A justiça brasileira anuncia campanha contra a violência política.

#Brasil #EleccionesPresidenciales #PTBrasil

teleSUR

O Supremo Tribunal Eleitoral Brasileiro (TSE) anunciou na terça-feira uma campanha publicitária antes das próximas eleições presidenciais de 2 de Outubro para combater a violência política e tornar claros os conceitos de liberdade de expressão e os direitos e deveres dos brasileiros.

A iniciativa do tribunal eleitoral visa abordar os ataques às autoridades, a legitimidade do voto electrónico e a liberdade de imprensa. | Foto: EFE

O tribunal pretende desenvolver mensagens publicitárias que sublinhem “a diferença entre liberdade de expressão e liberdade de agressão”, e explicar condutas proibidas por lei, tais como incitação à prática de crimes, ameaças, agressões ou ataques à liberdade de expressão ao longo da campanha para as eleições de 2 de Outubro e durante as próprias eleições.

O tribunal eleitoral do gigante sul-americano indicou que as agências de publicidade estão actualmente a ser procuradas para desenvolver o trabalho publicitário, que poderia começar a ser transmitido no final de Agosto.

A iniciativa responde a um acordo feito no final de Julho, quando foi criada uma equipa de trabalho para conceber estratégias para enfrentar a violência política, após verificação de relatos de agressão contra brasileiros por razões ideológicas e ataques à liberdade de imprensa.

Os relatórios emitidos pela Câmara dos Deputados e pelo Senado sobre os ataques às autoridades, a legitimidade do voto electrónico e a liberdade de imprensa também influenciaram a criação do grupo de trabalho.

Neste sentido, o presidente do TSE, Edson Fachin, declarou recentemente que a justiça actuará com tenacidade face à violência política no processo eleitoral do Brasil 2022.

“Não toleraremos a violência eleitoral, um subtipo de violência política. A Justiça Eleitoral não poupará esforços para agir, a fim de parar a violência como arma política e enfrentar a desinformação como uma prática do caos”, salientou Fachin num encontro com a Prerrogativas, uma associação brasileira de juristas, artistas e professores que apoia a Justiça Eleitoral.

Fachin também reconheceu o apoio da sociedade brasileira para enfrentar todo o tipo de violência política, que nas últimas semanas foi desencadeada pelo actual presidente do país, Jair Bolsonaro, e seus seguidores.

Ex-juiz Sergio Moro desiste da candidatura à presidência.

#Brasil #EleccionesPresidenciales #Lula #JairBolsonaro #Moro

O antigo juiz e ex-ministro da justiça Sérgio Moro anunciou hoje que não será candidato à presidência brasileira nas eleições de Outubro.

“Para ingressar no novo partido, abro mão, nesse momento, da pré-candidatura presidencial e serei um soldado da democracia para recuperar o sonho de um Brasil melhor”, disse o ex-ministro da Justiça do Governo de Jair Bolsonaro, numa mensagem através do Twitter.

Sérgio Moro acrescentou ainda que “o Brasil precisa de uma alternativa que livre o país dos extremos, da instabilidade e da radicalização”.

A sua demissão da candidatura presidencial surge no mesmo dia em que anunciou oficialmente a sua mudança de partido, da direita Podemos, com a qual se lançou na política e concorreu como possível candidato a Chefe de Estado, para a União Brasil (centro-direita).

A sua mudança de partido, disse, visa “facilitar as negociações das forças políticas de centro democrático em busca de uma candidatura presidencial única”.

Moro aparece em terceiro lugar nas sondagens de intenções de voto, com 8%, atrás de Lula da Silva, que lidera as sondagens com mais de 40% do apoio, e do Presidente do país, Jair Bolsonaro, que obteria até um máximo de 30%.

O magistrado parecia ser o mais bem posicionado, de acordo com as sondagens, para liderar a candidatura de “terceira via” que as forças políticas do centro estão a tentar formar, a fim de quebrar a polarização entre Lula e Bolsonaro, que procurará a reeleição.

Contudo, o seu progresso nas sondagens estagnou nos últimos meses, permanecendo em 8%, a que se devem acrescentar as dificuldades em criar alianças devido à sua falta de experiência na política.

