Posts Tagged With: Che Guevara

O Che vive na África

Por Rubén G. Abelenda (*)

Ernesto Guevara da Serna, Che para a prefeitura dos habitantes deste mundo, continuando a marcha gloriosa pelos remetentes da África, como o hizo no pasta centuria durante seus lucros pela independência deste continente, porque as novas gerações do llevan permanentemente em sua ação e pensamento. Continuar a ler

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Para Guevara, sem reverências

Ernesto Che Guevara

JoseAlejandro Rodriguez

Prefiro falar sobre você com o ministro-guerrilheiro-ministro, sem ter hierarquias, tão bem merecidas por ele a título de exemplo, coragem e inteligência. Prefiro tê-lo à mão e interrompê-lo, em meio às complexidades e até à turbulência do presente. Seja o vizinho que confia suas preocupações e critérios e caminha ao seu lado, tentando, sem sucesso, acompanhá-lo sem apoiá-lo.

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Campos de concentração dos #EUA: A exceção latino-americana (#latinoamerica #camposdeconcentração #CIA #wikileaks)

Fonte: Vermelho

A América Latina é a única área do planeta onde os campos de concentração e de tortura da CIA não se implantaram.

 

O mapa diz tudo. Como ilustração para um terrível novo relatório, “Globalizing Torture: CIA Secret Detentions and Extraordinary Rendition” [Globalizar a Tortura: Prisões secretas da CIA e as “entregas extraordinárias” (de prisioneiros políticos a outros países para serem torturados fora do território norte-americano)] recentemente publicado pelo Open Society Institute, o Washington Post construiu um infográfico igualmente terrível: todo pintado de vermelho, como encharcado em sangue; mostra que nos anos depois do 11/9 a CIA transformou quase todo o planeta em um gigantesco arquipélago de campos de concentração. Continuar a ler

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Mais documentos revelam os planos da CIA para matar a Fidel / + I Parte Documentário “O mérito é estar vivo”

Documentário baseado no livro homônimo do escritor cubano Luis Baez que relata várias tentativas de assassinato, derrubada e até tentativas de difamação da CIA contra o ex-presidente cubano Fidel Castro.

Milhares de documentos do procurador-geral dos Estados Unidos entre 1961 e 1964, Robert Kennedy, irmão do Presidente Kennedy, revelou os planos da CIA para destruírem a Revolução Cubana.

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Para terminar o comunismo em Cuba e, pessoalmente, com o poder de Castro, o governo norte-americano estava disposto a pagar $150.000, 1 milhão de dólares hoje. A vida de Fidel Castro foi assim avaliada em US $100.000 (mais de 700.000 agora). Por seu irmão Raúl, os gangsters e chamados exilados pediam 20.000 dólares (150.000) e a mesma quantidade custava a vida de Ernesto ‘Che’ Guevara. Além disso, os norte-americanos poderiam fornecer US $2.500 mais para despesas.

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CHE

 

Um cavalo de fogo mantém a tua escultura de guerrilha entre o vento e as nuvens da Serra.  

Che, comandante, amigo

Nicolas Guillen

FOTO: LA PUPILA INSOMNE

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O FARDO DA HEGEMONIA

Os interesses regionais do AFRICOM: desestabilizado o norte, onde o império tem saído reforçado com as transformações na Tunísia, na Líbia e no Egipto, a espiral de crise abrange a África do Oeste, a Central e a Oriental/Corno de África!

Martinho Junior, Luanda

1 – África é o continente que mais precisa duma atmosfera alargada de consensos e de paz para se voltar sobre si próprio e tornar-se determinante na sua vontade de renascimento, resgatando seus povos do subdesenvolvimento crónico que subsiste apesar das independências de bandeira há já meio século.

Essa atmosfera tarda em conseguir-se, por que o fardo da hegemonia, beneficiando da lógica capitalista dominante, expressa desde os impactos da globalização neo liberal até à expressão dos interesses das potências, quantas vezes interesses promotores dos seus agentes em direcção aos poderes dos vulneráveis estados, tolhem as aspirações de liberdade, de justiça, de democracia e de sustentável desenvolvimento. 

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AINDA O SONHO AFRICANO DO CHE: Cada ser humano, cada comunidade e cada povo que é alfabetizado, por exemplo, é uma vitória para toda a humanidade!

