25 de Abril: Cravos vermelhos na ponta das armas.

#Angola #Portugal #Historia

Jornalista: Rui Ramos

Em Luanda começam a emergir grupos de jovens intelectuais nacionalistas que cortam com a lógica do poder colonial, grande parte dos quais são atirados para as cadeias e para os campos de concentração. O “Jornal de Angola”, órgão da Anangola, no seu primeiro número de 21 de Novembro de 1953, refere-se à “angolanidade”, ainda que de forma discreta, porque o poder não permitia veleidades “separatistas”.

© Fotografia por: DR

Tudo começou a 5 de Março de 1974, há 48 anos. Ou teria começado em 1961 no protesto de Janeiro dos camponeses da Baixa de Kasanje, nos ataques nacionalistas de 4 de Fevereiro e de 15 de Março? A sociedade colonial convulsionava, o mito do  “preto fiel” começa a cair por terra, a greve de 1956 nas roças de café do Uíge, as revoltas do Seles e do Amboim de Maio de 1917, dos Dembos de 1907-1908 chefiada por Cazuangongo, e muito antes, entre 1872-1873 a guerra dos Dembos, conflito ocorrido na região entre o rio Zenza e o rio Dande, região de intensa colonização portuguesa na época, do povo cokwe, do Bailundo de 1902-1904, do Kwanyama onde o seu rei morre em 6 de Fevereiro de 1917, pondo fim à própria vida não aceitando o cativeiro, tinham sido reprimidas até ao extremo da quase extinção da cultura nacional tradicional. Sem esquecer, entre os anos de 1850 e 1880 as fugas colectivas de africanos nas grandes fazendas que tinham elevado número de escravos.

Em Luanda, começam a emergir grupos de jovens intelectuais nacionalistas que cortam com a lógica do poder colonial, grande parte dos quais são atirados para as cadeias e para os campos de concentração. O “Jornal de Angola”, órgão da Anangola, no seu primeiro número de 21 de Novembro de 1953, refere-se à “angolanidade”, ainda que de forma discreta, porque o poder não permitia veleidades “separatistas”. Sem esquecer a instalação dos maçons da Kudibeka, no ano 1872, que ramificaram de Luanda para a Catumbela e Benguela onde desenvolveram uma acção importante contra a presença colonial portuguesa com a sua organização União dos Defensores de Angola-UDA e o seu jornal “A Defeza de Angola” (1903).

Agora era a guerra, não uma batalha mas uma guerra e o mundo incomodava-se com a persistência do império colonial português. As Forças Armadas portuguesas eram enviadas para as frentes de guerra, Guiné, Angola e Moçambique, mas Timor Leste e Goa, Damão e Diu também tiravam o sono ao ditador Salazar.

Cada vez mais oficiais milicianos, muitos licenciados e com posições progressistas, chefiavam os contingentes militares coloniais. A “metrópole” estava exausta, cada vez mais famílias choravam os seus filhos. Daí à “africanização” das Forças Armadas portugueses em África foi um passo, Em Angola, em 1961, 14,9% dos efectivos do exército português eram recrutados localmente, valor que aumenta ao longo dos treze anos de guerra, até atingir os 42,4% em 1973, cerca de metade dos efectivos totais, ainda assim inferiores aos 53,6% de Moçambique, mas sempre controlados pela PIDE e pelos Serviços de Informação Militares, para cima de alferes eram a excepção, porque “os pretos não eram de confiar”. Portugal estava cansado das guerras africanas, a ONU não perdoava e lançou Portugal no inferno do isolamento mundial.

O movimento dos capitães

Neste contexto, o Movimento dos Capitães, grupo de oficiais milicianos que conflitua com o prosseguimento da guerra colonial, reúne-se em Cascais, arredores de Lisboa, a 5 de Março de 1974, 13 anos depois do 4 de Fevereiro e do 15 de Março, para “conspirar” contra o regime de Marcello Caetano e a guerra colonial e para aprovação das bases gerais do seu programa, documento intitulado “O Movimento, as Forças Armadas e a Nação” e a partir desse dia o Movimento passa a designar-se Movimento das Forças Armadas (MFA).

Quatro dias depois, 4 oficiais afectos ao MFA, entre os quais Vasco Lourenço, são encarcerados no Presídio Militar da Trafaria, para serem transferidos para os Açores. A 14, um numeroso grupo de oficiais generais, a chamada “Brigada do Reumático”, reúne-se com o Presidente do Conselho, Marcello Caetano, no Palácio de São Bento, afirmando a sua fidelidade à política ultramarina do Governo. Os generais Costa Gomes e António de Spínola, chefe do Estado Maior General das Forças Armadas e vice-chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, não comparecem, sendo de imediato exonerados dos seus cargos pelo Chefe do Governo.

