#Fidel

Homenagem de Raúl e Díaz-Canel ao Comandante Juan Almeida.

Retirado do Jornal Granma .

Autor: Eduardo Palomares Calderón | palomares@granma.cu

TERCEIRA FRENTE, Santiago de Cuba. O General do Exército Raúl Castro Ruz, Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido, e o Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, prestaram homenagem ao Comandante da Revolução Juan Almeida Bosque, por meio de oferendas de flores depositadas em seus nomes no túmulo. que guarda os restos mortais no mausoléu dos heróis e mártires da III Frente Mario Muñoz Monroy, no dia 11 de setembro deste dia 11. aniversário de seu desaparecimento físico.

Juan almeida Bosque.

Os integrantes do Comitê Central do Partido, Lázaro Expósito e Beatriz Johnson Urrutia, presidente e vice-presidente do Conselho Provincial de Defesa, respectivamente, bem como o chefe do Exército Oriental, Brigadeiro General Agustín Peña Porres, encarregaram-se da colocação em tal sagrado local localizado em Loma La Esperanza.

No mesmo sentido, as ofertas do Presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo Hernández, e do povo de Cuba, foram depositadas em homenagem ao Herói da República de Cuba; enquanto o estudante do Colégio Rural, Mario Muñoz Monroy, evocou o legado de Almeida em nome dos jovens cubanos.

Membros da presidência e outros dirigentes do território, as FAR e o Minint, a par de uma representação destas montanhas onde por ordem do Comandante em Chefe Fidel Castro Ruz, Almeida liderou com sucesso até ao triunfo revolucionário, também lhe dedicaram rosas vermelhas na sua laje para o chão.

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Cuba: o país que há mais tempo recebe a maior quantidade de ataques terroristas.

Retirado do Jornal Granma .

Autor: Raúl Antonio Capote | internacionales@granma.cu

Fidel abraça Carlos Alberto Cremata, filho de uma das vítimas do ato terrorista que abateu um avião em pleno vôo na costa de Barbados, matando 73 pessoas. Foto: Cortesia de Carlos Alberto Cremata.

Em 11 de setembro de 2001, uma notícia ganhou as manchetes da mídia mundial: “America Under Attack”. Imagens das Torres Gêmeas em Nova York envoltas em nuvens de fumaça e poeira tornaram-se símbolos de “uma nova era”.

Mais de 3.000 pessoas foram sacrificadas no World Trade Center, um ícone das finanças e dos negócios. O fato, infelizmente, serviu como falcões de guerra brandindo seus sabres e semeando medo e morte nos “cantos escuros do mundo”.

Como disse o ex-diretor da CIA, general David Petraeus: “A luta contra o terrorismo durará gerações.”

As mesmas pessoas que durante anos patrocinaram o terrorismo como política de Estado no confronto com os países progressistas, com movimentos e lideranças de esquerda no mundo, proclamaram-se, naquele nono mês de 2001, “porta-estandartes” da luta contra aquele flagelo da humanidade.

Mas esse mês tem sua história e os cubanos, vítimas dessa política do governo ianque, lembram outro setembro e outros crimes.

Em 11 de setembro de 1980, Félix García Rodríguez, diplomata da Missão Cubana na ONU, nos Estados Unidos, dirigia em seu carro pelas ruas de Nova York. Ele estava se encontrando com amigos no Queens quando, parado em um sinal vermelho, foi baleado várias vezes por uma pistola Mac-10 com silenciador. O crime foi atribuído a ele pela organização contra-revolucionária Omega-7.

Naquele dia, Félix havia lembrado, junto com vários colegas chilenos, a resistência do presidente Salvador Allende ao golpe de Estado perpetrado por Augusto Pinochet.

O golpe, realizado em 11 de setembro, sete anos antes do assassinato do diplomata cubano, foi preparado e realizado por militares e políticos conspiratórios, sob o comando da CIA, como parte da estratégia de terrorismo de Estado do governo dos Estados Unidos. .US contra a América Latina.

Também em setembro, mas em 1997, um jovem turista italiano morreu quando explodiu uma bomba que Luis Posada Carriles mandou colocar no hotel Copacabana, em Havana.

Como resultado de 681 ações terroristas comprovadas e documentadas contra Cuba, 3.478 mulheres, homens e crianças morreram. Outros 2.099 foram desativados. Nosso país tem toda a moral do mundo para denunciar o governo dos Estados Unidos. uu como responsável por esses atos.