Moro tornou-se um símbolo da luta contra a corrupção no Brasil devido aos julgamentos como juiz em Curitiba (sul), nos quais condenou dezenas de políticos e empresários por corrupção, como parte da Operação Lava Jato.

Entre eles Lula, que passou 580 dias na prisão por duas condenações que mais tarde foram anuladas pelo Supremo Tribunal, que mais tarde, num outro processo, declarou que Moro agiu de forma “parcial” ao julgar o antigo presidente.

Em 2019 tornou-se Ministro da Justiça de Bolsonaro, mas demitiu-se em Abril de 2020 devido a fortes discordâncias com o governante, a quem acusou de tentar interferir ilegalmente e politicamente na Polícia Federal, embora a corporação tenha dito não ter encontrado tais provas.

Bolsonaro chama de ladrões ex-homólogos.

#JairBolsonaro #CORRUPÇÃO #Elecciones #InjerenciaDeEEUU #ManipulaciónPolítica

Jornal de Angola.

O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, qualificou de canalhas e ladrões os que o antecederam no poder, num acto público realizado, ontem, no qual também disse não entender aqueles que anseiam a volta de um Governo liderado pela esquerda.

Em claro tom eleitoral para as eleições de Outubro, Bolsonaro visitou algumas obras de um monumental projecto de transbordo do rio São Francisco, um dos maiores do país, cujas águas foram desviadas para combater a seca que a região Nordeste do país sofre todos os anos.

As obras começaram em 2007, no segundo mandato do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e deveriam ser concluídas em cinco anos, mas ainda não estão concluídas e o seu custo, inicialmente estimado em cerca de 1,5 mil milhões de dólares , foi multiplicado por 10.

Sem o citar, Bolsonaro culpou directamente “a corrupção” que diz ter marcado boa parte do Governo de Lula da Silva, o principal favorito para as eleições de Outubro próximo, nas quais o actual Presidente tentará renovar o seu mandato. Numa aparente alusão ao favoritismo que todas as sondagens atribuem a Lula da Silva, Jair Bolsonaro disse não entender que “há gente que sente saudade desses canalhas”, descrição que estendeu a outros governantes que o antecederam.

“Veja quanta porcaria me antecedeu”, disse Bolsonaro, citando um que “falou lindamente”, em clara referência ao ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ex-líder social-democrata de quem até zombou ao imitar a sua voz.

No entanto, concentrou suas principais críticas ao Partido dos Trabalhadores (PT), liderado por Lula da Silva e que governou o país entre 2003 e 2016, primeiro com o ex-sindicalista e depois com Dilma Rousseff, destituída por alegada gestão irregular do Orçamento. “Todos nós no Brasil sofremos as consequências desses canalhas”, disse Bolsonaro, que insistiu que “esses tipos de esquerda não respeitam ninguém, não respeitam nem a religião”.

Claramente empolgado, o Presidente brasileiro citou que quando o seu Governo tomou, os técnicos da sua equipa alegadamente descobriram um contrato com uma Organização Não-Governamental no valor de 10 milhões de dólares, destinado a um Programa de Treino para indígenas negociarem ‘bitcoins’, que também criticou duramente.

Um ‘furacão de ultra-direita’? Como um partido espanhol pretende combater a esquerda na América Latina (e enfrentar o Fórum de São Paulo)

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O avanço da esquerda na América Latina preocupa a extrema direita espanhola. Ou pelo menos é isso que parece estar por detrás do anúncio feito pelo líder do partido Vox, Santiago Abascal, que anunciou que esta formação política irá criar uma instituição internacional para combater a “deriva comunista”.

“Estamos fundamentalmente a estabelecer relações para criar um fórum organizado para nos opormos ao que tem sido o fórum de São Paulo e o Grupo Puebla”, disse Abascal numa conferência de imprensa na segunda-feira.

Embora não tenha dado mais pormenores sobre a forma como a instituição irá funcionar, deixou claro que é “uma estrutura internacional” que irá funcionar “como uma autêntica oposição em defesa das liberdades e da democracia”, no que Vox chama “a Iberosfera”.

O político salientou que a intenção é ir além de uma declaração de intenções: nem uma carta nem um manifesto. O objectivo, segundo Abascal, é formar um fórum que reúna visões que se opõem à alegada “deriva comunista” na região.

