MasQueMedicos

Retorno da Brigada Henry Reeve, que prestou ajuda solidária no Piemonte, Itália.

Retirado da página Embaixada de Cuba em Angola

Brigada médica retorna a Cuba após completar missão na Itália

Os 38 colaboradores cubanos da saúde que ajudaram a enfrentar o Covid-19 por três meses na cidade de Turim, partiram nesta segunda-feira para retornar à ilha em meio a inúmeras demonstrações de apreço e carinho. Embora os membros do Henry Reeve Contingent tenham trabalhado na capital da região de Piemonte, eles fizeram a viagem de volta a Havana a partir do aeroporto de Milão-Malpensa, na vizinha Lombardia, em um vôo direto da companhia aérea Blue Panorama que decolou em hora local.

Italia

Brigada Cubana da Saúde retorna de Turim nesta segunda-feira

A última brigada de médicos cubanos que restou na Itália retornará ao país em 20 de julho, após três meses ajudando a combater a pandemia de coronavírus “de forma solidária e gratuita”, informou o embaixador cubano em Roma, José Carlos Rodríguez. A equipe de 38 médicos e enfermeiros da brigada “Henry Reeve” atua em Turim (norte da Itália) desde 13 de abril e viajará para Milão desde Havana após um período de quarentena e testes para o coronavírus. .

Italia

Em Cuba, a cidadania honorária é concedida à principal brigada médica de Cuba

O Conselho Municipal de Turim concedeu hoje a cidadania honorária daquela capital da região do Piemonte ao Dr. Julio Guerra, chefe da brigada médica cubana que ajudou a enfrentar o Covid-19 lá. O presidente do órgão municipal de controle e direção político-administrativo, Francisco Sicari, e a prefeita, Chiara Appendino, lideraram a cerimônia de entrega do título honorário, da qual também participaram outras autoridades e representantes de instituições e organizações locais.

Turin turin

Obra da brigada médica cubana reconhecida na Itália

A Associação Nacional de Amizade Itália-Cuba (Anaic), o Coordenador Nacional de Residentes Cubanos na Itália (Conachi) e o coletivo de Cuba Va, reconheceram hoje o trabalho da brigada médica da ilha que enfrentou o Covid-19 em Turim. A homenagem foi realizada em uma reunião breve, mas emocionante, nas proximidades do complexo cultural e de convenções da OGR, onde está localizado o hospital temporário, onde os profissionais de saúde das Índias Ocidentais trabalharam com seus colegas italianos por três meses.

Condecoran

Colaboradores de saúde cubanos premiados na Itália

A presidência do Conselho Regional do Piemonte conferiu na segunda-feira uma decoração por mérito civil aos 38 colaboradores cubanos da saúde que enfrentaram o Covid-19 junto com colegas italianos na cidade de Turim por três meses. Na argumentação do reconhecimento publicado pela autoridade regional, “destacam-se o papel desempenhado durante a emergência sanitária de 2020, a dedicação e o alto profissionalismo prestados diariamente no atendimento aos pacientes piemonteses de Covid-19”.

pico Fidel

Homenagem emocional a Fidel Castro da brigada médica de Cuba em Turim

Os 38 colaboradores cubanos da saúde que enfrentaram o Covid-19 junto com colegas italianos em Turim, lembraram hoje o líder histórico da Revolução, Fidel Castro, em um ponto que leva seu nome no Monte Arpone. ‘Pico Fidel’ é chamado o local localizado a 1.600 metros acima do nível do mar na cordilheira alpina, a cerca de 45 quilômetros a noroeste da capital da região de Piemonte, onde médicos e enfermeiros de a nação do Caribe.

plaza

Começam as atividades de despedida da brigada médica cubana na Itália

Com um ato na Plaza Ernesto Ché Guevara, na cidade italiana de Colegno, as atividades de despedida da brigada médica começaram hoje, que por três meses ajudou a enfrentar o Covid-19 em Turim. O prefeito da cidade, com cerca de 50 mil habitantes pertencentes à região metropolitana de Turim, Franceso Casciano, presidiu a reunião emocionante em que os 38 colaboradores cubanos em saúde, o embaixador cubano na Itália, José Carlos Rodríguez e outras autoridades de essa missão diplomática.

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Angola/Cuba: Quatro décadas de forte relação

Desde os primórdios da independência nacional, precisamente há 45 anos, Angola e Cuba mantêm fortes laços de cooperação, amizade e irmandade.

