Porque é que o #SAUDIARABIA nos vai preocupar neste DECADE?

#EstadosUnidos #Terrorismo #OrienteMedio

Rússia e EUA concordam em estender o tratado START III .

#NewSTART #RussiaUSA #Putin #Biden #NewStartTreaty #EstadosUnidos

Retirado do teleSUR .

rETIRAO Ministério das Relações Exteriores russo anunciou na quarta-feira que chegou a um acordo com os Estados Unidos para estender o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START), assinado há dez anos entre os então presidentes Barack Obama e Dimitri Medvéded.

Segundo o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Riabkov, o pacto será prorrogado “nos nossos termos: por cinco anos sem pré-condições, sem acréscimos ou ‘apêndices'”.

O diplomata indicou que as conversações com o lado norte-americano sobre a prorrogação do pacto ocorreram nos últimos dias e nesta terça-feira Rússia e EUA trocaram notas diplomáticas que fixam os acordos alcançados.

Rusia y Estados Unidos son las principales potencias nucleares y el control de las mismas está limitado por las versiones de los START.

“Em essência, esta é uma decisão mutuamente benéfica. E é a única correta. Temos tempo significativo para iniciar e conduzir negociações bilaterais aprofundadas sobre toda a gama de questões que afetam a estabilidade estratégica, para garantir a segurança confiável de nosso Estado para um longo período para vir “, concluiu.

“Ontem troquei notas com o embaixador (dos Estados Unidos) em Moscou (John J.) Sullivan, que fixam os acordos de prorrogação do pacto por cinco anos”, disse Riabkov.

Nesse contexto, o vice-chanceler destacou que a Rússia saúda a decisão do governo do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de aceitar a proposta de Moscou de prorrogar o START III e acrescentou que se trata de uma decisão de benefício mútuo.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e seu homólogo norte-americano, Joe Biden, tiveram sua primeira conversa telefônica na terça-feira, na qual discutiram várias questões das relações bilaterais entre Moscou e Washington, incluindo a extensão do START III.

Os líderes “expressaram sua satisfação com a troca de notas diplomáticas sobre a obtenção de um acordo” sobre a prorrogação do pacto.

O Tratado START III, único tratado de redução de armas existente entre a Rússia e os Estados Unidos, expira em fevereiro de 2021. O pacto foi assinado em 2010 (ratificado em 2011) e prevê o monitoramento mútuo de arsenais nucleares por Washington e Moscou.

Imagen

Em maio de 2020, os Estados Unidos, então sob a presidência de Donald Trump, declararam que querem incluir mais armas russas no Tratado START III, ao mesmo tempo que sugerem que a extensão do acordo deve incluir também a China. A Rússia, por sua vez, disse que, em qualquer caso, a França e o Reino Unido, as outras duas potências nucleares declaradas e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, também deveriam ser incluídos nas negociações.

Imediatamente, a Duma ou câmara baixa do parlamento russo ratificou por unanimidade a extensão de cinco anos do tratado, quando 399 deputados votaram a favor da extensão, sem abstenções ou votos contra, em uma sessão transmitida ao vivo pela televisão pública, depois Putin, por último noite, enviou a lei correspondente às duas casas do legislativo russo, já que hoje o Senado também deve ratificar o referido acordo.

Direitos Humanos nos Estados Unidos: Esterilização Forçada.

#DerechosHumanos #DDHH #EstadosUnidos #DonaldTrumpCulpable #ForaTrump #NoMoreTrump #AmericaLatina #EEUUBloquea #CubaSalva #ElBloqueoEsReal

Autor: Raúl Antonio Capote | internacionales@granma.cu

Um novo crime abala a opinião pública mundial pela dose de insensibilidade que demonstra e pelo caráter desumano e racista de seus executores.

O Serviço de Controle de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos, ICE por sua sigla em inglês, foi acusado de remover o útero de imigrantes sob custódia daquela instituição.

A denúncia foi apresentada ao Escritório do Inspetor Geral (OIG) do Departamento de Segurança Interna (DHS) pelo Project South, Georgia Detention Watch, Georgia Latino Alliance for Human Rights e South Georgia Immigrant Support Network.

