O número de mortos do terramoto na Indonésia sobe para 271.

#Indonesia #Terramoto #Salud

telSUR

Pelo menos 100 crianças foram mortas no terramoto, com 40 desaparecidas e mais de 2.000 feridas.

O número de mortos do terramoto de 5,6 de magnitude que atingiu a província de Java Ocidental na segunda-feira aumentou para 271 na quarta-feira, confirmou a Agência Nacional de Mitigação de Catástrofes (BNPB).

De acordo com a agência, pelo menos cem crianças perderam a vida no trágico acontecimento, com 40 desaparecidos e mais de 2.000 feridos, enquanto prosseguem os esforços de resgate.

Cerca de 3.000 socorristas trabalham em 12 distritos perto de Cianjur, o epicentro do terramoto, a 75 quilómetros de Jacarta (capital) | Foto: EFE

Neste sentido, as autoridades não excluem a possibilidade de que o número de feridos, desaparecidos e mortos aumente nas próximas horas, devido à existência de destroços e deslizamentos de terra que bloquearam as estradas.

Uma declaração emitida hoje pelo chefe da Agência Nacional de Busca e Salvamento (Basarnas), Henri Alfiandi, adverte que os números de baixas podem mudar a qualquer momento.

“Os obstáculos que enfrentamos devem-se ao facto de a distribuição ou âmbito das áreas afectadas ser bastante amplo”, disse ele.

Cerca de 3.000 socorristas estão a trabalhar em 12 distritos perto do epicentro do terramoto em Cianjur, a 75 km de Jacarta, a capital.

Segundo a Agência Nacional de Gestão de Catástrofes, o terramoto deslocou pelo menos 62.000 pessoas e é considerado o mais mortífero desde 2018, quando mais de 4.000 indonésios foram mortos por um acontecimento semelhante na ilha de Sulawesi.

Angola e Nações Unidas abordam cooperação em direitos humanos.

#Angola #ONU #DerechosHumanos

JA Online

A secretária de Estado para os Direitos Humanos e Cidadania, Ana Januário, abordou, esta quarta-feira, em Luanda, com o director da Divisão do Conselho de Direitos Humanos do Alto Comissariado das Nações Unidas, Mahamane Gouro, o reforço da parceria entre as duas instituições.

© Fotografia por: DR | Arquivo

De acordo com uma nota do Ministério da Justiça enviada ao Jornal de Angola, o encontro serviu, igualmente, para identificar os pontos convergentes da cooperação existente e construir um diálogo institucional permanente do domínio da promoção, defesa e protecção dos Direitos Humanos.

A nota refere que na reunião realizada nas instalações da sede do Ministério da Justiça, foram auscultadas as preocupações do comité provincial de Luanda dos Direitos Humanos e as necessidades de implementação do plano operacional.

Participaram no encontro de trabalho de alto nível, os membros da Comissão Interministerial para Elaboração dos Relatórios Nacionais sobre Direitos Humanos (CIERNDH) e organizações da Sociedade Civil.

Comunicado Final da Mini-Cimeira sobre a paz e a segurança no Leste da RDC.

#Angola #RDC #Rwanda #Política #AcuerdoDePaz

JA Online

Íntegra do Comunicado Final da Mini-Cimeira de Luanda, realizada esta quarta-feira, 23, sobre a paz e a segurança na região Leste da república Democrática do Congo, sob iniciativa do Presidente do angolano João Lourenço.

© Fotografia por: CIPRA

1. A convite de Sua Excelência João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República de Angola, Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África e Mediador designado para manter o diálogo entre a República Democrática do Congo (RDC) e a República do Ruanda pela 16ª Sessão Extraordinária da Conferência dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana em Malabo, a 28 de Maio de 2022, realizou-se uma Mini-Cimeira sobre a Paz e a Segurança no Leste da República Democrática do Congo (RDC) a 23 de Novembro de 2022, em Luanda, República de Angola.

2. A Mini-Cimeira contou com a presença de Sua Excelência Évariste Ndayishimiye, Presidente da República do Burundi e Presidente em exercício da Comunidade da África Oriental (CAO), Sua Excelência Félix-Antoine Tshisekedi Tshilombo, Presidente da República Democrática do Congo, Sua Excelência Vincent Biruta, Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional da República do Ruanda, em representação de Sua Excelência Paul Kagame, Presidente da República do Ruanda e Sua Excelência Uhuru Muigai Kenyatta, ex-Presidente da República do Quénia e Facilitador designado pela CAO para a implementação do Processo de Nairobi.

3. A Senhora Michelle Ndiaye, Representante Especial do Presidente da Comissão da União Africana e Chefe do Bureau de Ligação da União Africana na RDC, o Embaixador João Samuel Caholo, Secretário Executivo da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL) e o Tenente-General Nassone João, Comandante do Mecanismo de Verificação Ad Hoc, também participaram na reunião na qualidade de convidados.

