¡Las absurdas soluciones a la migración no conocen límites!!!

#EstadosUnidos #DerechosHumanos #Migración

A importância de dizer sim.

#Cuba #DerechosHumanos #Familias

Por Alejandra Brito Blanco

Hoje fui votar muito cedo. As ruas ainda estavam meio vazias. Só conseguia ouvir o rugido de uma máquina de lavar roupa, aproveitando a água que entrava no bairro, ou a conversa de transeuntes espalhados pelas esquinas das ruas. Embora pareça um dia normal, como qualquer outro, não o é.

Foi dito que este é um momento histórico, um dia transcendental, uma transformação que marcará o futuro das novas gerações. É verdade, e ainda estamos a ficar aquém das expectativas. Quando aprovarmos o novo Código de Família – sim, confio no bom senso e na cultura do povo cubano – estaremos a dar mais um passo em direcção à equidade que tanto esperamos. Vamos colocar o nosso país, mais uma vez, na vanguarda do mundo, desta vez no domínio do desenvolvimento social e do reconhecimento dos direitos da família.

Embora haja apoio em várias nações de todo o mundo aos preceitos estabelecidos na proposta legal, esta é a primeira vez que um documento deste tipo foi construído colectivamente e depois submetido a um referendo popular.

Mais de um ano depois, após a elaboração de mais de 25 versões, aqui estamos nós. O dia chegou. Nem mesmo uma tempestade tropical perto da ilha nos poderia manter afastados das urnas.

Vi pessoas a chegar às mesas de voto assim que abriram, com a luz do amanhecer atrás delas. Marquei a minha própria cruz no Sim, passando várias vezes as linhas, como se desse modo pudesse marcar a profecia da vitória no papel.

Estudei o texto com um olhar crítico, documentei-me a mim próprio a fim de o compreender plenamente, e não sinto senão orgulho por ter atingido este nível de compreensão da diversidade social, das múltiplas faces da Cuba de hoje.

Eu acredito em Cuba, em cubanos. Nada a favor das próximas gerações pode ser negado por causa de preconceitos e palavras maliciosas. O amor será a lei.

Recep Tayyip Erdogan: Precisamos de um processo de paz justo.

#ONU #Turkiye #Terrorismo #InjerenciaDeEEUU #DerechosHumanos #PazMundial

A ONU nomeia o novo Alto Comissário para os Direitos Humanos.

#ONU #DerechosHumanos

teleSUR

A Volker Türk austríaca tinha sido nomeada por Guterres para substituir Michele Bachelet como chefe do gabinete dos direitos humanos.

O Secretário-Geral da ONU António Guterres na quinta-feira nomeou o Austríaco Volker Türk como novo Comissário da ONU para os Direitos Humanos, após aprovação formal pela Assembleia Geral.

Volker Türk trabalhou no Gabinete do Alto Comissário para os Refugiados ao lado de António Guterres. | Foto: @UN_HRC

A diplomata austríaca tinha sido nomeada por Guterres para substituir a chilena Michele Bachelet, que se demitiu para renovar o seu mandato a 1 de Setembro.

Volker Türk trabalhou no Gabinete do Alto Comissário para os Refugiados ao lado de António Guterres, e também representou o Gabinete na Malásia, Bósnia e Herzegovina, Congo e Kuwait.

De 2015 até 2019 ocupou o cargo de Assistente do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Esteve activamente envolvido no desenvolvimento do Global Compact for Refugees, que se centra na protecção dos requerentes de asilo.

Alguns jornalistas expressaram reservas sobre o peso da Türk em comparação com o de Michele Bachelet, mas o porta-voz da ONU Stéphane Dujarric defendeu os antecedentes do diplomata austríaco em matéria de direitos humanos.

Ministro e directora da UE avaliam cooperação.

#Angola #UniónEuropea #Política #DerechosHumanos

Jornal de Angola

Angola e a União Europeia (UE) analisaram, esta segunda-feira, em Luanda, a parceria no âmbito do projecto “Caminho Conjunto Angola-UE”, consubstanciado em acções de investimento nas diferentes áreas do desenvolvimento económico.

Téte António e Rita Laranjinha realçaram as boas relações © Fotografia por: DR

Durante uma audiência, o chefe da diplomacia angolana, Téte António e a directora da UE para África, Rita Laranjinha, debruçaram-se, particularmente, sobre a “Sexta Reunião Ministerial”, entre outros programas de interesse comum.

