“Obsoleto! Bukele é crítico em relação à OEA e também em relação à ONU!

#Bukele #OEA #ONU #Política #AmericaUnida

Os abusos policiais nos Estados Unidos.

#OEA #InjerenciaDeEEUU #Democracia #GolpeDeEstado

PorArthur González

Os Yankees tomam o direito de elaborar listas de todos os tipos, para punir e demonizar aqueles que não se submetem às suas ordens imperiais, como se o mundo ainda estivesse na Idade Média. Contudo, mais do que violam os direitos dos seus cidadãos, incluindo o direito a viver em paz e harmonia.

Qualquer pessoa pode procurar factos comprovados sobre o que se passa naquele país para ver o nível de impunidade que a polícia dos EUA tem, e pode mesmo matar um ser humano apenas “porque pensam que alguém anda armado” para o usar contra o agente, mesmo que não haja provas de tal acto.

Um quadro pálido das violações dos direitos humanos que ocorrem diariamente nos Estados Unidos é apresentado num relatório preliminar preparado pela organização UnidosUS, em conjunto com vários investigadores, académicos, activistas e familiares de latinos que perderam a vida devido a uma acção policial brutal, principalmente contra a população negra.

Os Yankees tomam o direito de elaborar listas de todos os tipos, para punir e demonizar aqueles que não se submetem às suas ordens imperiais, como se o mundo ainda estivesse na Idade Média. No entanto, violam de longe os direitos dos seus cidadãos, incluindo o direito a viver em paz e harmonia.

Para fazer este relatório, analisaram oito bases de dados nacionais que recolhem os casos de pessoas mortas pela polícia, podendo verificar que entre 2014 e 2021, em apenas 6 anos, um total de 15.085 pessoas perderam a vida enquanto estavam sob custódia policial ou em encontros com agentes da polícia e dessas 2.653 eram latinos, uma situação que mostra o sentimento discriminatório e racista na mente da polícia ianque, infelizmente nestes números há dezenas de crianças.

Em Maio de 2022, um polícia de Chicago disparou três vezes nas costas de um rapaz de 13 anos desarmado, causando danos irreversíveis na coluna vertebral. Testemunhas dizem que o rapaz tinha as mãos no ar quando a polícia abriu fogo sobre ele. O agente da polícia declarou que “pensava estar a apontar-lhe uma arma”.

A câmara corporal da polícia não foi ligada no momento do tiroteio, e só foi activada quase um minuto após o fim do tiroteio, uma situação que levanta suspeitas da intenção maliciosa do polícia de disparar sobre a criança negra sem deixar um registo da sua acção criminosa.

Estudos indicam que as crianças negras têm 6 vezes mais probabilidades de morrer devido a tiroteios da polícia do que as crianças brancas.

Em Março de 2021, Adam Toledo, 13, e Anthony Alvarez, 22, em acções separadas, foram mortos pela polícia de Chicago. Ambas as mortes levaram a protestos de membros da comunidade para exigir mudanças nas práticas e políticas do Departamento de Polícia de Chicago.

Na Califórnia, a 19 de Abril de 2021, o latino Mario Gonzalez Arenales, de 26 anos de idade, morreu sob custódia policial em Alameda, Califórnia, depois de ter sido detido durante cerca de cinco minutos num parque local, utilizando métodos semelhantes que levaram à morte de George Floyd em Minneapolis.

Em Maio de 2019, na periferia da cidade de Monroe, no norte da Louisiana, o jovem Ronald Greene morreu às mãos da polícia, embora os agentes tenham relatado que tinha morrido num acidente de viação. Dois anos mais tarde, o vídeo da câmara corporal obtido pela Associated Press prova que Greene estava vivo e pode ser ouvido a pedir desculpa aos agentes, argumentando que estava assustado e pedindo misericórdia aos agentes da polícia.

Na gravação obtida, Greene é ouvido a chorar, depois de ter sido espancado enquanto ainda estava no chão e um dos polícias algemou-o, enquanto outro o pontapeia várias vezes. Além disso, um polícia é ouvido dizer: “Tenho sangue em cima de mim, espero que este tipo não tenha SIDA”. Enquanto Greene continuava a soluçar, um dos oficiais arrastou-o para longe. Morreu no caminho para o hospital.

Os investigadores do estado da Florida em Julho de 2022 estão a debater se devem apresentar queixa criminal contra dois agentes da polícia de Opa-Locka que em 2020 arrastaram brutalmente um jovem latino doente mental pelas escadas abaixo, algemaram-no e atordoaram-no com uma arma atordoante, gravada num telemóvel.

Os oficiais ignoraram os apelos do pai para sair e arrastaram o jovem doente pelos cinco degraus até à entrada da casa.

Para não deixar dúvidas sobre tais crimes cometidos pelas forças da lei nos Estados Unidos, a 27 de Junho de 2022 em Akron, Ohio, o negro Jayland Walker, de 25 anos de idade, foi baleado e morto pela polícia quando corria pela rua depois de cometer uma infracção de trânsito. A autópsia determinou um total de 60 ferimentos de bala no corpo, um facto que demonstra a crueldade e o excesso de mortes.