Martinho Júnior, Luanda / http://paginaglobal.blogspot.com/search/label/MARTINHO%20J%C3%9ANIOR

1 – Ocorreram 47 anos desde a passagem do Che por África!
Naquela altura uma guerrilha entre tantas outras procurava desesperadamente dar continuidade à saga de independência e liberdade encetada pelo heróico Patrice Lumumba.
As potências ocidentais desejosas de manter os seus privilégios, recorrendo a toda a casta de mercenários e agentes locais, deu-lhe caça
Essa guerrilha, na profundidade das convicções de então, perdeu-se na bruma dos tempos e agora nos Kivus, as guerrilhas que em nome dos poderosos desestabilizam para que as matérias primas continuem a ser baratas e alvo dos saques, são estimuladas como nunca, expandindo a miséria, a fome, o deslocamento massivo forçado de milhões de seres, o “arco de crise” com todas as evidências da morte…
O tempo não apagará contudo os ensinamentos que perduram dessa aliança do Che com Laurent Kabila, simplesmente por que eles respiram a necessidade ampla de justiça que ainda não foi alcançada, a necessidade de, buscando energia ao sentido de vida que se cultivou com tanto fervor no âmbito do movimento de libertação, se lutar hoje contra o subdesenvolvimento, contra as sequelas que advêm do passado e contra tudo o que dá corpo afinal à opressão do presente e se constitui a perversa força com que se move o império pondo em risco cada vez mais a “casa comum” que constitui o próprio planeta.
2 – Os impactos do capitalismo neo liberal em África, nutrido de especulação financeira e do poder da aristocracia financeira mundial, num momento em que os recursos da Terra se vão inexoravelmente esgotando, é uma reciclagem neo colonial imposta a todos os povos do continente e ao mesmo tempo um desafio para todos aqueles que vão ganhando consciência real da situação e procuram soluções alternativas para ela, soluções com sentido de vida e por isso inspiradas na paz de que toda a humanidade urgentemente precisa.
Essas soluções não podem deixar-se confundir com as manipulações, com as ingerências, as tensões, os conflitos, as guerrilhas contemporâneas e as guerras: a pureza das profundas convicções assim o obriga!
A luta não se faz hoje com as armas na mão, o que abriria ainda mais as portas aos desejos bárbaros dos mentores do império, mas o sentido de responsabilidade dessa luta seria o mesmo se não tivesse havido movimento de libertação na América Latina e em África, se não se tivessem projectado para a história os heróis do passado, como os guerrilheiros das décadas de 60, 70 e 80 nos dois lados do Atlântico?
3 – Essa questão é hoje tanto mais pertinente quanto deste lado do Atlântico há a proliferação de conflitos, tensões, guerrilhas e guerras sob as mais diversas motivações, em especial motivações que se tornaram um pródigo manancial contra os interesses geo estratégicos dos povos e de África.
A guerrilha do Che expôs-se às traições (como são tão fáceis as traições): conseguiu entender o gérmen delas no leste do Congo, mas não se pôde furtar a elas na Bolívia, pelo que aí foi o seu fim (“Cubano diz que comunistas traíram Che Guevara” –http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI109866-EI315,00-Cubano+diz+que+comunistas+trairam+Che+Guevara.html).
Che, em função das suas profundas convicções revolucionárias, tinha contudo a particularidade de prever e muitas das suas declarações se abriam a essa previsão de futuro.
Quando por exemplo teve a oportunidade de a 2 de Janeiro de 1965 se dirigir aos guerrilheiros do MPLA em Brazzaville (visita à sede do MPLA na capital congolesa), Che esclarecia:
“Guerrilheiro não é aquele que está na montanha, na montanha ou em qualquer outra zona de operações, guerrilheiro é o homem que já aprendeu a adaptar-se ao meio, a tomar desse meio tudo o que este pode oferecer a seu favor e que o leve a perder o medo ao exército inimigo. Esta é uma questão que não se consegue dum dia para o outro, pois ninguém nasce herói, nem a heroicidade é algo que se semeie”… (“O sonho africano do Che” – página 39 do livro de William Galvez).
4 – A luta em África hoje faz-se hoje em muitas frentes: desde a construção de infra estruturas e estruturas que inclusive não foram erguidas nestes 50 primeiros anos de independência, até e sobretudo com as batas brancas dos professores e dos médicos, por que é no homem e com o homem que se poderão ultrapassar todos os obstáculos inerentes ao subdesenvolvimento crónico a que África e a América Latina ainda estão submetidos.
