Alerta Máximo! A noite está a chegar à UE!

#Rusia #Espanha #ReinoUnido #InjerenciaDeEEUU #Sanciones #Economía #GuerrasDeEEUU #Ucrania

Jovem entra para o Guinness por visitar 67 bares em menos de 24 horas.

#Guinness #ReinoUnido

Jornal de Angola

Um jovem, de 22 anos, entrou para o Guinness por visitar 67 bares em menos de 24 horas, em Brighton, no Reino Unido.

© Fotografia por: Nathan Crimp/SWNS

“Foi de longe a coisa mais difícil que já tive que fazer. Subestimei por completo o quão difícil seria fazer isto. O plano era tentar e manter-me sóbrio nos primeiros 25 bares, mas já saía pelas janelas no 15º” explicou, Nathan Crimp, que variava entre beber cerveja e shots de licor, refere o Notícias ao Minuto.

A mesma fonte adianta que Nathan teve de “misturar um pouco, mas tentava beber álcool num, e no outro bebia algo sem álcool” e que “o mais difícil foi ter de ir constantemente à casa de banho”, o que acabou por consumir a maioria do tempo, Nathan iniciou a jornada por volta das 11h e só terminou às 4h do dia seguinte.

O recorde anterior tinha sido estabelecido no início do ano corrente, correspondendo a uma visita a 56 bares ao cabo de 10 horas.

Presidente da República decreta duelo oficial em Cuba

Por ocasião da morte de Sua Majestade, a Rainha Elizabeth II, Rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, em 8 de setembro de 2022, o Presidente da República de Cuba decretou Duelo Oficial, das 06h00 até 12 da noite de 9 de setembro.

Sua Majestade Elizabeth II manteve uma relação respeitosa com Cuba e contribuiu para a ampliação dos laços entre nossos países e povos.

Durante a vigência do Duelo Oficial, a Bandeira da Estrela Solitária deve ser hasteada a meio mastro em prédios públicos e instituições militares.

Granma

O Presidente Maduro anuncia uma campanha para recuperar bens venezuelanos no estrangeiro.

#Venezuela #InjerenciaDeEEUU #OroVenezolano #Argentina #ReinoUnido #ElBloqueoEsReal

teleSUR

O Presidente venezuelano Nicolas Maduro anunciou na segunda-feira o lançamento de uma campanha para salvar o ouro do país roubado pelos tribunais britânicos e a devolução do avião Conviasa desviado na Argentina, acções que correspondem às sanções ilegais impostas à nação pelos Estados Unidos (EUA).

O presidente venezuelano disse: “Vamos confrontá-los com tudo se a perseguição criminosa dos Estados Unidos contra Conviasa continuar”, disse ele.

“Vamos articular uma grande campanha, da Venezuela, contra as sanções, contra a perseguição criminosa, pelo resgate do ouro em Londres, e pelo resgate dos pilotos e do avião que foi sequestrado na Argentina”, disse o Presidente Maduro.

O dignitário acrescentou que a sua nação não teme novas medidas ou agressões por parte dos EUA e, ao mesmo tempo, salientou que se a perseguição comercial contra a Venezuela continuar, será confrontada pelas autoridades constitucionais do país.

“Vamos confrontá-los com tudo se a perseguição criminosa por parte dos Estados Unidos contra Conviasa continuar. Não temos medo de sanções, agressões ou imperialismo dos EUA”, disse o chefe de Estado.

O presidente fez um apelo especial aos movimentos sociais e sindicais argentinos para acompanharem a luta venezuelana pelo resgate do avião e pela libertação dos pilotos.

“Estamos indignados com o que está a acontecer na Argentina”, disse, acrescentando que será formado um grupo de peritos para “travar a batalha pela Venezuela”.

Por outro lado, o presidente venezuelano, aludindo ao incidente ocorrido na base do superpetroleiro na província cubana de Matanzas, salientou que a ajuda à ilha chegou com 18 horas de atraso porque não tinham disponível o avião que sequestraram na Argentina, o que é especial para este tipo de situação.

“Perdemos 18 horas para responder à emergência porque não temos o super avião que foi sequestrado na Argentina”, concluiu o Presidente Maduro.

Casos prováveis de #criança aguda #hepatite detectada em #México.

#Salud #Hepatite #México

AlmaCubanita

A declaração emitida pelo ministério da saúde dizia que os possíveis doentes infectados têm menos de 16 anos de idade.
O Ministério da Saúde do Estado de Nuevo León, no nordeste do México, informou na quinta-feira que foram detectados quatro prováveis casos de hepatite aguda infantil, uma condição que já foi diagnosticada noutros países como o Reino Unido, a Bélgica e os Estados Unidos (EUA).

“Estamos a monitorizá-los para avaliar o seu progresso e depois podermos partilhar convosco informações mais completas”, disse a secretária de estado da saúde, Alma Rosa Marroquín, que disse numa conferência de imprensa que os pacientes são de idades diferentes.

O funcionário indicou que receberam relatórios de quatro pacientes em instituições públicas e privadas, “todos eles estáveis, crianças de idades diferentes; estamos a monitorizá-los para avaliar a sua evolução”.

