O petróleo Brent excede US $ 30 pela primeira vez desde 15 de abril.

OPEP critica recusa dos EEUU em permitir aumento do petróleo.

OPEP critica recusa dos Estados Unidos em permitir aumento do petróleo

O secretário-geral da OPEP criticou hoje aquilo que considerou ser a “falta de responsabilidade” dos Estados Unidos, cuja administração defende preços de petróleo nos mercados internacionais abaixo dos 50 dólares por barril.

Mohamed Sanuzi Barkindo, engenheiro nigeriano que lidera a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), falava aos jornalistas após uma reunião, em Luanda, com o conselho de administração da petrolífera angolana Sonangol, no quadro da visita de trabalho de dois dias a Angola.

“Os Estados Unidos foram afetados negativamente quando houve a crise de 2015 e 2016 e até mesmo em 2017. Percebemos. Mas ressalvamos que é necessário manter a estabilidade no mercado de petróleo e que isso é bom para os Estados Unidos e para as petrolíferas norte-americanas. Mas, para nós, era necessário mantermo-nos focados e não ceder a essa falta de responsabilidade”, referiu Barkindo.

Segundo o secretário-geral da OPEP, os países produtores, as empresas multinacionais e nacionais e consumidores “estão todos no mesmo barco”.

“Lançamos um diálogo energético com os Estados Unidos e temo-nos encontrado com diversas empresas do setor norte-americano. Acreditamos que as decisões que tomamos são, não só boas para a OPEP, como também para os produtores e ainda para os países consumidores”, sublinhou.

“Os Estados Unidos, que são hoje o maior produtor de petróleo do mundo, que se tornou recentemente um exportador líquido de crude para os mercados internacionais, [terão benefícios], assim como para os países que são grandes consumidores, como a China, a Índia, Japão e outros. Vivemos uma economia global e a nossa indústria é também global”, frisou.

O foco, prosseguiu, é criar estabilidade entra a oferta e a procura, sendo necessário “equilibrar” o mercado, razão pela qual a OPEP não fixa os preços do petróleo, pois é o próprio mercado que os determina.

Nesse sentido, Barkindo escusou-se a avançar o que poderia ser um preço ideal para a OPEP. Continuar a ler “OPEP critica recusa dos EEUU em permitir aumento do petróleo.”

Declaração final da reunião da OPEP sai sexta-feira.

 

 

Os ministros necessitam aprimorar consensos quanto à uma posição comum dos membros sobre a questão redução da produção.

Nesta sexta-feira, antes da 5ª reunião entre os OPEP e não OPEP, os ministros da OPEP voltam a sentar-se à mesa para produzirem uma declaração consensual.

No encontro, em que o Sudão e África do Sul participam como observadores, o presidente da OPEP o ministro da Energia do Emirados Arabes Unidos, Suhail al-Mazroui, avançou como desafios para 2019 o possível abrandamento da procura e eventual aumento da produção por parte dos não OPEP.

Na reunião de Viena, está em discussão a estratégia da organização para 2019 e o volume de produção face à queda, nas últimas semanas, do preço do crude nos mercados internacionais que, depois de atingir os 85 dólares/barril, tem vindo a descer.

Hoje, o barril de petróleo Brent, para entrega em Fevereiro, abriu no mercado de futuros de Londres cotado a 60,89 dólares, uma variação negativa de 1,29% em relação ao fecho de quarta-feira, quando o preço do petróleo que serve de referência para Angola fechou a 61,56 dólares. Continuar a ler “Declaração final da reunião da OPEP sai sexta-feira.”

Venezuela à frente da OPEP.

VENEZUELA ESTARÁ EM FRENTE À OPEP A PARTIR DE JANEIRO

A nação de Bolívar presidirá a reunião e apresentará novas estratégias que permitam a estabilização e aumento do preço do petróleo bruto no mercado internacional, apesar da queda que o setor teve nos últimos anos e de acordo com o cumprimento de suas funções como país membro do bloco. agência, disse Telesur. Na XI reunião do Comitê Ministerial Conjunto de Monitoramento da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), o ministro do Petróleo e Presidente da Petróleos da Venezuela, Manuel Quevedo, afirmou que a delegação venezuelana está preparada para cumprir a responsabilidade atribuída, Por isso, eles têm estudado os últimos relatórios, para enfrentar os atuais desafios do comércio de hidrocarbonetos. (Telesur) Continuar a ler “Venezuela à frente da OPEP.”

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