Chefe da OMS na Síria acusada de corrupção e fraude.

#OMS #Corrupção #Siria #Covid-19

JA Online

Funcionários do escritório sírio da Organização Mundial da Saúde (OMS) alegaram que a sua chefe administrou erradamente milhões de dólares, ofereceu presentes a funcionários do Governo e agiu com frivolidade enquanto a Covid-19 assolava o país.

© Fotografia por: DR

Mais de 100 documentos confidenciais, mensagens e outros materiais obtidos pela agência Associated Press (AP) mostram que funcionários da OMS disseram a investigadores que a representante da agência na Síria, Akjemal Magtymova, estava envolvida em comportamentos abusivos, pressionava funcionários da OMS a assinar contratos com políticos de alto escalão do Governo sírio e consistentemente desperdiçava fundos da Organização e de doadores.

De acordo com as denúncias, entre os presentes oferecidos a membros do executivo sírio estavam computadores, moedas de ouro e carros.

Magtymova recusou-se a responder a perguntas sobre as alegações, dizendo que estava “proibida” de compartilhar informações “devido às suas obrigações como funcionária da OMS” e descreveu as acusações como “difamatórias”.

As reclamações de pelo menos uma dúzia de funcionários desencadearam uma das maiores investigações internas da OMS em anos, envolvendo mais de 20 investigadores, de acordo com funcionários ligados à investigação.

A OMS confirmou, em comunicado, que está a rever as acusações feitas contra Magtymova e informou que recrutou a ajuda de investigadores externos.

OMS admite que pandemia pode terminar em breve na Europa.

#Euopa #Ómicron #Covid-19 #OMS

O diretor da OMS Europa, Hans Kluge, afirmou hoje que a variante Ómicron, que pode infetar 60% dos europeus até março, iniciou uma nova fase da pandemia de covid-19 na Europa que a pode aproximar do seu fim.

“É plausível que a região esteja a chegar ao fim da pandemia”, disse o principal responsável da Organização Mundial de Saúde (OMS) na Europa, ainda assim pedindo cautela, devido à imprevisibilidade do vírus.
“Quando a vaga da Ómicron diminuir, haverá, por algumas semanas ou meses, imunidade geral. Seja por causa da vacina ou porque as pessoas ficarão imunes devido às infeções, para além de uma quebra por causa da sazonalidade”, acrescentou Kluge, embora reconhecendo que ainda não foi atingido o estágio da endemia.
“Endémico significa (…) que podemos prever o que vai acontecer. Este vírus surpreendeu-nos mais de uma vez. Devemos, portanto, ter muito cuidado”, insistiu o responsável da OMS na Europa.
Na região da OMS Europa – que inclui 53 países, alguns deles localizados na Ásia Central – a Ómicron foi responsável por 15% dos novos casos de covid-19, em 18 de janeiro, mais de metade do que na semana anterior, segundo dados da OMS.
Na União Europeia e no Espaço Económico Europeu (EEE), esta variante surgiu no final de novembro, revelando-se mais contagiosa que a Delta, sendo agora dominante, de acordo com dados da agência europeia de saúde.
Kluge considera que, perante o recente aumento de casos de contaminação, as políticas de saúde devem agora centrar-se em “minimizar a disrupção e em proteger as pessoas vulneráveis”, em vez de procurar diminuir a intensidade da transmissão do vírus.
A covid-19 provocou pelo menos 5,58 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.
A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.
Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

Fonte: NM

Manipulación política para vacunas cubanas .

#CubaPorLaSalud #VacunasCubanas #CienciaEnCuba #OPS #OMS #Abdala #Soberana #CubaViveYAvanza

Lo publica nada mas y nada menos que “EL PAIS” aun cuando les duela a Estados Unidos y sus simpatizantes aceptarlo, las vacunas cubanas llevan salvando vidas hace casi un año sin promoción. #CubaVive

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Omicron: o grande fracasso da COVAX na luta contra o coronavírus.

#Omicron #Covid-19 #África #Salud #OMS

HIV/Sida afecta 2% da população angolana

#Salud #OMS #DiaMundialContraElSida #Covid-19

Alexa Sonhi JORNALISTA.

