AMERICA LATINA

“Fidel e La Solaridade Entre los Pueblos”.

Nós sempre vamos manter , você em Mente ,Obrigado por ensinar em seguida os seus sonhos” Hasta Siempre Comandante” 

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Cuba vai concluir 2018 com recorde de turismo.

Registros de cruzeiro partem em Cuba em 2018.

Cuba concluirá 2018 con récord turístico, dice ministro

Até outubro passado, 703.519 passageiros de cruzeiros haviam chegado a Cuba, para um aumento de quase 117.000 em comparação ao ano anterior, disse hoje em Havana o chefe do Ministério do Turismo (Mintur), Manuel Marrero Cruz.

Durante uma reunião com os trabalhadores do setor, como parte da Segunda Conferência Nacional do Sindicato dos Trabalhadores de Hotelaria e Turismo, o proprietário acrescentou que essa modalidade tende a subir. Continuar a ler

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Médicos cubanos fiéis ao legado de Fidel Castro, destaca Díaz-Canel.

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O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, destacou hoje o compromisso dos médicos da ilha com o legado do histórico líder da Revolução, Fidel Castro.

‘Nossos médicos voltam para Cuba com dignidade. Eles são fiéis ao legado do comandante em chefe. Os princípios não são negociados, eles se defendem “, disse ele em seu relato da rede social Twitter @DiazCanelB. Continuar a ler

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EUA elogia Bolsonaro por deixar o povo brasileiro sem médicos.

Apesar de deixar milhões de brasileiros sem assistência médica por suas declarações contra profissionais cubanos, o presidente eleito Jair Bolsonaro recebe elogios dos EUA, denuncia hoje o portal digital brasileiro 247.

EE.UU. elogia a Bolsonaro por dejar al pueblo brasileño sin médicos

O site refere-se ao aplauso deu nas redes sociais o subsecretário de Estado para Assuntos do Hemisfério Ocidental, Kimberly Breier, pela posição do futuro dominante brasileira, o que forçou a saída de médicos do Programa ilha mais médicos .

O Brasil 247 ressalta que “a pressão de Bolsonaro sobre os médicos cubanos, em um claro sinal de harmonia com a política externa dos EUA, foi elogiada pelo governo dos Estados Unidos”.

O Ministério da Saúde (MINSAP) de Cuba anunciou quarta-feira que retirava o programa de médicos cubanos, lançado em agosto de 2013 pelo ex-presidente Dilma Rousseff, na sequência das alterações anunciadas pelo Bolsonaro. Continuar a ler

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Cuba ganha o Grammy Latino com a música de Septeto Santiaguero.

Cuba gana Grammy Latino con la música del Septeto Santiaguero

O Septeto Santiaguero, de Cuba, e o dominicano José Alberto “El Canario” realizam hoje o Grammy Latino de Melhor Álbum Tropical Tradicional, categoria na qual também foi nomeada Omara Portuondo.

O conjunto das Grandes Antilhas e cantor hander o prêmio teve seu recorde de me-tributo aos clássicos cubanos em uma seção, além de Portuondo, com volume de Omara sempre apareceu panamenho Ruben Blades ao lado do grupo Roberto Delgado & Orquesta com o álbum Medoro Madera. Continuar a ler

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“Brasil: Para sempre no coração dos médicos cubanos”

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Quizás fue la distancia entre Brasil y Cuba, quizás el amor al terruño. Es cierto que mientras más lejos se está de la Patria más se extraña y se siente el patriotismo como algo muy profundo.

Assim, entre vivas e exclamações para esta terra e seus principais líderes, por solidariedade e internacionalismo, veio o primeiro grupo de trabalhadores humanitários 196 – no total – após a declaração do Ministério da Saúde Pública de que nossos médicos não haviam sido libertados foi tornada pública. eles continuariam participando do programa Más Médicos, promovido pela ex-presidente Vilma Rousseff em 2013.

