CUBA-ANGOLA

Embaixador de Cuba faz uma visita de cortesia ao novo Ministro da Educação de Angola.

A embaixadora cubana em Angola, Esther Armenteros Cárdenas, fez uma visita de cortesia ontem ao novo Ministro da Educação deste país africano, HE. Senhora Luísa Maria Alves Grilo.

Durante a reunião, além de reiterar os parabéns ao Ministro angolano por sua indicação, o diplomata cubano confirmou a vontade de consolidar laços bilaterais, bem como as relações de cooperação nesse setor.

Por sua parte, a Ministra da Educação de Angola destacou os laços históricos entre nossas nações e destacou o interesse em trocar experiências em novas áreas de ensino.

Em entrevista à imprensa, o representante de Cuba destacou os importantes projetos com Angola na área de alfabetização, educação especial e primeira idade. Da mesma forma, ele enfatizou a necessidade de consolidar as conquistas alcançadas e, apesar das limitações do momento, continuar avançando com iniciativa e originalidade.

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O Jornal de Angola destaca a contribuição dos médicos cubanos para a formação de três mil técnicos de saúde angolanos na Huíla.

RSS Minrex:

O Jornal de Angola, o jornal de maior alcance nacional neste país africano, destacou ontem a contribuição dos médicos cubanos para a formação de três mil técnicos de saúde angolanos nos 14 municípios da província da Huíla.

Também foi declarado que, durante três meses, os profissionais de Cuba ministrarão cursos de várias especialidades, com atenção especial às técnicas de prevenção para evitar a disseminação do Covid-19 e o uso adequado de equipamentos de biossegurança.

Em declarações ao jornal, a diretora da Secretaria Provincial de Saúde, Luciana Guimarães, explicou que “o treinamento visa promover uma melhor interação entre os 17 médicos cubanos, 130 angolanos e dezenas de enfermeiros que garantem o funcionamento das unidades hospitalares”.

Desde maio passado, especialistas cubanos estão presentes em todo o território angolano, mesmo em áreas remotas, para ajudar na prevenção e controle de doenças.

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A agência de imprensa da ANGOP publica artigo sobre a graduação de estudantes angolanos na Universidade de Camagüey.

RSS Minrex

Estudiantes angolanos graduados en Cuba (Foto de archivo ANGOP)

Camagüey, Cuba, (Angop) – Estudantes angolanos matriculados nesta quinta-feira, para se formar na Universidade de Camagüey, fundada pela Revolução Cubana, que atualmente enfatiza a graduação de estrangeiros na primeira fase pós-Covid-19 da ilha .

De acordo com a Agencia Prensa Latina, e retomada pela Angop, entre as estratégias da etapa de recuperação após a pandemia neste país, que segue em ritmo favorável, o sistema de ensino superior no país do Caribe se concentra em acabar com a 2019-2020, especialmente para estudantes de Angola.

Nesta semana, novos profissionais das carreiras de Engenharia Química e Industrial fizeram mérito com suas Teses de Diploma, graduados que somam à lista de mais de mil graduados na instituição de mais de vinte nações desde 1967.

Segundo o site da instituição localizada na cidade de Camagüey, pouco mais de 500 quilômetros a leste de Havana, os falantes africanos apresentaram estudos importantes para o desenvolvimento socioeconômico de seu país de origem.

Nesse sentido, destacam o site digital as pesquisas relacionadas a um simulador do processo de produção de etanol, produção de cerveja artesanal através do milho e estimativa de propriedades termo-físicas para a referida bebida.

As declarações do graduado angolano Ezio Yoweri mostram apreço pelo sistema educacional da maior das Antilhas.

“Quando eu era adolescente e sem muitas idéias de onde continuar meus estudos, meu pai, que conhecia os benefícios do ensino superior e da Revolução Cubana, me motivou a estudar aqui”, afirmou.

Em Camagüey, o Instituto Cubano de Amizade com os Povos mantém um vínculo estreito com os professores daquele continente matriculados nas casas de estudos superiores dessa província das Antilhas, que também se vincularam ao trabalho contra o Covid-19.

A educação abrangente dos estudantes no continente africano é uma questão importante para o Ministério do Ensino Superior, que tem seus principais emissores em países como África do Sul, Congo e Angola.