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É, pois, quase impossível falar da história da afirmação de Angola como Estado livre e soberano, sem fazer menção ao contributo do povo e Governo do maior arquipélago do mar do Caribe ou Caraíbas.

As relações entre os dois Estados remontam à época da guerra fria (terminada em 1991), ou seja, logo depois da proclamação da independência nacional, em 1975.

Foi em pleno conflito pós-independência, com a então República Popular de Angola a lutar contra invasão de forças estrangeiras, que Cuba deu os primeiros sinais de aproximação e solidariedade.

Para a defesa e manutenção da sua soberania, Angola encontrou aconchego e ajuda no hemisfério norte, concretamente em Cuba, abrindo portas a uma cooperação que viria a ser profícua e duradoura.

A parceria entre os dois países iniciou-se com a colaboração técnico-militar, tendo em conta a situação de instabilidade na época, mas começou a mudar de figurino a partir de Fevereiro de 1976, com a assinatura do primeiro Acordo Geral de Cooperação.

Esse importante instrumento jurídico viria desembocar, mais tarde, na instituição de uma Comissão Bilateral entre Angola e Cuba.


Pelas circunstâncias políticas de então, o Acordo Geral de Cooperação continuou a privilegiar as acções de auxílio técnico-militar, até 1991, um ano antes da implantação do multipartidarismo em Angola.

No relacionamento entre os dois países, essa componente (militar) serviu de “rampa” de lançamento para uma parceria mais alargada, agora a outras áreas sociais, como a Educação e Saúde.

De forma tímida, mas significativa, o modelo de cooperação passou por reconfiguração e reforço, à medida que se aliviava a tensão militar no país, com dezenas de professores  cubanos a desempenharem papel preponderante na formação de quadros angolanos.

No mesmo sentido, esses profissionais de Cuba foram fundamentais na prestação de uma assistência médica e medicamentosa ideal e necessária para assegurar o bem-estar dos angolanos.


Assim, com o primeiro convênio de cooperação focado nos sectores da Saúde e Educação, Angola beneficiou-se da experiência de mais de 350 mil especialistas cubanos, entre médicos, enfermeiros, professores, militares, técnicos e pessoal de apoio.

A aposta em especialistas cubanos tornou-se cada vez mais sólida e intensa, com o passar dos anos, marcando passos firmes no reforço de quadros da Saúde e Educação.

Foi com esses dois sectores que Angola e Cuba consolidaram e solidificaram as relações de irmandade e amizade, mediante envio regular de bolseiros angolanos, para especialização naquele arquipélago, e de quadros cubanos para o país africano.

Essa nova abertura viabilizou a ida de centenas de jovens angolanos para Cuba, em formação em diversas áreas, e a vinda a Angola de vários milhares de especialistas cubanos (professores e médicos), criando bases sólidas para uma cooperação efectiva.

Só nos primeiros dois anos do Acordo Geral, Cuba recebeu cerca de 18 mil angolanos, maioritariamente crianças com vários níveis de escolaridade, para formação.

À luz da ajuda internacionalista cubana (1974-1991), as relações bilaterais entre Angola e Cuba transformaram-se, paralelamente, numa cooperação em vários domínios.

Além da Saúde e Educação, os dois Governos passaram a cooperar nos domínios da Energia, Defesa, Segurança, Ensino Superior, Petróleos e Indústria.

Formação de docentes

Entretanto, apesar de não ter o mesmo peso na balança de cooperação entre os dois países, a formação de professores angolanos em Cuba remonta aos anos 80, com a ida dos primeiros 845 profissionais em diversos níveis e instituições de ensino.

Dados apontam que, dos actuais 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 77 fazem pedagogia a nível superior, em diversos estabelecimentos especializados.

Até 2017, conforme informações oficiais, Cuba recebia uma média de 40 estudantes angolanos, para formação nas áreas de ciências exactas e a nível pedagógico, nos centros especializados em Cienfuegos e Santiago de Cuba.

Para o efeito, as autoridades de Cuba têm colocado ao dispor dos estudantes angolanos organismos formadores, no âmbito dos acordos existentes entre os ministérios da Educação dos dois países.

Actualmente, os dados dão conta da existência de 1.105 profissionais cubanos no país, dos quais 258 médicos chegados recentemente, para apoio no combate à Covid-19.

Colaboradores cubanos de la salud comenzaron a llegar a las provincias de Angola. Foto: PL.