O general António de Spínola, em 1961, com 51 anos, ainda tenente-coronel, foi incumbido da missão de constituir o Batalhão de Cavalaria 345 que parte para Angola em Novembro. A partir de Janeiro de 1962, Spínola e os seus homens instalam-se em Bessa Monteiro e depois em Mbanza Kongo com a missão de lutarem implacavelmente contra os guerrilheiros nacionalistas.

No dia 16 de Março, na sequência da exoneração dos generais Costa Gomes e António de Spínola, o MFA precipita o golpe militar que planeara há vários meses. A aparente descoordenação entre os membros do Movimento não permite a plena execução das operações. Somente os elementos do Regimento de Infantaria 5, das Caldas da Rainha, comandados pelo capitão Virgílio Varela, cumprem o planeado, marchando sobre Lisboa. O golpe fracassa, sendo presos cerca de 200 militares.

Chega o mês de Abril e logo no dia 1 têm início as reuniões destinadas a debater em concreto o conteúdo do Programa MFA elaborado por Melo Antunes.

Culminando uma intensa actividade clandestina militar dos oficiais afectos ao MFA, no dia 24 de Abril, às 22h55, a emissora Emissores Associados de Lisboa emite a canção de Paulo de Carvalho “E Depois do Adeus”, senha para a preparação da saída dos militares dos quartéis. E pouco depois, às 00h20, é transmitida pela Rádio Renascença a canção de José Afonso, “Grândola, Vila Morena”, senha que lança a “Operação Fim de Regime”, pelo MFA. Já de madrugada, às 4h00, o Aeroporto de Lisboa é ocupado e, uma hora depois, o director da PIDE/DGS, Silva Pais, telefona a Marcello Caetano, informando-o do que estava a acontecer, aconselhando o Quartel do Carmo, sede da GNR, como lugar de refúgio. Entretanto, Salgueiro Maia ocupa o Terreiro do Paço e a emissão normal da Emissora Nacional estatal é suspensa às 7h52, uma hora depois de o Primeiro-Ministro se refugiar no Quartel do Carmo.
A entrega do poder

Retido no Quartel do Carmo, Marcello Caetano solicita, às 16h30, ao general Spínola, antigo governador-geral da Guiné, que ali compareça para lhe entregar o poder. Ao fim da tarde, Spínola entra no Quartel do Carmo, sob o aplauso de milhares de pessoas que enchem o largo. Marcello Caetano transmite o poder ao general Spínola, pedindo-lhe que evite que este caia na rua. Já noite, às 21h00, da sede da PIDE/DGS, que permanece cercada pela população, são disparados tiros que causam 4 mortes e várias dezenas de feridos.

Nesse mesmo dia, são promulgados de urgência diversos diplomas, entre os quais a Lei n.º 1/74, que destitui dos cargos o Almirante Américo Thomaz e Marcello Caetano, dissolve a Assembleia Nacional e o Conselho de Estado e estatui que os respectivos poderes sejam exercidos pela Junta de Salvação Nacional (JSN).

Ainda não tinham batido as 12 badaladas da meia noite quando são libertados todos os presos políticos no Forte de Caxias, ocupado agora pelos Fuzileiros e Pára-Quedistas.

Quanto aos presos no Forte de Peniche, terão de esperar pela noite de 27 até perto das 5h00, para, um a um, serem libertados, alguns com estatuto de liberdade condicional por estarem envolvidos em homicídios políticos. Uma libertação complexa pois o chefe dos guardas, Vitor Ramos, organizou-se com a força local da GNR para tentar impedir a saída dos presos, muitos dos quais se barricaram nas celas, com a ajuda de colchões, para impedirem um possível assalto de forças marcellistas.

Os mais de cem presos nacionalistas detidos no Campo de Trabalho de Chão Bom, antigo campo de concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, são libertados no dia 1 de Maio, dia declarado agora como feriado, e que junta em Lisboa, num comício, Mário Soares e Álvaro Cunhal, recém-chegados do exílio.

No campo de concentração de São Nicolau, no Namibe, são libertados no dia 3 de Maio alguns milhares de presos. A 5 de Maio, são libertados os presos políticos do presídio da Ilha das Galinhas, na Guiné-Bissau.


A legitimidade dos movimentos de libertação

A 22 de Maio de 1974, quase um mês depois do 25 de Abril, Portugal reconhece como interlocutores para a descolonização o PAIGC (Guiné), o MPLA, a UNITA e a FNLA (Angola) e a FRELIMO (Moçambique). Em Julho de 1968, recorde-se, o MPLA passou a ser a única força angolana reconhecida pela OUA. No capítulo da diplomacia, o “Movimento dos Capitães” viu-se perante a necessidade de explicar aos países ocidentais, nomeadamente França, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha Federal e também ao Brasil, as novas linhas políticas portuguesas, pois estes países apoiavam, aberta ou de forma ambivalente, a política colonial portuguesa. Internamente, os “capitães de Abril” tiveram de lidar e neutralizar o “movimento dos generais” conservadores favoráveis à continuação da guerra, a chamada “kaulzada”, devido à proeminência do general Kaúlza de Arriaga, um dos falcões do regime apeado no 25 de Abril.