4. O principal objectivo da Mini-Cimeira de Luanda foi estabelecer um calendário para a implementação de acções prioritárias, tendo em vista a cessação das hostilidades e a retirada imediata da M23 das localidades congolesas ocupadas, e a coordenação dos Processos de Luanda e Nairobi.

5. Os Chefes de Estado saudaram os resultados das iniciativas tomadas no âmbito dos processos de Luanda e Nairobi, nomeadamente, a operacionalização do Mecanismo de Verificação Ad Hoc, a 9 de Novembro de 2022 e o desdobramento das tropas da Força Regional para as Províncias do Kivu Norte e do Kivu Sul na RDC.

6. Os Chefes de Estado felicitaram Sua Excelência João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República de Angola, Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África e Mediador designado pela Conferência da União Africana, e Sua Excelência Évariste Ndayishimiye, Presidente da República do Burundi e Presidente em Exercício da Comunidade de África do Leste (CAE), pelos esforços que visam a restaurar a paz, a segurança e a estabilidade a Leste da RDC no quadro do processo de Luanda e de Nairobi.

7. Os Chefes de Estado discutiram a situação da segurança na região leste da RDC e expressaram a sua preocupação relativamente:

a) Ao agravamento da insegurança e das acções militares persistentes do M23;

b) À aquisição pelo M23 de armas cada vez mais sofisticadas e outros meios para realizar ataques contra as Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC) e;

c) À persistência de forças negativas e terroristas na região leste da RDC, o que constitui uma ameaça à paz, segurança e estabilidade na sub-região.

8. A Mini-Cimeira decidiu o seguinte:

a) Cessação das hostilidades em geral, e em particular dos ataques do M23 contra as FARDC e MONUSCO a partir de sexta-feira, 25 de Novembro de 2022 às 18h00 (Dia D);

b) Cumprimento integral dos requisitos dos Comunicados dos Conclaves dos Chefes de Estado da CAO de 21 de Abril e 20 de Junho de 2022 (Processo de Nairobi), do Roteiro de Luanda de 6 de Julho de 2022 (Processo de Luanda) e das conclusões da Reunião Extraordinária dos Chefes de Estado Maior das Forças Armadas da CAO (Bujumbura, 8 de Novembro de 2022);

c) Continuação do pleno desdobramento da Força Regional;

d) Intervenção da Força Regional contra o M23, conforme as decisões do Processo de Nairobi e as conclusões da Reunião Extraordinária dos Chefes de Estado-Maior das Forças Armadas da CAO, realizada em Bujumbura, a 8 de Novembro de 2022, em caso de negação pelo M23 de cessar as hostilidades e retirar-se dos territórios ocupados;

e) Retirada do M23 das zonas ocupadas e seu regresso às suas posições iniciais, de acordo com as conclusões da Reunião Extraordinária dos Chefes de Estado-Maior das Forças Armadas da CAO, de 8 de Novembro de 2022, realizada em Bujumbura, República do Burundi, sob o controlo da Força Regional e do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc, em colaboração com MONUSCO (Dia D+2), nomeadamente:

«Inicialmente, o Quénia posicionará os seus contingentes em Goma e depois em Bunagana, Rutshuru e Kiwanja durante o desengajamento e a retirada do M23 para as suas posições iniciais de Sabinyo no lado da RDC para não mais ultrapassar a linha das aldeias de Bigega, Bugusa, Nyanbikona, Mbuzi, Rutsiro e Nkokwe.

Caso o M23 se recuse a desengajar e liberar todos os territórios que actualmente ocupam, os Chefes de Estado da CAO orientarão a Força Regional a fazer uso da força para induzi-lo a render-se»;

f) Criação das condições para a ocupação das zonas actualmente controladas pelo M23, pela Força Regional, com o apoio do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc (Dia D+2);

g) Cessação de todo o apoio político-militar ao M23 e a todos os outros grupos armados locais e estrangeiros que operam no Leste da RDC e na Região (Dia D);

h) As FDLR-FOCA, RED-TABARA, ADF e outros grupos armados que operam em território congolês deporão imediatamente as armas e iniciarão o seu repatriamento incondicional nos termos do Processo de Nairobi, com o apoio da MONUSCO, do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc e da Força Regional (Dia D+5);

i) Desarmamento e acantonamento do M23 em território congolês sob o controlo das FARDC, da Força Regional e do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc, com a colaboração da MONUSCO (D-Dia +5);

j) Regresso dos deslocados internos às suas áreas de origem (Dia D+7);

k) Retoma e continuação das consultas políticas entre o Governo da RDC e os grupos armados locais (Dia D+10);

l) Retoma do diálogo bilateral entre a RDC e o Ruanda tendo em vista a normalização das relações diplomáticas e o relançamento da cooperação (Dia D+60);

m) Compromisso das partes na implementação do Roteiro de Luanda e dos acordos alcançados no processo de Nairobi e na reunião dos Chefes de Estado Maior General das Forças Armadas da CAO;

n) Consideração e resolução da questão do regresso de todos os refugiados aos seus países de origem, tal como referido no Roteiro de Luanda (Dia D+15);

o) Necessidade de coordenação permanente a todos os níveis entre os Processos de Luanda e de Nairobi;