Desde a sua chegada a Angola, os mesmos estão espalhados por várias localidades do país, incluindo em zonas recônditas, para ajudar na prevenção e controlo de doenças.

Presentes em várias unidades sanitárias nacionais, esses quadros prestam também serviços em  áreas como combate às doenças cardiovasculares, malária e tuberculose.

Além da prevenção e do combate à Covid-19, os especialistas recém-chegados têm, igualmente, a tarefa de contribuir na prevenção de doenças materno-infantis, pediatria e transmissíveis, bem como no asseguramento da formação de técnicos angolanos.

Os protocolos de cooperação incluem ainda a componente formação local (on job), para capacitar os quadros nacionais com conhecimentos técnicos e práticos, a fim de atenderem as necessidades básicas sanitárias do país, a curto, médio e longo prazo.

Em sentido contrário, ao longo de várias décadas, Cuba tem sido o “pouso” de centenas de angolanos, quer a título individual, quer por intermédio de bolsas de estudo governamentais, que buscam conhecimento científico naquele país da América Central.

Actualmente, dos 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 700 estão a ser formados em ciências ligadas à medicina, entre os quais 50 em cardiologia, cirurgia cardíaca, medicinal interna e cirurgia geral. O país tem menos de 500 especialistas.

Dados do Governo angolano indicam que, em 2018, regressaram ao país 133 quadros formados em Cuba, nas especialidades de medicina, engenharia informática, electrónica, biologia, pedagogia, telecomunicação electrónica, direito e outras.

Ao todo, conforme informação oficial, mais de 40 mil angolanos foram formados em Cuba, nas especialidades da agricultura, saúde, construção civil, comunicação social, educação, militar, defesa e segurança, transportes e ciências políticas, música e teatro, à luz do Acordo Geral de Cooperação.

Além da componente formativa em Cuba, Angola, apostada em aumentar os recursos humanos e melhorar o quadro sanitário, conta com docentes cubanos em cinco faculdades de medicina angolanas.

Apesar das melhorias que se têm registado no campo da assistência médico-medicamentosa, há necessidade de se trabalhar no profundamento das relações, no intuito de permitir às populações o acesso rápido aos serviços hospitalares.

O Sistema Nacional de Saúde comporta duas mil e 644 unidades sanitárias, sendo 15 hospitais nacionais, 25 provinciais, 45 gerais, 170 municipais, 442 centros de saúde, 67 centros materno-infantis, mil e 880 postos médicos e 37 outras infra-estruturas.

É assegurado por 69.816 trabalhadores, dos quais seis mil e 400 são médicos, 35.458 enfermeiros, oito mil e 78 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 11.329 trabalhadores de apoio hospitalar e 11.576 administrativos.

Apesar do abrandamento registado entre 1991 e 2002, as relações diplomáticas entre Angola e Cuba mantiveram a mesma vitalidade, ao longo dos últimas anos.

É desejo dos dois Estados alargar e diversificar as relações bilaterais, com ênfase para as áreas de economia, comércio, finanças e investimentos.

Na base deste impulso, está um mecanismo lançado em 2019, em Luanda, que visa acelerar a implementação dos compromissos assinados por ambos os Estados, por via da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica.

Trata-se de um passo importante para construir uma nova e dinâmica cooperação bilateral, que permitirá, aos dois países, a realização de diferentes iniciativas conjuntas.

Fonte: ANGOP/BA

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Uma verdade que os inimigos de Cuba tentaram silenciar ou deturpar …

Autor: Miguel Díaz-Canel Bermúdez | internet@granma.cu

Presidência da República

Caros compatriotas: Bem-vindo à pátria!

Apenas alguns minutos atrás, terminou a reunião que hoje deveria ser realizada no Grupo de Trabalho Temporário que dirige as ações para enfrentar a pandemia, e aqui permanecemos um grupo de colegas para participar dessa recepção remota, o que faremos. mais íntimo quando você passa na quarentena; Mas não queríamos violar todos os protocolos que o país estabeleceu para evitar a transmissão dessa pandemia.

«El regreso de ustedes nos llena de profundo regocijo, porque retornan sanos y con la más humanitaria y noble de las misiones cumplida: salvar vidas», afirmó el Presidente cubano.