Em África, Portugal, Rodésia e África do Sul encontravam-se isolados com os seus regimes ditatoriais minoritários brancos. Em uníssono, os países africanos uniam as suas vozes em apoio aos movimentos de libertação nacional, tarefa complexa em Angola devido à existência de três projectos nacionalistas que antagonizavam as suas posições. Para trás ficavam os esforços do Presidente do Senegal, Leopold Senghor. Os primeiros contactos entre o Senegal e Portugal datam de Julho de 1963 e visavam uma aproximação senegalesa à Frente para a Libertação e Independência da Guiné (FLING) através do seu chefe, Benjamim Pinto Bull, com o objectivo de “tentar fórmulas de entendimento que permitissem pôr termo à luta”. Senghor mostrava-se preocupado com as facilidades militares que Sekou Touré, Presidente da Guiné-Conacri, concedia aos soviéticos. Mas a ascensão do PAIGC deitou por terra as negociações.


O brigadeiro António Sebastião Ribeiro de Spínola é então nomeado comandante-chefe das forças armadas e governador geral da Guiné e desembarca em Bissau no dia 20 de Maio de 1968. Tem à sua espera uma situação crítica. Spínola lançou uma vasta operação de aliciamento dos efectivos do PAIGC, tentando inclusive a aproximação a Amílcar Cabral, pois a guerra na Guiné estava à beira do colapso, o que, passados 9 meses sobre o assassinato de Cabral em Conacri, leva à proclamação da Independência em Setembro de 1973 em Madina do Boé, que o 25 de Abril reconheceu.

A ruptura das negociações consumou-se em 1973, após o assassinato de Amílcar Cabral e a seguir à grande ofensiva militar do PAIGC, a guerra na Guiné iria atingir uma fase pura e dura, contrariando a posição de Spínola que regressa a Lisboa, em Agosto de 1973, não tendo conseguido uma solução política para a colónia portuguesa.

Em Janeiro de 1974, Spínola é nomeado vice-chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas e em Fevereiro publica o livro “Portugal e o Futuro” que abala os alicerces do regime colonial.

No Congo, um numeroso grupo de católicos cria a “Consciência Africana” e a 23 de Agosto de 1956, data iniciática do novo Congo, o grupo, fundado pelo Abade P. Joseph Malula, bispo auxiliar de Léopoldville, e estimulado por Joseph Iléo, que tinha colaborado na redacção do primeiro manifesto do grupo, proclama o fim da discriminação racial, e o reconhecimento da personalidade africana.

No ano de 1960, após os tumultos de 4 de Janeiro de 1959 em Léopoldville, que provocaram centenas de mortos na sequência da proibição pelos belgas de uma manifestação promovida pela associação ABAKO de Joseph Kasavubu, fundada por Edmond Landu, em 1950, com o nome da Associação dos Bakongo para a unificação, expansão e defesa da língua kikongo, Patrice Lumumba pontificava no Congo e, depois de um discurso firmemente anticolonial, reconheceu a União das Populações de Angola (UPA) como partido político angolano, concedeu-lhe bases de abastecimento e de treino militar, sendo a principal a de Thyseville, pequena cidade a sul de Léopoldville e perto da fronteira de Angola, autorizou a utilização da Emissora de Léopoldville para um espaço radiofónico denominado “Voz de Angola Livre” e permitiu a publicação do jornal da UPA, “A Voz da Nação Angolana”, que surgiu em Setembro de 1960. Posteriormente, o líder do Katanga, Moisés Tchombé, líder da Confederação das Associações do Catanga (CONAKAT), ganhou relevância contra Lumumba e tentou enfraquecer a FNLA, até ser definitivamente apeado. Em 1963, a tomada do Katanga por parte das forças das Nações Unidas obrigou Tchombé a exilar-se primeiro na Rodésia do Norte (actual Zâmbia), e depois na Espanha. Em 1964, regressou ao Congo para fazer parte de um novo governo de coligação como primeiro-ministro. Decidiu expulsar de Kinshasa os congoleses de Brazzaville.


Tal acto foi revogado um ano depois pelo Presidente Joseph Kasavubu. Em 1966, o novo Presidente golpista Joseph Mobutu, acusou Tchombé de traição, pelo que este teve de voltar a fugir para a Espanha. Em 1967, foi condenado à pena capital, à revelia. Em Junho, o avião em que viajava foi sequestrado e desviado para a Argélia, onde ficou preso no domicílio até à sua morte em 1969 com um ataque cardíaco.

