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Pelo menos 30 mortos no Congo após deslizamento de terra em mina de ouro

Pelo menos 30 pessoas morreram na República Democrática do Congo (RDC), após um deslizamento de terra que varreu uma mina de ouro na cidade de Watsa (nordeste do país), informaram as autoridades locais

A tragédia ocorreu na sexta-feira, em uma área remota do país, então os serviços de resgate levaram dois dias para chegar ao local. Foto: Reuters

.Segundo relatórios preliminares, o número de vítimas pode aumentar nas próximas horas, dado o número de corpos sem vida enterrados no subsolo, disse o ministro local de Minas, Dieudonne Apasa.

“Ainda não sabemos quantos mineiros estavam lá dentro. Eles estavam trabalhando a uma profundidade de 17 metros quando todos caíram ”, disse Apasa.

O evento aconteceu na sexta-feira passada na mina de ouro Ndiyo, na província de Haut Uele, perto da fronteira com Uganda, mas os serviços de resgate levaram dois dias para chegar à área afetada, dada a distância do local.

Por sua vez, a Apasa ratificou que os mineiros trabalhavam dentro do limite máximo de profundidade estipulado e que a causa do incidente foi “simplesmente a forte chuva que estamos registrando nos últimos tempos”.

(Com informações do TeleSur)

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Erosão provoca avanço do mar e reduz território de São Paulo

A Ilha do Cardoso fica no extremo sul do litoral de São Paulo. O local atrai turistas pela presença abundante de golfinhos e claro, suas praias paradisíacas. Talvez os visitantes e moradores da região não tenham percebido, mas o avanço do mar – em curso há cerca de 60 anos, engoliu 1 quilômetro do estado de São Paulo.

O fenômeno se dá por um processo de erosão considerado natural e que está extinguindo a Enseada da Baleia. Os efeitos causaram redução de dois metros na largura da faixa de areia, além do isolamento de um vilarejo com 15 famílias.

Estudos feitos por pesquisadores estimam que em um mês, a nova barra, responsável pela conexão entre o Estuário de Ararapira ao Oceano Atlântico, vá atingir um quilômetro de extensão. O que deve alterar o ecossistema da região e isolar definitivamente os moradores.

Membros do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) emitiram os primeiros alertas em 2009, atestando a probabilidade da consolidação das erosões para 2018. Os apontamentos foram feitos baseados em imagens de satélite.

As fotografias impressionam e dão clareza sobre a diminuição da faixa de areia dividindo a enseada do oceano, agravada pelo avanço de uma frente-fria nos últimos dias. Em entrevista ao G1, a professora Maria Cristina de Souza afasta possíveis interferências provocadas pela ação do homem.

“A dinâmica daquela região é instável, da água do estuário avançando para o mar. No passado, já ocorreram outras aberturas e acreditamos que, em breve, ocorrerá o assoreamento [deposição de sedimentos] na antiga barra, na divisa com o Paraná”, encerra.

A Defesa Civil disse estar monitorando a situação e que criou um plano de emergência para a mudança das casas habitadas pelas 50 pessoas. O Parque Estadual da Ilha do Cardoso, a Fundação Florestal e o Instituto Geológico, estes dois últimos subordinados à Secretaria de Meio Ambiente de São Paulo, também avaliam os impactos no ecossistema.

“Por terra, não tem como chegar mais até elas [moradores da região]. Entretanto, todas as 15 famílias que moram naquela comunidade se movimentam de barco, são autossustentáveis e já estão acostumadas às distâncias da região”, pontuou Edison Nascimento, gestor do Parque Estadual Ilha do Cardoso.

De qualquer maneira, Cananéia, cidade histórica localizada no continente, está em alerta. O secretário do Meio Ambiente Erick Willy disse ter mobilizado sua equipe para atuar caso a situação fuja do controle.

Fotos: foto 1: Divulgação/Defesa Civil /foto 2: Edison Nascimento/Fundação Florestal/fonte:via

 

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