Agostinho Neto homenageado com a Medalha de Honra.

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O primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, foi esta quarta-feira, condecorado, em Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC), com a Medalha de Honra dos Fundadores da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

© Fotografia por: CEDIDA | MIREX

A homenagem, testemunhada pela viúva Maria Eugénia Neto ocorreu durante a 42ª Cimeira Ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC.

Na mesma cerimonia foram igualmente condecorados os falecidos Presidentes Samora Machel (Moçambique), Kenneth Kaunda (Zâmbia), Robert Mugabe (Zimbabwe), Julius Nyerere (Tanzânia), Sir Seretse Khama (Botswana), os Reis Sobhuza II e Moshoeshoe II, (Reino do Eswatini e do Reino do Lesotho), respectivamente, todos representados pelas suas famílias. 

Angola vai assumir a próxima presidência da SADC.

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O Chefe de Estado, João Lourenço, será o próximo presidente da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), depois de ter sido eleito, esta quarta-feira, na cimeira da organização regional, em Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC).

© Fotografia por: CEDIDA | MIREX

De acordo com um comunicado de imprensa do Ministério das Relações Exteriores enviado ao Jornal de Angola, a cimeira de Kinshasa elegeu, também, o Presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi para o cargo de presidente em Exercício da SADC.

A cimeira elegeu, igualmente, o Presidente da Namíbia, Hage Geingob, para o cargo de presidente do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança e o Presidente da Zâmbia, Hakainde Hichilema, para o cargo do próximo presidente do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança.

Chefes de Estado e de Governo analisam segurança e integração.

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Garrido Fragoso

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, viajou, esta terça-feira para Kinshasa, República Democrática do Congo, onde representa, hoje, o Presidente da República, na 42ª cimeira ordinária dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), dedicada a questões relacionadas com a paz e segurança na região.

Ministro das Relações Exteriores, Téte António, sublinha empenho dos países da SADC © Fotografia por: João Gomes | Edições Novembro

Em declarações à imprensa, momentos antes de embarcar para a capital congolesa, o chefe da diplomacia angolana disse que a cimeira de Kinshasa vai abordar, ainda, questões que têm a ver com a implementação da agenda 20/63, integração económica e a vida financeira da organização.

Aos jornalistas, Téte António falou do contributo de Angola para a pacificação da região dos Grandes Lagos, destacando entre os “muitos desafios” na África Austral, a crise militar ainda vigente na República de Moçambique.

O ministro das Relações Exteriores informou que o evento também vai avaliar o desempenho da SADC em comparação com outras unidades económicas regionais, bem como testemunhar a passagem da presidência da organização regional do Malawi para a República Democrática do Congo.

O chefe da diplomacia angolana destacou, no quadro da passagem do testemunho, a formação do novo bureau, no qual Angola pode ocupar a vice-presidência.

Lembrou que a cimeira de Kinshasa decorre sob o lema “Promoção da Industrialização, através do Agro–Processamento e da Transformação de Recursos Minerais e do Desenvolvimento das Cadeias de Valor Regionais, em prol do Crescimento Económico, Inclusivo e Resiliente”, adiantando que este assunto também será discutido na cimeira da União Africana (UA), a decorrer em Novembro próximo, em Niamey.

Para o ministro das Relações Exteriores, a cimeira de Kinshasa tem uma “importância particular”, salientando que à margem da mesma serão homenageados os líderes africanos que fizeram da África Austral uma região  fiel aos seus princípios e numa das comunidades “mais fortes e coesas”, em termos de toma-da de posições  na arena internacional. Entre os vários líderes a serem condecorados na cimeira, destacou o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, numa cerimónia que contará com a presença da viúva, Maria Eugénia Neto.

Sobre a conversa mantida com o secretário de Estado norte- americano, Teté António explicou que o contacto foi “positivo”,  por abordar assuntos ligados a alguns países africanos.

A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) é uma organização inter-governamental criada em 1992 e dedicada à cooperação e integração sócio-económica, bem como à cooperação em matérias de política e segurança.

A promoção do crescimento e desenvolvimento económico, a diminuição da pobreza, o aumento da qualidade de vida da população, a paz e a segurança, o desenvolvimento sustentável, reforço e consolidação das afinidades culturais, históricas e sociais da região são, entre outros, os objectivos da organização, integrada pela África do Sul, Angola, Botswana, República Democrática do Congo, Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia, Zimbabwe e Seychelles.

Téte António e Antony Blinken abordam paz e segurança em África.

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Jornal de Angola

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, abordou, por telefone esta segunda-feira, com o secretário de Estado Americano, Antony Blinken, questões sobre a paz e segurança em África, com destaque para a actual situação na região dos Grandes Lagos, sobretudo para a tensão entre o Ruanda e a República Democrática do Congo.

