Onde irá parar o autoproclamado e os seus capangas?

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Líderes devem preparar os jovens para servir a diplomacia.

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Gabriel Bunga

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, considerou, esta terça-feira, em Luanda, ser necessário acelerar a formação dos jovens da Região dos Grandes Lagos, com conhecimentos sólidos em matéria da diplomacia preventiva, para se conter os conflitos que surgem nos países desta região africana.

Representantes dos Estados-membros da CIRGL reconhecem importância da formação © Fotografia por: Dombele Bernardo | Edições Novembro

Téte António falava na sessão de abertura do seminário sobre Ensino Superior e Segurança Humana para a Região dos Grandes Lagos, que decorreu nas instalações do Ministério das Relações Exteriores. “A procura de soluções duradouras para os conflitos na região dos Grandes Lagos é primordial no âmbito da diplomacia preventiva, procurando-se, desta forma, dar-se formação à juventude”, sublinhou.

Referiu que este desafio é colocado aos líderes dos países da Região dos Grandes Lagos, havendo necessidade, por isso, de se ser proactivo na preparação da juventude para o mercado de trabalho, principalmente em matérias ligadas à diplomacia. O ministro Téte António considerou ser necessário que a região desenvolva estratégias capazes de criar oportunidades económicas com o objectivo de reorientar a educação e os sistemas de treinamento, baseados em conhecimentos, competências, habilidades, inovação e criatividade, no âmbito do desenvolvimento harmonioso e sustentável a nível nacional e continental.

“Devemos fazer mais para a nossa juventude, por ser a riqueza mais importante dos nossos países. A nossa região não será estável, segura e desenvolvida se a juventude for deixada para trás”, realçou, tendo sublinhado que, como região, é necessário criar-se programas que visem a promoção de uma cultura de inovação e de valores patrióticos.

Segundo Téte António, a Região dos Grandes Lagos conta, actualmente, com sete milhões de estudantes no sistema de ensino superior, inscritos nas ciências e tecnologias, engenharias e matemáticas, e que, no total, são menos de 20 por cento. É necessário, continuou, que as estatísticas sejam melhoradas, e que a situação, para o caso das meninas, apresenta-se ainda pior.

“Devemos agir rápido e com qualidade como região para incluir e providenciar maiores oportunidades para as mulheres, especialmente as cientistas, e acelerar a matrícula das raparigas nas ciências, tecnologias, engenharias e matemáticas”, referiu.

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, garantiu aos presentes que a iniciativa de melhorar o ensino para os jovens na Região  dos Grandes Lagos vai continuar sob  liderança do Presidente João Lourenço, na qualidade de Presidente em exercício da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL).

Acrescentou que outras iniciativas, viradas à promoção da educação para a juventude na região, vão continuar, desenvolvendo-se acções no âmbito das jornadas desportivas, festivais de cultura e artes, onde os povos se encontram e desenvolvam saberes e procedam ao intercâmbio de técnicas e outros conhecimentos. “Do intercâmbio entre povos também poderá ocorrer no domínio do empreendedorismo”, concluiu o ministro Téte António.

Explicar a suspensão temporária dos serviços em algumas embaixadas em #LaHabana.

#Cuba #Minrex #ServiciosConsulares #NoTeDejesConfundir

ALMACUBANITA

O Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano (MINREX) está em comunicação com as embaixadas acreditadas em #LaHabana que anunciaram recentemente a sua decisão de suspender temporariamente os serviços consulares. No Twitter, Ernesto Soberón, director geral dos Assuntos Consulares e Atenção aos Cubanos Residentes no Estrangeiro, explicou que este é “um número muito reduzido”, e que o objectivo é “resolver esta situação específica no menor tempo possível e com o mínimo impacto nos nossos nacionais”. A suspensão dos serviços deve-se ao facto de, “em conformidade com as disposições da Instrução 01/2022 do Banco Central de Cuba, relativa à gestão das contas em moeda nacional e livremente convertível, as missões diplomáticas em causa terem de proceder a ajustamentos nos mecanismos de cobrança e pagamento associados aos seus serviços consulares”, acrescentou ele. (Redacção internacional)

Teté António: Mulheres devem trabalhar juntas na promoção da igualdade de género.