Dois anos antes da Independência do Congo-Leopoldville (Kinshasa), o Presidente francês, culminando uma estratégia “fracturante”, viaja para o Congo-Brazzaville e no dia 24 de Agosto de 1958, faz um discurso propondo “a independência da África Francófona”, que teve um enorme impacto inclusive no vizinho Congo-Leopoldville. Lumumba, um dos líderes do Movimento Nacional Congolês (MNC) criado em 10 de Outubro de 1958, viaja para Accra no fim de 1958 para participar na Conferência Pan-Africana dos Povos Africanos, da qual regressa ao seu país como um “herói nacional”

Batalha do Cuito Cuanavale alvo de acções de divulgação.

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Jornal de Angola.

Entidades governantes, políticas e membros da sociedade civil defenderam maior promoção e divulgação da histórica Batalha do Cuito Cuanavel, travada, a 23 de Março de 1988, contra o regime do apartheid, com vista a transmissão de conhecimento às gerações mais jovens.

Ao intervir no acto que assinalou a data, o vicego-vernador de Malanje para o Sector Político, Económico e Social, Domingos Eduardo, disse ser necessário que os jovens conheçam a história da Batalha do Cuito Cuanavale, para perceberem o caminho percorrido, os sacrifícios consentidos e, sobretudo, como edificamos o desenvolvimento do país, no contexto da África Austral.

Considerou, por isso, ser primordial o Gabinete Provincial da Educação e o dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria realizarem acções como, por exemplo, ciclo de palestras nas escolas, para a divulgação destes e outros aspectos relevantes da história de Angola, em particular, da Batalha do Cuito Cuanavale.

Domingos Eduardo acrescentou que a história recente de Angola regista um dos feitos mais marcantes do “nosso tempo”, cujas envolvências têm a ver com a luta pela libertação de África, com impacto directo na vida dos povos e países da região Austral do continente. “O dia 23 de Março de 1988, levou o exército racista sul- africano a abandonar o campo de batalha, por estar, na altura, completamente derrotado pelas então FAPLA, perdendo o mérito da invencibilidade e sentimento de pertença da hegemonia na região Austral de África”, lembrou o vice-governador.

O director provincial dos Antigos Guerrilheiros de Angola, Miguel António, defendeu a necessidade da história da Batalha do Cuito Cuanavale ser estudada nas escolas para uma maior promoção, divulgação e valorização da sua importância.

Por sua vez, a sub procuradora-geral da República titular da província de Malanje, Francisca Rasgado, disse que a história da Batalha do Cuito Cunavale é interessante, “daí ser necessário a sua divulgação em livros, com tradução em diversas línguas nacionais, para a sua maior compreensão e integração nas comunidades.

A subprocuradora- geral sugeriu ao Governo que o historial dos feitos militares e políticos fosse inscrito na rota do turismo, para que os visitantes saibam da trajectória que o país trilhou até alcançar a Independência Nacional a 11 de Novembro de 1975. Assim, continuou, os jovens também podiam conhecer a história da bravura dos combatentes angolanos que derrotaram o exército racista sul-africano na Batalha do Cuito Cuanavale.

O superintendente, Rui Neto, disse que o 23 de Março, de 1988, hoje consignado Dia da África Austral, “não é um dia normal, pois é uma data em que valorosos combatentes e cidadãos patriotas deram o seu melhor em prol da defesa do país”. “É preciso honrar o Dia e os seus protagonistas”, concluiu.

Cubanos visitam memorial sobre a Batalha de Kifangondo em Angola.

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Luanda, 19 de Janeiro (Prensa Latina) Uma delegação cubana visitou hoje o Memorial da Batalha de Kifangondo em Angola, um local que evoca a irmandade entre as duas nações e o heroísmo deste povo africano na sua luta pela independência.

A cerca de 30 quilómetros de Luanda, o complexo histórico foi erguido no mesmo local onde lutadores angolanos e internacionalistas cubanos derrotaram as forças contrárias que avançavam para a capital em Novembro de 1975 para impedir a vitória do Movimento Popular para a Libertação de Angola e a proclamação da independência pelo seu líder, António Agostinho Neto.

O director das instalações, o Coronel Elísio Rodrigues, recordou esses acontecimentos e disse que a cooperação “de mãos dadas com os camaradas cubanos forjou laços muito fortes e indivisíveis”.

Guiada pelo historiador António Dinizi, a delegação das Grandes Antilhas percorreu as diferentes zonas do centro, cujo valor como entidade cultural está ligado à preparação profissional do seu pessoal.

Segundo Prensa Latina, puderam admirar as belas e bem conservadas zonas verdes, a conservação dos monumentos ao ar livre e a qualidade dos registos museológicos nos salões de exposição.

Membros da embaixada, médicos, enfermeiros, construtores e outros colaboradores da ilha participaram na iniciativa, coordenada pelo adido militar, naval e aéreo, Coronel Enrique Kindelán.

