Recep Tayyip Erdogan: Precisamos de um processo de paz justo.

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O presidente da Colômbia delineia esforços para alcançar a paz total em Guterres.

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teleSUR

Guterres reiterou à Petro a vontade da ONU de colaborar com o seu governo na consolidação da paz e na “protecção das comunidades contra a violência”.

O Presidente colombiano Gustavo Petro reuniu-se no domingo em Nova Iorque com o Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU) António Guterres, com quem discutiu a questão da droga e os esforços do seu governo para alcançar a paz total.

Guterres reiterou à Petro a vontade da ONU de colaborar com o seu governo na consolidação da paz, e “proteger as comunidades da violência, combater a desigualdade, promover o desenvolvimento sustentável e dar uma resposta holística à questão da droga”, de acordo com um comunicado de imprensa do organismo mundial.

O presidente colombiano está em Nova Iorque na terça-feira para participar na 77ª sessão da Assembleia Geral da ONU. | Foto: @infopresidencia

O presidente colombiano, que iniciou a sua administração em Agosto passado, está na cidade norte-americana de Nova Iorque para participar esta terça-feira no segmento de alto nível do debate geral da 77ª sessão ordinária da Assembleia Geral da ONU.

Numa declaração, a presidência colombiana disse a Guterres que “há milhões de mortos e centenas de detidos na América Latina e nos Estados Unidos que não são provenientes da guerra contra a droga”.

Mas é “um balanço que só deixou como beneficiários organizações mafiosas cada vez mais poderosas, que destruiu democracias e destruiu a vida no continente”, acrescentou ele.

O comunicado de imprensa indicou que o presidente colombiano mencionou a Guterres “a necessidade de unificar a América Latina numa posição diferente da que tem tido até agora e de abrir o caminho para uma grande discussão global sobre o facto de que, em vez de investir dinheiro público no assassinato, na morte e na destruição da democracia, seria melhor dedicá-lo à prevenção, para que estes jovens não enveredem pelo caminho do consumo e para que os nossos países não sejam destruídos”.

Na sua actividade seguinte, Petro foi ao bairro de Queens e encontrou-se no meio da rua com o presidente deste bairro de Nova Iorque, Donovan Richards, e centenas de emigrantes colombianos.

Num diálogo com os meios de comunicação, o presidente colombiano salientou que “a paz será sempre criticada. Não ouvi, em nenhum momento da história da Colômbia, onde pude observar processos de paz, que a paz não é criticada, e acredito que o que mais deve ser criticado é a guerra”.

“Se conseguirmos que todos na Colômbia abandonem o caminho das armas, estaremos a construir uma grande nação”, disse ele.

Sobre as conversações para alcançar a paz total no seu país, Petro disse que foram feitos progressos na nomeação de “negociadores de várias organizações, algumas com as quais o anterior governo de (Juan Manuel) Santos já tinha iniciado um processo, a maioria das quais inédito”.

Ele disse estar impressionado com o facto de “a revitalização da floresta tropical amazónica já estar a ser ligada ao processo de paz. Parece-me que este é um ponto-chave que nunca foi tido em conta e que poderia, se analisado em profundidade, ser o elemento que poderia conduzir a Colômbia a uma paz abrangente”.

Arribaaaa que NOS FUIMOS para GUANTÁNAMO. Aqui está uma prévia 👆.

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A Rússia denuncia as potências ocidentais por mascararem os seus interesses por detrás dos apelos à paz.

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Comissário para Paz da União Africana já está em Luanda.

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Jornal de Angola.

O Comissário para os Assuntos Políticos, Paz e Segurança da União Africana (UA), Bankole Adeyoe, chegou na tarde desta segunda-feira a Luanda para uma visita oficial de 72 horas, a Angola, soube o Jornal de Angola através de um comunicado de imprensa do Ministério da Relações Exteriores.

O comissário da UA está em Angola para abordar com as autoridades nacionais questões inerentes a preparação da Cimeira Extraordinária sobre Terrorismo e Mudanças Inconstitucionais de Regimes em África, a ter lugar em Malabo, Guiné Equatorial a 28 de Maio próximo.