#MulherAngolana #Política #Mirex #África #Angola

Jornal de Angola

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, considerou esta terça-feira, em Luanda, crucial que mulheres que representam diferentes gerações trabalhem juntas na promoção da igualdade de género, para que a visão das mulheres jovens para o futuro e a sua liderança seja ambiciosa, inspiradora e transformadora.

© Fotografia por: MIREX | CEDIDA

O Chefe da Diplomacia angolana falava hoje por ocasião do Lançamento do Capítulo Angolano da Rede de Mulheres Líderes e foi  testemunhado pela Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço.

Para Téte António, o objectivo é garantir uma liderança feminina forte ao longo das gerações, impulsionada por princípios e valores que promovem a entrega dos compromissos assumidos para a transformação de África.

Por seu turno, a ministra da Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves de Sousa, disse que o surgimento desta iniciativa, demonstra claramente o comprometimento da União Africana para a promoção de género e o empoderamento da Mulher.

“Passados quatro anos, desde a criação da Rede de Mulheres Africanas na Liderança, Angola junta-se hoje a este grande movimento continental”, sublinhou a ministra.

A Rede apela acção em seis pilares principais nomeadamente, governança e participação política, paz e segurança, finanças e empreendedorismo feminino, liderança juvenil, agricultura e mobilização social de acordo com a especificidade de cada país, dando uma nova dinâmica aos esforços fomentados e liderados por mulheres que com a sua determinação geram mudanças impactantes e duradouras.

Parcerias estratégicas marcam relações diplomáticas entre Angola e EUA.

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© Fotografia por: EDIÇÕES NOVEMBRO | Arquivo

Segundo o embaixador dos EUA em Angola, Tulinabo Mushingi, desde 1993 a relação entre os dois países cresceram, destacando um total de sete diferentes agências norte-americanas representadas no país. 

Tulinabo Mushingi reiterou que os EUA está interessado em continuar a fortalecer a cooperação com Angola, para quem país que, nos últimos cinco anos, tem feito reformas na luta contra a corrupção, diversificação da economia e direitos humanos.

“Só não vê quem não quer ver que, desde 2017, há mudanças em Angola em vários domínios”, destacou citado hoje pela Rádio Nacional de Angola, por ocasião dos 29 anos de relações diplomáticas entre Angola e os EUA.

Cuba-USA: diálogo é melhor

#DialogoCubaUSA #AcuerdosDiplomáticos #Sanciones #BloqueoEconómico #Remesas #LeyDeAjuste #Minrex

PorÁngel Guerra Cabrera

Uma delegação cubana chefiada pelo Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros Carlos Fernández de Cossio e os seus homólogos norte-americanos reunir-se-ão hoje em Washington. O Ministério dos Negócios Estrangeiros cubano informou que a delegação participará numa nova ronda de conversações sobre migração.

Em qualquer caso, esta é a representação cubana de mais alto nível que tem realizado reuniões com funcionários norte-americanos desde que o Presidente Joseph Biden chegou à Casa Branca. Nesse sentido, o simples facto de haver conversações entre países vizinhos é muito positivo, numa altura em que Washington está a mostrar os sinais mundiais de extrema belicosidade.

Ao contrário das suas promessas de campanha, Biden manteve inalterada a política muito dura e hostil do Trumpist em relação a Cuba e acrescentou-lhe mais. Nem sequer tomou quaisquer medidas para facilitar as relações entre famílias de ambos os lados do Estreito da Florida, nem restabeleceu as remessas, questões que tinha prometido resolver. Ele acredita tolamente que isto lhe irá ganhar votos cubanos em Miami.

