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Rei Felipe na Colômbia, a espada de Bolívar: porquê tanta controvérsia?

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Inna Afinogenova

Por que a Espanha decidiu colonizar a Ilha de Pinheiros?

Por: Ariel Pazos Ortiz

Conhecida ao longo do tempo por outros nomes, a que hoje se chama Isla de la Juventud reúne histórias de contrabando de escravos, corsários, piratas, casais impensáveis, deportações do Velho Mundo e aventuras de independência. Pouco se sabe, por exemplo, que na Europa houve reivindicações para pagar a Espanha por isso. Essa foi uma das razões pelas quais em 1º de agosto de 1828, a potência colonial espanhola emitiu uma ordem que direcionava a população de seu território.

Para saber sobre esses eventos, Cuba Sí entrou em contato com Roberto Unger Pérez, historiador do que hoje é um município especial e membro da União de Historiadores de Cuba.

O que a ordem real forneceu segundo a qual a colonização da atual Isla de la Juventud foi indicada?

O capitão-general de Cuba, Francisco Dionísio Vives, mandou fortificar e povoar a então conhecida Ilha dos Pinheiros, sob o nome de Colônia da Rainha Amalia. Dessa forma, corrigiu desvios de projetos anteriores que, desde 1817, permaneciam inacabados.

A fundação de Nueva Gerona, capital da Reina Amalia, respondeu ao propósito de transformar a antiga fazenda de gado Piñera em um enclave militar. As montanhas circundantes permitiram detectar rapidamente qualquer força inimiga, bem como entregá-la. Era um local ideal para ser usado como prisão. Além disso, os baixos fundos impediriam grandes ações navais. Após o triunfo da Revolução, foi construído um canal para dar acesso a grandes navios.

Havia também razões internacionais…

Quatro fatores de peso internacional foram adicionados. Pressão da Inglaterra devido à atividade pirata na área; as demandas das Treze Colônias pelo uso arbitrário da Ilha dos Pinheiros no tráfico de escravos; um interesse desproporcional da Bélgica em comprar a ilha; e o perigo de sua ocupação por rebeldes das ex-colônias hispânicas, sob a liderança de Simón Bolívar, que havia prometido contribuir para a independência de Cuba.

Quanto à pressão da Inglaterra, a Espanha concordou em eliminar a pirataria que ainda persistia; mas sua falta de controle marítimo ─especialmente a falta de navios que pudessem garantir a defesa das costas ao sul de Cuba─ obrigou-o a fazer concessões à Inglaterra. Por exemplo, ele autorizou uma incursão na Ilha de Pinheiros para perseguir Pepe El Mallorquín.

Ele e um certo Andrés González, muito conhecedor da costa sul, trabalharam durante algum tempo como corsários que defendiam as águas. Mais tarde, eles pararam de entregar o saque que resgataram, converteram-se em pirataria e tomaram a Ilha de Pines como base principal. El Mallorquín estabeleceu relações conjugais com Rosa Vinajeras, filha de um dos prefeitos do mar, e assumiu a defesa dos interesses da pequena população. A Espanha não conseguiu neutralizá-los e deixou nas mãos da Inglaterra.

Algo semelhante aconteceu com as Treze Colônias, potência emergente que na década de 1820 mantinha boas relações comerciais com a Espanha. Isle of Pines tornou-se um ponto de comércio de escravos negros para apresentá-los através do Mississippi para os estados do sul. Assim, o norte industrial viu lesados ​​os seus interesses económicos, para cuja política a Ilha tornou-se um elemento dissociativo.

O pesquisador Roberto Unger Pérez publicou livros e outros textos sobre a história da Isla de la Juventud.

A que se deveu o interesse da Bélgica naquele território?

A Bélgica vinha despontando como um grande construtor naval e a ideia principal do rei belga, Leopoldo I, era comprar a ilha para usá-la como ponto de redistribuição de mercadorias no Caribe. Ou seja, pretendia trazer sua mercadoria em grandes navios belgas e daqui, em outros menores, competir com a Inglaterra, apesar de suas boas relações bilaterais. O corsário e a pirataria deixaram de ser um elemento principal no processo de acumulação de capital.

Por que, se antes havia projetos de colonização da Ilha dos Pinheiros, eles não se concretizaram?

Devido a problemas políticos internos na Espanha e a situação no Caribe. A Diretoria responsável pela Promoção da População Branca foi afetada financeiramente após a limitação do tráfico de escravos negros. Essa Junta recebia dinheiro por cada negro que entrava no porto de Havana. Deixou de funcionar por muito tempo e o que foi indicado por decreto régio em 1817 sobre a colonização da Ilha dos Pinheiros foi interrompido, por falta de orçamento.

Desde o descobrimento da América aquele território estava sob jurisdição espanhola; mas era considerada uma ilha inútil. Antes da colonização da ilha de Cuba e da conquista continental, perdeu o interesse. Não tinha valor financeiro. Até o século 19 não havia nenhum esforço oficial para fundar uma cidade.

Desta forma, tornou-se um dos mais importantes pontos de pirataria no Caribe. Estava na rota dos galeões que transportavam ouro e prata. Os piratas mais famosos acamparam no local. Às vezes eles vinham de alguma ação para esconder ou esconder o saque. As autoridades ali citadas eram muito básicas e não tinham recursos ou condições materiais para lidar com isso. A escassa população pagou as consequências.

De onde os colonos foram trazidos?

Ao contrário de outros lugares, a promoção da população branca não se deu por medo do negro, pois aqui não havia economia de plantação ou grandes concentrações de escravos. Muitas das pessoas que cumpriram pena na prisão foram convidadas a permanecer como colonos no final de sua sentença. Uma parte importante das milícias negras e mulatas da Flórida também foi transferida para contribuir com sua experiência militar.

A Espanha enviou apenas pessoas de Cuba para a prisão lá?

De toda a ilha de Cuba e da própria Espanha. Até importantes socialistas espanhóis foram deportados para a Ilha de Pinheiros, como José Martí. Era uma alternativa às prisões que a metrópole tinha na África.

O que influenciou a população daquela ilha a evoluir como parte da nação cubana e não de outra forma?

O grande paradoxo é que foi usado como prisão ─para plebeus e políticos─ para tentar isolar a ideologia e o pensamento da independência. E aconteceu o contrário. Houve eventos com a participação de pineros e deportados. A mais importante foi a revolta em Nueva Gerona em 26 de julho de 1896, que fracassou e foi levada à obediência. No entanto, um primeiro grupo, antes desse dia, capturou um barco, fez uma expedição e se juntou às forças de Antonio Maceo em Pinar del Río. A sua importância é que acendeu a chama da independência e da revolução na Ilha dos Pinheiros.

Tirado de CubaSi

Legado das FAPLA é crucial para o país.

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Jornal de Angola

O chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar, general João Pereira Massano, considerou, este domingo, que relembrar o legado histórico das ex-Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA) é crucial, realçando que, para “não esquecermos a história, ainda que ela tenha sido dolorosa, devemos assumi-la”.

General João Massano realça o antigo exército angolano © Fotografia por: DR

O general João Massano afirma, a propósito dos 47 anos de formação das extintas FAPLA, que se  assinala hoje, que, nesta data, é preciso repensar a trajectória deste órgão, enquanto exército que muito contribuiu para a defesa do país.

O antigo exército nacional, as extintas Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA), foi fundado a 1 de Agosto de 1974 e, em 1991, conjuntamente com as forças militares da UNITA, deram lugar ao surgimento das Forças Armadas Angolanas (FAA), no quadro dos Acordos de Paz de Bi-cesse, assinados pelo Go-verno e a UNITA.

Segundo o general João Massano, as FAPLA sempre foram leais à pátria, fiéis aos desígnios da luta pela paz, cumprindo o papel que marcou a sua época. “Não se trata de saudosismos, nostalgia incontida, como temos afirmado ao longo destes tempos, em que falámos em memórias das FAPLA”, frisou, acrescentando que “se trata, sim, de uma manifestação em torno da nossa história”.

Para o general, a intenção é narrar a história sem constrangimentos de qualquer ordem, transformar os factos em realidade e organizar o histórico para que as gerações vindouras não se esqueçam dos caminhos pelo qual terá passado a luta pela manutenção da integridade física dos angolanos.

Fez saber que reeditar na memória o legado histórico das antigas FAPLA, é reconhecer que todos os personagens que fizeram parte desta grande instituição militar são reais, e não fictícios.

“Devemos encarar a heroicidade das FAPLA, sejam quais forem as origens dos seus efectivos, a sua verdadeira essência política e militar, essa instituição depressa passou para a memória social dos angolanos, por se terem constituído no seu braço armado durante décadas, concluiu.  

O Presidente Nicolás Maduro adverte sobre planos terroristas do governo de Iván Duque

#Venezuela #DíaDeLaIndependencia #InjerenciaDeEEUU #AgresiónYGolpeDeEstado

#Parabéns #Venezuela

#DíaDeLaIndependencia #Venezuela #AmericaLatinaUnida

Parabéns e muita força aos nossos irmãos e irmãs venezuelanos. Um dia para homenagear a coragem dos seus antecessores e do povo em geral. Hoje com Maduro, ontem com Comandante Chaves e Bolívar. Venezuela, outro povo que luta incansavelmente pela sua independência e soberania face às constantes agressões do império do norte.

Fidel: Porque é que os Estados Unidos têm medo do exemplo de Cuba?

#CubaViveEnSuHistoria #FidelEntreNosotros #EEUUBloquea

As raízes africanas da Venezuela motivam as exposições em Angola.

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Luanda, 27 de Maio (Prensa Latina) Através dos caminhos da arte, a Venezuela mostrou hoje em Angola as ligações entre a América Latina e as Caraíbas e África, através de duas exposições que evocam os feitos emancipatórios dos seus povos.

Rostos de homens e mulheres, acompanhados de breves histórias de vida, ajudaram a ilustrar os tempos da escravatura e o espírito insurreccional dos africanos que, no século XIX, se juntaram à luta contra o colonialismo naquela terra sul-americana.

Outra colecção, constituída por reproduções de pinturas feitas na Venezuela, convidou-nos a recordar o legado de 19 líderes deste continente, entre eles António Agostinho Neto, Mohamed Ahmed Ben Bella, Gamal Abdel Nasser, Thomas Sankara, Ahmed Sékou Touré e Nelson Mandela.

Ambas as exposições foram inauguradas esta sexta-feira na sede da Liga Angolana de Amizade e Solidariedade com os Povos (Laasp), por iniciativa conjunta da entidade e da embaixada da nação bolivariana.

Membros do corpo diplomático assistiram à abertura das exposições, que também incluiu um encontro com crianças da escola primária e o desfrute das danças tradicionais angolanas.

Em declarações à Prensa Latina, a presidente do Laasp, Elisa Pedro, confirmou o interesse em promover intercâmbios, com base no memorando assinado com o Instituto Simon Bolivar para a Paz e Solidariedade entre os Povos (ISB) em Caracas.

Segundo o anúncio, representantes do ISB e artistas venezuelanos são convidados para as actividades do centenário do nascimento de António Agostinho Neto (17 de Setembro de 1922-10 de Setembro de 1979), o primeiro presidente e pai fundador da nação angolana.

A delegação sul-americana deverá chegar a Luanda em Setembro próximo, disse Pedro, que apreciou a importância de cultivar a solidariedade internacional em prol do desenvolvimento e da paz.

Durante a cerimónia, o embaixador Marlon Peña explicou que o governo do seu país instituiu o Dia da Afro-Venezuelanidade em 2005. A origem da comemoração, disse ele, data de 2004, quando o Comandante Hugo Chávez criou a Comissão Presidencial contra a Discriminação Racial.

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No ano seguinte, acrescentou, um grupo de activistas propôs a data de 10 de Maio, por ocasião do 221º aniversário da rebelião dos escravos africanos liderada por José Leonardo Chirino, do estado venezuelano de Falcón.

O projecto para estabelecer a efeméride foi promovido em 2005 pelo Presidente Nicolás Maduro, que na altura era o chefe da Assembleia Nacional, explicou Peña.

África, resumiu, representa a “reunião com parte das nossas raízes” e a dignidade dos afro-venezuelanos está ligada ao trabalho da Revolução Bolivariana, com a sua vocação humanista e democrática.

mgt/mjm

Angolanos devem preservar a paz e as conquistas alcançadas.

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Lourenço Manuel e Lourenço Bule | Cuito Cuanavale

O ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria afirmou, ontem, que as celebrações do 34º aniversário da Batalha do Cuito Cuanavale e quarto da Libertação da África Austral, deve servir de inspiração para a população e à juventude, em particular, na preservação da paz e das conquistas alcançadas na SADC, conseguidas à custa de muito sangue e suor.

Governante destacou, ontem, a importância das futuras gerações se orgulharem do passado © Fotografia por: Nicolau Vasco | Edições Novembro

João Ernesto dos Santos “Liberdade”, que presidiu o acto central da efeméride, apontou o 4 de Abril, Dia da Paz e da Reconciliação Nacional, a realização das eleições em Agosto próximo, o 17 de Setembro, data do Fundador da Nação e os festejos da Independência Nacional, como as principais celebrações das quais os angolanos se devem orgulhar.

Acrescentou que os angolanos devem mobilizar-se para participarem com patriotismo e entusiasmo nas efemérides, com sentimento de amor ao próximo, civismo e com sentido patriótico para que os heróis, nacionalistas, antigos combatentes e a população que, desde o 4 de Fevereiro, até à assinatura dos acordos de paz sempre sofreram com as consequências da guerra e se possam sentir honrados.

O ministro disse que os acontecimentos da Batalha do Cuito Cuanavale devem ser permanentemente transmitidos à juventude angolana e africana, para que saibam as razões pelas quais os combatentes tanto se sacrificaram e derramaram o sangue e suor para defender o povo da invasão perpetrada pelo exército do regime do Apartheid.  

“É necessário que as futuras gerações se orgulhem das nossas narrativas e possam reflectir sobre elas, com orgulho pelo facto do desempenho ter sido um valioso contributo no processo da conquista e preservação da Independência de Angola, liberdade, paz e reconciliação nacional, para as democracias multipartidárias vigentes nos países da África Austral”, referiu.

Citou o Triângulo do Tumpo, na localidade de Samaria, onde ocorreram as maiores confrontações entre as FAPLA, apoiadas pelas Forças Revolucionárias de Cuba e das SADF, designação do exército sul-africano, auxiliadas por milhares de guerrilheiros da Unita, como um elemento essencial de estudo, devido à dimensão histórica que teve no desfecho, apontada como a maior disputa militar jamais vista em África, após a Segunda Guerra Mundial.

Reiterou que, por esta razão, a juventude angolana é, uma vez mais, chamada a reflectir sobre as guerras como “fenómenos que devem ser evitados, porque quando nos recordamos que poderíamos as ter evitado, pelas consequências das perdas de vidas humanas e da destruição das infra-estruturas que tudo isso acarreta e o custo de centenas de milhões de kwanzas que poderiam ser investidos no melhoramento do modo de vida das populações”.

“A Batalha do Cuito Cuanavale foi de vida ou morte, porquanto visou travar o avanço das forças do Apartheid que pretendiam ampliar e perpetuar o reinado na África do Sul e na Namíbia, com influência em todos os Estados da região Austral”, disse o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria.

Sistema de Ensino

O governador da província do Cuando Cubango, José Martins, defendeu a necessidade da introdução da história da Batalha do Cuito Cuanavale, no Sistema de Educação em Angola para que as novas gerações conheçam o percurso dos “bravos heróis no seu contributo para a paz no país e em toda a região da SADC”.

Considerou importante que todos os angolanos, em especial os jovens, conheçam esta história e compreendam o quanto custou o alcance da liberdade e da democracia.

José Martins disse que a consagração do 23 de Março, como data de Libertação da África Austral, oferece ao povo angolano, em particular ao do Cuando Cubango, motivos de muito orgulho, pelo facto dos benefícios alcançados não servirem apenas Angola ou a  província, mas, sim, para toda a África Austral.

Disse que a vontade de realizar palestras, conferências e ciclos de interesse sobre a Batalha do Cuito Cuanavale deve ser uma acção permanente, no sentido de capacitar e elevar o nível de conhecimento e a eficácia do intelecto humano, garantindo o enquadramento dos jovens e adultos na vida política, económica e social do país e da África Austral.

“Assim, devemos pugnar pelo fortalecimento da unidade nacional para a edificação de uma sociedade mais justa e solidária, combatendo todas as tendências que pretendam dividir os angolanos na base de preconceitos, como o tribalismo, o racismo ou regionalismo, atitudes que só nos enfraquecem e atrasam o progresso do país”, observou o governador José Martins.

Maior dignidade

O presidente do Fórum dos Combatentes da Batalha do Cuito Cuanavale (FOCOBACC), tenente-general António Valeriano, disse que chegou o momento de se tomar medidas legislativas que permitam o reconhecimento da associação como instituição de utilidade pública com autonomia patrimonial e financeira.

Defendeu ainda a necessidade de se institucionalizar o título de Herói da Batalha do Cuito Cuanavale por diploma legal, aprovado pela Assembleia Nacional e reformar os soldados e oficiais devidamente reconhecidos pelos órgãos de pessoal e quadros para acesso à inserção na Caixa de Segurança Social das FAA.

Acrescentou deve ser apoiada com medidas institucionais próprias, o estabelecimento de parcerias entre o FOCOBACC e as associações congéneres da África Austral. No âmbito das infra-estruturas, defendeu que a necessidade de possuir instalações próprias para garantir o normal funcionamento das diferentes áreas administrativas da sede nacional e das representações provinciais da associação.

Realçou que no âmbito da assistência social, é preciso definir-se políticas que permitam a priorização dos filhos dos membros do FOCOBACC no acesso ao ensino nos estabelecimentos de ensino militar, garantir a assistência médica e medicamentosa aos membros e famílias nas unidades hospitalares das FAA.

“O foco continua a ser a valorização dos protagonistas da Batalha do Cuito Cuanavale, através de acções que contribuam na promoção e incentivo do associativismo corporativo e a integridade económica e social, fundamentalmente no sector Agropecuário, incluindo as dezenas de viúvas e filhos dos heróis tombados”, concluiu.

Destacadas reformas em curso no país.

#Angola #Portugal #Historia

O embaixador de Angola na Singapura, Daniel Rosa, destacou as reformas em curso no país implementadas pelo Executivo nos sectores Fiscal, Monetário, Financeiro, Petrolífero e na Administração Pública.

“O Executivo está a trabalhar para construir uma economia que não dependa apenas de um único produto de exportação, o petróleo”, afirmou, sexta-feira, o diplomata, durante o acto virtual das comemorações do 4 de Fevereiro, na Singapura, nas Filipinas e nos demais países de jurisdição da Embaixada.

Destacou a construção de escolas, hospitais, barragens, caminhos-de-ferro, pontes, estradas, a melhoria no abastecimento de água potável e a distribuição de energia eléctrica. São sinais visíveis, prosseguiu, do sucesso das medidas implementadas pelo Executivo: “Temos de ter esperança em dias melhores”.

Entre os actuais desafios do país, referiu-se à luta contra a fome e à pobreza, a erradicação do analfabetismo, a criação de uma sociedade mais justa do ponto de vista social, bem como o acesso à Educação e Justiça.

Daniel Rosa destacou também o acesso à Saúde, habitação condigna, o aumento da produção nacional, a luta contra a corrupção, a impunidade e o nepotismo, a par da consolidação da sociedade democrática, livre e participativa.

Aos jovens, o embaixador apelou à paciência: “Nem tudo se resolve num piscar de olhos. É preciso inspirarmo-nos na coragem e bravura dos heróis do 4 de Fevereiro, para continuarmos a vencer os desafios de hoje e do amanhã”.

O acto central do 61 ̊ aniversário do dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional, em Singapura, nas Filipinas, e nos demais países de jurisdição da Embaixada, contou com a participação de políticos, diplomatas, homens de negócios e comunidade angolana.

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