O presidente da Associação Angolana de Cadetes e Pré-Cadetes, Major Fredy Boavida, também participou no dia da homenagem, no interesse comum de manter e expandir os laços de colaboração entre os dois países.

Embaixada de Cuba .

#Cuba #Angola

A Embaixada de Cuba felicita o povo e o Governo da República de Angola por ocasião do 46º aniversário da Independência Nacional.

Cuba orgulha-se de ter contribuído para a realização da autodeterminação desta nação africana irmã.

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Cuba e Angola estão empenhados em expandir as relações bilaterais.

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Retirado do site da Embaixada de Cuba em Angola.

A Vice-Ministra do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro de Cuba, Deborah Rivas e o Embaixador da República de Angola em Havana, H.E. A senhora María Cândida Pereira Teixeira, trocou nesta terça-feira sobre as históricas relações de fraternidade e colaboração entre os dois povos.

Na sede do Ministério do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro (MINCEX), os representantes discutiram as relações diplomáticas entre os governos de Havana e Luanda, estabelecidas a 15 de novembro de 1975, quatro dias após a proclamação da independência nacional de Angola. informa a vice-ministra das Antilhas em seu perfil oficial no Twitter.

“#Cuba Recebemos em @MINCEX_CUBA a Embaixadora de #Angola Sua Excelência María Cândida Pereira Teixeira, um país irmão ao qual estamos unidos por laços históricos de amizade e cooperação e com o qual continuamos a estreitar as relações bilaterais”, tuitou Rivas.

Na ligação de mais de quatro décadas entre os dois governos, Sara Smith, vice-diretora de Política Comercial com África e Oriente Médio do MINCEX, declarou em seu perfil na própria rede social que as duas nações estão trabalhando para ampliar as relações de fraternidade e colaboração que os une.

“#Cuba e #Angola, unidos por laços históricos de fraternidade, trabalham para fortalecer e expandir as relações econômicas, comerciais e de cooperação”, escreveu Smith.

Por ocasião do 45º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas, no dia 10 de novembro, o embaixador angolano em Cuba destacou os laços de cooperação e amizade que unem os dois países e agradeceu a Cuba o apoio prestado durante a chamada Operação Carlota, feito que tem feito mais de quatro décadas permitiu consolidar a independência do país africano.

Em 5 de novembro de 1975, a pedido do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), o governo cubano decidiu apoiar diretamente a nação africana com o envio inicial de um batalhão de tropas especiais do Ministério do Interior.

De 1975 a 1991, cerca de 300.000 cubanos participaram do épico africano e mais de 2.000 perderam a vida, cujos restos mortais foram repatriados durante a chamada Operação Homenagem em 1989.

A este respeito, o ministro angolano dos Negócios Estrangeiros, Teté António, em mensagem ao seu homólogo cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, considerou que a formalização dos laços entre os dois Estados abriu caminho à construção de laços de amizade e cooperação, que foram fundamental para a consolidação da independência e soberania angolanas.

A República de Angola é um país situado na África Austral, com uma área superior a 1.246.000 Km2 e uma população de 24.300.000 habitantes.

(Retirado da ACN)

Eles prestam homenagem em Angola ao Comandante Raúl Díaz-Argüelles no 45º aniversário de sua morte.

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Luanda, 11 de dezembro (Prensa Latina) Ao pé da sepultura do Comandante Raúl Díaz-Argüelles, no cemitério aqui no Alto de las Cruces, prestaram homenagem hoje aos internacionalistas cubanos mortos em combate em Angola.

Sob as condições restritivas da Covid-19, apenas um pequeno grupo de gerentes e trabalhadores da corporação Antex e diplomatas daquele país caribenho pôde participar da reunião em nome dos mais de mil compatriotas que atualmente fornecem ajuda neste país africano .

Conhecido aqui em tempos de guerra como Domingo da Silva, Díaz-Argüelles perdeu a vida na madrugada de 11 de dezembro de 1975 na comuna de Hengo, província de Cuanza Sur, durante a Batalha de Ebo.

Esse confronto épico foi decisivo e a vitória ficou a dever-se principalmente a Díaz-Argüelles, que “se tornou uma lenda na história moderna de Angola”, disse o então Ministro da Defesa deste país, Iko Carreira.

Na placa colocada no cemitério do Alto de las Cruces, em Luanda, consta também o nome do chefe militar cubano, cujos restos mortais foram transferidos anos depois para o solo nacional.

Uma jovem integrante do grupo Antex, Ariadna Rendón, encarrega-se desta vez de relembrar esses acontecimentos, expressão da solidariedade e do altruísmo de um povo que não hesitou em responder ao pedido de ajuda militar feito em 1975 pelo primeiro presidente do Angola, António Agostinho Neto.

Promovido postumamente ao posto de Brigadeiro General em 2 de dezembro de 1976, Díaz-Argüelles também foi homenageado com o título honorário de Herói da República de Cuba e em 2019 foi condecorado post mortem com a Ordem Agostinho Neto, a maior distinção que concedida ao Estado angolano.