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Sobe para 130 o número de pessoas infectadas pela Covid-19 em Angola

Dois dias depois do anúncio dos 17 casos da Covid-19, número mais expressivo registado desde que a doença chegou no país, ontem, 12 pacientes testaram positivo, incluindo uma médica. Deste modo, Angola passa a contar com 130 infectados.

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A ministra da Saúde, que anunciou o facto, durante a conferência de impresa de actualização de dados, relevou que seis são de contaminação local e os restantes importados da Rússia. Os infectados têm idades compreendidas entre os 11 e 92 anos. Dos infectados, oito são do sexo masculino e quatro feminino e já estão internados na unidade de tratamento da Covid-19, da Zona Económica Especial, em Viana.

Sílvia Lutucuta referiu que dois casos são da cerca sanitária da Clínica Multiperfil, quatro do Hoji-ya-Henda e seis provenientes da Rússia, que se encontravam em quarentena institucional. Dos casos da Multiperfil, um tem 92 anos, assintomático e o seu estado é estável. Outro é infectado é uma médica, que trabalha no serviço de urgência daquela unidade de saúde.

Por isso, disse a porta-voz da Comissão Multissectorial, o Ministério da Saúde tomou algumas decisões em relação à Clínica Multiperfil, sendo que a previsão era fazer o levantamento da cerca sanitária ontem, mas, tudo dependia da avaliação epidemiológica.  “Temos de dar nota que todas as pessoas que estão na cerca foram testadas. Essa testagem foi efectuada há mais de sete dias e, por essa altura, todos os exames negativos devem ser reavaliados”, esclareceu a ministra.

A ministra da Saúde sublinhou, ainda, que do grupo que está na cerca, desde à data, há dois resultados positivos, mas houve interacção entre os profissionais de saúde, que estão a trabalhar no mesmo local. Há, por isso, toda a necessidade de se tomarem medidas adicionais.  Com base na actual realidade prosseguiu Sílvia Lutucuta, uma equipa do Ministério da Saúde está a trabalhar com a direcção da Clínica Multiperfil e decidiram manter, por enquanto, a cerca sanitária.

“Ontem demos início à testagem dos 30 pacientes internados e, depois disso, acredita-se que, ainda hoje, aguardemos pelos resultados”. De acordo com a titular da pasta da Saúde, depois desta fase, os casos negativos terão alta, os positivos estarão sujeitos a cumprir a quarentena numa das unidades sanitárias. “Hoje prevê-se a realização de todos os profissionais da cerca sanitária e, posteriormente, serem tomadas as melhores decisões”.

Sílvia Lutucuta acrescentou, ainda, que depois dos dois casos positivos é prudente que sejam outra vez testados, porque já se passam mais de sete dias desde o teste anterior e, de seguida, será feita a desinfecção da clínica, bem como o levantamento da cerca de forma segura.

Morte do farmacêutico

A ministra falou, igualmentem, sobre a morte de um farmacêutico. Disse que faz parte do grupo de risco e que esteve em quarentena domiciliar. Explicou que, ao sair para o local de trabalho, teve morte súbita. Sílvia Lutucuta aclarou que, por enquanto, não há nenhuma referência que o quadro esteja relacionado com a Covid-19.

“Nós estamos num país onde há uma alta prevalência, também, de hipertensão arterial em pessoas muito jovens e, muitas vezes, as mortes súbitas podem estar ligadas com acidente cardiovascular cerebral, enfarte de miocárdio, ruptura de aneurisma e outras que possam levar a morte repentina”, fundamentou.

Quanto à questão do apoio de um laboratório externo, para estudar o comportamento do novo coronovírus, a porta-voz da Comissão Multissectorial precisou que está em curso trabalhos com instituições congéneres do Instituto Nacional de Investigação em Saúde, para, entre outras, fazer a sequência genética do vírus de alguns casos importantes transmissores.

Segundo a ministra, há informações de que o vírus tem sofrido algumas mutações que, para alguns sítios, torna-se mais violento e causa mais doenças. Por isso, continuou, é preciso saber que alterações o novo coronavírus sofreu no país e qual o comportamento, a julgar que todas as pessoas são assintomáticas, mas com capacidade de transmitir à doença.

Fonte: JA/BA

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Angola/Cuba: Quatro décadas de forte relação

Desde os primórdios da independência nacional, precisamente há 45 anos, Angola e Cuba mantêm fortes laços de cooperação, amizade e irmandade.