Foto: El Diario

Trump undid Obama relaxou e com 273 punições adicionais levou o bloqueio a extremos de crueldade anteriormente desconhecidos. Até transformou a pandemia no seu aliado e durante os piores momentos do avanço do vírus na ilha, tomou medidas extremas para impedir Cuba de ter acesso a fornecimentos de saúde e medicamentos. Chegou mesmo a dificultar o mais possível a aquisição de reagentes químicos e outros fornecimentos para que Havana pudesse produzir as suas próprias vacinas. Só a força do sistema político e social cubano e das suas instituições científicas e sanitárias, juntamente com o heroísmo dos seus homens e mulheres, tornou possível à ilha criar as suas próprias excelentes vacinas e tornar-se o país mais vacinado do mundo.

Pode dizer-se com rigor que, apesar de todos os obstáculos colocados pelos EUA e das terríveis dificuldades económicas criadas pelas medidas coercivas do poder, Cuba alcançou um elevado grau de controlo da covid-19, com uma letalidade muito abaixo da média mundial e da das Américas. O Trump chegou ao ponto de colocar Cuba novamente na espúria lista de países que patrocinam o terrorismo, um instrumento de sabotagem económica capaz, por si só, de dissuadir milhares de empresas e entidades de fazer negócios com os países listados. O magnata também retirou a maior parte do seu pessoal diplomático e fechou o consulado em Havana, obrigando os requerentes de visto cubanos a viajar para a Guiana e Colômbia para requerer vistos, com os custos onerosos que isso implica.

Foto tirada da Cubadebate.

Além disso, Washington começou a não entregar os 20.000 vistos anuais exigidos pelos acordos de migração entre os dois países, o que significa que existe actualmente uma dívida de mais de 100.000 vistos devidos a Cuba. A isto há que acrescentar a Lei de Ajuste Cubano, que torna os cidadãos cubanos os únicos no mundo com direito a permanecer nos EUA, a trabalhar legalmente e a solicitar residência após doze meses, uma vez que tenham pisado o seu território por terra. Washington é inteiramente responsável pela criação do cocktail explosivo que aumentou consideravelmente a migração cubana para o poderoso vizinho, reduzida ao mínimo no final do mandato de Obama, apesar do facto de nunca ter levantado o bloqueio. Isto será certamente sublinhado hoje pela representação cubana. Em suma, o comportamento dos EUA em relação a Cuba tem sido sempre de profunda hostilidade desde que a ilha decidiu em 1959 tornar-se independente e sacudir o jugo da injustiça. Mas hoje o cerco atingiu um nível sem precedentes.

Enormes dificuldades na compra de alimentos, grande escassez de medicamentos e de materiais de cura, de peças sobressalentes, por exemplo para a indústria eléctrica, a fim de provocar apagões e paralisar a produção. E à dramática asfixia económica, os EUA juntaram-se a uma grande ofensiva desestabilizadora que, partindo de um sistema de media anti-cubano especialmente concebido com base em Miami, utiliza também o complexo global de media hegemónicos e redes sociais com o objectivo de tornar permanente o golpe suave que levará ao desejado objectivo de mudança de regime em Havana.

Cuba, devido ao seu exemplo de independência, à sua dignidade e às suas conquistas políticas e sociais, é mais irritante do que nunca, especialmente para os sectores do império mais relutantes em aceitar a transição para um mundo multipolar como inevitável. Esta atitude é encorajada por ninhos de contra-revolucionários frustrados e derrotados, como o Centro para uma Cuba Livre, que, encorajados pela expulsão irresponsável e cínica da Rússia do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, exigem agora a mesma medida contra Cuba. A revista Newsweek testemunha isto esta semana, mas também declara, num extenso artigo, que existem outros sectores nos EUA que são a favor de relações normais com a ilha.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo anunciou o encerramento das representações consulares na Letónia, Lituânia e Estónia.

#Rusia #Ucrania #InjerenciaDeEEUU #Europa #Diplomáticos #GuerraEconómica

Bélgica pretende incremento da cooperação com Angola.

#Bélgica #Angola #Minrex

O embaixador da Bélgica em Angola, Jozef Smets, anunciou a assinatura, para breve, de um memorando de entendimento entre os dois países, no domínio cultural.