O legado desses internacionalistas, disse o representante da Antex, inspira os atuais colaboradores cubanos, que prestam seus serviços na construção, saúde, educação e outras áreas socioeconômicas.

Profissionais das maiores das Antilhas participam hoje na luta contra as doenças, na alfabetização de crianças, mulheres e homens, na educação universitária e de nível médio, na formação de quadros do setor saúde, ‘para que a pátria de Neto continuar a avançar como uma referência social e económica para África ”, sublinhou.

Papai .

#LaEpopeyaDeAngola #Cuba #CubaCoopera #RaúlDíazArguellesGarcía #EmbajadaDeCubaEnAngola #NatashaDíazArgüelles

Por: Natasha Díaz-Argüelles

Havana, 11 de dezembro de 2020

Há cinco anos, graças ao convite do governo angolano e com o apoio da embaixadora de Cuba em Angola, Gisela García, pude realizar um sonho que durante 40 anos se guardou no meu coração: ir ao lugar onde estava uma mina O antitanque interrompeu a vida de meu pai, Raúl Díaz-Arguelles García em 11 de dezembro de 1975.

Cuba: Raúl Díaz Argüelles

Na ocasião, escrevi uma crônica de viagem, para que todos pudessem saber, em primeira mão, como foi a viagem até aquele lugar remoto no meio da selva; e como soube o que aconteceu naquele acidente fatídico que acabou com a vida dele.

Hoje, 45 anos depois de sua morte, gostaria de relembrar aqueles momentos que vivi viajando para o desconhecido.

Angola, 11 de dezembro de 2015.

Estamos no Sumbe, sairemos daqui a algumas horas ao encontro da História. Passaram 40 anos desde a morte de Raúl Jaime Díaz-Arguelles García, Domingo da Silva pelos angolanos, general de brigada e Herói da República de Cuba; Pretendo realizar o meu sonho e compromisso de ir ao seu encontro, refazer os seus passos e conhecer as suas últimas horas no meio da selva, lutando ao lado dos camaradas angolanos, onde uma mina antitanque destruiu a sua artéria femoral e ele morreu horas depois.

Cubainformacion - Artículo: Angola: Ebo rinde tributo a Díaz Argüelles a 40  años de su caída en combate

Levantamos cedo no acampamento dos colaboradores cubanos naquela cidade, o grupo de expedicionários formado por funcionários da Embaixada de Cuba e alguns colaboradores selecionados. Preparamo-nos para sair às 5:30 da manhã. Tempo úmido, previsão de chuva para a cidade de EBO, nosso destino final.

Chegamos primeiro ao Palácio do Governo e já nos esperava o general Eusebio de Brito Texeiras, governador da província de Cuanza Sul. Depois de visitar o governo, nos preparamos para partir. O general Eusebio deu as instruções do percurso e a caravana partiu às 6 da manhã. Estaria presente nesta aventura uma delegação muito numerosa, generais angolanos que lutaram com o meu pai, representantes da província do Cuanza Sul e dirigentes governamentais. Nosso jipe ​​coincidentemente estava em 4º em ordem.

A viagem foi longa, tínhamos que chegar ao município de Ebo e seguir até a aldeia de Hengo, onde faleceu, e onde foi construído um pequeno obelisco de pedra, feito pelos construtores da UNECA. O percurso do Sumbe a Condé foi bom, conseguimos avançar sem problemas, o asfalto facilitou o andamento. Pudemos apreciar a grandeza da natureza africana, suas paisagens deslumbrantes, vegetação, rios caudalosos, cachoeiras. Eles me disseram que os moradores locais enterraram seus chefes no topo das montanhas, em tumbas circulares feitas de pedras, e os fizeram sentar. Quanto mais alta a tumba, mais alta é a classificação dentro da aldeia. Que tradição!

Raúl Díaz Argüelles | Cubadebate

Ao chegarmos a Condé, paramos onde era o posto de comando das tropas cubanas e angolanas, naquela casa, hoje posto policial, foi traçada a estratégia do Combate EBO, operação que Domingo da Silva dirigiu com muita habilidade e onde o inimigo ele foi repelido com sucesso, sofrendo uma derrota esmagadora. A partir desse momento, como todos os estudiosos do conflito africano da década de 1970 reconheceram, o curso da guerra na Frente Sul mudou. Foi uma vitória decisiva nessa circunstância. As tropas revolucionárias foram fortalecidas em força e meios e preparadas para desenvolver algumas ações ofensivas que criariam as condições para posteriormente passar para uma ofensiva geral.

Iko Carreira, Ministro da Defesa angolano em 1975, escreveu: “A Batalha de Ebo foi decisiva e a vitória deveu-se sobretudo a Díaz-Argüelles, que se tornou uma lenda na história moderna de Angola.”

