medidas, constam a lavagem das mãos, uso do álcool em gel e da máscara facial em todos os locais público e em recintos fechados, transportes , assim como o distanciamento social.  “Acredito que, se assim for, vamos conseguir controlar e cortar a cadeia de transmissão para que o país não vá para o pior cenário”, disse a ministra.

Questionada sobre os resultados dos testes aos jornalistas que fazem a cobertura da Covid-19, no Centro de Imprensa Aníbal de Melo, Sílvia Lutucuta disse esperar que os mesmos dêem negativos. Caso sejam diagnosticados positivo, hão-de cumprir a quarentena institucional. “De acordo com as normas, terão de ficar 14 dias. Se tudo correr bem, 15 dias depois são dadas altas”, disse.

Fonte: JA/BA

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Executivo decide sobre declaração de situação de Calamidade Pública

O Conselho de Ministros reúne-se, está manhã, em sessão extraordinária, para analisar as medidas a tomar para a contenção da propagação da pandemia da Covid-19, depois do fim do Estado de Emergência, às 23h59 de hoje.

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Prevê-se que o Estado de Emergência venha a ser substituído pela declaração de situação de Calamidade Pública, depois da aprovação e entrada em vigor, na sexta-feira, da Lei de Protecção Civil. De acordo com o diploma, publicado no Diário da República nº 62, de 22 de Maio, a declaração de situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública é feita por acto do Titular do Poder Executivo, no qual deve constar a especificação da sua natureza, medidas e âmbito territorial.

O diploma prevê que, em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública, o Titular do Poder Executivo pode adoptar medidas de natureza administrativa que incidam sobre o funcionamento dos órgãos da Administração directa e indirecta do Estado, exercício da actividade comercial, industrial e o acesso a bens e serviços. Podem igualmente ser adoptadas medidas que incidam sobre o funcionamento dos mercados, as actividades que envolvam a participação massiva de cidadãos, enquanto existir o risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, a protecção de cidadãos em situação de vulnerabilidade, bem como o funcionamento dos transportes colectivos.

Funcionamento de creches, infantários, instituições de ensino, lares da terceira idade e lares de acolhimento, funcionamento do tráfego rodoviário, aéreo, marítimo, fluvial e ferroviário podem, também, ser objecto de medidas a serem tomadas pelo Titular do Poder Executivo em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública. As medidas podem igualmente incidir sobre a prestação de serviços de saúde, a realização de espectáculos, actividades desportivas, culturais e de lazer, o funcionamento dos locais de culto, enquanto existir risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, mobilização de voluntários, defesa e controlo sanitário das fronteiras, definição de cordões sanitários e a prestação compulsiva de cuidados individuais de saúde, com ou sem internamento, no interesse da saúde pública. Continuar a ler

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Covid-19: Passageiros recebem resultados na quinta-feira

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, anunciou hoje, terça-feira, em Luanda, que os passageiros provenientes de Portugal, nos voos humanitários, vão receber as suas guias contendo o resultado do teste da Covid-19 no dia 14 (quinta-feira) do mês corrente.

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Os passageiros, num total de 1000, deverão dirigir-se a Escola Nacional de Saúde Pública, localizada no bairro do Morro Bento, Distrito Urbano da Samba (município de Luanda), onde decorreram a colheita de amostras no final do mês de Abril.

Esses cidadãos, que cumpriram a quarentena domiciliar, foram testados apenas por precaução, em função da capacidade de mutação do novo coronavírus, tendo resultado em apenas uma análise positiva, que ficou denominado por “caso 31”.

Noutra parte da sua comunicação, Franco Mufinda, que procedia a actualização da situação epidemiológica da covid-19 nas últimas 24 horas, fez saber que todos os passageiros provenientes de Cuba, no âmbito do voo humanitário, testaram negativo e já receberam as guias dos seus resultados.

Num dia em que se registou mais uma recuperação, totalizando 14 pacientes, reiterou a necessidade do cumprimento das medidas de prevenção, nomeadamente o uso das máscaras, lavagem das mãos, distanciamento e confinamento social.

Angop

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Covid-19: Angola regista mais cinco casos positivos nas últimas horas

Jornal Angola

Depois de nove dias sem registo de novas infecções, Angola registou mais cinco novos casos positivos do novo Coronavírus (Covid-19) nas últimas horas, informou, hoje em Luanda, o a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta

Em conferência de imprensa, para actualização da evolução epidemiológica sobre a pandemia no país, a governante indicou que, trata-se de quatro cidadãos do sexo masculino e um feminino.

Sílvia Lutucuta anunciou também a recuperação de mais um paciente da Covid-19.

Em desenvolvimento…

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