As explosões na Embaixada de nosso país em Washington, no dia 30 de abril, e o silêncio que se seguiu, nada mais são do que a confirmação da validade dessa política que parece não ter fim. É a prova da hipocrisia crônica daqueles que se autodenominavam, em 2001, inimigos jurados do terrorismo.

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Raízes do Poder Popular: democracia direta na praça.

Retirado da Assembleia Nacional do Poder Popular de Cuba

Votei na Assembleia Geral Magna do Povo de Cuba em 2 de setembro de 1960 na Plaza de la República, depois de ouvir os argumentos e propostas de Fidel Castro, o líder revolucionário de 34 anos. Recordo que os participantes transbordaram da grande esplanada, das avenidas e ruas circundantes, até às encostas do Castillo del Príncipe. Presenciei aquela multidão compacta, de pés firmes e com sede, vinda espontaneamente de muito longe, mesmo do Oriente, reunida ali para tomar decisões transcendentais diretamente.

Um evento como este nunca aconteceu em nossa história. Levantei a mão e a segurei por longos segundos junto com mais de um milhão de cubanos, para aprovar a Primeira Declaração de Havana e responder com indignação aos chanceleres da América Latina, que condenaram Cuba, acusando-a de ser um “perigo”. para as outras nações do hemisfério; reunidos na Costa Rica e convocados dias antes pelo Governo dos Estados Unidos, absolutamente não representavam os verdadeiros interesses de seus respectivos povos.

Da posição que Fidel ocupava na tribuna, ele poderia abranger melhor a massa reunida com os olhos. “Não há espetáculo mais impressionante e formidável do que um povo quando tem vida, disse ele, do que um povo quando tem consciência, do que um povo quando tem alma, do que um povo quando tem moral, quando tem razão, quando tem espírito de luta, quando ele é valente quando é capaz de sentir um ideal e por esse ideal sacrifica todos os interesses individuais! Porque quando um povo atinge esse grau de consciência revolucionária, os indivíduos se fundem na alma do povo e então, individualmente, cada um de nós não importa.

Lembrando-nos de sua voz acusadora no julgamento de Moncada, Fidel destacou: “O que nosso povo fez para merecer a Declaração da Costa Rica? Nosso povo não fez nada além de quebrar as correntes! Nosso povo não fez nada mais, sem prejudicar ninguém, sem tirar nada de ninguém, do que lutar por um destino melhor ”.

“Nosso povo ─recalcaba─ não queria nada além de ser livre; Nosso povo não quis nada mais do que ganhar a vida com seu trabalho, e nosso povo não quis nada mais do que viver do fruto de seu esforço; Nosso povo não quis nada mais que seja deles o que é deles, que o que é de sua terra seja deles, que o que é seu sangue seja deles, que o que é seu suor seja deles.

A Revolução ainda não havia se declarado socialista, nosso Estado mantinha relações diplomáticas formais com seu vizinho do norte, porém este avançava nos planos de invasão mercenária, organizando as gangues nas zonas montanhosas da Ilha e atirando nelas suprimentos e armas desde o ar.

Foram diversos acordos que nos foram apresentados e que aprovamos, como o de anular um acordo do Governo cubano anterior a 1959, mediante o qual Cuba se comprometeu a solicitar aos Estados Unidos autorização para utilizar as armas que lhe foram dadas para a defesa hemisférica, com o que foi tácita sua cumplicidade no uso dessas armas pela tirania de Batista para bombardear áreas camponesas e assassinar milhares de cubanos.

Também levantamos nossas mãos para aprovar a política de nosso país, que deveria ser de amizade e comércio com todos os povos do mundo, de estabelecer relações diplomáticas com a República Popular da China e aceitar a ajuda da União Soviética caso Cuba fosse atacada. .

Quem éramos a grande maioria de nós que gozava de total comunicação entre o orador e a multidão, em cujo interior já começava a enraizar-se a decisão de defender com a vida uma dignidade conquistada e reconhecida? Fidel nos descreveria: “os filhos de famílias pobres, que muitas vezes nem tiveram oportunidade de aprender as primeiras letras, porque havia regiões inteiras de Cuba onde nunca tinham visto um professor”.

