Notável! Os EUA reconhecem a semelhança do seu conceito de Segurança do Estado com o de Cuba.

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MIKHAIL GORBACHEV, ÚLTIMO PRESIDENTE DA UNIÃO SOVIÉTICA, MORRE

#UniónSoviética #Duelo #Rusia #Moscu #MijailGorbachov

Mijaíl Gorbachov ,o último presidente a governar a União Soviética, morreu na terça-feira com a idade de 91 anos, de acordo com funcionários do Hospital Central Clínico da Rússia. A sua morte estava ligada a danos renais, pois tinha sido hospitalizado várias horas antes para hemodiálise. A sua família disse desejar enterrá-lo no cemitério Novodevichi de Moscovo, numa sepultura junto aos restos mortais da sua esposa Raisa. Gorbachev serviu durante sete anos (1985-1991) como Secretário-Geral do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética. (TASS)

Coerência.

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#Cuba em #Angola

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“O país viu partir um dos mais ilustres filhos e uma das mais insignes figuras”

#Angola #JoseEduardoDosSantos

César Esteves

O Estado destacou, este domingo, durante a cerimónia fúnebre do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, realizada na Praça da República, em Luanda, que com a sua morte “o país viu partir um dos seus mais ilustres filhos” e uma das mais insignes figuras da Nação angolana.

Casal presidencial e os Chefes de Estado e de Governo convidados apresentaram os sentimentos de pesar à família enlutada © Fotografia por: Kindala Manuel | Edições Novembro

Numa mensagem de homenagem, apresentada pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, José Eduardo dos Santos é reconhecido como um dos mais destacados cidadãos e convicto patriota, tendo dedicado toda a vida à mais nobres causas e anseios do povo angolano.

Nas suas qualidades de Chefe de Estado, do Governo e de Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA), José Eduardo dos Santos conduziu o país nos momentos mais sombrios da história de Angola e liderou os processos que encaminharam para algumas das mais relevantes conquistas dos angolanos, desafios considerados permanentes para as actuais e as futuras gerações. “Não só conduziu os processos como preparou as gerações seguintes para defender, manter e perpetuar muitas das mais relevantes conquistas do povo angolano”, realça a mensagem. 

Sob a liderança de José Eduardo dos Santos, iniciada apenas quatro anos após a conquista da Independência Nacional e na sequência do passamento físico do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, num contexto adverso, quer no plano nacional quer no plano internacional, os angolanos mantiveram a Independência Nacional e criaram as bases para que a solidez faça dela uma conquista perene.

 “Sob sua liderança, mantivemos a integridade territorial e a unidade nacional”, recorda. Sublinhe-se, essas conquistas não só foram mantidas como permitiram, também, a criação das bases para que as actuais e futuras gerações as assegurem para todo o sempre. “Angola é e continuará a ser, de Cabinda ao Cunene, e jamais abandonará o estratégico projecto de construir, todos os dias, com o suor de todos, um só povo e uma só Nação”, sublinha.

Sob liderança de José Eduardo dos Santos o país realizou muitas das suas mais estruturantes reformas nos domínios constitucional, político, económico e social. Foi no seu consulado que Angola operou, por exemplo, a transição constitucional, a transição para o multipartidarismo, a democracia pluralista e o Estado de Direito, a transição para a economia de mercado e para a consagração e o reconhecimento dos direitos, liberdade e garantias fundamentais dos cidadãos, tendo, entre elas, destacado a abolição da pena de morte.

Acrescenta, igualmente, que sob liderança do ex-Presidente José Eduardo dos Santos Angola se projectou nos planos regional, continental e global, afirmando-se, deste modo, na arena internacional como um Estado forte e respeitado. “Com invulgar sagacidade e ímpar visão estra-

tégica”, o Presidente José Eduardo dos Santos conduziu Angola ao alcance de duas das suas maiores conquistas: “a paz e a reconciliação nacional, cujos frutos beneficiamos há 20 anos”. “Desempenhou um relevante papel para a paz e a estabilidade no nosso continente”, salienta. Na mensagem, que exalta os grandes feitos do ex-Presidente, reconhece-se que a sua estratégia, para o alcance da paz e da reconciliação nacional, evidenciou a importância do perdão e a visão de que enquanto Estado soberano cabe “a nós buscar as melhores soluções para os nossos problemas”, o que levou o povo angolano a apelidá-lo “Arquitecto da Paz”.

