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Estados Unidos chama para violar as leis de cubanas, mas não é responsável pelas consequências

 

CUBADEBATE

Logo após o governo dos Estados Unidos dar a conhecer o aumento dos fundos para a utilização da Internet em seu entrategia de “mudança de regime” em Cuba, a Agência Internacional de ajuda ao desenvolvimento dos Estados Unidos (USAID por sua sigla em inglês), subordinada ao departamento de estado, lançou neste mês de Junho 28 uma chamada a seguir os passos de seu “contratante” NA prisão na ilha Alan Gross.

O documento lançado pela USAID, O escritório para os assuntos cubanos (LAC) informa que receberá os pedidos de um programa chamado “Democracia Digital” até 27 de julho: “USAID está a considerar a concessão de um máximo de dois acordos de cooperação para um total de até US $3 milhões por projeto, por um período de até três anos”.

Se o seus novos “contratantes” correm a mesma sorte que o Sr. Allan Gross, Estados Unidos – tão preocupado com seus cidadãos –  esclarece que “dada a natureza do regime do país das operações e a sensibilidade política do programa da USAID, USAID não é responsável por qualquer dano ou inconveniência sofrida por as pessoas que viajam ou que operam no país sob o financiamento da USAID”.

O Jornalista Tracey Eaton em seu blog ao longo do Malecón chama a atenção para os chamados “inconvenientes”: “Observe o uso do termo ‘inconveniente’.” Isso é um eufemismo real. “Colocá-los prisão não é apenas um inconveniente.”  Eaton descreve como “interessante” a definição que dá o documento em uma nota ao pé da qual é um grupo da sociedade civil: “duas ou mais pessoas que organizam um espaço social fora da autoridade do estado para discutir e debater colectivamente (e, possivelmente, ter uma decisão de ) um assunto em particular, de interesses comuns, os valores ou fins”que convertem a qualquer par de cubanos para  candidatos a ser comprados pelos EU.

DESCARGA O DOCUMENTO AQUI

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Quem está por trás de o pedido “inocente” de Yoani Sanchez para se tornar um ser humano do Seculo XXI

Continuação do Artigo: Sra. Yoani Sanchez, a integridade como seres humanos neste século XXI atinge-se não por ter acesso à internet, mais sim deixando de ser subserviente ao Império.

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Ciberguerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão

Os Estados Unidos e o Israel crearon conjuntamente el complejo vírus informático FLAME (1) para recabar datos com vistas um un cibersabotaje dirigido contra Irão.

O vírus  controlado os computadores dos funcionários iranianos, enviando um fluxo constante de informações a fim de preparar o terreno para uma guerra cibernética. O esforço conjunto da Agência de Segurança Nacional (NSA) norteamericana, a CIA e os representantes militares de Israel, enfoca o uso de software destrutivo, como o vírus Stuxnet para causar falhas no equipamento de enriquecimento de urânio de Irã.

‘Está a preparar o campo de batalha para outra ação secreta’, disse um antigo sênior de U.S. intelligence services ao The Washington Post.

FLAME veio à luz última, após irão detectar uma série de ataques cibernéticos em sua indústria de óleo. O transtorno foi orquestrado por Israel no âmbito de uma operação unilateral que, aparentemente, pegou de surpresa a seu aliado, os Estados Unidos. UU.

De acordo com especialistas, Flame é um dos programas ‘mais sofisticados e subversivos’ projetados para replicar as redes de informação, mesmo de alta segurança e controlar as funções cotidianas de um computador, enviando as informações para seus criadores.

“A maioria dos pesquisadores de segurança não tem habilidades ou recursos para fazer algo como isso,” disse Tom Parker, diretor de tecnologia da Ironsx, uma empresa de segurança especializada em simulação de ataques cibernéticos patrocinado pelo Estado.

Artigo original: RT

Flame  (1) (em português: chama), também conhecido como Flamer, sKyWIper e Skywiper,é um malware modular descoberto em 2012[ e que ataca computadores que executam o sistema operacional Microsoft Windows. O programa vem sendo utilizado para espionagem cibernética em países do Oriente Médio. A sua descoberta foi anunciada em 28 de maio de 2012 pela MAHER (Equipe de Resposta ante Emergências Informáticas do Irã) (CSIRT),Kaspersky Labe CrySyS Lab. da Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste

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Cuba rechaça tentativa de minar soberania síria

 

Fonte: SOLIDARIOS

Cuba reiterou nesta segunda (18) no Conselho de Direitos Humanos da ONU sua rejeição a qualquer tentativa de comprometer a integridade da soberania, independência e territorial da Síria.

