As sondagens mostram que Lula alarga a sua liderança nas intenções de voto.

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De acordo com o inquérito da FSB Pesquisa, o líder PT alcançaria 44% dos votos e Jair Bolsonaro capitalizaria 35%.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores (PT), continua a liderar nas intenções de voto antes das eleições de 2 de Outubro e aumentou a sua liderança em 3% em relação ao que deveria ser o seu maior rival, o actual presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o inquérito conduzido pelo Instituto FSB Pesquisa, o líder PT atingiria 44 por cento dos votos, enquanto Bolsonaro capitalizaria 35 por cento.

No cenário de um possível run-off entre Lula e Bolsonaro, o líder do PT ganharia com 52%, em comparação com os 39% para o titular. | Foto: @LulaOficial

Segundo o inquérito da semana passada, o ex-presidente Lula aumentou a sua liderança em três por cento, enquanto que a liderança do actual presidente permaneceu a mesma de antes.

Entre os outros candidatos, Ciro Gomes lidera com sete por cento (dois por cento menos do que na sondagem anterior). É seguido pela Senadora Simone Tebet com cinco por cento (menos dois por cento do que na sondagem anterior).

Mais atrás está a Senadora Soraya Thronicke, que tem um por cento dos votos, o mesmo que na sondagem anterior. Os votos em branco e estragados representaram quatro por cento.

No cenário de uma possível fuga entre Lula e Bolsonaro, o líder do PT triunfaria com 52%, para 39% para o presidente da extrema-direita.

A sondagem revelou também que 45% dos eleitores rejeitam Lula, enquanto 55% rejeitam Bolsonaro.

Para realizar a sondagem, o inquiridor teve de entrevistar 2.000 pessoas por telefone entre 16 e 18 de Setembro. A margem de erro é de dois por cento, enquanto o intervalo de confiança é de 95 por cento.

Ex-juiz Sergio Moro desiste da candidatura à presidência.

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O antigo juiz e ex-ministro da justiça Sérgio Moro anunciou hoje que não será candidato à presidência brasileira nas eleições de Outubro.

“Para ingressar no novo partido, abro mão, nesse momento, da pré-candidatura presidencial e serei um soldado da democracia para recuperar o sonho de um Brasil melhor”, disse o ex-ministro da Justiça do Governo de Jair Bolsonaro, numa mensagem através do Twitter.

Sérgio Moro acrescentou ainda que “o Brasil precisa de uma alternativa que livre o país dos extremos, da instabilidade e da radicalização”.

A sua demissão da candidatura presidencial surge no mesmo dia em que anunciou oficialmente a sua mudança de partido, da direita Podemos, com a qual se lançou na política e concorreu como possível candidato a Chefe de Estado, para a União Brasil (centro-direita).

A sua mudança de partido, disse, visa “facilitar as negociações das forças políticas de centro democrático em busca de uma candidatura presidencial única”.

Moro aparece em terceiro lugar nas sondagens de intenções de voto, com 8%, atrás de Lula da Silva, que lidera as sondagens com mais de 40% do apoio, e do Presidente do país, Jair Bolsonaro, que obteria até um máximo de 30%.

O magistrado parecia ser o mais bem posicionado, de acordo com as sondagens, para liderar a candidatura de “terceira via” que as forças políticas do centro estão a tentar formar, a fim de quebrar a polarização entre Lula e Bolsonaro, que procurará a reeleição.

Contudo, o seu progresso nas sondagens estagnou nos últimos meses, permanecendo em 8%, a que se devem acrescentar as dificuldades em criar alianças devido à sua falta de experiência na política.

Moro tornou-se um símbolo da luta contra a corrupção no Brasil devido aos julgamentos como juiz em Curitiba (sul), nos quais condenou dezenas de políticos e empresários por corrupção, como parte da Operação Lava Jato.

Entre eles Lula, que passou 580 dias na prisão por duas condenações que mais tarde foram anuladas pelo Supremo Tribunal, que mais tarde, num outro processo, declarou que Moro agiu de forma “parcial” ao julgar o antigo presidente.