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É, pois, quase impossível falar da história da afirmação de Angola como Estado livre e soberano, sem fazer menção ao contributo do povo e Governo do maior arquipélago do mar do Caribe ou Caraíbas.

As relações entre os dois Estados remontam à época da guerra fria (terminada em 1991), ou seja, logo depois da proclamação da independência nacional, em 1975.

Foi em pleno conflito pós-independência, com a então República Popular de Angola a lutar contra invasão de forças estrangeiras, que Cuba deu os primeiros sinais de aproximação e solidariedade.

Para a defesa e manutenção da sua soberania, Angola encontrou aconchego e ajuda no hemisfério norte, concretamente em Cuba, abrindo portas a uma cooperação que viria a ser profícua e duradoura.

A parceria entre os dois países iniciou-se com a colaboração técnico-militar, tendo em conta a situação de instabilidade na época, mas começou a mudar de figurino a partir de Fevereiro de 1976, com a assinatura do primeiro Acordo Geral de Cooperação.

Esse importante instrumento jurídico viria desembocar, mais tarde, na instituição de uma Comissão Bilateral entre Angola e Cuba.


Pelas circunstâncias políticas de então, o Acordo Geral de Cooperação continuou a privilegiar as acções de auxílio técnico-militar, até 1991, um ano antes da implantação do multipartidarismo em Angola.

No relacionamento entre os dois países, essa componente (militar) serviu de “rampa” de lançamento para uma parceria mais alargada, agora a outras áreas sociais, como a Educação e Saúde.

De forma tímida, mas significativa, o modelo de cooperação passou por reconfiguração e reforço, à medida que se aliviava a tensão militar no país, com dezenas de professores  cubanos a desempenharem papel preponderante na formação de quadros angolanos.

No mesmo sentido, esses profissionais de Cuba foram fundamentais na prestação de uma assistência médica e medicamentosa ideal e necessária para assegurar o bem-estar dos angolanos.


Assim, com o primeiro convênio de cooperação focado nos sectores da Saúde e Educação, Angola beneficiou-se da experiência de mais de 350 mil especialistas cubanos, entre médicos, enfermeiros, professores, militares, técnicos e pessoal de apoio.

A aposta em especialistas cubanos tornou-se cada vez mais sólida e intensa, com o passar dos anos, marcando passos firmes no reforço de quadros da Saúde e Educação.

Foi com esses dois sectores que Angola e Cuba consolidaram e solidificaram as relações de irmandade e amizade, mediante envio regular de bolseiros angolanos, para especialização naquele arquipélago, e de quadros cubanos para o país africano.

Essa nova abertura viabilizou a ida de centenas de jovens angolanos para Cuba, em formação em diversas áreas, e a vinda a Angola de vários milhares de especialistas cubanos (professores e médicos), criando bases sólidas para uma cooperação efectiva.

Só nos primeiros dois anos do Acordo Geral, Cuba recebeu cerca de 18 mil angolanos, maioritariamente crianças com vários níveis de escolaridade, para formação.

À luz da ajuda internacionalista cubana (1974-1991), as relações bilaterais entre Angola e Cuba transformaram-se, paralelamente, numa cooperação em vários domínios.

Além da Saúde e Educação, os dois Governos passaram a cooperar nos domínios da Energia, Defesa, Segurança, Ensino Superior, Petróleos e Indústria.

Formação de docentes

Entretanto, apesar de não ter o mesmo peso na balança de cooperação entre os dois países, a formação de professores angolanos em Cuba remonta aos anos 80, com a ida dos primeiros 845 profissionais em diversos níveis e instituições de ensino.

Dados apontam que, dos actuais 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 77 fazem pedagogia a nível superior, em diversos estabelecimentos especializados.

Até 2017, conforme informações oficiais, Cuba recebia uma média de 40 estudantes angolanos, para formação nas áreas de ciências exactas e a nível pedagógico, nos centros especializados em Cienfuegos e Santiago de Cuba.

Para o efeito, as autoridades de Cuba têm colocado ao dispor dos estudantes angolanos organismos formadores, no âmbito dos acordos existentes entre os ministérios da Educação dos dois países.

Actualmente, os dados dão conta da existência de 1.105 profissionais cubanos no país, dos quais 258 médicos chegados recentemente, para apoio no combate à Covid-19.

Colaboradores cubanos de la salud comenzaron a llegar a las provincias de Angola. Foto: PL.