© Fotografia por: CEDIDA | MIREX

As duas entidades aproveitaram o momento para enfatizar a mediação que Angola tem desempenhado para a normalização das relações entre o Ruanda e a RDC, com destaque para o papel do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, tem envidado depois do mandato da União Africana como Campeão para Paz e Reconciliação em África.

Durante a conversa, as partes passaram, também, em revista da sinergia que a mediação angolana tem promovido para uma coordenação mais sincronizada entre a Cimeira de Luanda e o Processo de Nairóbi, além de mencionarem o périplo que cada um efectuou em alguns países do continente africano.

William Ruto vence eleições presidenciais no Quénia.

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Jornal de Angola

O vice-presidente do Quénia, William Ruto, ganhou as eleições presidenciais de terça-feira, recolhendo 50,49% dos votos, segundo os resultados publicados hoje pela comissão eleitoral do país.

© Fotografia por: Lusa

O seu principal adversário, o ex-primeiro-ministro e líder da oposição Raila Odinga, obteve 48,85% dos sufrágios.

Citado pela agência France-Presse, o presidente da comissão eleitoral, Wafula Chebukati, disse que Ruto recebeu mais de 7,17 milhões de votos, contra 6,94 milhões para Odinga, pelo que venceu uma das eleições mais acirradas da história do Quénia.

Minutos antes do anúncio dos resultados, que aconteceu três horas depois do previsto, a vice-presidente da comissão eleitoral independente do Quénia (IEBC) anunciou que quatro dos sete membros daquele órgão rejeitavam os resultados.

Angola participa hoje na reunião da CEEAC.

#Angola #Política #CEEAC

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Uma delegação angolana chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António, chegou esta manhã desta sexta-feira, à Kinshasa, República Democrática do Congo, para participar no Conselho de Ministros da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC).

© Fotografia por: CEDIDA | MIREX

Este Conselho de Ministros visa a preparação da XXI Sessão Ordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), prevista para o próximo dia 25 de Julho, em Kinshasa.

O encontro inicia esta manhã com a intervenção presidente da Comissão da CEEAC, Gilberto Veríssimo, e o discurso de abertura do ministro da Integração Regional e da Francofonia da RDC, na qualidade de presidente em exercício do Conselho de Ministros, Didier Mazenga.

O evento vai igualmente analisar o relatório das actividades da Comissão da CEEAC durante o primeiro semestre de 2022, a situação política e de segurança na região, além dos relatório das actividades do Comité Inter-Estados de  Peritos e do Comité dos Representantes Permanentes junto da Comissão da CEEAC.

Prevê-se ainda na sessão de hoje, dentre outros,  a análise e adopção dos projectos de Decisões relativas ao estatuto particular do pessoal da Força Multinacional da África Central (FOMAC), bem como da sua organização e funcionamento.

Líder colombiano faz manchetes em todo o mundo.

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Ministro e directora da UE avaliam cooperação.

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Jornal de Angola

Angola e a União Europeia (UE) analisaram, esta segunda-feira, em Luanda, a parceria no âmbito do projecto “Caminho Conjunto Angola-UE”, consubstanciado em acções de investimento nas diferentes áreas do desenvolvimento económico.

Téte António e Rita Laranjinha realçaram as boas relações © Fotografia por: DR

Durante uma audiência, o chefe da diplomacia angolana, Téte António e a directora da UE para África, Rita Laranjinha, debruçaram-se, particularmente, sobre a “Sexta Reunião Ministerial”, entre outros programas de interesse comum.

Os diplomatas, citados num comunicado do Ministério das Relações Exteriores pela Angop, trataram ainda assuntos relacionados com a defesa e segurança, com destaque para a situação prevalecente na República Centro Africana (RCA), bem como o papel que Angola tem jogado no âmbito da CIRGL.

Com sede em Bruxelas  (Reino da Bélgica) e com representações em todo o mundo, o Serviço Europeu para a Acção Externa (SEAE) tem como objectivo garantir uma maior coerência e eficácia da política externa europeia, assim como reforçar a influência da Europa a nível mundial.

A SEAE apoia o Alto Representante da UE na condução da política externa e de segurança da União Europeia, gere as relações diplomáticas e as parcerias estratégicas com países que não pertencem à comunidade europeia, além de colaborar com os serviços diplomáticos nacionais dos países da UE, as Nações Unidas e outras potências mundiais.

A instituição, actualmente dirigida por uma portuguesa, promove a paz através de apoio político e económico, garante a segurança ao abrigo da política comum de segurança e defesa, e mantém boas relações com os países vizinhos mais próximos da UE, no quadro da política europeia de boa vizinhança.