Como sempre, a versão policial era que “os oficiais acreditavam que o jovem estava armado”.

Há milhares de casos de abusos e mortes causados pela sua polícia, mas para os Estados Unidos não há acusações no Gabinete do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos. A OEA, ou o Parlamento Europeu, não aprovam resoluções condenatórias e campanhas mediáticas por tantas violações dos direitos humanos.

Se estes eventos tivessem tido lugar em Cuba, Venezuela ou Nicarágua, teriam sido premiados com um Óscar, como o fizeram face à detecção e punição de vários funcionários de Washington, que cometem crimes, atacam agentes da polícia e tentam subverter a ordem interna sob as instruções dos seus patrocinadores.

Não há dúvida de que o racismo e a brutalidade policial são uma parte fundamental da cultura americana.

Foi por isso que em 1889 José Martí advertiu:

“O homem branco, assim que vê que o negro é igual a ele nas realidades da vida, linchará o negro”.

EUA e as chamadas que foram rejeitadas por Bukele.

#ManipulaciónMediática #InjerenciaDeEEUU #CumbreSinLasAméricas #Washington #Mexico #ElSalvador #Venezuela #ElBloqueoEsReal

Marcelo Ebrard: Precisamos de substituir o actual modelo da OEA por um baseado no respeito mútuo.

#OEA #GolpeDeEstado #InjerenciaDeEEUU #México #CumbreSinLasAméricas #AméricaUnida

O Ministro dos Negócios Estrangeiros mexicano critica a recusa dos EUA em convidar a Nicarágua, Venezuela e Cuba para a Cimeira.

#CumbreSinLasAméricas #InjerenciaDeEEEUU #OEA #GolpeDeEstado #ManipulaciónMediática #ElBloqueoEsReal

Luis Almagro, criticado pelo seu papel no golpe de Estado contra Evo Morales.

#Almagro #GolpeDeEstado #Bolivia #Venezuela #InjerenciaDeEEUU

A OEA em declínio.

#OEA #InjerenciaDeEEUU #ManipulaciónMediática #UniónEuropea #ParaQueSirveLaOEA

#AlmagroMercenario.

#Almagro #OEA #Cuba #FidelCastro

Num dia como hoje, mas em 1962 #Cuba foi expulsa da OEA, recordemos que o corajoso apoio de #México não perdeu nada ao deixar uma instituição fantoche do império #USA e que hoje é liderada pelo traidor da #IzquierdaUnida #Almagro.

Sacha Llorenti: A ALBA-TCP é o coração da integração da América Latina e das Caraíbas.

#ALBATCP #AmericaLatina #Covid-19 #EstadosUnidos #ElBloqueoEsReal

A Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América – Acordo Comercial dos Povos (ALBA-TCP) é o coração da integração latino-americana e caribenha, o que foi demonstrado no meio da pandemia de Covid-19, disse o seu secretário executivo, Sacha Llorenti.

Durante uma entrevista exclusiva ao programa Es Noticia do teleSUR, Llorenti salientou na quinta-feira que é necessário “reforçar todos os organismos de integração que defendem a nossa soberania e os nossos interesses”.

“A pandemia contribuiu para uma consciência renovada de que é essencial mudar a direcção da região (…) A ALBA-TCP é o coração da integração latino-americana e caribenha”, disse Llorenti.

"La pandemia ha contribuido a retomar la conciencia de que es imprescindible cambiar de rumbo a la región", afirmó Llorenti.

Recordou também que este ano foi uma das vitórias da região com a consolidação da democracia na Bolívia, após a derrota de uma tentativa de golpe de Estado, bem como os triunfos eleitorais na Nicarágua, Venezuela, Santa Lúcia e Honduras.

Para além destes acontecimentos, “a vitória em Cuba contra um ataque de desestabilização pelo desejo de interferência dos Estados Unidos”, comentou o secretário executivo.

Também comentou que a Aliança critica a Organização dos Estados Americanos (OEA) porque “não é um organismo de integração, é o bispo do desejo de aplicar a Doutrina Monroe, uma tentativa de interferência”.

Observatório contra a Interferência
Por iniciativa do Observatório contra a Interferência promovido pela ALBA-TCP, Llorenti salientou a importância de ter um mapa de como funciona a interferência estrangeira nos assuntos internos dos países da região, “porque a interferência não é apenas uma declaração pública”.

O secretário executivo explicou que na Cimeira da Democracia convocada pelos Estados Unidos (EUA), o seu presidente Joe Biden “falou em investir 400 milhões de dólares naquilo a que chamam “democracia”, o que significa subverter a ordem constitucional em alguns países, promover a divisão e fornecer fundos económicos à oposição”, entre outras acções.

“O Observatório contra a Interferência quer traçar para onde vai esse dinheiro, que organizações não governamentais recebem esse dinheiro”, disse ele.