9. Os Chefes de Estado solicitaram que as FARDC, a Força Regional e os Chefes do Estado-Maior General das Forças Armadas da CAO (Força Regional), em colaboração com a MONUSCO estudassem todas as questões relacionadas com o desarmamento e acantonamento de elementos do M23 e lhes apresentassem propostas na sua próxima Mini-Cimeira;

10. Os Chefes de Estado recomendaram a aceleração da implementação do Programa de Desarmamento, Desmobilização, Reintegração Comunitária e Estabilização (PDDR-CS) em curso na RDC, expressaram a sua profunda preocupação com as condições em que centenas de milhares de pessoas deslocadas vivem nas áreas afectadas pela guerra na província do Kivu Norte e lançaram um apelo à Comunidade Internacional para prestar assistência humanitária a estas populações.

11. Os Chefes de Estado concordaram em reunir-se de novo, em breve, em Bujumbura para avaliar a implementação das conclusões das resoluções e recomendações da Mini-Cimeira de Luanda.

12. Por fim, os Chefes de Estado agradeceram a Sua Excelência João Manuel Gonçalves Lourenço, Presidente da República de Angola, Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África e Mediador designado pela Conferência da União Africana, pelo acolhimento fraterno e hospitalidade que lhes ofereceu, assim como pelo seu engajamento activo na resolução da crise de segurança no Leste da RDC.

Feito em Luanda, aos 23 de Novembro de 2022.

Pela República de Angola

Pela República do Burundi

S.E. JOÃO MANUEL GONÇALVES LOURENÇO

Presidente da República e Mediador mandatado pela Conferência da União Africana

S.E. ÉVARISTE NDAYISHIMIYE

Presidente da República e Presidente em Exercício da Comunidade da África Oriental

Pela República Democrática do Congo

S.E. FÉLIX-ANTOINE TSHISEKEDI TSHILOMBO

Presidente da República

Pela República do Ruanda

S.E. VINCENT BIRUTA

Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional em Representação de S.E. Paul Kagame, Presidente da República do Ruanda

Pela Comunidade da África Oriental/Facilitador

S.E. Uhuru Muigai Kenyatta

Ex-Presidente da República do Quénia”

Rolando Cartaya, uma “Lenda do Exílio”?

Por Túlio L. Pedroso

Não acredito que Lilo Vilaplana esqueceu de incluir esse personagem em seu sucesso? série “Lendas do exílio” (ou seja, terroristas da máfia anticubana de Miami); talvez tenha sido fruto de um descuido involuntário ou de um problema orçamentário, mas por precaução, para agir com justiça, relembraremos algumas passagens deste “patriota” que você não deve ignorar e pelas quais certamente nos agradecerá.

Esta “figura mais ilustre” trabalha há anos na chamada Fundação para os Direitos Humanos em Cuba (FDHC), um apêndice da extrema-direita Fundação Nacional Cubano-Americana (CANF) conhecida por seu apoio e financiamento de ações terroristas contra as Grandes Antilhas.

Em Cuba, formou-se em jornalismo pela Universidade de Havana em 1976, onde manteve a postura de um jovem revolucionário que queria se destacar por sua verticalidade e intransigência que, às vezes, beiravam o extremismo em que um oportunista consumado sempre tenta ocultar.

Ao final dos estudos, foi trabalhar na página cultural do jornal Juventud Rebelde, órgão oficial da Juventude Comunista Cubana. Mas demorou um pouco para ele revelar seus padrões duplos e sua verdadeira essência mercenária, juntando-se abertamente às fileiras da contra-revolução por trás dos dólares que Washington aloca para a subversão.

Para piorar, ele se autodenomina um “jornalista independente”, mas é sabido que os Estados Unidos fabricam um “jornalista independente” em Cuba. Ele também se autodenomina “ex-preso político” por ter cumprido pena de 2 anos por desacato, trabalhando todo esse tempo como varredor de rua e fumigador.

Amigo íntimo do contrarrevolucionário, já falecido, Ricardo Bofill Pagés, que chegou a nomeá-lo vice-presidente do chamado Comitê Cubano de Direitos Humanos. Outra prova do valor daquele ditado “Diga-me com quem você está e eu direi quem você é”.

