Solidaridade

Cuba e Argélia defendem solidariedade e não interferência nos assuntos internos de outros países

Durante años la cooperación médica cubana ha tendido puentes de amistad entre los dos países.Decorado com a Medalha de Amizade ao Embaixador da Argélia em Cuba

 

Autor: Redação Internacional internacional@granma.cu 15 de outubro de 2019

Durante anos, a cooperação médica cubana construiu pontes de amizade entre os dois países. Foto: Katia Siberia
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, concedeu a Medalha da Amizade ao Exmo. M’Hamed Achache, embaixador da República Democrática e Popular da Argélia, na sede do Ministério das Relações Exteriores em Havana.

O vice-ministro de Relações Exteriores de Cuba, Rogelio Sierra, afirmou no evento que a irmandade de ambos os povos data de 1962 e, desde então, Cuba oferece cooperação em saúde, energia, construção, novas tecnologias e educação.

Enquanto isso, M’Hamed Achache reafirmou que Cuba e Argélia, embora geograficamente distantes, fecham as fileiras devido à não interferência nos assuntos internos de outros países.

Fidel considerou a ajuda do Major das Antilhas ao povo argelino, durante a luta pela libertação, como a primeira amostra de nossa consciência internacionalista.

Desde sua independência, em 5 de julho de 1962, a Argélia começou a apoiar Cuba em fóruns internacionais. Vale mencionar a estreita cooperação de ambas as nações dentro do Movimento Não-Alinhado e o apoio prestado pela Argélia na luta contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo governo dos Estados Unidos contra Cuba.

Em 24 de maio de 1963, chegou à nação argelina a primeira brigada médica cubana, composta por 32 médicos, quatro estomatologistas, 14 enfermeiros e oito técnicos. Atualmente, mais de 500 especialistas e técnicos de saúde cubanos prestam serviços nesse país. A Ilha colaborou na construção de hospitais e outras instalações de saúde, e especialistas de Cuba formarão executivos da Agência Nacional de Reservatórios e Transferências, da Argélia, na gestão de recursos hídricos.

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Cuba ratifica solidariedade e vocação humanista de seus médicos.

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Livros de medicina cubana cativam na Feira do Livro de Guadalajara.

Livros de médicos cubanos sobre fisioterapia, reabilitação e qualidade de vida são os mais solicitados hoje no stand da Citmatel na 32ª Feira Internacional do Livro (FIL) em Guadalajara, no México.

Libros de medicina cubana cautivan en Feria del Libro de Guadalajara

De acordo com a Prensa Latina, a diretora geral da Companhia de Tecnologias de Informação e Serviços Avançados de Telemática, Beatriz Alonso, participou do evento com 399 diferentes edições da Citmatel Editions, que cobrem mais de uma dezena de temas em diferentes formatos.

Mas os mais atraentes para o público são os livros de saúde, preparados por médicos, o que demonstra a alta estima que Cuba tem nessa área, ressaltou. Continuar a ler

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Consumismo é doença.

“É uma doença grande, o consumismo, nos dias de hoje. Não digo que todos façamos isso, não, mas o consumismo, gastar mais do que o que precisamos, uma falta de austeridade de vida, tudo isto é inimigo da generosidade”, disse o Papa na homilia da missa a que presidiu na Capela da Casa de Santa Marta.

Francisco considerou que para se ser generoso para com os pobres e os necessitados “é necessário pensar nas pequenas coisas” e que todos podem contrariar essa tendência da sociedade com pequenos gestos.
“Vamos fazer uma viagem aos nossos quartos, por exemplo, uma viagem ao nosso armário. Quantos pares de sapatos tenho? Um, dois, três, quatro, quinze, vinte … cada um pode dizer”, realçou, incentivando os cristãos a compartilhar com os outros o que não precisam.
“É um modo de ser generoso, de dar o que temos, de compartilhar”, precisou o Pontífice.

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Começa novo ciclo cooperação Angola-Portugal.