Desde a sua chegada a Angola, os mesmos estão espalhados por várias localidades do país, incluindo em zonas recônditas, para ajudar na prevenção e controlo de doenças.

Presentes em várias unidades sanitárias nacionais, esses quadros prestam também serviços em  áreas como combate às doenças cardiovasculares, malária e tuberculose.

Além da prevenção e do combate à Covid-19, os especialistas recém-chegados têm, igualmente, a tarefa de contribuir na prevenção de doenças materno-infantis, pediatria e transmissíveis, bem como no asseguramento da formação de técnicos angolanos.

Os protocolos de cooperação incluem ainda a componente formação local (on job), para capacitar os quadros nacionais com conhecimentos técnicos e práticos, a fim de atenderem as necessidades básicas sanitárias do país, a curto, médio e longo prazo.

Em sentido contrário, ao longo de várias décadas, Cuba tem sido o “pouso” de centenas de angolanos, quer a título individual, quer por intermédio de bolsas de estudo governamentais, que buscam conhecimento científico naquele país da América Central.

Actualmente, dos 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 700 estão a ser formados em ciências ligadas à medicina, entre os quais 50 em cardiologia, cirurgia cardíaca, medicinal interna e cirurgia geral. O país tem menos de 500 especialistas.

Dados do Governo angolano indicam que, em 2018, regressaram ao país 133 quadros formados em Cuba, nas especialidades de medicina, engenharia informática, electrónica, biologia, pedagogia, telecomunicação electrónica, direito e outras.

Ao todo, conforme informação oficial, mais de 40 mil angolanos foram formados em Cuba, nas especialidades da agricultura, saúde, construção civil, comunicação social, educação, militar, defesa e segurança, transportes e ciências políticas, música e teatro, à luz do Acordo Geral de Cooperação.

Além da componente formativa em Cuba, Angola, apostada em aumentar os recursos humanos e melhorar o quadro sanitário, conta com docentes cubanos em cinco faculdades de medicina angolanas.

Apesar das melhorias que se têm registado no campo da assistência médico-medicamentosa, há necessidade de se trabalhar no profundamento das relações, no intuito de permitir às populações o acesso rápido aos serviços hospitalares.

O Sistema Nacional de Saúde comporta duas mil e 644 unidades sanitárias, sendo 15 hospitais nacionais, 25 provinciais, 45 gerais, 170 municipais, 442 centros de saúde, 67 centros materno-infantis, mil e 880 postos médicos e 37 outras infra-estruturas.

É assegurado por 69.816 trabalhadores, dos quais seis mil e 400 são médicos, 35.458 enfermeiros, oito mil e 78 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 11.329 trabalhadores de apoio hospitalar e 11.576 administrativos.

Apesar do abrandamento registado entre 1991 e 2002, as relações diplomáticas entre Angola e Cuba mantiveram a mesma vitalidade, ao longo dos últimas anos.

É desejo dos dois Estados alargar e diversificar as relações bilaterais, com ênfase para as áreas de economia, comércio, finanças e investimentos.

Na base deste impulso, está um mecanismo lançado em 2019, em Luanda, que visa acelerar a implementação dos compromissos assinados por ambos os Estados, por via da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica.

Trata-se de um passo importante para construir uma nova e dinâmica cooperação bilateral, que permitirá, aos dois países, a realização de diferentes iniciativas conjuntas.

Fonte: ANGOP/BA

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Covid-19: Endiama doa material de biossegrança

A Empresa de Diamantes de Angola (Endiama E.P) doou, hoje, diverso material de biossegurança, medicamentos e ventiladores ao Ministério da Saúde (Minsa), com vista a apoiar a luta contra a covid-19 que assola o país desde Março.

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A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, agradeceu o gesto da companhia  diamantífera pública, salientando que os meios vêm juntar-se a outros que têm chegado diariamente ao país, adquiridos à China pelo Estado angolano, para equipar as unidades sanitárias nacionais.

“Vamos partilhar tudo o que estamos a receber com as nossas unidades sanitárias a nível nacional. A protecção dos nossos profissionais, dos doentes e seus acompanhates, nesta altura, é uma grande prioridade. Assim, vamos evitar que mais profissionais se infectem”, frisou.

Neste sentido, a também porta-voz da Comissão Multissectorial para Resposta à Pandemia da covid-19 augura que a doença seja vencida o mais depressa possível, por temor ao seu impacto nesse período de cacimbo e pelo facto de a mesma ter já entrado em zonas vulneráveis, a exemplo do bairro Hoji-ya-Henda, em Luanda.