Para o Estado angolano, é fundamental assegurar a perenidade da Independência, soberania nacional, integridade territorial, unidade nacional, paz, reconciliação nacional, estabilidade e o caminhar, infinitamente, em direcção à construção de um país próspero e de todos, para que Angola seja perene, como forma de eternizar o seu legado.

“Neste momento, em que o povo angolano sente a dor da sua partida e lhe rende esta derradeira homenagem, curvamo-nos perante a sua memória para reassumir, de viva voz, o nosso compromisso pátrio de continuar a fazer de Angola um país que orgulhe todos os seus filhos, seguramente o seu maior desejo e a sua maior ambição”, conclui a mensagem.


As raízes da paz e da reconciliação nacional

O Estado fez saber que as raízes da paz e da reconciliação nacional são profundas, firmes, sustentadas na ideia do “nem mais um tiro” e estão no coração do povo angolano. Acrescentou que o povo angolano aprendeu, com o Presidente José Eduardo dos Santos, que Angola é perene, eterna, muito mais do que a soma de cada um de nós e de um conjunto de pessoas. “Nós passamos uns após os outros, mas a nossa Angola é eterna e será sempre eterna, na medida em que consigamos, tal como ontem, sob a sua liderança, preservar, todos os dias, as nossas maiores conquistas e a nossa identidade, valores que nos unem e nos conduzem a um destino comum”, atesta a mensagem, que resume tudo isso a palavra Nação.

“Que a sua alma descanse em paz, que o seu legado nos inspire, em cada momento, e eternamente, de geração em geração, para vencermos os desafios de hoje e os de amanhã, da actual e das futuras gerações, porque a nossa Angola é eterna. O povo angolano recordar-lhe-á, sempre, como um bom patriota”, ressalta a mensagem do Estado, sublinhando, de viva voz, “até sempre, camarada Presidente”. E… termina a mensagem do Estado angolano, proferida em homenagem a José Eduardo dos Santos, que desempenhou “com brio invulgar e dedicação plena” o alto cargo de Presidente da República de Angola, no período compreendido entre Setembro de 1979 e Setembro de 2017.

Destino Cuba

#NoMasTerrorismo #CubaPorLaPaz #CubaNoEstaSola #CubaViveYTrabaja

CNE valida 7.925 dos votos reclamados.

#EleccionesPresidenciales #Angola #Política

Adelina Inácio

O Plenário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) continuava reunido, até ao fecho desta edição, às 3 horas da madrugada, para chegar a uma decisão sobre os resultados definitivos das Eleições Gerais de 24 de Agosto.

© Fotografia por: Contreiras Pipa | Edições Novembro

Antes,  o grupo técnico do Centro Nacional de Escrutínio validou 7.925 votos reclamados, dos 11.153 revistos nas 18 províncias do país, no quadro de acompanhamento e apreciação das actas das eleições.

Os  relatórios dos votos reclamados foram apresentados, ontem,   pelo coordenador do centro, João Damião, à plenária da Comissão Nacional Eleitoral, que, reunida para o feito, procedeu à aprovação da acta. No entanto, dos votos reclamados, foram dados como nulos um total de 3 mil 228. Em conformidade com os procedimentos técnicos, e em observância à lei, os votos validados foram distribuídos por forças políticas concorrentes, tendo confirmado, nessa ordem, ao MPLA 4 mil 360 votos, UNITA 2 mil 935, PRS 148,  P-NJANGO 54, PHA 117, CASA-CE 73 e FNLA 168 votos. A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) orientou o Centro Nacional de Escrutínio a realizar um trabalho de apuramento de votos, depois de acusar reclamações afins, apresentadas por algumas forças políticas concorrentes. Assim, o grupo técnico do Centro Nacional de Escrutínio apreciou, em profundidade, as reclamações das províncias do Bengo, com 270 votos, Benguela, com 684, Bié, com  1.207, Cabinda, com 351, Cuando Cubango, com  224, Cuanza-Norte, com 223, Cuanza-Sul, com 774, Cunene, com 256, Huambo, com 737, Huíla, com 1.047, Luanda, com 2.362, Lunda-Norte, com 539 (todos nulos), Lunda-Sul, com 314, Malanje, com 514, Moxico, com 300, Namibe, com 119, Uíge, com 841, e Zaire, com 391votos. No conjunto de membros, estão ausentes quatro comissários, um dos quais sem justificação.

Procedimento de apuramento dos resultados

A Comissão Nacional Eleitoral iniciou a preparação das condições para o apuramento dos resultados finais no sábado, numa altura em que  estavam escrutinados 97, 3 por cento dos votos, que dão vitória ao MPLA, com 51,07 por cento dos votos, seguido da UNITA, com 44,5, e pelo PRS, com 1,13 por cento dos votos.

A Comissão Nacional Eleitoral manifestou total abertura para receber e apreciar reclamações, caso fossem apresentadas, e tomar decisões a respeito com base na lei. Assim, verifica os boletins considerados reclamados, e aprecia-os, segundo um critério uniforme, podendo esta operação resultar na correcção do apuramento feito em cada assembleia de voto, sem prejuízo do disposto em matéria de re-curso contencioso.     

O porta-voz da CNE, Lucas Quilundo, explicou que, nos termos da lei, o apuramento definitivo dos resultados eleitorais é um procedimento que começa a ser feito logo que a Comissão Nacional Eleitoral vai recebendo, a partir das Comissões Provinciais Eleitorais, as actas dos plenários destes órgãos relativamente à apreciação dos boletins dos votos reclamados. À medida que a informação vai sendo remetida ao Centro Nacional de Escrutínio, continuou, a CNE dá início da sessão plenária de apuramento dos resultados definitivos das Eleições Gerais.

O porta-voz Lucas Quilundo referiu que a lei estabelece um prazo de até 15  dias, a partir da data do encerramento da votação, para a divulgação dos resultados definitivos, mandando-os divulgar pelos órgãos de Comunicação Social e fixar, por edital, à porta das suas instalações, imediatamente após a conclusão do apuramento nacional. Das operações do apuramento nacional é imediatamente lavrada acta, onde constem os resultados apurados, as dúvidas e reclamações apresentadas e as de-

cisões que, sobre elas, tenham sido tomadas.

O presidente da Comissão Nacional Eleitoral envia, em consonância com a Lei Orgânica das Eleições Gerais, um exemplar da acta do apuramento nacional ao Presidente da República em funções e ao presidente do Tribunal Constitucional, imediatamente após a conclusão do processo.


Eleições foram organizadas com lisura

O presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira da Silva, destacou, a propósito, que este órgão preparou, organizou e continua a conduzir o processo eleitoral, cumprindo todas as tarefas nos prazos programados com profissionalismo, lisura, transparência, imparcialidade e isenção.

Numa mensagem dirigida aos cidadãos eleitores, na terça-feira, 23, disse que a CNE e os seus órgãos locais, com responsabilidades legais no processo, desenvolveram um conjunto de tarefas programáticas de natureza administrativa, técnica e logística, com o objectivo de providenciar ao povo angolano eleições livres, justas, ordeiras e credíveis.

Manuel Pereira da Silva lembrou, na ocasião, às oito candidaturas concorren-tes, nomeadamente APN, CASA-CE, FNLA, MPLA, PHA, P-NJANGO, PRS e UNITA, referindo que receberam, cada uma, 1.112.050.000,00 (mil milhões, cento e doze milhões e cinquenta mil kwanzas), a título de financiamento do Estado, com vista a desenvolver as campanhas, que deram lugar à votação do dia 24 de Agosto.

O presidente da Comissão Nacional Eleitoral, Manuel Pereira da Silva, afirmou, na altura, que a campanha eleitoral decorreu num clima de elevado civismo, harmonia, respeito pela diferença e sem violência, frisando que a CNE realizou o mapeamento e a georreferenciação resultando em 13.238 assembleias e 26.488 mesas de voto, que operaram com 106.870 membros, no país e no exterior.

Eleições2022: Resultados definitivos vão ser conhecidos hoje.

#EleccionesPresidenciales #Angola #Política

Os resultados definitivos das Eleições Gerais de 24 de Agosto em Angola vão ser conhecidos hoje, depois da aprovação pelo plenário da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) da acta de apuramento de votação.

© Fotografia por: EDIÇÕES NOVEMBRO

Na sequência, o presidente da CNE, Manuel da Silva, no uso da competência que lhe é conferida pelo número 3 do artigo 135 da Lei Orgânica Sobre as Eleições Gerais vai em acto solene proceder à apresentação pública da acta de apuramento definitivo dos resultados das Eleições Gerais de 2022.

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