Cerca de dois por cento da população angolana, que é equivalente a aproximadamente 35 milhões de habitantes, é portadora do VIH/-Sida, segundo o inquérito de indicadores múltiplos de saúde, feito entre 2015 e 2016.

Os dados foram fornecidos ao Jornal de Angola pela directora do Instituto Nacional de Luta Contra Sida (INLS), Maria Furtado, no lançamento da campanha “Mensagem de voz  do projecto “Nascer livre para brilhar”. 
Acrescentou que, apesar do INLS trabalhar com esta taxa de dois por cento, tendo em conta o tempo (cinco anos), é possível que o nú-mero já tenha aumentado. Por isso, prosseguiu a médica, dentro em breve, a instituição fará outros estudos, para se saber qual é o real estado da doença no país, porque, segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), estes estudos devem ser feitos de quatro em quatro ano.  

“Devido à pandemia da Covid-19, não foi possível respeitar-se o tempo estipulado e tudo está a ser feito para que os trabalhos comecem e se defina bem qual é a taxa de prevalência em Angola”, sublinhou.  

Maria Furtado deu a conhecer que no país existem cerca de 28 mulheres grávidas seropositivas, mas, infelizmente, nem todas estão a ser acompanhadas e devidamente medicadas, tendo em conta que muitas não aparecem nas consultas e chegam, inclusive, a fazer os partos em casa.  

A directora do INLS explicou que, de Janeiro a Setembro do corrente ano, a instituição registou 14.460 casos positivos de VIH em mulheres grávidas e todas estão a ser devidamente acompanhadas pelo Programa de Corte de Transmissão Vertical, que permite que mães seropositivas possam dar à luz bebés saudáveis.  
Este programa, explicou a médica, acompanha as mulheres desde os três meses de gestação até aos 24 meses de vida do bebé e, durante este período, é feita a administração de retrovirais, para impedir que as mães passem o vírus aos bebés durante a nascença ou o período de amamentação.  

“É importante que se cumpra à risca o processo de me-dicação, porque a ciência já mostrou que um seropositivo que usa regularmente o retroviral tem poucas ou quase nenhuma possibilidade de transmitir o vírus a alguém”, sublinhou.   

Por ocasião do Dia Mundial de Luta contra a Sida, que hoje se assinala, a cantora Yola Semedo, embaixadora da campanha “Nascer livre para brilhar”, disse que, com a sua voz, vai continuar a trabalhar para sensibilizar a população, em especial as mulheres grávidas, no sentido de conhecerem o seu estado serológico, para que todas as crianças possam ter a possibilidade de nascer livres do HIV/Sida.    Yola Semedo diz ser importante que as mulheres saibam que o VIH/Sida existe e, acima de tudo, que há tratamento gratuito, para que mais ninguém seja infectado ou morra tanta gente com a doença.  

De recordar que o programa “Nascer livre para brilhar”, criado pelo Gabinete da Primeira- Dama da República de Angola, Ana Dias Lourenço, visa impedir que mais crianças nasçam infectadas com HIV e estejam condenadas à morte.   O projecto abrange mulheres a partir do terceiro mês de gravidez e recém-nascidos, até os 24 meses de vida.   OMS 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) dá conta que, actualmente, cerca de 37 mi-lhões de pessoas no mundo vivem com HIV, das quais mais de dois milhões são adolescentes. Do número de infectados, 22 milhões estão em tratamento.   

De acordo com a OMS, sem uma acção eficaz que acabe com as desigualdades existentes no mundo, será impossível alcançar o objectivo de acabar com a Sida até 2030.  

O #México celebra 211 anos do Grito de Independencia .

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COVID-19 no mundo: Venezuela criará um fundo com a OMS e OPAS para comprar vacinas.

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Retirado do CUBADEBATE .

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que seu país busca “um acordo prático e efetivo” com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), para a criação de um fundo de 300 milhões de dólares. compra de vacinas contra COVID-19.