A directora para África do Serviço de Acção Externa da UE tem igualmente a responsabilidade de prestar ajuda humanitária e dar resposta a situações de crise, além de contribuir para a luta contra as alterações climáticas e tratar de questões relacionadas com os Direitos Humanos.

Itália adverte que “a guerra mundial do pão já está em andamento” e pede que a interrompa antes que “novas guerras surjam na África”

“Arriscamos a instabilidade política na África, a proliferação de organizações terroristas, golpes: isso pode ser causado pela crise de grãos que estamos vivendo”, disse o ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio.

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio, alertou que “a guerra mundial do pão” já começou como resultado de problemas com as exportações de cereais da Ucrânia e pediu à comunidade internacional que “pare com isso” antes que “novas guerras surjam na África”.

“A guerra mundial do pão já está em andamento e devemos pará-la”, disse Di Maio. “Arriscamos a instabilidade política em África, a proliferação de organizações terroristas, golpes: isso pode ser causado pela crise dos cereais que vivemos”, alertou, citado este sábado pela agência Ansa.

O ministro das Relações Exteriores italiano insistiu que o presidente russo, Vladimir Putin, “deve chegar a um acordo de paz o mais rápido possível” em seu conflito com a Ucrânia, “que também inclui um acordo sobre o trigo”.

“O que estamos fazendo é trabalhar para que a Rússia desbloqueie a exportação de grãos nos portos ucranianos, porque neste momento corremos o risco de novas guerras estourarem na África”, disse Di Maio, que indicou que na próxima terça-feira a Itália realizará “um primeira sessão de diálogo com os países mediterrânicos sobre segurança alimentar”.

“Trabalharemos com todos os parceiros junto com a Alemanha, Turquia, França e muitos outros para atingir a meta de destravar as quantidades de trigo que devem sair da Ucrânia”, prometeu, ressaltando que atualmente vivemos “um momento histórico” em que o mundo nível há um aumento “no custo do trigo e, portanto, do pão”, um alimento básico que “em algumas partes do mundo não podem pagar”.

Nesta sexta-feira, Vladimir Putin assegurou que a Rússia não impede as tentativas de retirar grãos ucranianos dos portos controlados pela Rússia e propôs várias maneiras de fazê-lo. Segundo o presidente, uma delas é pelos portos marítimos que a Ucrânia controla, como Odessa e outros próximos. “Não fomos nós que garimpamos as entradas dos portos”, disse ele, acrescentando que Moscou garantirá a passagem segura dos navios se Kyiv liberar os portos.

O presidente destacou que o grão também pode ser retirado pelo mar dos portos de Azov que a Rússia controla, como os de Berdyansk e Mariupol, pelo rio Danúbio e pela Romênia, Hungria, Polônia ou Bielorrússia, opção que, segundo para ele, constitui “o caminho mais simples”, embora exija o levantamento das sanções impostas contra Minsk. Nesse contexto, reiterou que “não há problema em tirar o grão da Ucrânia”.

RT

Grupo Africano Diplomático expõe arte continental.

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O Grupo Africano Diplomático, acreditado no Botswana e residente em Gaborone, realizou quarta-feira uma exposição para mostrar aos participantes a diversidade cultural do continente, nas comemorações do 25 de Maio, Dia de África.

© Fotografia por: DR

Durante a actividade, foram exibidas peças de arte, literatura, trajes, culinária/gastronomia, além de um espectáculo cultural, com música, dança, poesia, desfiles africanos dos países representados no Botswana. Angola exibiu o melhor da sua cultura e gastronomia.

Na qualidade de decana do Grupo Africano de Embaixadores e Altos Comissários em Gaborone, a embaixadora de Angola no Botswana, Beatriz de Morais, referiu que esta data oferece uma oportunidade para celebrar as conquistas sócio-económicas, culturais e patrimoniais do continente com base no espírito pan-africanista. 

A chefe da missão diplomática de Angola realçou, também, no âmbito do tema da União Africana para este ano “Líderes Africanos para a Iniciativa Nutricional”, que é necessário que os Estados-membros adoptem uma estratégia nutricional sólida e um compromisso político ao mais alto nível para facilitar a nutrição, de modo a garantir que as crianças possam sobreviver, crescer e participar activamente na edificação de um futuro próspero.

O evento contou com a participação do ministro de Estado para a Presidência do Botswana, Neale Sechele Morwaeng, em representação do Governo tswanês. Na intervenção, o governante felicitou os chefes das missões diplomáticas africanas pela iniciativa do evento, que se realizou pela primeira vez no país.

Estiveram ainda presentes o mayor da cidade de Gaborone, Father Maphongo, os chefes das missões diplomáticas, consulares e organizações internacionais acreditados no Botswana e outras individualidades.

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