Os querelantes foram atingidos pelo alto índice de mulheres no Irwin County Detention Center (ICDC) na Geórgia – operado pela La Salle Corrections, uma empresa privada de prisão – submetidas a histerectomia nos últimos meses, cirurgia em aquele que remove todo ou parte do útero.

El Servicio de Control de Inmigración y Aduanas de Estados Unidos, ICE por su sigla en inglés, ha sido acusado por la extirpación del útero a inmigrantes bajo custodia de esa institución

As mulheres imigrantes que se submeteram ao procedimento foram enganadas sob a promessa de receber atendimento médico para resolver diversos problemas de saúde, noticia o jornal The New York Times.

Mas o caso não para por aí. Todos os dias, novos depoimentos de mulheres esterilizadas continuam a aparecer em diferentes centros de detenção, o que constitui uma violação da autonomia do corpo e dos direitos reprodutivos das detidas.

Cerca de 173 legisladores federais dos Estados Unidos enviaram uma carta ao Inspetor Geral do Departamento de Segurança Interna exigindo uma investigação imediata das queixas feitas: “Estamos horrorizados ao ver relatos de histerectomias massivas realizadas em detidos sem consentimento completo e informado.”

Porém, esse tipo de prática não é novidade naquele país. As autoridades norte-americanas em diferentes períodos da história as utilizaram, sobretudo, contra afrodescendentes, mexicanos, indígenas e prisioneiros.

No início do século 20, leis eugênicas foram promovidas em 32 estados, o que permitiu a esterilização de mais de 60.000 mulheres consideradas mentalmente deficientes ou mentalmente fracas e, mais recentemente, nas prisões da Califórnia 150 mulheres foram vítimas dessa prática entre 2006 e 2010.

O US Government Accountability Office publicou um relatório em 1976 sobre esterilizações realizadas em mulheres pertencentes a povos indígenas. Em quatro das 12 regiões investigadas, 3.406 operações foram realizadas entre 1973 e 1976 sem o consentimento das mulheres.

Em 1962, o Corpo de Paz dos Estados Unidos realizou a histerectomia forçada de mulheres indígenas na América Latina, aproveitando a boa fé, a ignorância e a necessidade das populações empobrecidas.

Mulheres guatemaltecas foram utilizadas em experimentos com produtos químicos e outros procedimentos que causam infertilidade permanente, financiados pela organização internacional Population Council, de acordo com o relatório Do controle da natalidade ao genocídio, elaborado pelo médico espanhol Alfredo Embid, coordenador do a Associação de Medicina Alternativa da Espanha.

No relatório do Dr. Embid, afirma-se que essas foram políticas implementadas pelos Estados Unidos em países do terceiro mundo, e detalha casos nas Filipinas, Indonésia, Índia, Bangladesh, Colômbia, República Dominicana, Porto Rico, El Salvador, Panamá, Bolívia, Brasil e Peru.

Essas práticas do governo dos EUA violam não apenas os princípios éticos e morais, mas também os direitos humanos das vítimas.

O negócio de armas dos EUA

O lobo em pele de cordeiro.

Faça o que eu digo e não o que eu faço.

EUA adverte que “interpretará como ameaça” qualquer navio armado que esteja a menos de 100 metros de seus navios.

Congressistas democratas dos EUA por leis contra a violência armada.

Os democratas planejam aprovar vários projetos de lei para combater a violência armada logo depois de obter a maioria na Câmara dos Deputados dos EUA em janeiro, informou o site Politico.

Segundo a publicação, com o apoio de Nancy Pelosi, atual líder da minoria e que deve assumir a presidência da Câmara Baixa no novo Congresso, os membros da força azul buscarão verificações federais de antecedentes sobre todas as vendas de armas. .

A medida é parte de um esforço mais amplo do partido para promover medidas de controle de armas paralisadas por um longo tempo, disse o site.

De acordo com o Politico, as tentativas de promover tais regulamentações reforçam a crença de que o cenário político mudou drasticamente em uma questão que afetou a sociedade americana por décadas.

Como a maioria republicana permanecerá no Senado, as verificações de antecedentes não devem ser endossadas naquele órgão, mas se forem aprovadas pelos representantes, constituirão uma vitória para o movimento de controle de armas, que tem pouco a comemorar desde o presidente Donald. Trump assumiu. Continuar a ler “Congressistas democratas dos EUA por leis contra a violência armada.”