Continuamos a caminho de Ebo, pelo caminho pude ver o cenário da batalha, as pontes destruídas, onde se situavam as emboscadas das tropas cubanas / angolanas que fizeram o funil às tropas sul-africanas e as fecharam com fogo de artilharia; Pude viver aquele momento ouvindo as palavras de Jorge Crespo, marido da Embaixadora de Cuba, Gisela García, contando-me a história. Jorge, pôde dar-me todos estes esclarecimentos pelas visitas anteriores que fez ao local e pelos seus encontros na fase de preparação do dia, com os generais angolanos Luís Fasceira, M´Beto Traça, Coronel Trocado e outros combatentes que foram companheiros de luta. do meu pai. A partir daqui, as condições da estrada tornaram-se mais difíceis. A chuva tornou quase inacessível a passagem por esses lugares, mas a determinação e a vontade de chegar tornaram essa façanha possível.

Raúl Díaz Argüelles | Cubadebate

A viagem durou cerca de uma hora, os carros tinham que andar devagar, encontramos lagoas lamacentas a cada passo. Passamos por muitos vilarejos onde seus habitantes ficavam na beira da estrada para se despedir. Um caminho construído dias antes para tornar mais viável a chegada. Então pensei, como teria sido há 40 anos essa estrada intransitável que aqueles bravos soldados tiveram que percorrer em BTR e a pé.

Chegamos ao município de Ebo e continuamos em direção a Hengo, a cada minuto que passava meu coração batia mais forte. Muito menos estar no mesmo território onde ocorreu a explosão da mina antitanque.

Em seguida, passamos por uma ponte feita de troncos de árvores, e alguns metros acima de uma colina chegamos ao local onde há 40 anos a coluna de veículos blindados automotores, BTRs, estava pronta para ir ao resgate de um grupo de cubanos presos no fogo. dos sul-africanos. Num local isolado, ladeado por montanhas de aspecto muito estranho, por se tratarem de pedras gigantescas quase lisas, foi erguido um modesto obelisco que lembra a passagem do herói.

Não tenho palavras para descrever aquele momento em que meus olhos viram este lugar mítico, um lugar que por tantos anos tentei imaginar. Mais de cem habitantes de Ebo, 400 quilómetros a sul de Luanda, reuniram-se para o homenagear.

Na descida, os sobas da região (autoridades religiosas) deram-nos as boas-vindas, passaram uma pomada verde-amarelada nas nossas mãos, abençoaram-nos por chegar lá. De repente, eu estava na frente do obelisco, e comecei a imaginar aqueles momentos em que a coluna começou sua jornada, o momento da explosão da mina blackmore americana, reforçou o poder da explosão com um ou dois projéteis de morteiro de 60 mm, como eles tiraram meu pai do BTR destruído, como eles trataram o resto dos companheiros feridos, como apesar de seus ferimentos fatais ele continuou a dar instruções, como eles o carregaram, o colocaram em um jipe ​​e em toda a velocidade que aquele carro permitia, eles o levaram para o posto médico.

Não pude suportar tanta dor e emoção: as lágrimas começaram a escorrer, eu queria contê-las mas não pude, 40 anos de dor no coração, 40 anos de angústia, de repente desatadas. Fui até o obelisco e coloquei 9 rosas vermelhas nele e disse: “Papai, estou aqui, descanse em paz.”

O ato de memória começou e de repente, eles me dariam um presente, os habitantes de EBO me declararam “Embaixador de Ebo em Cuba e no mundo”. Foi uma cerimônia muito bonita, eles me vestiram com suas roupas de gala, colocaram uma cesta com frutas e milho na minha cabeça. A partir daquele momento ela seria filha daquela terra, e meu pai soube então que ela era “o homem branco de óculos escuros que veio de longe para ajudá-los”. Em seguida, canções, discursos e por volta das 12h30 do dia terminaram em meio a um grande aguaceiro. Segundo os nativos tinha que chover, era uma homenagem de seus deuses ao meu pai.

Depois, o retorno, para voltar da mesma forma que chegamos a este lugar inóspito. Comece a volta, com a chuva sobre nós, mas satisfeito com o dever cumprido. Chegamos ao Sumbe depois de duas horas de estrada, lá no aeroporto militar um helicóptero esperava por nós para nos levar para Luanda. Subimos e começámos a subida, para podermos apreciar as maravilhosas terras angolanas de cima, foi sem dúvida uma grande oportunidade, um espectáculo impressionante. Decorrida uma hora e 20 minutos, aterrámos no aeroporto de Luanda, onde nos esperava o General Francisco Lopes Gonçalves Afonso “Hanga”, Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica Angolana.

Assim terminou esta bela odisseia, indo ao encontro do meu pai, e refazendo o seu último dia de vida no meio da selva angolana. O meu coração sangra de dor, mas da mesma forma, com a mesma intensidade, orgulho-me de ter realizado este sonho, que durante 40 anos viveu em mim: regressar por esses caminhos, pelos seus passos, à procura dele e da História , assim, com letras maiúsculas.