Os diplomatas, citados num comunicado do Ministério das Relações Exteriores pela Angop, trataram ainda assuntos relacionados com a defesa e segurança, com destaque para a situação prevalecente na República Centro Africana (RCA), bem como o papel que Angola tem jogado no âmbito da CIRGL.

Com sede em Bruxelas  (Reino da Bélgica) e com representações em todo o mundo, o Serviço Europeu para a Acção Externa (SEAE) tem como objectivo garantir uma maior coerência e eficácia da política externa europeia, assim como reforçar a influência da Europa a nível mundial.

A SEAE apoia o Alto Representante da UE na condução da política externa e de segurança da União Europeia, gere as relações diplomáticas e as parcerias estratégicas com países que não pertencem à comunidade europeia, além de colaborar com os serviços diplomáticos nacionais dos países da UE, as Nações Unidas e outras potências mundiais.

A instituição, actualmente dirigida por uma portuguesa, promove a paz através de apoio político e económico, garante a segurança ao abrigo da política comum de segurança e defesa, e mantém boas relações com os países vizinhos mais próximos da UE, no quadro da política europeia de boa vizinhança.

A directora para África do Serviço de Acção Externa da UE tem igualmente a responsabilidade de prestar ajuda humanitária e dar resposta a situações de crise, além de contribuir para a luta contra as alterações climáticas e tratar de questões relacionadas com os Direitos Humanos.

A política de exclusão na Cimeira das Américas recebe votos de rejeição

#CumbreSinLasAméricas #InjerenciaDeEEUU #AmericaDePie
#Democracia #DerechosHumanos

Autor: Redacción Internacional | internacionales@granma.cu

A rejeição retumbante dos activistas políticos e movimentos sociais contra o imperialismo e a arrogância dos Estados Unidos em excluir nações da 9ª Cimeira das Américas será expressa na Cimeira dos Povos em Los Angeles, Califórnia, nos dias 8 e 10 de Junho, cujo dia de abertura do debate terá o slogan: Deixe Cuba Viver! Vozes jovens contra o bloqueio.

O fórum denunciará a hostilidade contra a Revolução Cubana e acordará em acções para mitigar os efeitos das cruéis políticas dos EUA sobre o povo da ilha.

Um comunicado da plataforma O Fórum do Povo relatou que o Departamento de Polícia de Los Angeles negou permissão para realizar uma marcha maciça, legal e pacífica a 10 de Junho, com o objectivo de encerrar o evento paralelo à Cimeira das Américas.

Os organizadores denunciaram tal conduta como “uma negação ilegal dos direitos constitucionais dos que participam numa actividade protegida pela Primeira Emenda” da Constituição dos EUA.

Segundo o Prensa Latina, o Primeiro-Ministro de São Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, informou que os países das Caraíbas poderão não comparecer ou enviarão representações de baixo perfil à Cimeira das Américas, a fim de expressar o seu desacordo com as exclusões promovidas pelos EUA, tendo reiterado que não participará na reunião, a menos que Cuba, Nicarágua e Venezuela sejam convidados.

Entretanto, o secretário executivo da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, Sacha Llorenti, escreveu no seu relato no Twitter: “Dada a exclusão arbitrária, ideológica e politicamente motivada da reunião de Los Angeles, aqueles que não vão, não vão em protesto. Aqueles que vão, vão protestar”.

Foi também noticiado num despacho da PL que representantes cubanos agradeceram à China por se pronunciar contra a exclusão dos Estados Unidos da América da Cimeira das Américas, uma decisão considerada como mais uma manobra de Washington para impor os seus interesses.

O embaixador cubano em Pequim denunciou que “a Casa Branca está a tentar dividir e usar o direito internacional como bem entender, aplicar o multilateralismo selectivo quando lhe convém e ressuscitar a chamada Doutrina Monroe nas relações com os seus vizinhos.

“É evidente que aos Estados Unidos falta a possibilidade de impor os seus desenhos, interesses e posições na América Latina e nas Caraíbas, que mudaram o suficiente para deixarem de ser o quintal”, disse ele.