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Mensagem do Dr. Bayamés no Brasil: “Eu nunca vou aceitar asilo político de alguém que criticava médicos cubanos”

Formado em 2011, Beritan Torres prestou assistência médica na Venezuela e há 20 meses ingressou no programa brasileiro onde atende uma população “muito carente” de cerca de 4.000 pessoas, residentes no distrito de Giru, pertencentes ao Estado de Minas Gerais.

“Nunca aceite político alguém que criticou a médicos asilo cubana”, disse o Granma médico 31 anos Amauris Beritan Torres, um parceiro de Cuba no Brasil, depois de aprender a partida de Cuba do programa de saúde reconhecido MAIS Medicos, impulsionado pelo governo de Dilma Rousseff.

Em uma resposta através de seu perfil na rede social Facebook para o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que disse na quarta-feira que seu governo iria oferecer asilo político a médicos cubanos que não querem voltar para casa.

Young disse que estava triste com a notícia, mas para este dilema disse: “Eu até o último dia de trabalho neste país continuará a dar o melhor de mim como médico e como ser humano. Você pacientes, amigos e colegas de trabalho merecem “.

Ele diz que recebeu mensagens de ódio de pessoas que não aceitam que um médico ganhe menos dinheiro do que elas fazem um bom trabalho e que a população ama esse profissional e reivindica suas dúvidas.

Formado em 2011, Beritan Torres fornecido colaboração médica na Venezuela e 20 meses atrás, ele se juntou ao programa brasileiro que aborda a “muito necessária” perto de 4 mil pessoas que vivem no distrito de Giru, pertencente ao Estado de população Minas Gerais.

força médica Granma na região da América Latina somaram 930 profissionais e estavam disponíveis para fornecer ajuda médica há 496, conforme relatado pela TV Digital CNC Leonardo Tapia Garcés cooperação médico-chefe na Direcção Provincial de Saúde.

Segundo o Ministério de Saúde Pública de Cuba, durante 5 anos de trabalho, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam 113 milhões de 359 mil pacientes, em mais de 3 mil 600 municípios.

A declaração do MINSAP diz que os médicos cubanos cobriram um universo de até 60 milhões de brasileiros na época em que constituíam 80% de todos os médicos participantes do programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história.

O programa iniciado em 2013 pelo governo de Dilma Rousseff, visa suprir a falta de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras.

Tradução da mensagem originalmente postada em português.

Hoje feriado acordado e meu Facebook e meu Whatsapp com mais mensagens e mais comentários do que normalmente.

Mensagens de amor; também comentários odiosos das pessoas que não aceitam que um médico ganhe menos dinheiro do que eles fazem um bom trabalho e que a população ama esse médico e reivindica suas perguntas.

Fiquei sabendo ontem que Cuba vem de mais médicos e a tristeza está presente porque aqui fiz amigos verdadeiros, excelentes colegas de trabalho, pessoas que sem muita demora fizeram meus dias melhores, outros que também marcaram meus dias no Brasil.

Nostalgia é forte e ninguém imagina alguns dias eu acordei querendo abraçar e beijar a mulher que eu mais amo na minha vida a minha mãe e eu sei como é difícil, que passou 20 meses aqui no Brasil, além do mel e o amor de todas as pessoas que mencionei foi a minha força para seguir e dar o melhor de mim como profissional.

E felicidade porque sei que em breve estarei com minha família que é meu maior tesouro. Mais eu levo para cada pessoa que marcou minha vida aqui no meu coração e nunca vou esquecer de você.

Chorei sim porque não imaginei que receberia tantas demonstrações de amor e amor e sei que todo dia que passa será ainda mais difícil.

Há sempre pessoas que nunca foram a favor do programa Mais Medicos e comentam negativamente, mas acabam fechando a boca das pessoas que são ridicularizadas nas redes.

Até o último dia de trabalho neste país, continuarei dando o meu melhor como médico e como ser humano. Seus pacientes, amigos e colegas de trabalho merecem.