60 anos depois dessas palavras, que se identificaram plenamente com os sentimentos de quem agitava bandeiras, cartazes e estandartes cubanos, condenando as manobras do imperialismo ianque contra Cuba, valoriza-se a excepcionalidade de tais acontecimentos e o privilégio histórico de ter viveu uma das expressões da verdadeira democracia, com o povo, como soberano, presente de forma massiva, representando também o resto dos seus compatriotas.

Não seria a única nem a última vez que o povo votaria nas praças e nas ruas, da mesma forma que votaria de braços dados nas lutas e desafios que se avizinham.

Uma década e meia depois viria também a institucionalização do país, que afastaria ainda mais o passado de desavergonhas, demagogia, politicagem, exploração e discriminação que sofreu o nosso povo e que hoje está presente noutros contextos, principalmente no país que se autodenomina exemplo e campeão da democracia no mundo. Nos Estados Unidos, na Praça daquele dia 2 de setembro, o então Primeiro Ministro do Governo Revolucionário, apontava:

“Em seus esforços para fazer fracassar a Revolução, começaram caluniando-a, começaram a fazer campanha contra ela em todo o mundo, para nos isolar das nações irmãs do continente e para que o mundo não soubesse o que estava fazendo nossa Revolução. Depois, quando fracassaram as tentativas de desacreditar a Revolução, de dividir a Revolução e de deter a Revolução, começaram as agressões mais ou menos diretas, começaram os bombardeios de nossos canaviais, começaram os ataques aéreos ao nosso território, os ataques continuaram. manobras para nos deixar sem petróleo e acabaram atacando nossa economia ”.

Se algo mudou na política daquele país em relação a Cuba, é que agora está mais implacável, cínico e cruel. E Cuba é responder com mais democracia, socialismo, solidariedade e defesa da Pátria.

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O próprio governo dos Estados Unidos nega Ota Ola e sua gangue.

A Máfia anticubana de Miami não concorda em mentir, desta vez, como diz o título deste material, foi o governo dos Estados Unidos que negou Ota Ola e sua gangue. #Cuba #TodosSomosGuerrero

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Federação das Mulheres Cubanas da Embaixada de Cuba em Angola saúda o 60º aniversário da organização.

Retirado do site da Embaixada de Cuba em Angola.

Declaração da delegação da Federação das Mulheres Cubanas da embaixada de Cuba em Angola, por ocasião do 60º aniversário da fundação da FMC.

A delegação da Federação das Mulheres Cubanas da embaixada de Cuba em Angola, comemora hoje, juntamente com todas as mulheres do nosso país, os 60 anos da organização de massas, criada com o objectivo de desenvolver políticas e programas que visem a concretização do plena igualdade das mulheres em todas as áreas e níveis da sociedade.

Num contexto mundial convulsivo derivado da crise gerada pela Covid-19 e, no caso particular de Cuba, agravada pela intensificação do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos; em meio a novos discursos e campanhas que promovem o ódio a Cuba, a falta de empatia, sensibilidade e solidariedade entre os cubanos; e cientes dos muitos desafios inerentes a cada sociedade, homenageamos todas as mulheres que ao longo da história contribuíram para alcançar a independência e os plenos direitos das mulheres.

José Martí disse que “As campanhas populares só são fracas quando o coração da mulher não está alistado nelas, mas quando a mulher estremece e ajuda, encoraja e aplaude, quando a mulher culta e virtuosa unge o trabalho com mel. de seu afeto, o trabalho é invencível ”.

Hoje celebramos a unidade e a força que ela implica; o papel da mulher cubana na sociedade e a vontade de fazer e crescer, como mulher e como país. Nestes tempos difíceis e desafiadores, clamamos por força, sabedoria, educação e respeito.

Que nossas mãos sejam forjadoras de um caminho de bem. Essa sensibilidade, perseverança e empatia prevalecem sobre qualquer adversidade. Que nosso trabalho perdure.

Parabéns federados!

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Conheça as 5 ações de Fidel que fizeram história no mundo.

O legado e a orientação de Fidel Castro continuam vigentes no povo cubano e nos povos que lutam por sua autodeterminação e respeito.

Pese al bloqueo de EE.UU., Cuba consiguió mantener su soberanía y Fidel se erigió como una figura de importancia en el contexto latinoamericano.