El Fakero, como era conhecido Bofill Pagés, decidiu deixar a ilha em outubro de 1988, quando ficou sem seguidores e totalmente desacreditado depois de ter demonstrado publicamente seu baixo caráter moral, seu oportunismo e deslealdade até com seus próprios companheiros contrarrevolucionários, e que seu As atividades eram dirigidas e financiadas pela então Seção de Interesses Norte-Americanos de Havana (SINA).

Pouco tempo depois, seu amigo Cartaya seguiu seus passos, que ao chegar a Miami começou a trabalhar na mal-denominada Rádio TV Martí, onde se tornou Chefe de Turno do Telejornal, graças ao apoio da CANF.

Acomodado nessa posição, em um gesto de gratidão, integridade e austeridade -claro, para seu próprio bolso- ligou para seus amigos e parentes em Cuba dos telefones dessa estação de rádio para que a despesa fosse assumida pela estação.

Ele também mostrou sua capacidade de desviar para seu próprio bolso algumas quantias dos fundos generosamente fornecidos pelo National Endowment for Democracy (NED) e United States Aid International Development (USAID) para a subversão em Cuba, sem que ninguém percebesse ou até agora. eles não querem fazer isso, pois é mais provável que outros membros do FDHC também estejam roubando parte desse financiamento para ganho pessoal, seguindo o velho ditado de que “a César o que é de César…”

Também não é segredo que teve problemas laborais com Margarita, então Chefe de Notícias, e com a “humildade e lealdade que o caracteriza” e com absoluto desrespeito pelas preferências sexuais das pessoas, começou a espalhar pelas costas o boato de que ela era lésbica

Mas isso não é tudo. Em seu desejo desmedido de se exibir e, claro, de ganhar mais dinheiro com facilidade, apropriou-se de notícias de agências internacionais, principalmente da Reuters, que por sua vez haviam sido obtidas nos escritórios da Prensa Latina. Fez o mesmo com as “reportagens” de “jornalistas independentes” da ilha denunciadas pelo engenheiro Otuardo Hernández Rodríguez, que se tornou “jornalista” em 2001 da Rádio Martí, mas que na verdade era o agente de segurança cubano Yanier.

O carácter “cuidadoso e meticuloso” do seu trabalho é atestado pelo facto de ter sido despedido – injustamente, diz – em 2019 por publicar um artigo sobre Tomás Regalado e publicar uma fotografia de outra pessoa, talvez menos graciosa fisicamente, o que causou protestos do interessado e dos telespectadores.

De sua ampla “moralidade”, tão ampla que chega a ser dupla, destaca o fato de que enquanto sua esposa Idania, mãe de seus filhos, sofria de um câncer em fase terminal que a manteve acamada até sua morte em 2003, ele e um “independente ” jornalista (ou seja, dependente de dólares de Washington), cujo nome preferimos não mencionar, manteve uma intensa relação sentimental com planos de união oficial e legal, uma vez que ocorresse a morte de Idania.

Finalmente, em relação à sua sensibilidade e proteção dos mais vulneráveis, virtude pela qual certamente foi protegido e dado trabalho pelas agências de espionagem dos Estados Unidos, vale mencionar que para deixar Cuba ele e um amigo -cujo nome omitimos por enquanto- sem sucesso conseguiu asilo nas embaixadas da Colômbia e do Equador. No caso deste último, o embaixador informou que: “Cartaya e seu amigo tentaram que ele lhes concedesse asilo político com urgência, o próprio Cartaya argumentando que eles foram os autores do incêndio ocorrido dias atrás no Le Círculo infantil Van Than em Marianao”.

Tendo em conta tão abominável facto, repudiado por todo o mundo, o embaixador negou-lhe asilo, o que o seu vizinho do Norte não fez, que o acolheu e o favoreceu para que até hoje continue a fazer tudo o que está ao seu alcance para o conseguir. cada vez a vida era mais difícil para todos os habitantes do país onde nasceu; embora, é claro, como um perfeito oportunista, sempre calculando seus benefícios pessoais antes de qualquer oportunidade que se apresentasse para satisfazer sua ganância.

Os diretores do FDHC dão jeito com a passagem bíblica que adverte: não roubem, não enganem e não mintam uns aos outros. Levítico 19:11. Mas cuidado com Cartaya que, para se tornar uma lenda, é capaz de roubar as ferraduras de um cavalo galopante.

Cessar-fogo na RDC começa a vigorar a partir de sexta-feira.

#RDC #Rwanda #Angola #Política #AcuerdoDePaz

Garrido Fragoso

A Mini-Cimeira sobre a Paz e Segurança no Leste da RDC, realizada quarta-feira, numa das unidades hoteleiras de Luanda, determinou, a partir de sexta-feira, pelas 18 horas, o fim da cessação de todas as hostilidades e ataques armados pelo grupo M23 contra as Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC) e a Missão das Nações Unidas MONUSCO.

Chefes de Estado definem calendário para o restabelecimento da paz entre a RDC e o Rwanda © Fotografia por: kindala Manuel | Edições Novembro

A decisão vem expressa no comunicado final da reunião, realizada por iniciativa do Chefe de Estado, João Lourenço, e teve a participação dos Presidentes da RDC, Félix Tshisekedi, e do Burundi, Évariste Ndayishimiye. Paul Kagame, do Rwanda, foi o grande ausente da Mini-Cimeira de Luanda, e foi representado pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Vicent Biruta.

Os Chefes de Estado acordaram, caso o M23 negue cessar as hostilidades e retirar-se dos territórios ocupados, optar pela intervenção da Força Regional contra este movimento armado, conforme decisão do Processo de Nairobi e as conclusões saídas da reunião extraordinária dos chefes de Estado-Maior das Forças Armadas da Comunidade da Àfrica Oriental (CAO), realizada em Bujumbura, no início deste mês.

Os chefes do Estado-Maior das Forças Armadas da CAO, no final da sua reunião extraordinária, em Bujumbura, decidiram, na altura, que as forças do M23 deveriam retirar-se das zonas ocupadas e regressar às suas posições iniciais.

Na mesma linha de orientação, os Chefes de Estado determinaram, também, que, durante o desengajamento e retirada do M23 para as suas posições iniciais de Sabinyo, no lado da RDC, o Quénia deverá posicionar os seus contingentes em Goma e nas localidades de Bunagana, Rutshuru e Kiwanja.

A medida permitirá, seguindo o comunicado final,  que as forças do M23 não ultrapassem a linha das aldeias de Bigega, Bugusa, Nyanbikona, Mbuzi, Rutsiro e Nkokwe. 

Desarmamento e acantonamento

Os Chefes de Estado recomendaram a aceleração da implementação do Programa de desarmamento, desmobilização, reintegração comunitária e estabilização em curso na RDC, e expressaram “profunda preocupação” pelas condições em que centenas de milhares de pessoas deslocadas vivem nas áreas afectadas pela guerra, sobretudo na província do Kivu Norte.

Apelaram, por isso, a comunidade internacional, no sentido de continuar a prestar assistência humanitária às populações. Os Chefes de Estado decidiram pela criação de condições para a ocupação, pela Força Regional, das zonas actualmente controladas pelo M23, e o regresso dos deslocados internos às suas áreas de origem.

A cessação de todo o apoio político-militar ao M23 e a todos os grupos armados locais e estrangeiros, que operam no Leste da RDC e na região, bem como o desarmamento e acantonamento do M23 em território congolês sob controlo das FARDC, da Força Regional e do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc, com a colaboração da MINUSCO constam, igualmente, das recomendações saídas da Mini-Cimeira de Luanda.

Retoma do diálogo entre Rwanda e RDC

No comunicado, lido pelo ministro das Relações Exteriores, Téte António, os Chefes de Estado determinaram a retoma e continuação das consultas políticas entre o Governo da RDC e os grupos armados locais, bem como do diálogo bilateral entre a RDC e o Rwanda, tendo em vista a normalização das relações diplomáticas e o relançamento da cooperação.

Os Chefes de Estado concordaram voltar a reunir em breve na capital do Burundi, Bujumbura, para avaliar a implementação das conclusões das resoluções e recomendações da Mini-Cimeira de Luanda, que estabeleceu um calendário para a implementação de “acções prioritárias”, tendo em vista a cessação das hostilidades e a “retirada imediata” das forças negativas das localidades congolesas ocupadas.

Defenderam a coordenação permanente e a todos os níveis do Roteiro de Luanda e o Processo de Nairobi, bem como determinaram o cumprimento integral destes processos, incluindo as conclusões saídas da reunião extraordinária dos Chefes do Estado-Maior das Forças Armadas da CAO, realizada no início deste mês, na capital burundesa.

Os Chefes de Estado agradeceram o Campeão da União Africana para a Paz e Reconciliação em África e Mediador designado pela Conferência da União Africana (UA), João Lourenço, pelo acolhimento fraterno e “engajamento activo”, na resolução da crise de segurança no Leste da RDC.

 Ameaça à paz na sub-região

Os Chefes de Estado manifestaram-se preocupados com a persistência de forças negativas e terroristas na região Leste da RDC, salientando que o facto constitui uma ameaça à paz, à segurança e à  estabilidade na sub-região.

Durante o encontro, expressaram preocupação pelo agravamento da insegurança e das acções militares persistentes do M23, bem como a aquisição, por este grupo armado, de armas cada vez mais sofisticadas e outros meios para realizar ataques contra as Forças Armadas da República Democrática do Congo (FARDC).

