A importância de dizer sim.

#Cuba #DerechosHumanos #Familias

Por Alejandra Brito Blanco

Hoje fui votar muito cedo. As ruas ainda estavam meio vazias. Só conseguia ouvir o rugido de uma máquina de lavar roupa, aproveitando a água que entrava no bairro, ou a conversa de transeuntes espalhados pelas esquinas das ruas. Embora pareça um dia normal, como qualquer outro, não o é.

Foi dito que este é um momento histórico, um dia transcendental, uma transformação que marcará o futuro das novas gerações. É verdade, e ainda estamos a ficar aquém das expectativas. Quando aprovarmos o novo Código de Família – sim, confio no bom senso e na cultura do povo cubano – estaremos a dar mais um passo em direcção à equidade que tanto esperamos. Vamos colocar o nosso país, mais uma vez, na vanguarda do mundo, desta vez no domínio do desenvolvimento social e do reconhecimento dos direitos da família.

Embora haja apoio em várias nações de todo o mundo aos preceitos estabelecidos na proposta legal, esta é a primeira vez que um documento deste tipo foi construído colectivamente e depois submetido a um referendo popular.

Mais de um ano depois, após a elaboração de mais de 25 versões, aqui estamos nós. O dia chegou. Nem mesmo uma tempestade tropical perto da ilha nos poderia manter afastados das urnas.

Vi pessoas a chegar às mesas de voto assim que abriram, com a luz do amanhecer atrás delas. Marquei a minha própria cruz no Sim, passando várias vezes as linhas, como se desse modo pudesse marcar a profecia da vitória no papel.

Estudei o texto com um olhar crítico, documentei-me a mim próprio a fim de o compreender plenamente, e não sinto senão orgulho por ter atingido este nível de compreensão da diversidade social, das múltiplas faces da Cuba de hoje.

Eu acredito em Cuba, em cubanos. Nada a favor das próximas gerações pode ser negado por causa de preconceitos e palavras maliciosas. O amor será a lei.

Quais são as chaves para compreender o declínio dos EUA como uma potência mundial?

#InjerenciaDeEEUU #Democracia #DerechosHumanos #Racismo

“Obsoleto! Bukele é crítico em relação à OEA e também em relação à ONU!

#Bukele #OEA #ONU #Política #AmericaUnida

“É uma injustiça”: Gustavo Petro pede aos Estados Unidos que retirem Cuba da lista de países que promovem o terrorismo

O presidente Gustavo Petro destacou o papel de Cuba no restabelecimento das negociações com o ELN – Foto: Javier Barragán / Revista Semana

O presidente Gustavo Petro juntou-se nesta quinta-feira às vozes que pedem ao governo dos Estados Unidos que retire Cuba da lista de países que promovem o terrorismo, status no qual a ilha foi incluída por decisão do ex-presidente Donald Trump.

A declaração do chefe de Estado colombiano foi feita após tomar conhecimento de uma carta assinada por 80 congressistas colombianos de partidos progressistas, especialmente do Pacto Histórico, na qual pedem ao governo Joe Biden que retire Cuba desta “lista negra”.

A carta enviada em 21 de setembro é endereçada à vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, além da presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e Csaba Korösi, presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Nesse sentido, Petro afirmou que ter Cuba nesta condição de país que promove o terrorismo é “uma injustiça internacional”.

O presidente colombiano explicou que durante as negociações de paz com o ELN no governo de Santos, Cuba se ofereceu “de boa vontade” para servir de palco para as negociações e alguns protocolos foram assinados para eles.

“Mas depois, quando o governo Duque decidiu sabotar o processo de paz levado a cabo por Santos, durante o governo de Donald Trump, acusaram Cuba de se ter oferecido para acolher as negociações e colocaram-no nessa lista”, afirmou Petro.

O chefe de Estado assegurou: “Reabrimos essas negociações, reabrimos os protocolos”.

Por isso, pediu ao governo de Joe Biden que retire Cuba desta lista para que “cesse essa injustiça internacional”.

“Pedimos ao governo dos Estados Unidos que pare com essa injustiça cometida entre o governo de Duque e Trump, porque a única coisa que Cuba fez foi oferecer um espaço para que um processo de paz pudesse ser finalizado”, explicou Petro.

Desta forma, o presidente colombiano se junta ao pedido dos 80 congressistas colombianos que veem “com preocupação que um país que há anos é garantidor dos acordos de paz na Colômbia tem sido chamado de país patrocinador do terrorismo pelo governo dos Estados Unidos. Ingressou”.

Na carta, os legisladores de partidos alternativos acrescentam que “Cuba provou ser um Estado amigo do povo colombiano, por meio de seu apoio à construção da paz em nosso país e em vários campos do desenvolvimento social, como saúde e educação. educação. “.

A comunicação também deixa claro que o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, ratificou sua vontade de continuar trabalhando pela paz, para isso ofereceu seu país como um local alternativo para as negociações do processo de paz com o ELN. sua experiência como garantidor do acordo entre os guerrilheiros das FARC e o governo de Juan Manuel Santos.