Uma declaração emitida pelo ministério da saúde dizia que os possíveis doentes infectados têm menos de 16 anos de idade, “com um diagnóstico de hepatite aguda e aumento das enzimas hepáticas, como estabelecido para casos prováveis, o aviso epidemiológico de hepatite de etiologia desconhecida”.

Entre os sintomas, mencionou que a doença se manifesta através de diarreia, vómitos, dores abdominais, bem como amarelamento da pele e das mucosas.

Marroquín Escamilla indicou que deveriam ser tomadas as medidas necessárias, tais como a transferência para instituições médicas para diagnosticar e avaliar a situação.

Os primeiros diagnósticos da doença foram notificados no Reino Unido no início de Abril, quando uma dúzia de casos da doença foram detectados em bebés anteriormente saudáveis de 10 anos de idade.

A Rússia diz que a reunião do Quarteto da Normandia terminou “sem quaisquer resultados”.

#Rusia #Ucrania #ReinoUnido #OTAN #China #InjerenciaDeEEUU

EUA com 8.500 soldados em alerta devido a tensão entre Rússia e Ucrânia.

#Ucrânia #ReinoUnido #Rusia #OTAN #InjerenciaDeEEUU #ManipulaciónMediática

Segundo John Kirby, porta-voz do Pentágono, a “maior parte” das tropas dos Estados Unidos colocadas em alerta acrescido destina-se a reforçar a força de resposta rápida da OTAN .

Os Estados Unidos colocaram cerca de 8.500 militares em alerta para um possível destacamento para a Europa de Leste, no âmbito das tensões existentes entre a Ucrânia e a Rússia. O anúncio foi feito por John Kirby, porta-voz do Pentágono, esta segunda-feira, que realça, no entanto, que ainda não foi tomada qualquer decisão final sobre a mobilização de tropas.De acordo com a CNN, o Secretário da Defesa do país, Lloyd Austin, terá já emitido as diretivas de preparação sob a direção do presidente Joe Biden, com o objetivo de prepararem as suas tropas para uma potencial invasão russa da Ucrânia que, segundo as informações transmitidas por oficiais no terreno, pode estar iminente. 

John Kirby afirmou que a “maior parte” das tropas dos Estados Unidos colocadas em alerta acrescido se destinava a reforçar a força de resposta rápida da OTAN . Ainda assim, o porta-voz esclarece que o secretário responsável pela pasta da Defesa quer também estar “preparado para quaisquer outras contingências”.

“Os Estados Unidos tomaram medidas para aumentar a prontidão das suas forças a nível interno e externo, pelo que estão preparados para responder a uma série de contingências, incluindo o apoio à força de resposta da NATO se esta for ativada”, referiu Kirby, citado pela CNN. Segundo o mesmo responsável, a Força de Reação da OTAN compreende atualmente “cerca de 40.000 tropas multinacionais.

As tensões aumentaram esta segunda-feira entre a Rússia e os países ocidentais, devido às preocupações com uma possível preparação de uma invasão russa à Ucrânia.

Os países da OTAN colocaram forças em alerta e enviaram navios e aviões de combate para reforçar a defesa na Europa Oriental contra a atividade militar russa nas fronteiras da Ucrânia, anunciou a Aliança Atlântica.

Numa declaração divulgada em Bruxelas, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), de que Portugal faz parte, deu conta do reforço de meios na região, em curso e futuros, por parte da Dinamarca, Espanha, França, Países Baixos e Estados Unidos.

Os líderes dos países bálticos congratularam-se com a informação de que os Estados Unidos planeiam enviar milhares de militares, juntamente com aviões e navios de guerra, para os aliados da OTAN no Báltico e na Europa Oriental.

Países como o Reino Unido, Estados Unidos e Austrália anunciaram a retirada de alguns diplomatas de Kiev, enquanto a Irlanda criticou a Rússia por organizar exercícios militares numa área a cerca de 150 milhas (cerca de 240 quilómetros) ao largo da costa sudoeste irlandesa.

Já a Comissão Europeia anunciou um pacote de ajuda de emergência à Ucrânia de 1,2 mil milhões de euros, visando manter este país “livre e soberano” e apoiar Kiev nestas “circunstâncias difíceis”, perante a ameaça russa na fronteira ucraniana.

O Kremlin acusou hoje a NATO e os Estados Unidos de “exacerbarem” as tensões ao decidirem enviar navios de guerra e caças para a Europa de Leste, num quadro de uma suposta invasão russa da Ucrânia.

“As tensões são intensificadas por anúncios e ações concretas dos Estados Unidos e da OTAN [Organização do Tratado do Atlântico Norte]”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, aos jornalistas que lhe pediram um comentário ao envio de tropas da Aliança Atlântica.

Peskov criticou o que considerou ser uma “histeria” na Europa, depois de, nas últimas semanas, se terem multiplicado os alertas em relação a uma eventual invasão russa da Ucrânia.

A Rússia é acusada pelo Ocidente de ter reunido cerca de 100 mil soldados nas fronteiras ucranianas, em preparação para um ataque.

Moscovo nega qualquer plano nesse sentido e exige garantias para a sua segurança, incluindo a rejeição da adesão da Ucrânia à OTAN, o fim do alargamento da Aliança e dos destacamentos militares para a Europa de Leste, reivindicações inaceitáveis para o Ocidente.

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