“Condenamos as tentativas de impor ao povo sírio uma mudança de regime e alertamos sobre as ações voltadas para a fabricação de pretextos para justificar uma agressão”, disse o embaixador cubano na ONU, em Genebra, Rodolfo Reyes.

Ao intervir no debate geral com a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navanethem Pillay, Reyes reafirmou que corresponde ao povo sírio, com as suas autoridades, identificar formas e meios para enfrentar e implementar a vontade popular.

Reyes reconheceu o compromisso de Pillay a respeito de diversas prioridades temáticas e destacou os programas voltados para o combate ao racismo e à xenofobia, especialmente contra pessoas de ascendência africana, muçulmanos e trabalhadores migrantes.

“Esses fenômenos têm manifestações políticas e institucionais na Europa Ocidental e nos Estados Unidos, com consequências graves e pior impacto atual no futuro próximo”, disse.

O diplomata considerou imprescindível a condeação às graves violações dos direitos humanos cometidas por alguns países do norte, como a decisão de manter o centro de detenções arbitrárias e tortura na base naval dos Estados Unidos em Guantânamo e os crimes da Otan contra civis inocentes durante seus ataques a países em desenvolvimento.

Reyes se referiu também à crescente repressão contra manifestantes pacíficos que perdem direitos e garantias básicas da vida em benefício do incremento das fortunas de grupos financeiros transnacionais.

Também aludiu à utilização de tecnologias modernas, tais como aeronaves drones, e operações de inteligência para execuções extrajudiciais.

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Realidade Virtual nas mãos erradas (II)

A objectiva realidade virtual

A AMPLA CIDADE

ARTIGO DE RUI PERALTA

Existe uma nova arma no ciberespaço: o Flame. É uma arma inovadora e eficaz. Apodera-se das imagens nos écrans dos computadores e regista o sinal áudio dos ordenadores infectados. Peritos em segurança informática são unanimes em reconhecer que o Flame é o software malicioso mais completo de sempre. O Flame foi descoberto pelos laboratórios Kaspersky, uma empresa de segurança informática, que está na fase inicial de análise do software e que até agora só compreende algumas funções do Flame. Parece que serão necessários alguns anos até que se possa saber o que o programa pode fazer, tal é o seu volume e complexidade.

O que se sabe até ao momento é que o Flame pode propagar-se através de um dispositivo USB, Bluetooth ou outros dispositivos conectados a uma rede. Nas máquinas infectadas o Flame aguarda pela activação de programas determinados, controlar as imagens dos écrans e activar o microfone interno, permitindo registar conversas e interceptar correio eletrónico, chats ou restante tráfico na rede. Pode, ainda, comprimir estes dados, encriptá-los e reemiti-los aos ordenadores que estejam designados como postos de comando e controlo, independentemente da sua posição geográfica.

Alexander Gostev, chefe da equipa de análise e investigação da Kaspersky, considera que o Flame redefine o conceito de guerra e espionagem informática. A Kaspersky afirma que o Flame vive nas redes informáticas há pelo menos dois anos, sendo o Próximo Oriente o foco da sua atenção, embora possa ser encontrado a nível mundial. Segundo os peritos este software só poderia ser criado por um Estado e só existem 5 candidatos com conhecimentos técnicos e práticos para o fazer: USA, Israel, Rússia, China e India.

É um programa incrivelmente sofisticado, com 20 megas, 20 vezes mais volumoso que o Stuxnet, a arma digital que infectou o programa de enriquecimento de uranio do Irão em 2009. Tal como o Stuxnet o Flame foi depositado em milhares de ordenadores do Próximo Oriente, mas ao contrário do Stuxnet, o Flame está programado para evitar a propagação de forma indiscriminada, atacando os seus alvos com precisão. A Symantec, outra empresa de segurança informática, referiu ter detectado o Flame na Áustria, Rússia, Hong Kong e Emiratos Árabes Unidos. Segundo os seus peritos o carácter modular deste software leva a considerar que os seus criadores têm a intenção de manter o projecto durante um largo período de tempo. Além do mais foi observado que o Flame retira-se por si dos bancos de dados depois de controlados, como se deixassem de ter interesse, mantendo-se noutros. Propaga-se sem necessidade de intervenção humana, criando canais clandestinos e desactivando-os, sem qualquer intervenção que não seja a da sua prévia programação. Para a Symantec o Flame permite aos seus autores modificarem a funcionalidade e a conduta de um elemento, sem terem com que se preocupar com a adaptação.