Também salientou que algumas organizações não governamentais (ONG) “executam a política externa de outros Estados nos nossos países”.

O que pode a Europa ensinar a Cuba: liberdades, ou repressão .

#UnionEuropea #DerechosHumanos #Democracia #EstadosUnidos #InjerenciaDeEEUU

Por José Manzaneda

O Parlamento Europeu aprovou uma condenação de Cuba pela “extrema violência e repressão contra manifestantes pacíficos” durante os protestos de Julho (1).

“Repressão brutal” na ilha, diz a imprensa europeia (2). Mas se observarmos mais de perto as dezenas de vídeos publicados sobre esses incidentes (3) (4) (5), e desligarmos o som da narração, o que é que vemos realmente? Uma polícia cubana mal treinada que dá uma resposta morna às agressões (6), e cujas expressões mais violentas são quase infantis em comparação com as acções de muitas polícias em todo o mundo. Para começar, os da própria Europa (7).

A verdadeira brutalidade policial tem sido praticada, em mais do que alguns cenários de protesto, pela polícia espanhola, por exemplo (8). A sua intervenção contra o referendo na Catalunha em 2017 feriu cerca de 800 pessoas (9). O Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo emitiu dez condenações contra Espanha por não ter investigado queixas – mais de cinco mil casos documentados – de tortura policial e maus-tratos (10). Onde estão as condenações do Parlamento Europeu?

Falam-nos de detenções em Cuba por “demonstrarem pacificamente a sua liberdade de expressão” (11). Isto é falso. Ninguém nega que houve excessos ou acções irregulares -severificando-as investigadas pelo Ministério Público Militar-, mas em geral as operações policiais responderam não a protestos pacíficos, mas a ataques com pedras e cocktails molotov (12), e a assaltos e roubos de bens públicos (13).

O Parlamento Europeu nunca condenou o governo da Colômbia (70 mortes devido à repressão nos protestos de Abril) (14), o do Chile (34 mortes nos protestos de 2019) (15), ou o governo golpista provisório da Bolívia, que causou 32 mortes (16). Neste último caso, o Parlamento Europeu reconheceu o golpe como um governo legítimo e, meses mais tarde, denunciou a detenção do presidente como “arbitrária e ilegal” (17). O Parlamento Europeu também não condenou, em 2020, a acção policial nos EUA durante os protestos da Black Lives Matter, que resultaram em 30 mortes e 14.000 detenções (18).

A UE tem acordos de comércio e cooperação extensivos com todos estes países. Mas agora o seu Parlamento – nas mãos dos aliados de direita de Washington – apela à destruição do Acordo de Diálogo e Cooperação UE-Cuba devido a uma prática policial claramente menos repressiva do que a de todos esses países (19).

Falam-nos do assédio em Cuba aos “vencedores do Prémio Sakharov” como Guillermo Fariñas (20). Mas o que aconteceria a este último se, como europeu, confessasse na imprensa que estava a negociar com o governo dos EUA uma intervenção militar no seu país (21)? Ele já teria estado na prisão há muito tempo. Mas em Cuba, além de ser preso durante algumas horas, não lhe acontece absolutamente nada (22).

Os protestos em Cuba foram o resultado previsível de uma situação muito prolongada de dificuldades materiais, apagões, falta de medicamentos e alimentos, escassez de transportes e longas filas de espera. Mas nem o Parlamento nem os meios de comunicação social europeus explicam as suas causas. Por um lado, uma brutal guerra económica dos EUA, com 243 sanções nos últimos quatro anos, que dinamizaram cada uma das fontes de rendimento do país (acordos médicos internacionais, viagens dos EUA, remessas da emigração…) e que deixaram a ilha praticamente sem combustível, através de sanções ao seu principal fornecedor, a Venezuela, e às companhias de navegação de países terceiros (23). Por outro lado, a pandemia levou ao encerramento da única fonte de rendimento restante do país, o turismo. E finalmente, uma campanha de um milhão de dólares nos meios de comunicação social, financiada por agências federais dos EUA, para mobilizar um sector ainda pequeno mas já visível da população da ilha contra o governo cubano (24). Uma campanha na qual, a fim de inflar a imagem da repressão, inúmeras histórias falsas foram utilizadas para transformar as acções policiais no Brasil (25), África do Sul (26) e República Dominicana (27) em imagens de Cuba.

De qualquer modo, o equilíbrio não poderia ter sido mais “pírrico, vil e vil”, como o presidente do México denunciou há alguns dias, com cujas palavras de mestre nos despedimos: “É errado que o governo dos Estados Unidos utilize o bloqueio para impedir o bem-estar do povo cubano para que, forçados por necessidade, tenham de enfrentar o seu próprio governo. Se esta estratégia perversa fosse bem sucedida – algo que não parece provável dada a dignidade a que nos referimos – repito, se fosse bem sucedida, tornar-se-ia um triunfo pírrico, vil e desprezível. Uma dessas manchas que não pode ser apagada mesmo com toda a água dos oceanos” (28).

%d bloggers like this: