Angola precisa de um “programa de rastreio institucionalizado” para detetar casos precoces de cancro da mama e colo do útero, o que permitiria uma cobertura de cerca de 80% da população, defenderam hoje as autoridades sanitárias.

Este entendimento foi expresso pelo chefe da secção de Doenças Crónicas não Transmissíveis da direção nacional de Saúde Pública de Angola, António Armando, quando discursava, em Luanda, no ato central do Dia Mundial de Luta contra o Cancro. Continuar a ler