O Primeiro Ministro Marrero, o Vice Presidente da República de Salvador, o Vice Primeiro Ministro Morales estão conosco; os ministros da Saúde e Comércio Exterior, Portal e Malmierca, respectivamente; Camarada Amado, secretária do Conselho de Ministros, e Dra. Tania Margarita.

Nós, em nome do Exército Geral, em nome do nosso Partido, do nosso Governo e do nosso povo, recebê-lo em casa.

Seu retorno nos enche de profunda alegria, porque você volta saudável e com a missão mais humanitária e nobre cumprida: salvar vidas.

Depois de mais de dois meses de trabalho intenso e arriscado, gostaríamos de abraçá-los, um por um, para agradecê-los por sua missão heróica; Hoje, porém, só podemos tentar tocar seu coração com palavras e dizer-lhe das profundezas de nossas emoções: Obrigado! Nos encontraremos novamente em outra recepção de maior proximidade.

Você ainda tem sacrifícios ainda mais difíceis pela frente: como mais duas semanas de isolamento e continuando a adiar o encontro com seus entes queridos.

Espero que, durante todo esse tempo, você tenha sentido a admiração, o carinho e o orgulho que cada aplauso que nosso povo deu por você expressa.

Você representa a vitória da vida sobre a morte, da solidariedade sobre o egoísmo, do ideal socialista sobre o mito do mercado. Com seu gesto nobre e sua disposição corajosa de desafiar a morte para salvar vidas, você mostrou ao mundo a verdade de que os inimigos de Cuba tentaram silenciar ou deturpar: a força da medicina cubana!

Quando você deixou Havana para Crema, havia muito mais incertezas do que certezas com a epidemia. O vírus só testava nossa capacidade de resposta epidemiológica há alguns dias, mas, desde as primeiras notícias sobre a disseminação do vírus, tínhamos algo muito claro: a partir de uma pandemia, só é possível sair com muito esforço.

O mundo precisa de cooperação e solidariedade, dois recursos da vontade humana que Fidel nos ensinou a cultivar como princípios fundamentais de uma revolução no poder.

O retorno vitorioso dessa brigada de mais de 50 pessoas, incluindo médicos e enfermeiros, tem muito valor à luz desses princípios. Pessoas de todas as latitudes, inclusive no mundo desenvolvido, confiam na qualidade profissional e humana dos trabalhadores da saúde em Cuba.

Você coloca a verdade no topo, que os porta-vozes imperiais tentaram esconder, minar, enterrar com mentiras e agressões em uma enorme, milionária e mentirosa campanha de desacredita e ataques infames.

Você é apenas uma idéia capaz de parar um exército do fundo de uma caverna, do qual falou nosso apóstolo José Martí.

Você, juntamente com a mensagem da vida que deixa em seus pacientes salvos, trouxe a solidariedade de volta à moda quando muitos acreditavam que a ternura dos povos estava morta.

Nos mais de dois meses em que estiveram fora, o país não parou de prestar atenção a todas as mensagens transmitidas a seus familiares e colegas. A partir daqui, eles eram aplaudidos todas as noites e, enquanto nossas autoridades acompanhavam de perto o trabalho, eram feitas orações populares para retornar sãos e salvos com a missão cumprida.

Profissionais de quase todas as disciplinas científicas e acadêmicas articularam em nosso país uma poderosa rede a partir da qual surgiram estratégias de enfrentamento à epidemia, estudos de sua evolução em todo o país e protocolos de atendimento à população doente e vulnerável, entre outros trabalhos. , que estamos orgulhosos de mostrar a você como prova de que aqueles que ficaram aqui também lutaram para viver de acordo com aqueles que foram beijar o mundo, como dizem as letras de Valientes, a canção da boa fé, que se tornou uma de hinos hoje em dia.

Somente com o trabalho incansável, em condições excepcionais, de pessoas de todas as profissões e com esse talento transbordante, podemos explicar a razão pela qual estamos vencendo a luta contra a pandemia no momento em que outra pandemia terrível, a do bloqueio e da guerra econômica, eles se enfurecem impiedosamente da administração americana mais criminosa e mais desacreditada.

Nestes dois meses e meio cruciais para o mundo, mas especialmente para uma nação bloqueada a extremos genocidas, os Estados Unidos nos negaram e impediram compras de todos os tipos, não compartilharam informações ou agiram conforme estabelecido pelas leis internacionais contra um ataque terrorista à nossa embaixada em Washington e, no auge do cinismo, colocam Cuba em uma lista de nações espúrias que não cooperam na luta contra o terrorismo. Ele agiu com especial malícia na perseguição de navios de combustível da Venezuela e impôs novas sanções contra investidores atuais ou possíveis e contra instituições cubanas. Não há mais um buraco no cinto que eles apertem em torno de Cuba.