O Flame foi descoberto pelos laboratórios Kaspersky, quando estes faziam averiguações na Ásia Ocidental, a pedido da União Internacional de Telecomunicações (UIT). Por sua vez a CrySysLab, empresa assessora da UIT, com sede na Universidade de Tecnologia e Economia de Budapeste, Hungria, publicou um relatório em que suporta a hipótese de que o Flame foi desenvolvido por um organismo governamental, atendendo á sua complexidade e forma de actuação. Considera-o um aperfeiçoamento sofisticadíssimo do Stuxnet e do Duqu, outro célebre software malicioso, que segundo os peritos foi desenvolvido pela mesma equipa do Stuxnet.

No entanto a ONU iniciou investigações sobre o Flame e pelo que parece aponta o dedo á Agencia Nacional de Segurança (NSA) norte-americana, pelo menos se forem observados os pedidos de inquérito e as chamadas á Comissão Internacional de inquérito feitas a especialistas da NSA, cujo nome já estava ligado ao Stuxnet e ao Duqu. O chefe da equipa de segurança informática e combate á ciberespionagem da ONU, Marco Obiso, considera que, apesar da actual fase de investigação ser ainda indefinida, os dados recolhidos até agora pela sua equipa e pela UIT, Symantec e Kaspersky (que estão a fornecer dados á ONU, inseridas que foram na investigação internacional em curso) implicam de alguma forma a NSA e o governo norte-americano.

Também este é o parecer de Roger Cressey, actualmente um especialista independente, mas que foi o chefe do staff da Equipa de Protecção às Infraestruturas Presidenciais Criticas, durante a presidência de George W. Bush, que afirmou recentemente que apenas os USA têm capacidade para desenvolver tal software, talvez com algum apetrechamento israelita e indiano, mas que nem a Rússia, China, India ou Israel, sozinhos, conseguiriam desenvolver esta arma.

As suspeitas sobre os USA agravaram-se depois do New York Times ter publicado um trabalho do seu correspondente David Sanger, que forneceu provas confirmativas que o Stuxnet foi usado pela administração Obama no ataque cibernético ao projecto nuclear do Irão. A operação secreta foi denominada Jogos Olímpicos e que foram realizados vários ataques cibernéticos á central iraniana de Natanz. O último ataque deixou 5 mil centrifugadoras para o enriquecimento de uranio fora de serviço. O Irão minimizou os estragos, oficialmente, embora tenha reconhecido que foi vítima de uma ataque cibernético. O que é um facto é que na central de Natanz a Siemens continua a substituir as centrifugadoras a reequipar a unidade. O Stuxnet foi criado ainda durante a administração Bush, mas o seu desenvolvimento só foi completado durante a actual administração.

Bom, vou interromper aqui o tema, para dar continuidade ao tal pergaminho que descobri dentro de uma garrafa que encontrei na praia, intitulado “Ausência”. A segunda folha estava assim:

“É bom despertar de um sono profundo, ter um sonho para contar ao mundo. É bom sentir teu corpo nu, sensual e a tua alma despir num beijo matinal. Ter um sonho para contar ao mundo…É bom… Luther King teve um sonho, JFK teve um sonho, Malcom X teve um sonho (e muitos pesadelos) até o Estaline, Papá dos povos, sonhava e o Adolfo e o Mussolini, Franco, Salazar, Pinochet, Mugabe, todos sonham.

Mas acordar sozinho, não estar lá o corpo com que sonhámos, os beijos com que nos deliciámos…Sonhos de pele e carne sempre deliciosos mas dolorosos despertares…O outro não está… Então levantamo-nos e urinamos longamente. Passamos água pelos olhos e se fumarmos fumamos um cigarro. E se a maré estiver cheia, ficamos por ali, fumando, a apreciar o verde da outra margem e o verde circundante, as flores, os sons do rio, do mar do outro lado da foz… Sentirmos o rio a passar… Respirar fundo e beber café. Olhar o rio mergulhando nele com pensamentos e recordar bons momentos.

Parou de escrever e mergulhou o olhar no rio, ficando absorto nos seus pensamentos durante longos momentos. Gostava daquela esplanada, junto ao rio, no meio de um verde luxuriante, relaxante. Bebeu mais um café e continuou a escrever.”

Interessante este pergaminho. Mas vou voltar ao tema de hoje. As redes de espionagem já não são aquilo que foram. Da fatalmente sedutora Mata Hari (Margaretha Geertruida Zelle), até ao pedido de extradição de Julian Assange (WikiLeaks), passou um século. A sedução deixou de ser uma arma eficaz para roubar informação e passou a ser uma estratégia de encarceramento de periodistas incómodos.