Mas eu sou um patriota e amo meu país e voltarei sim, nunca aceitarei asilo político de alguém que criticou muito os médicos cubanos, nunca o aceitarei.

Abraços

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Lamenta o povo brasileiro se retirar dos médicos cubanos

Brasília, 15 nov (PL) Indignado com a postura ideológica autoritária e deformada de seu futuro presidente, o ultra-direitista Jair Bolsonaro, o povo brasileiro hoje lamentou a saída de profissionais cubanos do Programa Mais Médicos no Brasil. Continuar a ler

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Existe um novo direito latino-americano?

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Da América Latina em movimento
A direita latino-americana foi renovada e expandiu suas forças quando aderiu ao modelo neoliberal. Ele passou a reivindicar o futuro, procurando relegar a esquerda para o passado. Incorporou forças social-democratas e até de origem nacionalista, expandindo seu bloco político.

A esquerda levou um tempo para reagir, um pouco atordoados enfrentam muitos hits – fim da URSS, de frente para uma ofensiva global do neoliberalismo, os social-democratas perder aliados, sindicatos enfraquecimento dos Estados, das mesmas partes. A declaração reiterada de que, quando tivemos as respostas, as perguntas mudaram, parecia muito real.

Até a esquerda ele percebeu que o capitalismo se vestira com roupas neoliberais e que a esquerda tinha que ser uma esquerda antes de tudo anti-neoliberal. Foi difícil a luta de resistência a chamas governos neoliberais, porque não é dada apenas contra o direito tradicional, mas também contra governos como Menem, Cardoso, Carlos Andres Perez, chileno Coalition, entre outros.

Mas finalmente a esquerda conseguiu ganhar eleições e mostrar o que estava por vir, com governos antineoliberais. O acusado estava certo, perdeu a iniciativa, agindo em resposta ao sucesso das políticas sociais dos governos de esquerda, ele passou a afirmar que incorporaria, mas sob o modelo neoliberal.

Depois de sucessivas derrotas, o direito retorna ao governo na Argentina e no Brasil. A vitória de Macri provocou reações precipitadas que o macrismo tinha se convertido na festa da direita argentina e que veio para ficar. No Brasil, o mesmo é dito agora com Bolsonaro. Devemos nos perguntar se existe, de fato, um novo direito na América Latina.

O que é certo é que o que era certo até então foi degastado com seu modelo neoliberal e deixou espaço aberto para novas forças, mais radicais à direita. Aconteceu com o Partido Radical na Argentina, sem líderes de liderança dentro do peronismo conseguiram ocupar esse lugar, finalmente ocupado pelo macrismo. O mesmo aconteceu com o desgaste do PSDB no Brasil, deixando espaço para o avanço do bolsonarismo.

Mas quantas novas são essas forças e que encorajamento elas têm para permanecer a longo prazo? É verdade que os representantes políticos dos direitos desses países se tornaram. É verdade que eles vêm com força e com abordagens ultra direitas, principalmente no caso do Brasil. Mas o rápido enfraquecimento do Macri, pelos pés de barro está sempre certo com o seu modelo neoliberal, isso indica que eles estavam um pouco apressado sua projetada prolixo. Como Bolsonaro que, como Macri, está fadado ao esvaziamento apoio, como todo mundo percebe que a recessão eo desemprego continuará a ser, para a continuação do modelo neoliberal, além dos discursos, que já recuou em várias promessas – como o fim do ministério do trabalho, entre outros.

Mas é uma nova direita radical, mais radical, no caso de Bolsonaro. Que usa fraquezas das forças esquerdas, mas que, não por isso, veio para ficar nos governos. Eles têm em comum acusações de corrupção contra a esquerda, tentando aparecer como os não-corruptos, que vão lutar. Não importa o grau de realidade dessas acusações. É importante que eles tenham conseguido impor ao público a imagem de que governos, líderes e partidos de esquerda se envolveram na corrupção. E faça como se o certo, não. Bem como o diagnóstico de que os atuais problemas econômicos ainda são efeitos de governos de esquerda. No primeiro eles têm sucesso generalizado, no segundo eles têm muito mais na Argentina do que no Brasil.