Não é por acaso que as brigadas médicas cubanas que hoje defendem a vida em 28 países recebem o nome dos norte-americanos que mais fizeram por Cuba: Henry Reeve, brigadeiro-general do Exército de Libertação e inspiração permanente daqueles que, como Martí, “amam Pátria de Lincoln, tanto quanto tememos a pátria de Cutting.

Hoje, estamos cheios de orgulho saudável para assistir a um crescente clamor mundial por essas brigadas serem nomeadas para o Prêmio Nobel da Paz. Com a missão que você cumpriu, você contribuiu solidamente para promover esse movimento.

Quando o mundo for um lugar mais justo e mais nobre, todo o sistema de saúde cubano certamente será recompensado por transformar em fato a pregação marciana de que “pátria é humanidade”, para a qual Fidel, Raúl e Geração do Centenário, da qual somos filhos e seguidores de vocês e de quem os recebe hoje.

Mais uma vez obrigado! Trabalhos profundamente humanos como os que você faz todos os dias, honram a memória de Martí, Fidel e de todos os revolucionários cubanos; Eles também inspiram nosso grito invariável: Pátria ou Morte! Superar!

Bem-vindo à pátria!

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O exército de jaleco branco chega à La Italiana #CubaEsSalud #CubaCoopera

Médicos cubanos chegam à Lombardia para apoiar assistência médica contra o COVID-19.

A Brigada Médica Cubana, enviada para apoiar os cuidados de saúde na Lombardia em meio à pandemia do COVID-19, chegou ao aeroporto de Malpensa em Milão hoje cedo. Eles foram recebidos pelo embaixador cubano na Itália, José Carlos Rodríguez, o cônsul cubano em Milão e outros membros da legação diplomática cubana.

Médicos e enfermeiros cubanos, 52 no total, deixaram Havana ontem à noite e foram demitidos pelo Ministro da Saúde Pública de Cuba. Antes de partir, eles receberam a mensagem de encorajamento do general do exército Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, e do presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.

Eles fazem parte do contingente internacional de saúde “Henry Reeve”, especializado na prestação de cuidados de saúde em situações de desastre e epidemias graves. Eles acumulam experiências em missões complexas, como o confronto com o Ebola na África, a cólera no Haiti e o grande terremoto no Paquistão, entre outros cenários.

A Brigada Médica Cubana foi aplaudida ao chegar ao aeroporto de Roma, a caminho de Milão, para apoiar a assistência médica a milhares de pacientes com # COVID19 na região da Lombardia.

A brigada cubana com 52 médicos e enfermeiros chega a Milão, na Itália, para apoiar a batalha contra o COVID-19. Foto: Consulado Cubano em Milão

 

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Cuba não registra novos casos de Covid-19 nas últimas 48 horas

Autor:  | internet@granma.cu

Nas últimas 48 horas, Cuba não registrou novos casos de Covid-19. Os quatro pacientes detectados permanecem hospitalizados, evoluem satisfatoriamente e são garantidos todos os recursos para sua recuperação total; enquanto todas as ações de controle de foco necessárias para impedir a propagação da pandemia no país continuam.

coronavirus

As informações, oferecidas neste domingo em entrevista coletiva, vieram do Dr. Carmelo Trujillo Machado, chefe do Departamento de Controle Internacional de Saúde do Ministério da Saúde Pública (Minsap), que enfatizou que a implementação de todas as medidas estabelecidas para prevenção e confronto continua. ao novo coronavírus e trabalha em estreita colaboração com todos os organismos da administração central do Estado para alcançar a contenção desta doença.

Ele reiterou a importância de expandir as ações de promoção e educação em saúde para toda a população, além de preparar todos os setores da sociedade para prevenção, redução de riscos e medidas de proteção individual.

Em relação à vigilância nas fronteiras, ele apontou que “aumenta e é reforçado”. Todos os pontos de entrada, disse ele, são cobertos pelo pessoal de saúde, os protocolos de ação continuam sendo aplicados e o monitoramento nas instituições de saúde e hotelaria também permanece ativo, o que permite a adoção oportuna de medidas de controle.