Iberosfera?
Não é a primeira vez que este tipo de iniciativa internacional é lançada pelo partido espanhol de extrema-direita, que este ano lançou uma série de bolsas de estudo destinadas a jovens líderes através da fundação Disenso, liderada pela Abascal, para “formar futuros líderes na esfera pública e social que estejam dispostos a defender a Liberdade em ambos os lados do Atlântico”.

Contudo, a inegável mudança do tabuleiro de xadrez político na América Latina encorajou o partido de extrema-direita a colocar o pé no acelerador. A recente vitória do esquerdista Pedro Castillo no Peru; o reforço das lideranças de Andrés Manuel López Obrador e Alberto Fernández no México e na Argentina; e o ressurgimento de iniciativas de integração como a Comunidade dos Estados Americanos e das Caraíbas (Celac), juntamente com o enfraquecimento de fóruns como o Grupo Lima (nascido no seio da Organização dos Estados Americanos), são sinais de que a Vox encara com preocupação.

De facto, no final do ano passado, o partido de Abascal promoveu a assinatura da Carta de Madrid, um documento assinado por líderes da direita espanhola e latino-americana que, entre outros pontos, advertia que a região era supostamente “sequestrada por regimes totalitários de inspiração comunista”, que “infiltram-se nos centros do poder” através de iniciativas “como o Fórum de São Paulo e o Grupo Puebla” para impor a sua “agenda ideológica”.

Nesta carta, os signatários propõem “trabalhar em conjunto na defesa” dos seus valores e princípios, por outras palavras: a promoção de políticas anti-imigrantes, anti-feministas, homofóbicas e ultra-conservadoras. O objectivo? Para combater a esquerda na América Latina e rotulá-la como uma “ameaça”.

A lista de políticos que assinaram o documento incluía o ex-ministro de facto boliviano Arturo Murillo, actualmente preso nos EUA por corrupção; o ex-prefeito metropolitano de Caracas e fugitivo da justiça venezuelana, Antonio Ledezma; bem como líderes de direita em países como o Peru, Argentina, Equador, Paraguai, El Salvador, Chile, Brasil, Costa Rica, México, Espanha, Estados Unidos e Colômbia.

Quase um ano após a Carta de Madrid, o anúncio da Abascal mostra que a declaração de intenções já se transformou em acções concretas. Uma delas seria esta nova estrutura internacional destinada à ‘Iberosfera’, como Vox chama aos países “que partilham um património cultural profundamente enraizado”, que inclui os EUA e o Canadá.

É provável que o ambicioso projecto tenha amplo apoio financeiro, a julgar pelas recentes revelações sobre a ascensão do Partido Verde, cuja ascensão foi promovida com um financiamento suculento de “grandes fortunas”, de acordo com a fuga de mais de 17.000 documentos internos e confidenciais de organizações espanholas ultra-católicas reveladas pelo Wikileaks.

Regressão democrática?
No mesmo dia que o anúncio sem convicção do líder da Vox, foi publicado um artigo no website da Fundação Disenso, que afirma que “a erosão democrática é mais palpável em nações governadas por uma ala de esquerda semelhante ao Fórum de São Paulo”.

A lista de nações ‘demonizadas’ pelo autor do artigo é encabeçada, como habitualmente, pela Venezuela, Bolívia e Nicarágua, embora com a inclusão do México em quinto lugar, depois das Honduras. A conclusão não é gratuita, uma vez que Caracas foi acusada de trazer o “furacão bolivariano” para a região, através do fórum de São Paulo, e o presidente mexicano foi responsável pela revitalização do Grupo Puebla, juntamente com o presidente da Argentina, ao mesmo tempo que o declínio do Grupo Lima.

Para a ultra-direita, estes movimentos, que promovem a união regional e tendem para a esquerda mais progressista, causam “grandes danos institucionais às democracias latino-americanas” e são supostamente dirigidos a partir de Cuba para que o espectro do “comunismo” afugente os sistemas políticos “liberais”.