Surgiu recentemente no FBI uma unidade que intercepta comunicações on line, inclusive as conversações realizadas por sistema de voz IP, tipo Skype, por exemplo. A unidade denomina-se Domestic Communications Assistance Center (DCAC) e vigia mensagens consideradas suspeitas. Por outro lado a NSA desenvolveu um sistema de vigilância que obedece a palavras determinadas (terrorismo, comunismo, fundamentalismo) e suas variantes, utilizadas nas redes, nos correios eletrónicos, telemóveis e sistemas de voz.

No fundo estamos em presença de uma guerra pluridimensional que começa entre a nossa liberdade como indivíduos versus o Controlo dos estados, que engloba os nossos direitos colectivos contra as forças que nos querem explorar e que pretende sujeitar as nações que habitamos a uma pretensa Nova Ordem Internacional. É este o significado da nova guerra no ciberespaço: um combate pela individualidade, uma guerra de classes e uma luta pela soberania. Só nos resta combater, resistir e vencer. Na Terra, no Mar, no Céu, no Espaço Sideral, no Ciberespaço, seja onde for, em qualquer ponto do espaço e do tempo, cientes da continuidade da luta e armados com a certeza da vitória. Sempre!

 

Fontes

Mark Clayton; Beyond Stuxnet. Massively complex Flame malware upsante for cyberwar.http://www.csmonitor.com

http://www.rebelion.org

http://www.lewrockwell.com

Miguel Jorge; Obama ordeno el ataque de Stuxnet contra Iran http://alt1040.com

Agenda Digital; La seguridad en Internet. Ciberespionaje, libertad y control.www.agendadigital.telam.com.ar

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Realidade Virtual nas mãos erradas (I)

“Washington constrói uma central gigante para ciberguerra”

A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, “em secreto” cosntrui no Estado de Utah, uma planta com sofisticada tecnologia para monitorar a Internet e outros meios de comunicação. 

Em uma comunidade pequena e sonolenta de West Estados Unidos, onde a maioria dos seus habitantes são mórmons, a comunidade de inteligência está levantando o centro de espionagem maior que o mundo já conheceu até agora.

A cidade, Bulffdale, escolhida para o enclave possui 7.000 habitantes.

 “O Ciberespaço tornou-se um novo campo de batalha. Ele adquiriu uma importância semelhante aos outros, terra, mar, ar e espaço. Claramente temos de defendê-lo e fazelo operativo” Carroll f. Pollett, director da Agência de Defesa, Sistemas de Informação (DISA).

No jargão militar, o ciberespaço é chamado “quinto campo de batalha”. O centro vai abrigar a mais recente tecnologia projetada para interceptar, armazenar, decodificar e analisar a complexa rede de comunicações do globo. O segredo construtivo veio à luz por uma investigação do jornalista James Bamford, especialista em inteligência, de Threat Level.

A Agência Nacional para a segurança dos Estados Unidos Estados Unidos especializada em comunicações e criptoanálise, tem por mais de três décadas de espionagem a controversa rede Echelon, baseada em satélites ao redor do planeta. A monstruosidade custou quase US $ 2 bilhões e esperado este concluída em 2013.

A Central tomará informações coletadas por satélites – particularmente a rede Echelon-dados das agências no exterior e de comunicações interceptadas em observatórios do mundo, para, em seguida, depurar, analisar e determinar o que seja relevante para a NSA com sede em Maryland. O projeto tem suas origens numa iniciativa que empurrou para o NSA durante o governo de George w. Bush, após 11/S, que ficou conhecido como “Vento estelar”

Esta actividade de espionagem foi tão controversa e perigosa para os próprios americanos que o Parlamento  acabou cancelando-la naquele momento.

Além dos controles para manter a segurança interna, os serviços de inteligência norteamericanos agora apontam para acabar com os contínuos Cyber ataques chinêses que sofreram agências do governo e empresas, militares e comerciais.

Hoje, nesta grande guerra tecnológica implantada pelas potências, onde o roubo industrial tornou-se um feito diário os grandes inimigos  para EE.UU.  são a China e a Rússia e em menor medida, Coreia do Norte e Irã.

Para os  especialistas, la batalha no  ciberespacio esta numa nova e perigrosa  fase, onde o desenvolvimento tecnológico vai ser fonte de  fuente de poder e control.

“Estamos a uma pequenha distancia do total Estado”, disse o ex integrante da  NSA William Binney. E as suas palavras fazem-nos pensar em que  não comprendemos em tempo o que naquele momento disse  Ray Bradbury: “Não prtendo descrever o futuro; tento preverlo”.

Fonte: Aucaencayohueso

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