É um novo direito? Sim Vem com força ao governo? Sim Ele veio para ficar? Como o novo representante da direita, provavelmente. Vai governar por um longo tempo? Dificilmente Isso depende da capacidade da esquerda para se unir e se reajustar às questões levantadas por esse novo direito, para se re-apresentar como a renovação da política, o defensor da transparência na política, bem como para assumir as questões pendentes em a superação do neoliberalismo com mais forças, como a democratização dos meios de comunicação, à qual a democratização do judiciário agora se une. Aprofundar-se sempre da maneira democrática, ampliando os espaços que existem, criando outros, para que a força da resistência de massas ao neoliberalismo seja traduzida em força política novamente.

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Os princípios da saúde cubana não são negociados: “Temos que proteger nossos colaboradores”

Um médico cubano examina um pequeno paciente em um centro de saúde em Jiquitaia, Bahia, nordeste do Brasil. Foto: Reuters.

As ações cubanas no campo da colaboração internacional foram baseadas no princípio de compartilhar com outras pessoas o que temos e o que podemos oferecer para seu bem-estar, nunca o que nos resta. Continuaremos a defender esse conceito, porque é assim que fomos educados pela Revolução, enfatizamos o DSc. Marcia Cobas Ruíz, vice-ministra cubana da Saúde nesta quarta-feira na Mesa Redonda.

“Cuba em suas práticas de atos de cooperação bilaterais e multilaterais, sem impor condições, com pleno respeito pela soberania, as leis nacionais, cultura, religião e auto-determinação dos Estados. E sob esses conceitos, pedimos que sejamos respeitados “, acrescentou.

O vice-ministro que serve a área da Cooperação, Relações Internacionais e Informação MINSAP lembrou que mais médicos irá programa iniciado pelo ex-presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2013, a partir da experiência cubana em saúde.

“Especialmente com o objetivo de fornecer cuidados primários para as comunidades mais pobres do Brasil, lugares onde um médico nunca havia ido”, disse ele.

Cobas Ruíz advertiu que “Más Médicos” não era apenas convocado para Cuba, mas para todos os médicos brasileiros e estrangeiros que queriam atender as comunidades mais necessitadas “, é por isso que Cuba veio, assim como tem sido feito com outros países pobres que não podem pagar por serviços de saúde. Fomos ao Brasil para atender a maioria da população “.

Na Mesa Redonda, o Doutor disse que a Missão no Brasil foi pactuada sob os mesmos princípios que Cuba exigiu perante outras nações: “respeito ao profissionalismo de nossos médicos, que não são submetidos a avaliações não-congeniais, que garantam as condições segurança e receber o estipêndio acordado com Cuba. “

O vice-ministro explicou que os colaboradores passaram por duas avaliações para poderem atuar como médicos no gigante sul-americano. “Nossos colaboradores, ao contrário de médicos de outros países, não foram ao Brasil para procurar trabalho, foram para cumprir uma missão como a que realizam no Catar, Argélia, China, Venezuela ou nas 67 nações que nosso abraço solidário chega “

Cobas ressaltou que, nesses cinco anos, mais de 20 mil funcionários “conquistaram o carinho do povo brasileiro, pela qualidade de sua atenção. Eles fizeram mais de 113 milhões de consultas. “

“Cuba presta serviços médicos na maioria dos países sem receber dinheiro, e o que é feito é dividir as despesas. Ninguém deve duvidar, a grande maioria de nossas missões é solidária e internacionalista. Temos em nossas veias esse princípio que incutiu a Revolução: devemos fornecer o serviço onde quer que ele precise “, disse ele.

Antes de concluir sua intervenção no programa televisivo, o vice-ministro da Saúde Pública reiterou que Cuba deixa de participar do Programa Mais Médicos, porque as condições estabelecidas pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para colaboração no Brasil mudaram.