El mandatario destacó que su gobierno sostiene un "buen nivel de programación y coordinación" con el sistema de Naciones Unidas. Foto: Reuters.
Maduro destacou que seu governo mantém "um bom nível de programação e coordenação" com o sistema das Nações Unidas. “Estamos trabalhando com o plano alimentar mundial para fazer avançar novos programas. Também com a UNESCO no fortalecimento de nosso sistema educacional, cultural e patrimonial na Venezuela”, disse ele.

Segundo Maduro, o Executivo também mantém contactos permanentes com o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, para tratar de questões nacionais e regionais. A esse respeito, afirmou: “Sabemos que as conexões com os diversos escritórios das Nações Unidas podem às vezes ser tensas devido à situação com a Venezuela, mas sempre buscamos o caminho da verdade e do diálogo”.

Na mesma linha, ele fez alusão ao encontro que teve anteriormente com a Relatora Especial para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Alena Douha, para avaliar o impacto das sanções americanas sobre a população.

“Tivemos uma reunião de quase uma hora e meia com o Relator Especial sobre o tema das medidas coercivas unilaterais contra a Venezuela. Uma hora e meia de trabalho. Isso é precisamente parte do bom estado das relações entre o governo da Venezuela e todo o Sistema das Nações Unidas. Devemos continuar com essas tarefas ”, enfatizou Maduro.

(Com informações da Rússia hoje)

“Negativo e indiferente à dor”: Bolsonaro é denunciado perante a ONU e a OMS por ter lidado com a pandemia.

#Brasil #JairBolsonaro #Covid-19 #ONU #SaludMundial

Jair Bolsonaro e seu governo foram recentemente denunciados por entidades religiosas e indígenas perante os escritórios de Direitos Humanos da ONU e da Organização Mundial da Saúde (OMS) por uma possível má gestão da pandemia do coronavírus no Brasil, terceiro país com maior número de infecções.

O texto foi assinado pela Conferência Nacional dos Bispos, o Conselho Nacional das Igrejas Cristãs, o Conselho Indígena Missionário, o Grupo Franciscano Internacional e a Fundação Luterana Diaconia. A intenção dessas organizações era pedir aos organismos multilaterais algum tipo de pressão para que o Executivo revisse suas políticas de saúde.

"Negacionista e indiferente al dolor": Bolsonaro es denunciado ante la ONU y la OMS por su manejo de la pandemia

“De cada dez pessoas mortas no mundo pelo covid-19, uma delas é do Brasil”, destacaram na carta. Eles também alertaram sobre um aparente “comportamento político, econômico e social contraditório, negação e indiferença à dor, que vem ampliando profundas desigualdades”.

A esse respeito, ressaltaram que as pessoas mais afetadas por esta posição governamental são os indígenas e afrodescendentes, “fortalecendo o racismo estrutural”. Chegam a considerar que o agravamento da emergência se deve a cortes orçamentários anteriores: “A Lei de Teto de Gastos, por exemplo, atrapalha o investimento público e contribui para o aumento das desigualdades com a privatização de serviços essenciais”.
Pedido de maior transparência

Entre as perguntas a Bolsonaro e seu governo, a carta destaca “a indiferença dos poderes públicos federal, estadual e municipal aos acontecimentos atuais”. Com esse tom, esse grupo de críticos clama por “uma investigação para apurar possíveis responsabilidades”.

Uma das questões mais importantes incidiu sobre a alegada falta de “transparência nas informações e confiança nas decisões dos representantes políticos em relação à contenção do covid-19”.

Paralelamente, apoiaram “os mais de 60 pedidos de destituição do presidente, nomeadamente por crimes de responsabilidade no que diz respeito à política de saúde em tempos de pandemia”.

Por fim, destacaram que hoje no Brasil “as notícias falsas são amplamente utilizadas com o objetivo de reduzir a adesão popular às recomendações de saúde baseadas em evidências científicas e promover o ativismo político contra as medidas de saúde pública necessárias para conter o avanço da covid-19”.
Momento critico

HOY / Bolsonaro dice que desea asistir a la "nueva investidura" de Donald  Trump

Atualmente, a situação mais alarmante do ‘gigante sul-americano’ está no estado do Amazonas. Muitos hospitais estão saturados e há escassez de suprimentos básicos, como respiradores e tubos de oxigênio. Enquanto isso, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está sendo investigado pelo Supremo Tribunal Federal por suspeita de não ter respondido a tempo à falta de oxigênio naquela jurisdição, após a morte de 50 pessoas em meio ao desabamento do hospital.