Neste 13 de agosto, o ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, comemoraria 94 anos de vida. Sua voz ecoou ao longo do século 20 como inspiração para todos aqueles que sonhavam com um mundo menos desigual.

Seu nome é conhecido em qualquer canto do planeta. Por isso, os cubanos e os povos do mundo se lembram de suas ações e evocam seu legado.

Ataque com os EUA em defesa dos ideais da Revolução

Desde que chegou ao poder, a relação entre Fidel e os Estados Unidos era tensa e complexa. O bloqueio econômico e financeiro imposto à ilha, a fracassada invasão de Playa Girón e a crise dos mísseis foram alguns dos marcos da diplomacia entre os dois países.

Ramiro Valdés Menéndez
@ValdesMenendez

………#Fidel está em todas as obras da # RevolucónCubana. É em cada luta que lutamos, em cada campo, em cada escola, em cada coração dos gratos. É inspiração nas lutas dos oprimidos do mundo. Por isso e muito mais, ele viverá para sempre. #Homeland or die nós venceremos.

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A aproximação da ilha com a ideologia da URSS deu início à luta com os Estados Unidos, no marco da Guerra Fria. A diferença de posições e a intenção histórica dos Estados Unidos de controlar os desenhos da ilha, causaram um confronto constante entre o presidente cubano e o governo dos Estados Unidos.

Apesar de estar submetido ao bloqueio de ferro dos Estados Unidos, Cuba conseguiu manter sua soberania e Fidel despontou como uma figura importante no contexto latino-americano.

1961 Campanha de Alfabetização e Desenho de Sistema Educacional

A campanha de alfabetização de 1961 foi uma abordagem para melhorar os níveis de educação entre a proporção relativamente grande da população cubana que era analfabeta em 1959. Ela ocorreu a um custo relativamente baixo com voluntários fortemente motivados. Em pouco tempo, as taxas de alfabetização melhoraram dramaticamente.

A reorganização e expansão do sistema educacional em Cuba no início dos anos 1960 também tornou a educação universalmente acessível e aumentou o investimento nas pessoas (capital humano). Como resultado, Cuba passou do quinto lugar na América Latina em alfabetização e matrícula em 1970 para o primeiro em 2007, um feito considerável.

Prestação de serviços médicos para a América Latina e outros países

No final dos anos 1990, Cuba tinha um excedente significativo de pessoal médico, com médicos e enfermeiras designados para trabalhar em pequenos hotéis turísticos e creches.

Posteriormente, esse excedente tornou-se um importante bem humanitário, com a prestação de assistência médica cubana a muitos países necessitados e a expansão da Escola Latino-Americana de Medicina nas periferias de Havana.

Os serviços de pessoal médico também foram exportados para outros países e são pagos principalmente pelo Governo da Venezuela (2010). A receita cambial das exportações de serviços médicos (e educacionais) foi de 6,1 bilhões em 2008.

Criação do “Pólo Científico” e desenvolvimento do setor de biotecnologia

Cuba começou a realizar importantes exportações de produtos farmacêuticos por 296,8 milhões de pesos, contra 233,4 milhões das exportações de açúcar.

Essas exportações devem continuar a crescer no futuro e os investimentos no setor podem ser valiosos. Além disso, o investimento de Cuba no “Pólo Científico” construiu uma base profissional e institucional para o sucesso futuro nas áreas farmacêutica e científica.

Colaboração frutífera com empresas estrangeiras

Cuba abriu-se ao investimento estrangeiro direto em acordos de joint venture com empresas estatais. Isso valeu a pena, especialmente com a Sherritt International (níquel, cobalto, petróleo, gás e energia elétrica) e outras empresas.

Nascido em 13 de agosto de 1926, Fidel Castro viveu 90 anos de uma vida cheia de ideais que até hoje fazem de Cuba um lugar único no mundo. E em 26 de novembro de 2016, o mundo se despediu.

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Fidel: Somente dando o exemplo pode-se alcançar a vitória.


Retirado do Jornal Granma .

Fidel

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Parabéns Comandante.

Bom dia a todos os amigos que me seguem através deste blog. Hoje é um dia para festejar e agarrar a grande alegria que sentimos quando podemos dizer que Fidel Castro Ruz é e será o nosso Comandante em Hehe. Orgulho de pertencer a esta linda família que é a família cubana. #94Razones #FidelPorSiempre #SomosCuba #FidelVive #LosAgradecidosTeAcompañamos

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Obrigado, Fidel, por ser, antes de tudo, humano.