Em 2019 tornou-se Ministro da Justiça de Bolsonaro, mas demitiu-se em Abril de 2020 devido a fortes discordâncias com o governante, a quem acusou de tentar interferir ilegalmente e politicamente na Polícia Federal, embora a corporação tenha dito não ter encontrado tais provas.

A desaprovação de Bolsonaro atinge 53 por cento, a pior classificação desde que ele se tornou presidente do Brasil.

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A aprovação do governo do Presidente brasileiro Jair Bolsonaro atingiu 53%, a pior taxa desde que tomou posse em Janeiro de 2019, revelou uma sondagem do Instituto Datafolha divulgada quinta-feira.

O ex-militar subiu dois pontos percentuais em relação ao estudo de Julho, no qual atingiu 51% de impopularidade.

O inquérito sondou 3.667 pessoas com mais de 16 anos em 190 municípios de todo o país de 13 a 15 de Setembro, com uma margem de erro de mais ou menos dois pontos.

Esta é a primeira sondagem sobre a popularidade do governante após a agenda antidemocrática de 7 de Setembro, Dia da Independência.

A rejeição também surgiu no meio de uma inflação elevada, preços de gasolina e alimentos em flecha e elevados números de desemprego de 14,4 milhões de pessoas.

Segundo a Datafolha, se na média da população o aumento da desaprovação de Bolsonaro foi de dois pontos percentuais, em alguns segmentos este aumento foi mais evidente.

Os homens de negócios continuam a ser o único segmento em que a aprovação do presidente (47%) é numericamente superior à sua desaprovação (34).

O ex-capitão do exército foi mais rejeitado por aqueles com educação superior (85%), estudantes (73%), aqueles que preferem o Partido Socialismo e Liberdade (63%), homossexuais/bissexuais (61%), aqueles com idades entre os 16 e 24 anos (59%) e negros (59%).

A impopularidade de Bolsonaro coincidiu com o progresso do trabalho de uma comissão do Senado que investigava o tratamento da Covid-19 pelo governo e a chegada de uma segunda vaga da doença, que já matou cerca de 590.000 pessoas.

As intenções de voto do seu presumível rival nas eleições de 2022, o antigo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, fortaleceram-se desde que recuperou os seus direitos políticos em Março passado, depois de um juiz do Supremo Tribunal Federal ter anulado todas as suas convicções.

(Com informação de Prensa Latina)

Edição Central teleSUR .

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A condenação #Lula do #Brasil foi anulada: Lições a aprender de #LavaJato e ‘lawfare .

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Jornalista afirma que ‘Lava Jato’ “não cumpriu nenhum de seus objetivos”.

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O #Brasil está em sua pior fase devido ao #Covid-19.

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O retorno de #Lula ao cenário político brasileiro

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Brasil e seus governantes .

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… então a Procuradora Laura Tessler queria se divertir detonando a imagem de Lula? O que dizer sobre esse pessoal da Lava Jato?

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Díaz-Canel parabeniza o Partido dos Trabalhadores Brasileiros .

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Autor: Redacción Internacional | internacionales@granma.cu

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, parabenizou ontem, por meio do Twitter, o Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil, por ocasião dos 41 anos de sua fundação, ocorridos em 10 de fevereiro de 1980.

Em sua mensagem, ele elogiou os anos de luta da organização política de esquerda e lembrou o marco que, em 2003, significou a vitória nas urnas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder do PT.
«Parabéns ao PT pelos 41 anos de fundação, anos de luta, nos quais, com a vitória de Lula em 2003, tem defendido a democracia e políticas exitosas de justiça social e desenvolvimento econômico para fazer do Brasil um país melhor. Juntos defendemos a paz e um mundo melhor ”, disse o Chefe de Estado.

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Recentemente, Lula da Silva esteve em Havana para participar das filmagens de um documentário dirigido pelo cineasta americano Oliver Stone e, como parte da visita, se reuniu com o Primeiro Secretário do Partido Comunista de Cuba, General do Exército Raúl Castro Ruz. No qual também participaram o Presidente, o Primeiro Ministro e o Chanceler cubano.

Na ocasião, Lula agradeceu à Ilha o apoio em exigir sua plena liberdade e condenou o endurecimento do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há quase seis décadas. Os políticos discutiram os laços históricos de fraternidade entre os dois povos e organizações.

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