ÁFRICA

Líderes do Partido Comunista da África do Sul e do Congresso Nacional Africano expressam solidariedade a Cuba.

o Partido Comunista de Cuba (PCC) desenvolveu videoconferências presididas pelo Secretário Geral Blade Nzimande, em companhia de outros líderes do Partido Comunista da África do Sul (PCSA); e Ace Magashule, Secretário Geral do Conselho Executivo do Congresso Nacional Africano (ANC), junto com vários membros dessa instância.

Os dois líderes forneceram informações valiosas sobre os esforços da África do Sul para enfrentar a pandemia do novo coronavírus e ratificaram a posição histórica de seu país contra o bloqueio e as agressões contra Cuba, além de agradecer ao povo pela ajuda solidária que As brigadas médicas cubanas são fornecidas na África do Sul e em todo o continente.

Nas trocas, o camarada Jorge Cuevas Ramos, membro da Secretaria do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, explicou aos líderes sul-africanos as experiências de nosso país no confronto com o COVID-19, que ocorre em meio a circunstâncias complexas. imposta pela política criminosa de bloqueio econômico, comercial e financeiro dos EUA

Eles acompanharam o líder cubano Ángel Arzuaga Reyes, vice-chefe de coordenação do Departamento de Relações Internacionais e outros funcionários do PCC.

Categories: # Cuba, # yo voto vs bloqueo, #colaboracion medica cubana, #Cuba, #Fidel Castro Ruz, #RevoluciónCubana, #CubaCoopera, #CubaEsSalud, #Cuba, #salud, #solidaridadvs bloqueo, africa do sul, ÁFRICA, África do Sul, bloqueo, bloqueo contra cuba, Bloqueo,Cuba,EstadosUnidos,Internet,Trask Force, CUBA - ÁFRICA, CubavsBloqueo, epidemia, Profesionales e la Salud, Uncategorized, União Africana | Etiquetas: , , , , , , | Deixe um comentário

A África excede 240.000 casos de Covid-19.

teleSUR 

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África (CDC da África) informou na segunda-feira, 15 de junho, que o número de pessoas infectadas com o Covid-19 no continente atingiu 242.969 casos.

Em seu relatório, a entidade acrescentou que as mortes contabilizadas totalizaram 6.524. Da mesma forma, é necessária a existência de 125.710 casos ativos e 110.735 pacientes recuperados da doença.

Entre os países mais afetados da região estão a África do Sul, com 70.038 diagnosticados e 1.480 mortes relatadas; Egito, 44.598 infectados e 1.575 mortos; e Nigéria, com 15.682 e 407, respectivamente.

Desde a confirmação em 13 de maio do primeiro caso no Lesoto, cidadão de um país do Oriente Médio, todos os países do continente africano relatam casos de Covid-19

Diante do aumento das pessoas infectadas pelo novo coronavírus, várias nações impuseram medidas de retirada social para impedir a disseminação do patógeno.

Especialistas alertaram sobre a complexidade que representa para o continente africano impedir a propagação da doença. Até agora, a maioria dos casos positivos oficialmente relatados ocorre em regiões urbanas.

Uma expansão do Covid-19 para as áreas rurais implicaria os fatores agravantes de uma infraestrutura insuficiente ou inexistente de recursos de saúde para lidar com a doença, dificuldades para o acesso da população à água potável, conflitos armados que limitam as ações de saúde, entre outros.

Em suas informações, o CDC na África também observou que a região da África do Sul é agora a área mais afetada do continente em relação aos casos confirmados de Covid-19.

Categories: #salud, Africa, ÁFRICA, África do Sul, epidemia, Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Profesionales e la Salud, Uncategorized, União Africana | Etiquetas: , , , | Deixe um comentário

Angola/Cuba: Quatro décadas de forte relação

Desde os primórdios da independência nacional, precisamente há 45 anos, Angola e Cuba mantêm fortes laços de cooperação, amizade e irmandade.

dd

É, pois, quase impossível falar da história da afirmação de Angola como Estado livre e soberano, sem fazer menção ao contributo do povo e Governo do maior arquipélago do mar do Caribe ou Caraíbas.

As relações entre os dois Estados remontam à época da guerra fria (terminada em 1991), ou seja, logo depois da proclamação da independência nacional, em 1975.

Foi em pleno conflito pós-independência, com a então República Popular de Angola a lutar contra invasão de forças estrangeiras, que Cuba deu os primeiros sinais de aproximação e solidariedade.

Para a defesa e manutenção da sua soberania, Angola encontrou aconchego e ajuda no hemisfério norte, concretamente em Cuba, abrindo portas a uma cooperação que viria a ser profícua e duradoura.

A parceria entre os dois países iniciou-se com a colaboração técnico-militar, tendo em conta a situação de instabilidade na época, mas começou a mudar de figurino a partir de Fevereiro de 1976, com a assinatura do primeiro Acordo Geral de Cooperação.

Esse importante instrumento jurídico viria desembocar, mais tarde, na instituição de uma Comissão Bilateral entre Angola e Cuba.


Pelas circunstâncias políticas de então, o Acordo Geral de Cooperação continuou a privilegiar as acções de auxílio técnico-militar, até 1991, um ano antes da implantação do multipartidarismo em Angola.

No relacionamento entre os dois países, essa componente (militar) serviu de “rampa” de lançamento para uma parceria mais alargada, agora a outras áreas sociais, como a Educação e Saúde.

De forma tímida, mas significativa, o modelo de cooperação passou por reconfiguração e reforço, à medida que se aliviava a tensão militar no país, com dezenas de professores  cubanos a desempenharem papel preponderante na formação de quadros angolanos.

No mesmo sentido, esses profissionais de Cuba foram fundamentais na prestação de uma assistência médica e medicamentosa ideal e necessária para assegurar o bem-estar dos angolanos.