“Se as forças do Fórum ganharem terreno, uma transição para o autoritarismo parece inevitável”, afirma o autor do texto. A aposta de Vox é evitar que isto aconteça e impedir que a mudança na região se aproxime do Brasil de Jair Bolsonaro ou dos EUA expulsos de Donald Trump, desencadeando uma tempestade ideológica inversa na América Latina que iria confrontar o Fórum de São Paulo numa espécie de ‘furacão de ultra-direita’.

Tribunal Eleitoral pede a Bolsonaro que seja investigado para declarações contra o sistema de votação .

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Bolsonaro acusa os governadores brasileiros de serem “ditadores”.

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O Presidente brasileiro Jair Bolsonaro, da sua conta no Twitter acusado de ser “protótipos de ditadores” aos governadores brasileiros que implementaram medidas sanitárias para conter a propagação do coronavírus.

Bolsonaro argumentou a sua acusação recordando que estes governadores, a fim de refrear a pandemia do coronavírus, decretaram “proibições de culto, recolher obrigatório, expropriação de bens imobiliários, restrições de viagem”.

El Supremo Tribunal Federal aceptó el pedido para crear la comisión que investigará la gestión estatal ante la Covid-19.

Por sua vez, esta terça-feira, numa conferência de imprensa realizada no Palácio da Alvorada, Bolsonaro insistiu que “Eu não sou o ditador do Brasil”. “Não fui eu que fechei as lojas. Nem fui eu que o obriguei a ficar em casa. Eu faço a minha parte”, sublinhou ele.

As reacções de Bolsonaro vêm à medida que ele pode ser investigado pelo seu tratamento da crise de saúde…. O Senado aprovou na terça-feira que a equipa que irá realizar esta investigação terá 11 titulares e 90 dias para fazer o seu estudo.

No domingo passado, foi tornada pública uma insinuação do presidente de que a comissão de investigação deveria ser alinhada com a visão do governo. O diálogo foi tornado público pelo Senador Jorge Kajuru.

O Juiz do Supremo Tribunal Federal Luis Barroso aceitou na semana passada o pedido de 31 senadores para criar a comissão de investigação após a morte de pacientes por falta de oxigénio em Janeiro em Manaus, apesar de um aviso prévio do Ministério da Saúde antes do colapso do hospital.

Na sequência das notícias da próxima investigação, o presidente brasileiro tem vindo a partilhar no Twitter dados sobre recursos geridos no sector da saúde e comentários sobre as acções dos governos locais como decisões negativas.

Todas as condenações de Lula da Silva no caso ‘Lava Jato’ são anuladas .

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O retorno de #Lula ao cenário político brasileiro

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#Brasil atinge novo recorde de mortes diárias por #Covid-19 .

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Com informações da teleSUR .

O Brasil bateu um novo recorde de 1.972 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas desta terça-feira, para acumular um total de 268.370 mortes devido à doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, informou o Ministério da Saúde.

Dessa forma, o gigante sul-americano soma 48 dias consecutivos com uma média de mais de mil mortes diárias devido à pandemia do coronavírus.

O Ministério da Saúde do Brasil também indicou que no último dia registrou 70.764 novos casos de Covid-19, com os quais o país contabiliza um total de 11.122.429 infecções de doenças respiratórias.

Após a descoberta de uma nova variante do Covid-19 no Brasil, mais contagiosa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma “emergência” para toda a América Latina, onde são notificadas quase 22.300.000 infecções com cerca de 705.000 mortes.

La negación de la pandemia: una tormenta imperfecta para la autocratización  en Brasil | OpenGlobalRights

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu ao Brasil que tomasse medidas “agressivas” de saúde e antecipasse a vacinação.

“Se o Brasil não levar isso a sério, isso afetará todos os vizinhos e além”, disse ele.

No país da América do Sul, 25 das 27 capitais de estados federais têm uma taxa de ocupação de 80% dos leitos de terapia intensiva para Covid-19. E em 15 deles a taxa é de 90 por cento, relatou o correspondente da teleSUR, Nacho Lemus.

Mesmo assim, o presidente Jair Bolsonaro continua com sua cruzada antiprevenção e ameaça com bloqueio econômico os estados que limitam a circulação de pessoas e fecham o comércio, como medida para reduzir a disseminação da SARS-CoV-2.

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