Novo pedido de destituição de #JairBolsonaro, um olhar de #Cuba.

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Mandam esclarecer no Brasil a ajuda ilegal ao filho de Bolsonaro.

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Brasília, 15 de dezembro (Prensa Latina) A juíza Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, deu 24 horas para que o governo esclareça o auxílio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) na defesa do acusado senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

Lúcia encaminhou sua determinação ao General Augusto Heleno, Ministro-Chefe da Secretaria de Segurança Institucional, e Alexandre Ramagem, Diretor-Geral da ABIN.

A decisão foi proferida após ação direta de inconstitucionalidade apresentada pelos partidos Red de Sustentabilidad (REDE) e Socialista Brasileiro (PSB).

‘A imagem descrita pelo autor da petição é séria. Este tribunal afirmou expressamente, na decisão da liminar, a ilegitimidade de utilizar a máquina ou órgãos do Estado para servir ao interesse privado de qualquer pessoa ‘, defendeu o ministro.

No sábado, o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues, da REDE, fez um convite para que Flávio Bolsonaro comparecesse à Comissão Mista de Inteligência do Congresso para discutir as diretrizes da ABIN em sua defesa em um caso de corrupção .

Randolfe afirma em seu pedido que houve uma “evidente tentativa” do senador “de subverter os órgãos de inteligência e criar uma investigação paralela para buscar a impunidade”.

A alegação é baseada em reportagem da revista Época, segundo a qual a ABIN auxiliou o descendente do presidente de extrema direita a preparar sua defesa em um caso de fraude que o perseguia desde sua época como deputado no Rio de Janeiro.

A publicação revela que agentes do serviço de espionagem do Estado prepararam alguns documentos com instruções para os advogados do senador.

Flávio Bolsonaro é suspeito de comandar um esquema de corrupção e se beneficiou da devolução de parte dos salários de seu cargo, prática conhecida no Brasil como rachadinha, quando ainda era deputado estadual de 2003 a 2019.

Segundo o Ministério Público, o ex-policial Fabrício Queiroz, preso em junho, seria o operador do plano.

O caso veio à tona no final de 2018, depois que o órgão de controle de movimentação financeira (COAF) descobriu transferências de dinheiro milionárias atípicas na conta de Queiroz, ex-conselheiro de Flávio Bolsonaro.

Los que lo toman están vivos, por supuesto, otros mueren”

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, insistiu na quinta-feira no uso de cloroquina como cura para casos leves de coronavírus, apesar de reconhecer que sua eficácia não é cientificamente comprovada.

“Quem quiser, deixe-o. Quem não quiser, não”, disse o presidente durante uma transmissão ao vivo de sua conta no Facebook.

Bolsonaro fez essas declarações depois de ter permitido a aplicação de cloroquina e hidroxicloroquina, drogas usadas para tratar a malária, através de um novo protocolo sobre sua aplicação em casos escuros da covid-19, que foi endossado nesta semana pelo Ministério da Saúde. Saúde.

“Não temos evidências científicas, sabemos, mas existem muitos relatos de médicos de que pessoas com comorbidades o pegaram e estão vivos lá. É claro que outros morrem. Qualquer medicamento tem um efeito colateral, se você tomar demais, você morre”, disse ele. o presidente.

Por outro lado, o chefe de estado brasileiro novamente defendeu sua gestão contra a pandemia de coronavírus, que já causou mais de 20.000 mortes no país sul-americano.

“Mais importante que a vida é a liberdade”, Bolsonaro disse que rejeita a aplicação do isolamento social em nível nacional, política adotada pela maioria dos países da região.

Segundo o líder da direita, “muito mais pessoas morrem de medo do que de um ato em si”.

China, Rússia e Cuba como países preocupados com seus povos … Ao contrário dos EUA, Brasil, Chile …

Bolsonaro apresenta lei controversa para explorar reservas indígenas.

O encontro Bolsonaro-Bolton, o começo da nova era entre o Brasil e os EUA?

John Bolton, consejero de Seguridad Nacional de EEUU

A natureza informal do encontro entre o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, e o conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, e as indicações de sua afinidade ideológica apontam para uma abordagem nunca vista entre os dois países, segundo os especialistas entrevistados. pelo Sputnik.

Os políticos abordaram os pontos-chave da política externa aplicada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Continuar a ler “O encontro Bolsonaro-Bolton, o começo da nova era entre o Brasil e os EUA?”