“A inclusão de Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo internacional levou ao fechamento de qualquer possibilidade de financiamento no mercado mundial, aumentando as carências e dificuldades de acesso da sociedade cubana aos recursos básicos”, afirma a carta.

Imediatamente acrescentaram que fazer parte da lista negra dos Estados Unidos “é uma declaração injusta que não só ameaça os direitos humanos do povo cubano, mas também ameaça, ao mesmo tempo, as aspirações de paz em nosso país”.

A carta já gerou reações. O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, disse: “Profunda gratidão aos mais de 80 congressistas colombianos por esta iniciativa, solicitando que #Cuba seja removido da lista de Estados que patrocinam o terrorismo pelo governo dos EUA, onde nunca deveria estar. Ratificamos nosso compromisso invariável com a paz na #Colombia.

Cubadebate

O Petro liberta-se das garras do império.

#Colombia #InjerenciaDeEEUU #Politica

Membros do Conselho da República tomam posse hoje na Cidade Alta.

#Angola #Política #EleccionesPresidenciales

Jornal de Angola

Os membros do Conselho da República tomam posse, hoje, no Palácio da Cidade Alta, após designação, ontem, pelo Chefe de Estado, João Lourenço, com destaque para figuras como o antigo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, e a jornalista Paula Simons.

O novo Conselho que entra em funções hoje, resulta da necessidade de adequar a sua organização e o funcionamento à investidura do Presidente da República © Fotografia por: Santos Pedro | Edições Novembro

A nota de imprensa a que o Jornal de Angola teve acesso, realça a Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, que assumiu as funções após ser eleita no pleito de 24 de Agosto. Assim, a Secretária para os Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa do Presidente da República refere, a propósito, que, por inerência de funções, passam a integrar, igualmente, o órgão colegial a presidente da Assembleia Nacional, Carolina Cerqueira, e o procurador-geral da República, Hélder Pitta Gróz.

A lista prossegue com a vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, os presidentes da UNITA, Adalberto Costa Júnior, da FNLA, Nimi a Simbi, do PRS, Benedito Daniel, e do PHA,  Florbela Malaquias.

Para integrarem, também, o órgão, o Presidente da República, João Lourenço, designou Adriano Botelho de Vasconcelos, Alfeo Vinevala Sachiquepa, António Charles Muanauta Cabamba e Deolinda Dorcas Zola da Graça Paulo Teca.

Foram designados, de igual modo, Fernanda Renée Ulombe Samuel, Francisco Manuel Monteiro de Queiroz, Ismael Mateus Sebastião, Jorge Alicerces Valentim e José Carlos Manuel de Oliveira Cunha.

Completam a lista Luís Nguimbi, Manuel António Monteiro, Paula Marina Valério Alho Simons, Rosa Maria Martins da Cruz e Silva, Suzana Deolinda Sousa Mendes Viriato, Suzete Francisco João.

A nova composição do Conselho da República resulta da necessidade de adequar a sua organização e o funcionamento à investidura do Presidente da República e da Vice-Presidente da República, bem como a tomada de posse dos deputados à Assembleia Nacional, na sequência das Eleições Gerais de 24 de Agosto.

O Conselho da República é um órgão Colegial Consultivo do Chefe de Estado, do qual fazem parte o Vice-Presidente da República, os presidentes da Assembleia Nacional, dos partidos políticos com assento parlamentar, o procurador-geral da República e a vice-presidente do MPLA, entre outros figuras.

Os laços entre Cuba e Vietnã são baseados na amizade de seus líderes históricos

Foto: Ariel Cecilio Lemus

Autor: Nuria Barbosa León

Ontem, o membro da Secretaria do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) e chefe de seu Departamento Ideológico, Rogelio Polanco Fuentes, recebeu o vice-ministro de Assuntos Internos do Vietnã, Vu Chien Thang, que o informou da desejo de aprofundar as relações entre os dois países.

Polanco Fuentes lembrou a simbologia da data, já que há 49 anos o comandante em chefe Fidel Castro Ruz visitou a nação indochinesa pela primeira vez, e em 2023 serão realizadas várias atividades para evocar o meio século do evento.

Ele atualizou o visitante sobre a situação em Cuba, e disse que o fortalecimento dos laços fraternos entre as duas partes se baseia na amizade mantida entre os líderes Ho Chi Minh e Fidel Castro e Raúl Castro.

Vu Chien Thang solicitou enviar uma saudação ao Primeiro Secretário do PCC e Presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, em nome da liderança de seu Partido e de seu Governo. Ratificou também a posição de continuar a fortalecer as relações exemplares de fraternidade, amizade tradicional e solidariedade fiel.

A delegação vietnamita cumpre uma intensa agenda de trabalho, que começou em 19 de setembro, com uma homenagem ao herói Ho Chi Minh, no parque de Havana com o mesmo nome, e até amanhã visita locais de interesse socioeconômico.