A Mini-Cimeira, convocada pelo Presidente da República, João Lourenço, na qualidade de mediador designado para manter o diálogo entre a RDC e Rwanda, estabeleceu um calendário para a implementação de “acções prioritárias”, tendo em vista a cessação das hostilidades e a retirada imediata do M23 das localidades congolesas ocupadas e a coordenação dos Processos de Luanda e Nairobi.

O evento teve como convidados a representante especial do presidente da Comissão da União Africana e chefe do Bureau de Ligação da União Africana na RDC, Michelle Ndiaye, o secretário executivo da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL), Samuel Caholo, e o comandante do Mecanismo de Verificação Ad-Hoc, o tenente-general angolano Nassone João.

Cuba e Türkiye estão ainda mais próximas.

#Cuba #Türkiye #Erdogan #DiazCanel

Autor: Granma | internet@granma.cu

O Primeiro Secretário do Comité Central do Partido Comunista e Presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, descreveu as conversações com Recep Tayyip Erdogan, Presidente da República da Turquia, como muito frutuosas e encorajadoras após a recepção oficial nesta nação.

Díaz-Canel congratulou-se com o facto de as relações entre os dois países serem mantidas com base no “respeito, solidariedade e cooperação, em benefício de ambos os povos”, e em questões económicas e comerciais disse que ratificou a vontade de Cuba de continuar a trabalhar em sectores de interesse mútuo, tais como a biotecnologia, energias renováveis, turismo, agricultura, pecuária, saúde, educação, desporto e cultura.

Recep Tayyip Erdogan descreveu a visita como histórica, e que será um ponto de viragem nos laços entre os dois países. Foto: Alejandro Azcuy

Pelo seu lado, o Presidente turco Recep Tayyip Erdogan disse que a visita era histórica, e que seria um ponto de viragem nos laços entre os dois países.

“Estamos satisfeitos por ver que temos uma vontade forte e mútua de reforçar a nossa cooperação bilateral. É óbvio que as sanções unilaterais impostas a Cuba durante anos significaram que as nossas relações ficaram aquém do seu verdadeiro potencial”.

O líder anfitrião manifestou a sua certeza de que “os investimentos das empresas turcas em Cuba irão aumentar ainda mais no próximo período”, e destacou o apoio técnico prestado à ilha em projectos associados ao desenvolvimento agrícola, e a vontade de fazer investimentos conjuntos para produzir vacinas, tendo em conta que Cuba e Türkiye estão entre os poucos países que foram capazes de desenvolver os seus próprios imunogéneos contra a COVID-19.

“Vamos levar a nossa cooperação no domínio da saúde a um nível muito mais elevado”, disse Erdogan.

Seis acordos foram assinados no dia, incluindo quatro memorandos de entendimento: dois entre os ministérios dos negócios estrangeiros, um terceiro entre os bancos centrais dos dois países e um quarto entre o Ministério do Comércio Externo e Investimento e a Agência Turca de Cooperação e Coordenação.

A primeira actividade da visita tinha sido um encontro com membros da Associação de Amizade José Martí Cuba-Turquia, fundada há 20 anos, a quem Díaz-Canel agradeceu porque “foram responsáveis pela divulgação da realidade cubana e do trabalho da Revolução”, com grande veemência e empenho.

O Presidente visitou também o mausoléu que presta homenagem a Kemal Ataturk, fundador da República de Türkiye e arquitecto da abertura da era moderna nesta nação.

Na homenagem ao homem que o Comandante-Chefe Fidel Castro Ruz considerou uma “fonte de inspiração” para a Revolução Cubana, o Chefe de Estado escreveu: “Os povos cubano e turco estão unidos por valores partilhados, em reconhecimento do legado dos fundadores de ambas as nações”.

Em que estão a trabalhar #Cuba e #Rússia?

#MiguelDíaz-Canel #MINCEX #Rusia #Cuba #Política

A visita recentemente concluída do Presidente Díaz-Canel à Rússia deu um novo ímpeto às relações entre aquela nação e Cuba. Rodrigo Malmierca Díaz, Ministro do Comércio Externo e do Investimento, fala à imprensa sobre os resultados da visita.

Ankara, Türkiye – O Ministro do Comércio Externo e Investimento, Rodrigo Malmierca Díaz, considerou que a visita do Presidente Miguel Díaz-Canel Bermúdez “foi muito útil e rentável”, e contribuirá significativamente para desenvolver ainda mais os laços de amizade e cooperação com a Federação Russa.

Falando à imprensa que acompanha a delegação cubana na digressão da Argélia, Rússia, Turquia e China, o Ministro mencionou “um grupo de projectos que dão uma ideia de como estamos a progredir, apesar de a COVID-19 ter introduzido uma série de obstáculos nos últimos anos nas relações bilaterais”.