“Existem termos estabelecidos que estão sendo questionados pelo presidente eleito do Brasil e temos que proteger nossos colaboradores”, concluiu.

Em tweets, ofensas e ameaças

No final de 2017, Bolsonaro disse através de sua conta no Twitter que os médicos brasileiros estavam “abandonados e sem condições de trabalhar”, porque “agentes sem capacidade e aptidão” tomaram seu lugar, referindo-se diretamente aos médicos cubanos.

Nesta quarta-feira, a reação de Jair Bolsonaro à Declaração do Ministério da Saúde Pública de Cuba também teve como cenário a rede social. O presidente eleito do Brasil acusou o governo cubano de “irresponsável” em um tweet por ter tomado a decisão de se retirar do programa.

Ele garantiu que Cuba não “leva em conta os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros” e “a integridade dos cubanos”. Suas ameaças chegaram ao ponto de pôr em risco a segurança dos médicos que atenderam a seu povo, que não pode arcar com os custos da medicina no país sul-americano.

Volte “com a testa bem para cima”
Na quarta-feira à tarde, o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel Bermúdez, apoiou a decisão do Ministério da Saúde Pública de Cuba de não continuar participando do Programa Mais Médicos no Brasil.

Através de sua conta na rede social Twitter, o presidente disse: “Com dignidade, sensibilidade profunda, profissionalismo, dedicação e abnegação, colaboradores cubanos têm prestado um serviço valioso para as pessoas de #brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. # Somos Cuba.

Imediatamente, um médico cubano e usuário do Twitter, @YanoskiUrgelles, aparentemente um membro da Missão Médica Cubana no Brasil, disse que a mensagem do Presidente: “Com a cabeça alta regresso ao país onde a revolução haverá precisam de nós.”

Díaz-Canel interagiu com o médico e disse que eles deveriam voltar “com a cabeça erguida”, porque os colaboradores cubanos no Brasil “são um exemplo insuperável de humanismo e dignidade”. Ele acrescentou: “Aqueles que pensam vaidade só em si não podem entender a essência de nossas convicções internacionalistas”.

”.

Miguel Díaz-Canel Bermúdez

✔ @ DiazCanelB
#MaisMedicos Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, dedicação e altruísmo, os colaboradores cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do #Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas. #SomosCuba
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20:29 – 14 de novembro 2018
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Números y realidades

Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente são 18 mil e 240 vagas no Programa Mais Médicos em 4 mil 058 municípios. Cerca de 8 mil 400 desses lugares são ocupados por cubanos, distribuídos por 2 mil 885 cidades.

Mais de 1.500 municípios – a maioria com menos de 20.000 habitantes – só contam com médicos cubanos em seu programa porque estão localizados em lugares remotos de extrema pobreza, onde profissionais brasileiros não querem trabalhar.

Em março de 2017, o ministro da Saúde do Brasil, Ricardo Barros, assegurou que os pacientes brasileiros preferiam os profissionais cubanos no programa Más Más ao invés dos nacionais.

“Os cubanos estão disponíveis o dia todo para a população; trabalham das oito da manhã às seis da tarde, incluindo sábado e domingo, e esse é o tratamento diferenciado que faz a aprovação do More Doctors em 95% “, explicou à Câmara Municipal de Curitiba.

Infografía Médicos cubanos en Brasil

A OPAS e o Brasil estenderam até 2023 a presença de médicos cubanos
O Ministério da Saúde do Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) assinaram diversos acordos em março, incluindo um que prorrogou até abril de 2023 o termo de Cooperação Técnica referente à mobilização temporária de médicos cubanos para o Programa Mais Medicos no país sul-americano.

Na ocasião, a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne, declarou que “o Programa Mais Médicos revolucionou o acesso à assistência médica no Brasil, e a OPAS teve a sorte de fazer parte dessa experiência, garantindo que possamos trazer melhores cuidados de saúde, com um alto nível de satisfação e aceitação pela população. Mais Médicos também é um dos exemplos de melhores práticas que podem ser ensinados em outros países “.