Cada ser humano, cada comunidade e cada povo que é alfabetizado, por exemplo, é uma vitória para toda a humanidade!
5 – É esse o sentido de vida inerente à luta em África: mais infra estruturas, mais estruturas, mais educação e mais saúde e foi esse o marco da recente passagem do Vice Presidente do Conselho de Estado de Cuba, Esteban Lazo Hernandez, em visita de trabalho a Kinshasa, dando início a um outro ciclo de relacionamentos bilaterais com a República Democrática do Congo, relembrando o passado histórico e os heróis tão marcantes de África e da América Latina como o são Patrice Lumumba, o Che e Laurent Kabila!
O Digital Congo fez várias alusões a essa visita, das quais destaco (“Le Vice président du Conseil d’Etat de Cuba reçu en audience par le Chef de l’Etat salue l’excellence des relations entre Kinshasa et La Havane” –http://www.digitalcongo.net/article/83910):
 “M. Esteban Lazo Hernandez, Vice-président du Conseil d’Etat de Cuba, arrivé jeudi à Kinshasa en visite de travail de quatre jours a été reçu vendredi par le Chef de l’Etat en saluant au sortir de cette audience l’excellence des relations entre son pays et la RDC.
 M. Esteban Lazo Hernandez, Vice-président du Conseil d’Etat de la République de Cuba, s’est félicité de l’excellence des relations qui existent entre la République démocratique du Congo et son pays. M. Hernandez a fait cette déclaration au sortir de l’audience d’environ une heure que le Chef de l’Etat, le Président Joseph Kabila Kabange lui a accordée vendredi en son cabinet de travail de la Gombe.
L’hôte cubain a, à cette occasion, reconnu les efforts importants qui sont fournis par les autorités congolaises, sous la conduite du Président Joseph Kabila, en vue du développement intégral de la RDC, dans les domaines des infrastructures, de l’éducation, de la santé, de l’eau, de l’électricité et de la sante. Cuba, a-t-il poursuivi, dispose d’une longue expérience dans tous ces domaines et il est prêt à accompagner la RDC pour son développement”…
6 – O Congo é um país que, pela sua posição geográfica, pelos seus imensos recursos e pelo seu povo, constitui um manancial geo estratégico vital para África enfrentar as sequelas que advêm do passado como os impactos deste “modelo” de globalização neo liberal, nutrido da especulação financeira que se está a tornar num autêntico crime contra a humanidade (basta verificar a perversidade do que vai ocorrendo nos termos dessa especulação nos próprios Estados Unidos, na própria União Europeia e no resto do mundo)!
A bacia do rio Congo, é a de maior volume de águas interiores em África e o Congo, com Angola e a Zâmbia, formam a região noroeste da SADC, aquela que possui mais recursos hídricos no interior do continente africano, recursos esses que se expandem até ao coração geográfico do continente e são por si vitais em relação à sustentabilidade futura.
A bacia do Congo é o segundo maior pulmão tropical da Terra, a seguir ao Amazonas e ambos se situam em dois continentes, América e África, onde as afinidades históricas se reflectem até aos nossos dias.
A guerrilha do Che ocorreu precisamente junto ao lago Tanganika, onde se encontravam as forças de Laurent Kabila, à ilharga sul da bacia do grande pulmão de África!
7 – Che de armas na mão até poderia ter perdido todas as suas batalhas, mas o significado da sua luta, da luta do movimento de libertação, aquilo que foi ocorrendo desde a vitória revolucionária de Cuba, do sentido de vida que nos foi transmitido com tanto sacrifício e dignidade, transporta-nos para as convicções de hoje, que são essência da luta na “casa comum” onde existimos, a necessidade de continuar a saga que vem do passado histórico para vencer o subdesenvolvimento crónico em que África e a América Latina estão mergulhados.
Cuba e a RDC podem assim, também na integração prevista no quadro dos relacionamentos bilaterais pacíficos e exemplares, dar ainda mais conteúdo a essa luta, na certeza de que todos os ganhos que se obtiverem resultarão em benefícios salutares para a Terra.
África tem de sair por vontade própria e com a ajuda de todos os povos que constituem a humanidade, do “coração das trevas” em que foi tornada pelo egoísmo e pelo vício dos poderosos sem escrúpulos, predadores e inimigos da vida!
PAZ SIM, NATO NÃO!
CUBA PARA A CPLP!
Ao Dia de África – 25 de Maio de 2012!
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