Apontou a modernização do Antillana Acero, cuja fábrica de aço eléctrico deverá estar concluída em breve; o aumento da eficiência com a utilização de novas tecnologias no campo petrolífero de Boca de Jaruco; a reabilitação da Fábrica Mecânica de Santa Clara; e o funcionamento de um centro de diagnóstico e manutenção de equipamentos Kamaz na Zona Especial de Mariel.

Ao chegar a Ancara, em Türkiye, o ministro cubano do Comércio Externo e Investimento também se referiu ao Heberprot P, um medicamento desenvolvido por cientistas cubanos, que é único no tratamento do pé diabético. Não só está registado pelas autoridades sanitárias russas, como também o protocolo para a sua utilização foi aprovado.

Do mesmo modo, disse ele, temos o plano de cem bolsas de estudo, um programa que está a ser retomado e que é muito importante, uma vez que foi concebido para Cuba.

Avaliámos também os resultados da 19ª sessão da Comissão Intergovernamental para a Cooperação Comercial, Económica e Científico-Técnica. Este é um mecanismo que se reúne periodicamente, no qual coordenamos tudo relacionado com o desenvolvimento de projectos conjuntos, como parte do Plano Nacional de Desenvolvimento até 2030.

Estamos a trabalhar em questões muito importantes para Cuba, tais como transportes, energia, e mesmo questões bancárias e financeiras. Estamos a trabalhar, e deverá ser uma realidade em breve, para que os cartões MIR, que são utilizados na Federação Russa, possam ser utilizados em entidades cubanas. Isto irá favorecer o turismo e, como este é o sector dinâmico da nossa economia, estamos muito interessados em atrair turistas no mercado russo, e mesmo em atrair turismo de empresas, ou seja, turismo de grandes empresas que já têm outros negócios com Cuba, e podem fazer este tipo de visitas organizadas.

Um tema que foi muito discutido foi o investimento da capital russa em Cuba. Estamos muito interessados em atrair empresas russas. Falámos de outros interesses económicos, por exemplo, na importação de alimentos, um grupo de matérias-primas e produtos que podem ser utilizados em Cuba para produzir alimentos.

A cada hora, cinco mulheres morrem de violência baseada no género, estimativas #ONU

#Mujeres #ONU #ViolênciaDeGénero

Uma média de cinco mulheres ou raparigas são mortas por um membro da família por hora em todo o mundo, de acordo com um relatório divulgado hoje pelo UN Women and the United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC).

O estudo divulgado na véspera do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que é observado todos os 25 de Novembro, salienta que das 81.000 mulheres mortas em todo o mundo no ano passado, mais de metade foram mortas pelos seus parceiros ou outros membros da família.

Os números mostram também que o número total de mortes de mulheres permaneceu inalterado durante a última década, sublinhando a urgência de uma acção mais forte na prevenção e resposta, disse Sima Bahous, directora executiva da UN Women, ao divulgar a investigação.

De acordo com o relatório, ainda há demasiadas vítimas por contar, pois, embora cinco em cada 10 mulheres tenham sido intencionalmente mortas em 2021, não há informação suficiente para as identificar como femicidas.

“Para acabar com todas as formas de assassinatos relacionados com o género, precisamos de conceber respostas melhores e mais eficazes em matéria de prevenção e justiça penal”, disse Ghada Waly, directora executiva da Unodc.

O texto também salienta que a situação não é a mesma em todos os continentes, por exemplo em África a taxa de assassinatos de mulheres em casa foi estimada em 2,5 por 100.000 mulheres, enquanto nas Américas foi de 1,4, Oceânia 1,2, Ásia 0,8 e Europa 0,6.

Os resultados também sugerem que o início da pandemia de Covid-19 em 2020 coincidiu com um aumento significativo de homicídios relacionados com o género na esfera privada na América do Norte, e em certa medida na Europa Ocidental e do Sul.

Estes crimes podem e devem ser prevenidos através de uma combinação de medidas como a identificação precoce das mulheres afectadas pela violência, e o acesso ao apoio e protecção das sobreviventes, sublinha o jornal.

Outras recomendações referem-se à abordagem das causas profundas, incluindo a transformação de masculinidades e normas sociais nocivas, bem como a eliminação de desigualdades estruturais de género.

Este relatório servirá de base para os 16 Dias de Activismo contra a Violência Baseada no Género, a campanha internacional anual que começa a 25 de Novembro e decorre até ao Dia dos Direitos Humanos a 10 de Dezembro.

Interferência genética.

Por Artur González.

De 8 a 10 de novembro de 2022, Rena Bitter, subsecretária de assuntos consulares do Departamento de Estado, visitou Havana à frente de uma delegação integrada pelo diretor dos Serviços de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos, Ur Mendoza Jaddou, e outros oficiais, com o objetivo de dialogar com representantes do governo cubano sobre questões migratórias que afetam os dois países.