Foto: Ariel Cecilio Lemus
Foto: Ariel Cecilio Lemus

granma

A Venezuela afina os detalhes para a abertura da fronteira com a Colômbia.

#Venezuela #Colombia #Política #Economía

Para além da abertura da fronteira, os voos entre as duas nações serão retomados na próxima segunda-feira.

O Presidente venezuelano Nicolás Maduro Moros afirmou na segunda-feira que prosseguem os preparativos para a abertura da fronteira com a Colômbia, agendada para 26 de Setembro.

“Amanhã (terça-feira) há uma reunião com o Ministro dos Transportes colombiano. Na quarta-feira haverá uma videoconferência com os Ministros do Comércio e da Economia da Colômbia e da Venezuela e com o Vice-Presidente Executivo Delcy Rodríguez. Estamos a afinar os detalhes para uma boa e satisfatória abertura”, disse o dignitário.

“Estamos a coordenar todos os detalhes para que este primeiro passo seja ambicioso para avançarmos para onde devemos chegar: uma abertura total, absoluta e livre”, disse o Presidente Nicolás Maduro. | Foto: Imprensa Presidencial

Da mesma forma, o Chefe de Estado explicou que o Ministro da Defesa, Vladímir Padrino López, estava em contacto com o seu homólogo colombiano, Iván Velásquez.

“Estamos a coordenar todos os detalhes para que este primeiro passo seja um passo ambicioso para avançar em direcção ao que devemos alcançar: uma abertura total, absoluta e livre da fronteira entre a Venezuela e a Colômbia”, salientou o líder bolivariano.

Sobre esta questão, o líder venezuelano agradeceu ao seu homólogo Gustavo Petro pela sua posição a favor da abertura da fronteira comum, mostrando também o seu interesse no desenvolvimento da população fronteiriça binacional.

A abertura da fronteira entre a Venezuela e a Colômbia está prevista para 26 de Setembro, no que o presidente venezuelano descreveu como um primeiro passo importante nas relações entre os dois países, que se deterioraram desde a chegada ao poder do ex-presidente Iván Duque.

Vale a pena lembrar que os voos entre a Venezuela e a Colômbia serão retomados nessa segunda-feira, outro sinal da aproximação entre os dois governos.

Após múltiplos ataques (tanto verbais como físicos e militares) promovidos pela Colômbia contra o povo e o governo venezuelanos, o então presidente da Colômbia, Duque, reconheceu Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

Como resultado, o legítimo governo venezuelano chefiado pelo líder da revolução, Nicolás Maduro Moros, decidiu romper as relações diplomáticas com Bogotá.

Após a vitória nas últimas eleições do Presidente Gustavo Petro, a chegada do embaixador colombiano Armando Benedetti a Caracas a 29 de Agosto foi um sinal de uma nova vida nas relações diplomáticas. As fronteiras entre os dois países abrir-se-ão após serem fechadas durante quase sete anos.

As sondagens mostram que Lula alarga a sua liderança nas intenções de voto.

#EleccionesPresidenciales #Lula #JairBolsonaro

De acordo com o inquérito da FSB Pesquisa, o líder PT alcançaria 44% dos votos e Jair Bolsonaro capitalizaria 35%.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores (PT), continua a liderar nas intenções de voto antes das eleições de 2 de Outubro e aumentou a sua liderança em 3% em relação ao que deveria ser o seu maior rival, o actual presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o inquérito conduzido pelo Instituto FSB Pesquisa, o líder PT atingiria 44 por cento dos votos, enquanto Bolsonaro capitalizaria 35 por cento.

No cenário de um possível run-off entre Lula e Bolsonaro, o líder do PT ganharia com 52%, em comparação com os 39% para o titular. | Foto: @LulaOficial

Segundo o inquérito da semana passada, o ex-presidente Lula aumentou a sua liderança em três por cento, enquanto que a liderança do actual presidente permaneceu a mesma de antes.

Entre os outros candidatos, Ciro Gomes lidera com sete por cento (dois por cento menos do que na sondagem anterior). É seguido pela Senadora Simone Tebet com cinco por cento (menos dois por cento do que na sondagem anterior).

Mais atrás está a Senadora Soraya Thronicke, que tem um por cento dos votos, o mesmo que na sondagem anterior. Os votos em branco e estragados representaram quatro por cento.

No cenário de uma possível fuga entre Lula e Bolsonaro, o líder do PT triunfaria com 52%, para 39% para o presidente da extrema-direita.

A sondagem revelou também que 45% dos eleitores rejeitam Lula, enquanto 55% rejeitam Bolsonaro.

Para realizar a sondagem, o inquiridor teve de entrevistar 2.000 pessoas por telefone entre 16 e 18 de Setembro. A margem de erro é de dois por cento, enquanto o intervalo de confiança é de 95 por cento.

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