No Relatório Quinquenal 2013-2017 da Diretora da Repartição Sanitária Pan-Americana (Secretaria da Organização Pan-Americana da Saúde e Escritório Regional para as Américas da Organização Mundial de Saúde), observou-se que “o programa Mais Médicos procura aumentar disponibilidade de treinamento médico nas universidades nacionais do país, melhoria dos incentivos para os profissionais de saúde que trabalham em áreas carentes e recrutamento de pessoal no exterior para prestar serviços de saúde nessas áreas, conforme necessário. “

O relatório lembra que, de acordo com uma série de acordos jurídicos, foi estabelecida a colaboração entre a Repartição Sanitária Pan-Americana, o Ministério da Saúde do Brasil e o Governo de Cuba “para atender às necessidades de curto prazo dos profissionais de saúde, com a intenção de aumentar a cobertura dos serviços de saúde e acesso ao SUS “.

Ele afirmou ainda que o programa atingiu cerca de 63 milhões de pessoas em comunidades historicamente negligenciadas, com a instalação de mais de 18.000 profissionais de saúde brasileiros e estrangeiros para mais de 4.000 municípios, a maioria deles áreas socioeconômicas vulneráveis. áreas remotas, nas periferias das cidades, ou em 34 distritos sanitários especiais dos povos indígenas do Brasil.

Segundo dados da OPAS, atualmente há um déficit de quase 800.000 trabalhadores de saúde na região das Américas. A isso, acrescenta a ONU, junta-se o fato de que a maioria concentra-se nas cidades.

Em setembro do ano passado, durante a reunião do 56º Conselho Diretor da OPAS, os Ministros da Saúde da região concordaram em Washington com um novo plano para reduzir esse déficit.

O Plano de Ação para Recursos Humanos para o Acesso Universal à Saúde e Cobertura Universal de Saúde 2018-2023 marca o caminho a seguir para fornecer aos países os recursos humanos necessários para alcançar a meta global de saúde universal para 2030

Infografía médicos cubanos en Brasil

Avanços na saúde em Cuba, em publicação da OPAS
Neste mesmo ano, em abril, a organização dedicou um suplemento especial à sua revista, intitulado “Cuba: Avanços e Desafios”, às políticas e ao sistema de saúde na Ilha.

Durante a apresentação, o diretor da OPAS afirmou que “os sucessos de Cuba são o produto de uma priorização da saúde no mais alto nível e um admirável compromisso de suas autoridades, profissionais de saúde cubanos e da população que também assume a responsabilidade”. para sua própria saúde e de suas comunidades “.

O suplemento incluiu 12 artigos e três editoriais, dedicados a temas como prevenção e controle de doenças não transmissíveis em Cuba, atenção materno-infantil, a qualidade das estatísticas de mortalidade materna, a experiência cubana na imunização e a resposta e os desafios à imunização. doenças transmissíveis e formação de recursos humanos em saúde em Cuba.

Além disso, abordaram como alcançar uma prioridade fiscal que garanta que os gastos públicos com saúde ultrapassem 10% do produto interno bruto, como preparar e responder às mudanças climáticas e como a pesquisa em saúde é desenvolvida para avançar para a saúde universal.

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Ana Teresita González

@AnaTeresitaGF
Nestes cinco anos de atuação no Programa Mais Médicos no #Brasil, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam 113 milhões de 359 mil pacientes, em mais de 3 mil 600 municípios. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história. @CubaMINREX
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16h01 – 14 de novembro 2018

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Como funciona a diplomacia médica de Cuba ?, segundo O Gl

 

No programa Globo News em Pauta, Jorge Pontual, correspondente do jornal O Globo em Nova York, falou sobre os médicos cubanos e o sistema de saúde da nação caribenha há alguns anos.

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