Durante o intercâmbio, a oficial Rena Bitter informou que a Embaixada dos Estados Unidos em Havana, a partir de 4 de janeiro de 2023, retomará o processamento integral dos vistos de imigrantes que incluem parentes imediatos, preferência familiar e vistos de imigrantes. Acrescentou que a secção consular vai voltar a trabalhar integralmente nos trâmites, incluindo os vistos para casamento com cidadãos norte-americanos, os chamados vistos K e os vistos de não-imigrante.

O governo de Donald Trump, em sua política de desmontar as medidas aplicadas por Barack Obama, inventou a falácia dos ataques acústicos, em combinação com Mike Pompeo, diretor da CIA, nomeado secretário de Estado pouco depois, uma caricatura de quinta categoria que Nunca foi possível provar, mas permitiu que fechasse o trabalho diplomático e consular da missão em Havana, dando origem a um aumento excessivo de saídas ilegais, que afeta os Estados Unidos como um bumerangue.

No entanto, em demonstração da interferência incontrolável dos Estados Unidos nos assuntos internos de outros países, a senhora Bitter, subsecretária de assuntos consulares, de forma desrespeitosa e arrogante, expressou aos funcionários cubanos sua “preocupação” com a situação da humanidade direitos humanos em Cuba, e instou o governo a libertar incondicionalmente todos os presos políticos, demanda confirmada pela própria embaixada ianque, de onde se apóiam e incentivam as ações subversivas praticadas por funcionários do governo estadunidense, com dinheiro aportado pela USAID, NED e outras organizações concebido para esses fins.

Entre os chamados “presos políticos” que o funcionário consular está “preocupado” estão os detidos por praticar ações violentas em 11 de julho de 2021, deliberadamente incentivados e financiados pela CIA, usando a USAID como fachada, porque com essas revoltas eles propuseram medir a resposta do governo cubano para posteriormente desenvolver seus planos secretos, algo já previsto em agosto de 1993, conforme consta em alguns de seus documentos secretos onde afirmam:

“… à medida que as condições na Ilha se deterioram, é provável que incidentes violentos se espalhem devido à crescente frustração das pessoas com falta de energia, falta de transporte e comida… Uma grande revolta levaria Fidel Castro a empregar todas as forças para reprimi-la… Um um grave erro de cálculo seria fatal para o regime…”

Em meio à pandemia de Covid-19 e à crise econômica que Cuba atravessa, a USAID e o NED aprovaram 128 novos programas subversivos para desestabilizar a situação interna da Ilha, apoiados financeiramente com US$ 33.555.217 milhões de dólares, segundo seus registros oficiais.

Então, com que direito esse funcionário consular tem de exigir que Cuba liberte esses lacaios a serviço de uma potência estrangeira?

A Comissão de Apropriações da Câmara dos Deputados aprovou um novo orçamento que, sob a proteção de uma lei, autoriza o Departamento de Estado a gastar 20 milhões de dólares, durante o ano fiscal de 2022, para desenvolver projetos e “promover a democracia” em Cuba, de que alocam 9,98 milhões para fortalecer a chamada “sociedade civil” cubana.

4,78 milhões de dólares vão para a chamada imprensa “independente” e 5,24 milhões para realizar ações de promoção dos “direitos humanos”. Lembremos que em 27 de julho a Comissão de Relações Exteriores do Senado, presidida pelo corrupto Bob Menéndez, aprovou uma lei que dispõe:

“Nuestra solidaridad con el pueblo de Cuba en su deseo de vivir en libertad y en un país democrático con acceso, sin censura, a la información, justicia y prosperidad económica y condenamos la brutal represión desatada por el régimen castrista tras las protestas históricas del 11 De Julio”.

Em 9 de novembro de 2022, o presidente Joe Biden proclamou o Dia Mundial da Liberdade e em suas palavras expressou:

“A coragem que derrubou o Muro de Berlim está viva na luta pela liberdade em Cuba.”

Os Yankees estão se intrometendo geneticamente e acreditam que têm o direito de se intrometer nos assuntos de todos os países do mundo.

Por isso, preste atenção ao comportamento dos funcionários da USAID que hoje participam como convidados da sexta Conferência de Cooperação Internacional da Associação de Estados do Caribe (ACS), cujo principal objetivo é debater a transformação e a inovação na região do Caribe. , porque não há dúvida de que, além de obter informações sobre os acordos que Cuba alcança em termos de cooperação, para evitá-los, aproveitam sua estada oficial na Ilha para se reunir com seus funcionários e dar-lhes novas orientações, em para insistir em seus planos de desestabilizar a ordem interna, com o velho sonho de destruir o socialismo cubano.

Nunca esqueçamos o que disse José Martí:

“Abrir a casa aos nossos inimigos é entregarmo-nos a eles e não nos livrarmos deles.”

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