Sobre isso, Bolsonaro disse: “Não é nossa competência e não somos responsáveis ​​por trazer oxigênio para lá, demos a ele os meios.” Ele também disse que seu ministro fez um “trabalho excepcional”.

Dados oficiais do governo refletem que em nível nacional, um total de 9,2 milhões de infecções confirmadas e mais de 224.000 mortes já foram registradas. Por sua vez, pelo quinto dia consecutivo, o Brasil teve mais de mil mortes por dia. Durante a crise da saúde, a política oficial era priorizar o funcionamento da economia e a quarentena obrigatória nunca foi decretada em nível federal.

Biden em seu primeiro dia assinou decretos e diretrizes.

#EleccionesEEUU #EstadosUnidos #JoeBiden #Capitolio #Covid-19 ##DonaldTrumpCulpable #ForaTrump #NoMoreTrump #OMS #Salud #AcordoDoParis

Autor: Raúl Antonio Capote | internacionales@granma.cu

Washington, a capital do império, acordou guardada por milhares de soldados. O Capitólio, onde foi realizada a cerimônia de posse do novo presidente, cercado por arame farpado, protegido por barricadas, lembrava a imagem de um dos muitos filmes de Hollywood, onde terroristas ou alienígenas ameaçam o símbolo do poder americano.

A cerimônia de posse foi marcada por excepcionalidades. Em vez dos muitos convidados habituais a estes eventos, apenas mil acompanharam Joe Biden e Kamala Harris, fortes medidas de proteção contra a COVID-19 coloriram o dia e, sobretudo, a ausência do presidente cessante, Donald Trump, algo que não Acontecia desde 1869.

Em seu primeiro discurso como presidente dos Estados Unidos, discurso em que abundaram as referências ao caráter excepcional de um país, “essencial” na hegemonia mundial, Joe Biden ofereceu palavras de otimismo e fé no futuro imediato da nação.

Joe Biden asumió este miércoles, 20 de enero, como el presidente No. 46 de Estados Unidos, elegido para gobernar al país los próximos cuatro años.

“Eu sei que falar sobre união pode soar como uma fantasia boba para alguns hoje em dia. As forças que nos dividem são profundas e reais, mas não são novas ”, afirmou. Biden referiu-se aos milhões de empregos perdidos, às centenas de milhares de empresas fechadas, aos despejos e à necessária justiça racial “adiada por 400 anos”.

Em um dos momentos mais aplaudidos de seu discurso, o presidente descreveu a situação atual como uma “guerra incivil” e pediu a defesa dos valores fundadores do país.

Por outro lado, o ex-presidente Barack Obama tuitou uma mensagem para o presidente eleito Joe Biden, horas antes da cerimônia no Capitólio: “Este é o seu momento”, escreveu Obama.

Enquanto isso, depois de mais de dois meses sem aceitar os resultados das eleições de 3 de novembro, o presidente cessante Donald Trump, optou por se despedir com um vídeo de quase 20 minutos.

No audiovisual, Trump destacou as “conquistas” de sua gestão, incluindo, incrivelmente, o que chamou de construção do “maior movimento político da história”, e prometeu que voltaria de “alguma forma”.

Com apenas algumas horas no cargo, Joe Biden assinou 17 decretos e diretrizes para implementar sua promessa de mudar urgentemente os quatro anos de políticas equivocadas de Donald Trump.

Entre os mais significativos estão o retorno dos EUA à Organização Mundial da Saúde (OMS), a proibição da discriminação no emprego no governo federal com base na orientação sexual e o retorno ao Acordo do Clima de Paris.

Biden tem a missão de lavar a imagem danificada pelas políticas errôneas de seu antecessor, salvar o modelo americano de “democracia” e tentar unir o país. Quem ocupa a posição no cargo oval, o império, no interesse da autopreservação como sistema, sempre buscará formas de se reconstruir.

Qual foi o legado de Trump ao passar pela Casa Branca?

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