O anúncio foi feito durante uma visita que o diplomata belga efectuou ao Museu Regional do Dundo, na província da Lunda Norte, tendo, na ocasião, manifestado o interesse do seu país em alargar a cooperação com Angola nas áreas da cultura e da formação.

Clarificou que o memorando de entendimento será assinado entre o Museu Regional do Dundo e o Museu Real para África Central, uma das maiores instituições museológicas do Reino da Bélgica, localizada em Tervuren, arredores de Bruxelas, capital do país.

Jozef Smets afirmou que Angola dispõe de um potencial cultural, que pode ser rentabilizado, frisando que o memorando consiste na formação de quadros angolanos no Museu Real para África Central.

Revelou ter abordado, recentemente, com o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau, a possibilidade de juntar especialistas angolanos e belgas, para um encontro de carácter científico sobre a Cultura Cokwe.

A propósito, qualificou o Museu Regional do Dundo como “um grande centro de pesquisa, cuja dimensão ultrapassa a fronteira de Angola, devido à sua multidisciplinaridade”.

O museu, situado no “coração” da antiga cidade do Dundo e com mais de 100 anos de existência, ajuda a sociedade a identificar acontecimentos da história, que foram decisivos e essenciais para a construção do Império Lunda. 

Para ajudar a preservar as memórias e, ao mesmo tempo explicá-las aos interessados, a instituição conta com um acervo repleto de artigos e colecções etnográficas, biológicas, arqueológicas, de arte sacra, popular e alguns objectos que se relacionam com a história da Revolução Industrial, como a exploração de diamantes.

As colecções etnográficas do Museu Regional do Dundo constituem a principal componente do objecto social da instituição e resultam da primeira campanha de recolha de peças, designada por expedição de Camaxilo, feita no longínquo ano de 1937, e do Alto Zambeze, em 1939. 

O museu possui nove mil peças etnográficas e prevê, para breve, a recolha de outras que se encontram em posse de pessoas ligadas à arte e detentoras de colecções.

Entre os artigos culturais expostos, sobressaem a estatueta do Samanhoga (Pensador) – que se tornou num símbolo nacional – e as máscaras Mwana Phowo (retrata a beleza feminina).

Constam ainda o Mukishi wa Mwanangana (palhaço do rei) – que corresponde ao sacrifício sagrado e representa os antepassados do chefe tribal – e os instrumentos musicais Ngoma (batuque ou tambor) e puita.

Fonte: Angop

Intermediários dificultam emissão de visto português.

#Diplomatas #Angola #Portugal #Vistos

Jornalista: César Esteves

O embaixador cessante de Portugal em Angola, Pedro Pessoa e Costa, afirmou, segunda-feira (21), em Luanda, que grande parte dos problemas ligados ao agendamento de vistos nada tem a ver com a forma como o Consulado disponibiliza as vagas, mas a utilização das mesmas por alguns intermediários, que limitam o acesso daqueles que, realmente, necessitam de obter os vistos.

O diplomata avançou a informação à imprensa, no final da audiência que lhe foi concedida pelo Presidente da República, João Lourenço, para a apresentação dos cumprimentos de despedida. Pedro Pessoa e Costa assegurou que todo aquele que fizer o pedido de visto, se-guindo a tramitação, não enfrentará qualquer motivo para grandes atrasos.

“Desde os últimos tempos e fruto do grande trabalho e esforço dos funcionários do Consulado, estes vistos têm sido emitidos, nomeadamente, aqueles que espelham bem a relação extraordinária entre Angola e Portugal, no caso os vistos de saúde, estudo e para visita de familiares residentes”, frisou.

Disse que deixa as relações bilaterais entre Angola e Portugal melhoradas. “Foram dois anos de actividades intensas, mesmo tendo em conta a pandemia”, salientou o diplomata, para quem a relação entre os dois Estados toca todas as áreas de cooperação. “Saio com a sensação de ter feito tudo o que devia ser feito para o reforço desta relação”, concluiu.  

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