Executivo realiza hoje seminário sobre “uma nova forma de gestão urbana”

#Angola #Política #EstrategiaUrbana

Os Ministérios das Obras Públicas, Ordenamento do Território e da Justiça e dos Direitos Humanos realizam, nesta quinta-feira, 26, em Luanda, o seminário sob o tema “Uma nova forma de gestão urbana em Angola” no âmbito do projecto de modernização do Sistema Nacional de Cadastro a ser implementado pelo Instituto Geográfico e Cadastral de Angola (IGCA) em parceria com a Geodata.

© Fotografia por: DR | Arquivo

Segundo um comunicado de imprensa enviado ao Jornal de Angola, no encontro estarão em análise assuntos como “a situação actual do cadastro de terras em Angola”, “importância da integração das plataformas da Administração Pública” e o seu “contributo para a arrecadação de receitas”.

Neste seminário estarão presentes o secretário de Estado para o Ordenamento do Território, José de D’Abril, secretário de Estado para Justiça, Orlando Fernandes, representantes do Instituto de Modernização Administrativa, Administração Geral Tributária, Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano, bem como da empresa seleccionada para desenvolver o novo Sistema Nacional de Cadastro, a Geodata.

Com previsão para ser implementado em todo o país nos próximos 18 meses, o Sistema Nacional de Cadastro, desenvolvido pela Geodata, subsidiária do Grupo Mitrelli, tem como objectivo fortalecer a infra-estrutura de cadastro de terras, através de um centro de dados e melhoria da sala de controlo de tecnologias de informação.

Angola participa da preparação da cimeira de Chefes de Estado.

#Angola #UniónAfricana

Jornal de Angola

Angola participa desde esta segunda-feira, 23, em Malabo, Guiné-Equatorial, duas reuniões de peritos para a preparação das Cimeiras Extraordinárias de Chefes de Estado e de Governo da União Africana sobre a situação humanitária e outra relacionada com o Terrorismo e Mudanças Inconstitucionais de Governo em África.

© Fotografia por: DR | MIREX

Para as reuniões de peritos, a delegação angolana é chefiada pelo embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Angola na Etiópia e Representante Permanente junto da União Africana e da Comissão Económica das Nações Unidas, Francisco da Cruz.

Integram também a comitiva, entre outros, o embaixador de Angola na República da Guiné Equatorial, António Luvualu de Carvalho, e o director do Gabinete da Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Inácio José.

Na terça-feira, os peritos vão se reunir na Quarta Sessão Ordinária do Comité Técnico Especializado da União Africana (CTE) de Migração, Refugiados e Deslocados Internos, onde haverá uma intervenção do Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, no Painel de discussão sobre Alterações Climáticas, Calamidades e Deslocamentos Forçados em África.

Os EUA têm a maior taxa de mortes por armas de fogo em mais de 25 anos.

#SOSViolenciaEnUSA #SOSMiami #EstadosUnidos #Violencia #DerechosHumanos

As mortes relacionadas com armas de fogo em 2020 atingiram o nível mais alto registado nos Estados Unidos desde 1994. No primeiro ano da pandemia do coronavírus, os homicídios relacionados com armas de fogo aumentaram 35%, disse o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA num relatório divulgado na terça-feira.

“Este é um aumento histórico, uma vez que a taxa atingiu o nível mais alto em mais de 25 anos”, disse Debra E. Houry, directora adjunta principal do CDC e directora do Centro Nacional de Prevenção e Controlo de Lesões, numa conferência de imprensa.

O relatório afirma também que as armas de fogo estão ligadas a 79% de todos os homicídios e 53% de todos os suicídios no país nesse ano.

Em 2020, mais de 45.000 americanos morreram em incidentes relacionados com armas de fogo, informou. A maioria das vítimas e os seus agressores são homens de 15-34 anos de idade das comunidades afro-americana, indiana, nativa do Alasca e latino-americana. Os primeiros dados recolhidos sugerem que a tendência tem continuado ao longo do ano passado.

Os investigadores também sublinham a elevada taxa de pobreza que afecta os perpetradores de tais incidentes.

De acordo com a análise, o aumento da violência armada tem afectado grandes e pequenas cidades em todos os estados do país. Em muitos lugares, tais como a cidade californiana de Los Angeles ou Denver no estado do Colorado, os aumentos persistiram em 2021, uma tendência que não parece estar a inverter-se até agora este ano.

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