Em três dias, João Lourenço lançou as pontes de mútuos benefícios e mostrou, com discursos, visitas e intervenções e até em respostas a perguntas de jornalistas que, entre Portugal e Angola, inicia um novo ciclo, com um “novo protagonista enquanto pessoa e mensagem política em representação do povo angolano”.

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Declarações de Diretora de Comunicação e Imagem do Ministério das Relações Exteriores de Cuba.

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Agradeço e saúdo todos os que me acompanham no canal do Youtube da nossa chancelaria. Criamos este espaço para oferecer informações sobre a situação atual em que nosso país tomou a decisão de não continuar participando do Programa Mais Médicos para o Brasil. A partir dessa decisão, o processo de retorno de nossos profissionais de saúde já começou.

Eu antecipo que esta transmissão será transmitida ao vivo em espanhol e, uma vez terminado, eles poderão contar com as versões portuguesa e inglesa.

Em primeiro lugar, quero me referir à decisão, informada pelo Ministério de Saúde Pública de Cuba em 14 de novembro, que, como explicado, obedece às declarações diretas, depreciativas e ameaçadoras do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, sobre a presença dos nossos médicos naquele país, assegurando que modificaria os termos e condições do Programa Mais Médicos.

Essas declarações, que o presidente eleito reitera, quase todos os dias desde 14 de novembro, questionam o nível profissional de nossos médicos e condicionam a permanência no programa, a revalidação do título e a contratação individual. Continuar a ler

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Quando se fala em saúde, Cuba merece respeito.

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Os médicos cubanos que retornam à sua pátria carregam em seus corações o infinito afeto do povo brasileiro.

«A gente vai embora, mas carregamos em nossos corações o abraço do idoso e o sorriso da criança, o infinito afeto do povo brasileiro; nas humildes casas onde você recebe esse convite para almoçar aquele feijão bem temperado com farofa, mas acima de tudo com amor. Eu também me lembro daqueles idosos em bancos rústicos, sabendo que o médico acabava a consulta às cinco horas da tarde, eles apenas ficaram sentados esperando o médico vir conversar com eles. Eu continuarei acumulando riqueza, sim. Mas não riqueza material. Eu continuarei enriquecendo meu coração». Continuar a ler

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Vinte anos da Escola Latino-Americana de Medicina celebram em Havana.

Bolsonaro, Mais Médicos e um déjà vu.

Por mais de uma década, o Programa Parole, criado em 2006 por George W. Bush, incentivou o pessoal de saúde cubano que colabora em países terceiros a abandonar suas missões e emigrar para os Estados Unidos.

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O presidente cubano Díaz-Canel relembrou no Twitter os 20 anos da Escola Latino-americana de Medicina ELAm; uma obra de amor que formou milhares de médicos; entre eles, brasileiros, a quem a Associação Médica os impede de passar no exame de revalidação do título e no acesso aos empregos.

 

Ano de 2013. No Brasil, a presidenta Dilma Rousseff promoveu programas como o Mais Médicos, que previa a presença de médicos brasileiros e estrangeiros para atuar em áreas pobres e isoladas daquele país, iniciativa que incluiu milhares de profissionais de saúde cubanos. Na Venezuela, o então candidato anti-Chávez, Henrique Capriles, fazia flutuar seu discurso entre as ameaças a Havana, «pois não financiaria um modelo político», nem «doaria petróleo», e a oferta «desinteressada» de nacionalizar os milhares de médicos que estavam em solo bolivariano. Eu os convidaria, declarou Capriles, «para serem cidadãos de um país onde há democracia».

Se até agora você parece ter visto este script repetido em outros momentos, saiba que está certo. O que o presidente Jair Bolsonaro acaba de fazer dinamitando o Programa Mais Médicos, e com ele a garantia de acesso à saúde de qualidade para milhões de brasileiros, recorda, pelo menos, muitos outros ataques da direita regional à colaboração internacional cubana.

O presidente eleito do gigante sul-americano chama o governo cubano de «ditadura», enquanto não poupa louvores na defesa da ditadura militar brasileira entre 1964-1985, que ainda tem na memória do país não apenas desaparecimentos forçados e assassinatos, mas a repressão de qualquer tipo de oposição política. Maus presságios para o Brasil, se seu novo presidente não entender a dimensão exata do que é um regime ditatorial.