Amanha, terça-feira, o Comissário da União Africana deslocar-se-á ao edifício sede do MIREX, onde manterá um encontro de trabalho com o ministro das Relações Exteriores, Téte António.

O programa da visita de Bankole Adeyoe contempla, também, encontros com o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, Ernesto dos Santos “Liberdade”, com a ministra de Estado para os Assuntos Sociais, Carolina Cerqueira, além de uma visita guiada à Academia Diplomática “Venâncio de Moura”, localizada na Centralidade do Kilamba, em Luanda.

À chegada no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, Bankole Adeyoe foi recebido pelo director da Direcção África, Médio Oriente e Organizações Regionais do Ministério das Relações Exteriores, Miguel Bembe, embaixador de Angola na Etiópia e junto da UA e da Comissão Económica das Nações Unidas, Francisco da Cruz, directora da Direcção Geral do Protocolo do Estado, Isabel Paula de Castro, além de altos funcionários do MIREX.

Paz em Angola

A visita do comissário da União Africana realiza-se numa altura em que a Angola comemora hoje dia 4 de Abril o 20.º aniversário da Paz e Reconciliação Nacional.

Esta data exorta a todos os angolanos a uma profunda reflexão na prevenção da Paz e Reconciliação Nacional, no engrandecimento e prosperidade do país, com base, no respeito, na tolerância e no civismo. 

Angola tem assegurado total cooperação com a Comissão da União Africana, e reafirmado compromisso absoluto para com os princípios e objectivos estratégicos da UA, manifestando-se também seriamente engajada no apoio às reformas institucionais e financeiras em curso na organização, bem como no cumprimento dos objectivos da Agenda 2063.

Téte António aborda resiliência angolana na construção da paz.

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Jornal de Angola.

O ministro das Relações exterior, Téte António, destacou quinta-feira, no Egipto, o histórico do conflito em Angola, como base da experiência nacional para a resolução de conflitos a nível regional e continental.

O chefe da diplomacia angolana que dissertava, na cidade do Cairo, sobre “Resiliência Angolana na Construção e Manutenção da Paz”, fez uma retrospectiva das diferentes etapas do processo histórico angolano, desde os meandros da Luta de Libertação Nacional, o Acordo de Alvor,   até a proclamação da Independência Nacional.

O ministro falava no Instituto de Estudos Diplomáticos da República Árabe do Egipto perante diplomatas, especialistas de Relações Internacionais e Académicos das diferentes Universidades de Cairo, a margem da sua visita oficial de 72 horas a convite das autoridades daquele país.

A ocasião serviu, igualmente, para o titular da pasta das Relações Exteriores estender a sua abordagem ao período de conflito armado, com a invasão de forças estrangeiras, e aos Acordos de Bicesse, instrumento criado para o pôr fim a guerra civil e viabilizar a democratização do país, com a realização das primeiras eleições multipartidárias, em 1992.

Durante a sua dissertação, Téte António fez também referência a outros desenvolvimentos que culminaram com a conquista da paz definitiva, em Abril de 2002, feito que encerrou um longo, conturbado e, particularmente, violento conflito em Angola.

Outras experiências nacionais foram mencionadas, incluindo a batalha do Cuito Cuanavale, momento decisivo para o fim do apartheid na África do Sul, Independência da Namíbia e Libertação da África Austral.

A eleição, em duas ocasiões, a Membro Não -Permanente do Conselho de Segurança da ONU, a participação activa e determinante na Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos, a realização da Bienal de Luanda,   e a participação na Missão da SADC para a estabilização do Lesoto e Moçambique, constituem entre outros indicadores para relevar a resiliência de Angola na construção e manutenção de paz.

A China apela à cooperação com o Afeganistão para o desenvolvimento regional.

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A Rússia irá reduzir a intensidade da operação militar nas cidades de Kiev e Chernobyl.

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