Quanto aos rumores sobre um possível surto de Covid-19 na Universidade Tecnológica de Havana, José Antonio Echeverría (Cujae), ele destacou que “eles não são verdadeiros. Os suspeitos foram testados em todos os casos, e todos foram considerados negativos “.

Da mesma forma, a Dra. Maria Elena Soto Entenza, chefe do Departamento de Atenção Primária à Saúde do Minsap, enfatizou a investigação ativa, ou seja, a busca ativa de casos com sintomas respiratórios, como parte do plano de controle e prevenção que inclui vigilância e atendimento médico oportuno e de qualidade.

Ele acrescentou que os consultórios de médicos e enfermeiros de família e as policlínicas estão preparadas para enfrentar essa situação epidemiológica e foi desenvolvido um extenso processo de treinamento, em etapas, que abrange todos os trabalhadores do sistema.

Heberón, durante la Conferencia de Prensa de BIOCUBAFARMA en el Centro Nacional de Investigaciones Cinetíficas (CENI)

A partir dos consultórios, explicou, é feita uma busca ativa por casos com alguns sintomas respiratórios, responsáveis ​​pela equipe básica de saúde, ou seja, a enfermeira e o médico de família. No entanto, ele insistiu na participação essencial da população, pois é necessário que todos com esses sintomas busquem atendimento médico.

Ele ressaltou a prioridade dada aos grupos mais vulneráveis, como os idosos, em particular os que vivem sozinhos ou portadores de deficiência, além de locais onde há concentrações como, por exemplo, as casas dos avós, asilos, instituições sociais. , maternidades, entre outros.
Pessoas com sintomas respiratórios, ressaltou, sejam crianças ou adultos, não devem ir a centros educacionais ou de trabalho até que se recuperem.

Segundo Soto Entenza, os viajantes também são monitorados nos consultórios médicos e áreas específicas já foram criadas em policlínicas para atender pacientes com essas condições. Da mesma forma, foram criadas comissões, compostas por vários especialistas, para a avaliação clínica e epidemiológica dessas pessoas e, em seguida, determinam a conduta a ser seguida.

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“Nem todas as pessoas que chegam com sintomas respiratórios são admitidas, mas é importante que elas sejam avaliadas”, disse ele.

O médico também enfatizou a necessidade de continuar cumprindo as medidas de higiene pessoal e coletiva, lavagem das mãos, uso de nasobucos nos casos indicados e solicitou a participação de todos da comunidade, com orientação técnica. do médico de família e enfermeiro, para garantir o controle e a prevenção da pandemia.

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Médicos cubanos na vanguarda da luta contra a covid-19

A fim de trabalhar como consultores na proteção dos colaboradores cubanos e proporcionar experiências às autoridades sanitárias da República Bolivariana da Venezuela, uma brigada do contingente internacional de médicos especializados em situações de desastre e epidemias graves chegou à Venezuela neste domingo. , para ajudar no confronto com o novo coronavírus naquela nação sul-americana.

Acto de abanderamiento de la brigada medica del Contingente Internacional de Médicos Especializados en Situaciones de Desastres y Graves Epidemias Henry Reeve, que ayudará a combatir el nuevo coronavirus en Venezuela. Junto a los brigadistas el doctor José Ángel Portal Miranda, ministro de Salud Pública, y Marcia Cobas, viceministra de Salud Pública. Foto: Ismael Batista Ramírez

Na presença de José Ángel Portal Miranda, Ministro da Saúde Pública, os membros da brigada de saúde prometeram trabalhar incansavelmente para preparar seus colegas no território venezuelano; fornecer ao governo do país irmão experiências na organização e execução do plano de combate à doença e capacitar especialistas cubanos em protocolos de ação, em correspondência com o humanismo, altruísmo e profissionalismo da medicina cubana; bem como expressaram que retornarão à pátria com o dever cumprido.

Antes de partir para a Venezuela, o chefe do Ministério da Saúde Pública (Minsap) lembrou-lhes o espírito de solidariedade do comandante em chefe Fidel Castro Ruz e garantiu que os cubanos sempre estarão prontos para oferecer ajuda a quem precisa: “Garanta que a Revolução e nosso pessoal agradecerá por este nobre gesto humano “, disse ele. Continuar a ler

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Como proteger as crianças?

Autor: Granma | internet@granma.cu

coronavirus

Não permita que eles te beijem.

Não permita que eles toquem as mãos, pois as crianças costumam trazê-las para a boca.