Agora, se eles estão na cara, todos clamam por uma invasão armada contra Cuba..

#TodosSomosGuerrero #CubaSeRespeta #AquiNoSeRindeNadie #TerrorismoNuncaMas #TerrorismoMadeInUSA #SubversionContraCuba #PorCubaSocialista #FidelEntreNosotros #YoSoyFidel #FielesANuestraHistoria #MercenariosYDelincuentes #ManipulacionMediatica #MafiaCubanoAmericana #OperacionTributo

Homenagem e continuidade.

#LaEpopeiaDeAngola #InternacionalistasDeAngola #HeroesYMartires #OperaciónTributo #cUBA #HistoriaDeCuba

Autor: Eduardo Palomares Calderón | internet@granma.cu

Autor: Yisel González Fuentes | yisefuentes@gmail.com

Autor: Alfredo Herrera Sánchez | internet@granma.cu

Cuba reverenciou ontem o retorno, há 31 anos, dos restos mortais de seus filhos mortos em missões internacionalistas; o 86º aniversário do nascimento de Frank País García e o 124º aniversário da morte em combate de Antonio Maceo.

O Titã de Bronze encarna o patriotismo viril com a frase que semeou na idiossincrasia ideológica de nosso povo: “Não queremos paz sem independência.” De Frank, o General do Exército Raúl Castro disse: «Com pouco mais de 20 anos, tinha a estatura de um verdadeiro político, a maturidade de um lutador experiente, a ferocidade combativa de um veterano, a tenacidade de um homem convicto e coragem pessoal. de um combatente da linha de frente. ‘

Los caídos en misión internacionalista recibieron el tributo de la dirección el país y del pueblo de Cuba.

Os mortos em missão internacionalista receberam a homenagem da liderança do país e do povo cubano. Foto: Eduardo Palomares

Como se fosse hoje, Fidel afirmava: «Um excelente exemplo são as mães, filhos, irmãos e esposas dos nossos irmãos falecidos. Sem exceção, eles viveram até o sacrifício supremo da pessoa amada. Eles souberam transformar sua dor profunda, que abalou todos os cantos de Cuba durante a Operação Homenagem, em mais amor à pátria, em maior fidelidade e respeito pela causa pela qual o ente querido deu a vida conscientemente. Um povo capaz dessa façanha, o que não faria se chegasse a hora de defender sua própria terra! ‘

As oferendas de flores do general do Exército Raúl Castro, do presidente Miguel Díaz-Canel, do chefe da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, da Associação dos Combatentes da Revolução, do povo e dos parentes dos internacionalistas, no cemitério de Santa Ifigenia; A voz da pequena pioneira, em Cacahual, feliz “por viver numa Cuba livre, soberana e segura, onde todos os direitos são respeitados”, e dos cadetes, sentindo-se seus herdeiros, são uma profunda convicção de continuidade.

Presididos: General do Corpo de Exército Álvaro López Miera, Vice-Ministro das FAR e Luis Antonio Torres Iríbar, Primeiro Secretário do Comitê Provincial do Partido em Havana, durante o 124º aniversário da queda em combate do General-de-Brigada Antonio Maceo Grajales, seu assistente Panchito Gómez Toro, e 31 anos da Operação Homenagem. Foto: Ariel Cecilio Lemus

Como se fosse hoje, Fidel afirmava: «Um excelente exemplo são as mães, filhos, irmãos e esposas dos nossos irmãos falecidos. Sem exceção, eles viveram até o sacrifício supremo da pessoa amada. Eles souberam transformar sua dor profunda, que abalou todos os cantos de Cuba durante a Operação Homenagem, em mais amor à pátria, em maior fidelidade e respeito pela causa pela qual o ente querido deu a vida conscientemente. Um povo capaz dessa façanha, o que não faria se chegasse a hora de defender sua própria terra! ‘

As oferendas de flores do general do Exército Raúl Castro, do presidente Miguel Díaz-Canel, do chefe da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo, da Associação dos Combatentes da Revolução, do povo e dos parentes dos internacionalistas, no cemitério de Santa Ifigenia; A voz da pequena pioneira, em Cacahual, feliz “por viver numa Cuba livre, soberana e segura, onde todos os direitos são respeitados”, e dos cadetes, sentindo-se seus herdeiros, são uma profunda convicção de continuidade.

presidiu: General Exército Alvaro López Miera, vice-ministro das FAR e Luis Antonio Torres Iribar, primeiro secretário do Comitê Provincial do Partido em Havana, durante o 124º aniversário da morte em combate do Major General Antonio Maceo Grajales, seu assistente Panchito Gómez Toro e o 31º aniversário da Operação Homenagem. Foto: Ariel Cecilio Lemus

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