E o déjà vu ocorre quando afirma que «oferecerá asilo político aos milhares de médicos cubanos que não desejam retornar ao seu país».

Não surpreende que estimular a deserção dos médicos seja o pano de fundo de sua posição, num contexto em que a força de trabalho qualificada é o maior potencial da Ilha maior das Antilhas, e onde os médicos cubanos ou aqueles treinados em Cuba de outros os países promovem uma imagem positiva do país, enquanto desenvolvem formas de cooperação Sul-Sul.

Essa linha de sabotagem tem uma forte referência, além disso, no Programa de Parole para Profissionais Médicos Cubanos, um esquema migratório do Governo dos Estados Unidos que vigorou até 17 de janeiro do ano passado; quando, após um ano de negociações, e encorajado pelo início da normalização das relações diplomáticas entre Havana e Washington, foi assinado um acordo entre os dois países com o objetivo de garantir uma migração regular, segura e ordenada, que além do Parole, bania a política de pés secos-pés molhados. Esta foi uma das últimas ações tomadas pelo presidente Barack Obama.

Por mais de uma década, o programa Parole …, criado em 2006 por George W. Bush, estimulou o pessoal de saúde cubano que colaborou em terceiros países a abandonar suas missões e emigrar para os Estados Unidos, uma prática repreensível que afetava não somente Cuba, mas, portanto, os programas de saúde dos países onde eles estavam trabalhando.

A FÓRMULA DE BOLSONARO É, ENTÃO, VELHA E CONHECIDA

«A intenção era clara: prejudicar a cooperação de Cuba com outros países, reduzir a entrada de dinheiro na forma de pagamentos por esses programas e drenar os médicos e outros profissionais da área médica do país», diz o professor titular do Centro de Estudos Hemisféricos e dos Estados Unidos da Universidade de Havana, Ernesto Domínguez López, em seu artigo ‘Migração, fuga de cérebros e relações internacionais. O caso dos Estados Unidos e Cuba’. Continuar a ler

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Carta aberta de um médico cubano para Jair Bolsonaro “Aprenda o que é amor ao próximo e dignidade”.

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Mais Médicos

Eu respondo: Bolsonaro, meu filho, quando o Sr. diz que Cuba fica com meu salário eu só penso nas seguintes questões:

1-Eu aceitei os termos de um contrato por livre e pessoal determinação.

2-Ciente de que, com esse dinheiro, minha mãe, irmãos, sobrinhos, primos, tios , vizinhos, famílias todas tem garantido o cuidado de sua saúde. Sem pagar nada .

3-Ciente de que minha formação como médico é graças à criação de universidades públicas em todo o território nacional. Onde filhos de pedreiros, advogados, fazendeiros, faxineiras, empregados dos correios, médicos, etc compartilham a mesma sala de aulas sem discriminação por sexo, cor, ideologia, ou riqueza. Isso, Bolsonaro, chama-se igualdade. Coisa que Sr. não conhece, porque não existe num país onde a corrupção e os privilégios políticos acabam com a riqueza do Brasil. Continuar a ler

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Cuba anuncia saída de médicos do Brasil.

O Ministério da Saúde de Cuba resolveu sair do “Mais Médicos” no Brasil, por discordar das declarações e das condições impostas pelo Presidente eleito Jair Bolsonaro para a continuidade do programa social.

Com a saída dos médicos do país sul-americano daquele programa, iniciado em 2013 pela então Presidente Dilma Rousseff, cerca de 1600 municípios, atendidos apenas por especialistas cubanos, deixam de ter assistência sanitária. Com 24 milhões de brasileiros servidos pelo programa, o caso preocupa populações, prefeitos e governadores de vários Estados. Desde que em campanha, o então candidato Bolsonaro, do PSL, atacou o Governo de Havana que o fim da participação cubana no programa já era dado como provável, mas foram as condições impostas pelo agora presidente eleito que precipitaram o fim da relação.

 

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