Peça às pessoas que lavem as mãos para ficar ao lado dos pequenos.

Lave bem as mãos antes e depois de trocar as fraldas e antes de amamentar.

Limpe os brinquedos dele.

Não os leve a lugares lotados.

Forneça às crianças informações sobre como se proteger .

Promover as melhores práticas de lavagem e higiene das mãos em casas e escolas e fornecer materiais de higiene.

Aumente o fluxo de ar e a ventilação nos quartos onde eles ficam mais tempo.

Monitore a saúde das crianças e, se estiverem doentes, impeça-as de frequentar a escola, o círculo infantil ou o local onde cuidam de várias delas ao mesmo tempo.

Incentive as crianças a fazerem perguntas e expressarem suas preocupações.

Ensine-os a tossir ou espirrar com uma flexão de tecido ou cotovelo e certifique-se de que não toquem no rosto, nos olhos, na boca e no nariz.

Os membros da família devem ser constantemente informados.

Lave adequadamente suas roupas e outros itens pessoais.

Crie neles o hábito higiênico de lavar as mãos constantemente, na fase infantil.

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Confirmado novo caso de contágio em Cuba

Autor: Granma | internet@granma.cu

Uma segunda nota informativa do Ministério da Saúde Pública de Cuba relatou na quinta-feira à noite a confirmação, do Centro Nacional de Referência do Instituto de Medicina Tropical Pedro Kourí (IPK), de um novo caso de contágio do coronavírus causador da doença Covid-19

Entrada del Instituto de Medicina Tropical "Pedro Kourí", de La Habana. Foto: instituciones.sld.cu/ipk/Archivo.

“Residente cubano em Santa Clara, província de Villa Clara, marido de um cidadão boliviano com sede em Milão, Lombardia, Itália; que entrou no país em 24 de fevereiro, aparentemente assintomático, e começou a desenvolver sintomas respiratórios leves no dia 27 do mesmo mês.

“Em 8 de março, o marido começou com sintomas respiratórios, ambos indo para o sistema de saúde, onde foram imediatamente internados no hospital de isolamento de Villa Clara, e depois foram transferidos e internados ontem no ipk.

“Nos testes realizados, o cidadão cubano era positivo para o novo coronavírus, enquanto sua esposa era negativa, dado o tempo de 15 dias de evolução da doença, desde os primeiros sintomas.

“Ações de controle epidemiológico são realizadas em pessoas identificadas como contatos, que permanecem assintomáticas e sob vigilância. A evolução de ambos os pacientes é favorável e, até o momento, não representa perigo para suas vidas “, afirma a nota.

Nos três casos de turistas italianos confirmados e relatados nesta quarta-feira, e que foram identificados em Trinidad, as informações afirmam que continuam a evoluir satisfatoriamente sob rigorosa supervisão médica.

«Reconhecemos a ação imediata da transportadora e do guia, ambos pertencentes ao Ministério do Turismo, bem como aos proprietários do albergue onde eles ficaram, que incentivaram a assistência rápida aos serviços de saúde.

“Reiteramos ao nosso pessoal a necessidade de informar imediatamente as autoridades de saúde na presença de pessoas com sintomas respiratórios”, conclui a informação assinada pelo Minsap.

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Médicos seqüestrados no Quênia: estão indo bem e continuam seus esforços para voltar a Cuba

Por: Lisandra FariñasIrene Pérez

Cuba expressou sua gratidão ao governo do Quênia pelos esforços envidados por este país para tentar alcançar o retorno seguro à nação de médicos do país das índias Ocidentais Landy Rodríguez e Assel Herrera Correa, sequestrados em 12 de abril enquanto estavam indo, como de costume, em um veículo para o hospital Mandera, perto da fronteira com a Somália.

Inés María Chapman, vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba. Foto: Irene Pérez / Cubadebate

“As autoridades quenianas ratificaram que os dois médicos estão bem e continuarão os esforços para seu retorno seguro”, disse Inés María Chapman, vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba, em contato com a imprensa nacional na segunda-feira.

A vice-presidente explicou que, como parte de sua participação na Cúpula dos países da África, Caribe e Pacífico (ACP), realizada entre 9 e 10 de dezembro de 2019 em Nairóbi, Quênia, ela realizou reuniões com as autoridades deste país africano. , incluindo o presidente daquele país, Uhuru Kenyatta, “com quem tivemos um extenso diálogo”.