Por sua vez, o presidente do Conselho de Administração da Endiama E.P, José Manuel Ganga Júnior, informou que a doação se circunscreve-se em três conjuntos de material a ser entregue, avaliado em 5 milhões e 400 mil dólares americanos, constituído por equipamento de biossegurança.

“Temos medicamentos e outros meios que vem da China no dia 10 (de Junho) e cerca de 50 ventiladores, sendo essa a primeira entrega de uma variedade de equipamento de biossegurança, incluindo máscaras, luvas, dentre outros”, descreveu o responsável.

Pelo terceiro dia consecutivo, o quadro epidemiológico angolano manteve inalterado, com o registo de 86 casos positivos de covid-19, quatro óbitos, 18 recuperados e 64 casos activos. As autoridades sanitárias nacionais seguem 456 casos suspeitos.

Angop

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Executivo decide sobre declaração de situação de Calamidade Pública

O Conselho de Ministros reúne-se, está manhã, em sessão extraordinária, para analisar as medidas a tomar para a contenção da propagação da pandemia da Covid-19, depois do fim do Estado de Emergência, às 23h59 de hoje.

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Prevê-se que o Estado de Emergência venha a ser substituído pela declaração de situação de Calamidade Pública, depois da aprovação e entrada em vigor, na sexta-feira, da Lei de Protecção Civil. De acordo com o diploma, publicado no Diário da República nº 62, de 22 de Maio, a declaração de situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública é feita por acto do Titular do Poder Executivo, no qual deve constar a especificação da sua natureza, medidas e âmbito territorial.

O diploma prevê que, em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública, o Titular do Poder Executivo pode adoptar medidas de natureza administrativa que incidam sobre o funcionamento dos órgãos da Administração directa e indirecta do Estado, exercício da actividade comercial, industrial e o acesso a bens e serviços. Podem igualmente ser adoptadas medidas que incidam sobre o funcionamento dos mercados, as actividades que envolvam a participação massiva de cidadãos, enquanto existir o risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, a protecção de cidadãos em situação de vulnerabilidade, bem como o funcionamento dos transportes colectivos.

Funcionamento de creches, infantários, instituições de ensino, lares da terceira idade e lares de acolhimento, funcionamento do tráfego rodoviário, aéreo, marítimo, fluvial e ferroviário podem, também, ser objecto de medidas a serem tomadas pelo Titular do Poder Executivo em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública. As medidas podem igualmente incidir sobre a prestação de serviços de saúde, a realização de espectáculos, actividades desportivas, culturais e de lazer, o funcionamento dos locais de culto, enquanto existir risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, mobilização de voluntários, defesa e controlo sanitário das fronteiras, definição de cordões sanitários e a prestação compulsiva de cuidados individuais de saúde, com ou sem internamento, no interesse da saúde pública. Continuar a ler

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Lembrando e comemorando o Dia da África.

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Covid-19: Passageiros recebem resultados na quinta-feira

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, anunciou hoje, terça-feira, em Luanda, que os passageiros provenientes de Portugal, nos voos humanitários, vão receber as suas guias contendo o resultado do teste da Covid-19 no dia 14 (quinta-feira) do mês corrente.

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Os passageiros, num total de 1000, deverão dirigir-se a Escola Nacional de Saúde Pública, localizada no bairro do Morro Bento, Distrito Urbano da Samba (município de Luanda), onde decorreram a colheita de amostras no final do mês de Abril.

Esses cidadãos, que cumpriram a quarentena domiciliar, foram testados apenas por precaução, em função da capacidade de mutação do novo coronavírus, tendo resultado em apenas uma análise positiva, que ficou denominado por “caso 31”.

Noutra parte da sua comunicação, Franco Mufinda, que procedia a actualização da situação epidemiológica da covid-19 nas últimas 24 horas, fez saber que todos os passageiros provenientes de Cuba, no âmbito do voo humanitário, testaram negativo e já receberam as guias dos seus resultados.

Num dia em que se registou mais uma recuperação, totalizando 14 pacientes, reiterou a necessidade do cumprimento das medidas de prevenção, nomeadamente o uso das máscaras, lavagem das mãos, distanciamento e confinamento social.

Angop

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Angola vai Vencer # Covid – 19# Irmão Bambila

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