Retirado do Jornal Granma

Não poucos se perguntaram ao longo dos anos de onde veio a energia inesgotável do líder histórico da Revolução Cubana. Como aquele homem excepcional conseguiu caminhar sem descanso, sem tréguas, com seu pensamento nobre sempre voltado para o bem-estar de seu povo, para a possibilidade de um mundo com espaço para todos, com direitos e oportunidades para todos.

En su pecho, los niños encontraron siempre el cálido y tierno abrazo. foto: arnaldo santos

Foto: Arnaldo Santos

A resposta a essas perguntas não está em sua estatura, nem em seu físico, nem em sua paixão pelos esportes, nem mesmo na capacidade que teve de treinar seu pensamento e devorar cada centímetro da história de seu país para isso. Havia algo muito mais poderoso, algo que o levou a se entregar totalmente à humanidade, que o dotou da inalienável vocação de que “fazer”, transformar e criar, é o dever mais sagrado do homem. O que fez de Fidel um líder natural, um exemplo de humildade e desprendimento, o arquiteto desta obra imperecível, foi o maior presente que Martí deixou para ele e para sua geração: a sensibilidade humana.

O talento não floresce, os sonhos não crescem e os desafios não são alcançáveis ​​se o coração não se comover. É preciso sentir, se identificar com as causas nobres e fazer parte delas para que o destino de um homem realmente flua. Quem não tem a capacidade de sofrer a dor dos outros, de se colocar no lugar dos mais vulneráveis, de estar preparado para agir em vez de permanecer destemido acreditando que nada pode mudar, não terá muito que deixar para a história.

A verdade é que o menino de Birán desde cedo aprendeu o respeito, o valor de cada ser humano, que as classes sociais ou a cor da pele não definem ninguém e que, ao contrário, são os valores que eles definem quem somos.

Mas havia muitas diferenças superficiais na Cuba de sua infância, adolescência e juventude. A pobreza negava os direitos humanos mais elementares, a humildade era equivalente à humilhação e à discriminação, a falta de recursos implicava pouca ou nenhuma oportunidade de atender às necessidades mais básicas.

Estas foram as razões que o conduziram aos muros da Moncada, que o colocaram no caminho sem volta para vencer ou morrer, para fazer justiça ao Apóstolo, ao povo, a Cuba. Se alguém duvidou a qualquer momento da determinação que já o acompanhava, foi o seu pedido de legítima defesa que foi a mais clara manifestação dos motivos pelos quais ele e os seus irmãos tinham vindo ali e a essa altura, todos estavam certos de que aquele ato de Continuar a ler

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Orgulho cubano

Tenho muitos motivos para me orgulhar de ser cubano, e um deles é ter sido contemporâneo de Fidel. Por isso entendo a origem de todas as infâmias que se levantaram contra a obra à qual dedicou sua vida, a Revolução Cubana.

Fidel

Quanto mais intenso era o brilho que suas ações irradiavam em favor dos outros, mais profundo era e é o ódio do inimigo por desprezar as motivações de sua empreitada.

No contexto universal desta época, onde os preceitos de uma ética humanista milenar procuram ser suplantados pela utilidade amoral que fomenta a ganância e a indolência excessivas diante do destino incerto que enfrentamos como espécie no planeta, o legado de Fidel é imenso.

À sua preocupação constante de que o mundo seja um lugar melhor para todos, devemos esta evolução da nação cubana inspirada em sua fidelidade aos princípios altruístas. É aquela vontade compartilhada de doar-se aos outros, cujas raízes brotam de dentro daquelas almas onde a ética do ser prevalece sobre o egoísmo que prega o preço do ter como modo de vida.

Nomes de grandes líderes como os do escocês William Wallace, do hindu Mahatma Gandhi ou do sul-africano Nelson Mandela, juntamente com o de Fidel Castro Ruz, constituem referências impressionantes da sua infinita lealdade aos seus povos.

Ninguém se lembra do nome de seus inimigos por um motivo. É que, como afirmou o nosso apóstolo José Martí: “A capacidade de ser herói mede-se pelo respeito que se paga a quem o foi”.

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