Por outro lado, ele afirmou que “nosso povo pode ter certeza de que a liderança do Partido e do governo cubano dedica atenção permanente a essa questão, e nossa prioridade é que eles retornem com segurança à pátria”.

“Nosso país, nosso governo e o Ministério da Saúde Pública estão constantemente conscientes de como os médicos estão e em contato com suas famílias em Cuba”, reiterou.

Inés María Chapman, vice-presidente do Conselho de Ministros de Cuba, em contato com a imprensa nacional nesta segunda-feira. Foto: Irene Pérez / Cubadebate.

Ele acrescentou que a delegação cubana realizou uma reunião com os colaboradores médicos de Nairóbi, que estão bem e expressaram seu compromisso de continuar trabalhando, servindo o país e o povo do Quênia.

“O impacto da brigada no povo do Quênia é muito positivo. Os colaboradores estão seguros. Alguns que estavam na fronteira foram realocados mais perto da capital. Eles ratificaram o compromisso de continuar seu trabalho e, portanto, o transmitiram para nós, assim como o amor pelo povo do Quênia. Eles nos disseram: queremos estar aqui, há muitas doenças que podemos curar e até mesmo para aprender e transmitir a outros profissionais ”, explicou.

“Pudemos apreciar o quanto eles amam nossos médicos, o reconhecimento que conquistaram, o quanto nossos colaboradores fazem para curar quem precisa, outro exemplo do que a medicina cubana representa no mundo. É algo que nunca podemos esquecer e que nos enche de orgulho ”, afirmou.

Em outra ordem, a vice-presidente do Conselho de Ministros informou que realizou reuniões bilaterais com 12 delegações dos países ACP e com o Comissariado das Associações Internacionais da União Europeia.

“Analisamos as principais questões bilaterais e multilaterais – com nações como Quênia, África do Sul e Lesoto, entre outras -, incluindo o progresso da implementação do Acordo sobre Diálogo Político e Cooperação entre Cuba e a União Européia e as perspectivas de cooperação. entre as duas partes ”, disse Chapman.

“Cuba agradece a todos os países ACP pelo pronunciamento claro e forte contra o ressurgimento do bloqueio dos EUA e, em particular, contra a Lei HelmsBurton, incluída na Declaração de Nairóbi”, afirmou.

Ele também destacou o reconhecimento recebido durante a IX Cúpula ACP à política de colaboração internacional de nosso país, ao mesmo tempo em que reafirma o compromisso de manter a cooperação com as nações do bloco.

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Eles premiam a excelência do Hospital Cubano em Dukhan, Catar

O Instituto Nacional de Qualidade da Saúde do Catar concedeu na quarta-feira o prêmio anual Estrelas de Excelência ao Hospital Cubano em Dukhan, por reconhecer a equipe de profilaxia da trombose venosa com o prêmio National Collaboration for Patient Safety por compromisso contínuo, dedicação e trabalho duro.

El Hospital Cubano en Catar fue abierto en 2012 para brindar servicios generales y de emergencia, con una capacidad de 75 camas.

Segundo o instituto, esses dois importantes prêmios foram concedidos por terem alcançado excelência na qualidade da saúde e segurança do paciente. Ambos os prêmios são concedidos anualmente pelo Ministério da Saúde do Catar e todos os hospitais do país optam por eles.

Por seu lado, o ministro da Saúde de Cuba, José Angel Portal Miranda, disse que esses prêmios são adicionados aos numerosos que o Hospital Cubano de Dukhan recebe desde a sua fundação.

Além disso, ele enfatizou que esses prêmios fizeram dele uma jóia dos serviços médicos da área, de acordo com a mídia e as autoridades do Catar.

“Do Ministério da Saúde Pública de Cuba, parabéns a todos os profissionais de saúde cubanos que trabalham no Hospital Cubano Dukhan, no Catar”, escreveu o ministro em suas redes sociais.

O Hospital Cubano no Catar foi aberto em 2012 para fornecer serviços gerais e de emergência, com capacidade para 75 leitos; Existem médicos na ilha especializados em estomatologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, ortopedia, pediatria, reabilitação, urologia, neurologia e cardiologia, entre outros.

Da mesma forma, a Hamad Medical Corporation, principal prestadora de serviços de saúde pública no Catar, afirma que a existência desse hospital exclusivo é resultado de uma parceria duradoura entre as duas nações.

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