Assim, com o primeiro convênio de cooperação focado nos sectores da Saúde e Educação, Angola beneficiou-se da experiência de mais de 350 mil especialistas cubanos, entre médicos, enfermeiros, professores, militares, técnicos e pessoal de apoio.

A aposta em especialistas cubanos tornou-se cada vez mais sólida e intensa, com o passar dos anos, marcando passos firmes no reforço de quadros da Saúde e Educação.

Foi com esses dois sectores que Angola e Cuba consolidaram e solidificaram as relações de irmandade e amizade, mediante envio regular de bolseiros angolanos, para especialização naquele arquipélago, e de quadros cubanos para o país africano.

Essa nova abertura viabilizou a ida de centenas de jovens angolanos para Cuba, em formação em diversas áreas, e a vinda a Angola de vários milhares de especialistas cubanos (professores e médicos), criando bases sólidas para uma cooperação efectiva.

Só nos primeiros dois anos do Acordo Geral, Cuba recebeu cerca de 18 mil angolanos, maioritariamente crianças com vários níveis de escolaridade, para formação.

À luz da ajuda internacionalista cubana (1974-1991), as relações bilaterais entre Angola e Cuba transformaram-se, paralelamente, numa cooperação em vários domínios.

Além da Saúde e Educação, os dois Governos passaram a cooperar nos domínios da Energia, Defesa, Segurança, Ensino Superior, Petróleos e Indústria.

Formação de docentes

Entretanto, apesar de não ter o mesmo peso na balança de cooperação entre os dois países, a formação de professores angolanos em Cuba remonta aos anos 80, com a ida dos primeiros 845 profissionais em diversos níveis e instituições de ensino.

Dados apontam que, dos actuais 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 77 fazem pedagogia a nível superior, em diversos estabelecimentos especializados.

Até 2017, conforme informações oficiais, Cuba recebia uma média de 40 estudantes angolanos, para formação nas áreas de ciências exactas e a nível pedagógico, nos centros especializados em Cienfuegos e Santiago de Cuba.

Para o efeito, as autoridades de Cuba têm colocado ao dispor dos estudantes angolanos organismos formadores, no âmbito dos acordos existentes entre os ministérios da Educação dos dois países.

Actualmente, os dados dão conta da existência de 1.105 profissionais cubanos no país, dos quais 258 médicos chegados recentemente, para apoio no combate à Covid-19.

Colaboradores cubanos de la salud comenzaron a llegar a las provincias de Angola. Foto: PL.

Desde a sua chegada a Angola, os mesmos estão espalhados por várias localidades do país, incluindo em zonas recônditas, para ajudar na prevenção e controlo de doenças.

Presentes em várias unidades sanitárias nacionais, esses quadros prestam também serviços em  áreas como combate às doenças cardiovasculares, malária e tuberculose.

Além da prevenção e do combate à Covid-19, os especialistas recém-chegados têm, igualmente, a tarefa de contribuir na prevenção de doenças materno-infantis, pediatria e transmissíveis, bem como no asseguramento da formação de técnicos angolanos.

Os protocolos de cooperação incluem ainda a componente formação local (on job), para capacitar os quadros nacionais com conhecimentos técnicos e práticos, a fim de atenderem as necessidades básicas sanitárias do país, a curto, médio e longo prazo.

Em sentido contrário, ao longo de várias décadas, Cuba tem sido o “pouso” de centenas de angolanos, quer a título individual, quer por intermédio de bolsas de estudo governamentais, que buscam conhecimento científico naquele país da América Central.

Actualmente, dos 2.556 bolseiros angolanos em formação em Cuba, 700 estão a ser formados em ciências ligadas à medicina, entre os quais 50 em cardiologia, cirurgia cardíaca, medicinal interna e cirurgia geral. O país tem menos de 500 especialistas.

Dados do Governo angolano indicam que, em 2018, regressaram ao país 133 quadros formados em Cuba, nas especialidades de medicina, engenharia informática, electrónica, biologia, pedagogia, telecomunicação electrónica, direito e outras.

Ao todo, conforme informação oficial, mais de 40 mil angolanos foram formados em Cuba, nas especialidades da agricultura, saúde, construção civil, comunicação social, educação, militar, defesa e segurança, transportes e ciências políticas, música e teatro, à luz do Acordo Geral de Cooperação.

Além da componente formativa em Cuba, Angola, apostada em aumentar os recursos humanos e melhorar o quadro sanitário, conta com docentes cubanos em cinco faculdades de medicina angolanas.

Apesar das melhorias que se têm registado no campo da assistência médico-medicamentosa, há necessidade de se trabalhar no profundamento das relações, no intuito de permitir às populações o acesso rápido aos serviços hospitalares.

O Sistema Nacional de Saúde comporta duas mil e 644 unidades sanitárias, sendo 15 hospitais nacionais, 25 provinciais, 45 gerais, 170 municipais, 442 centros de saúde, 67 centros materno-infantis, mil e 880 postos médicos e 37 outras infra-estruturas.

É assegurado por 69.816 trabalhadores, dos quais seis mil e 400 são médicos, 35.458 enfermeiros, oito mil e 78 técnicos de diagnóstico e terapeuta, 11.329 trabalhadores de apoio hospitalar e 11.576 administrativos.

Apesar do abrandamento registado entre 1991 e 2002, as relações diplomáticas entre Angola e Cuba mantiveram a mesma vitalidade, ao longo dos últimas anos.

É desejo dos dois Estados alargar e diversificar as relações bilaterais, com ênfase para as áreas de economia, comércio, finanças e investimentos.

Na base deste impulso, está um mecanismo lançado em 2019, em Luanda, que visa acelerar a implementação dos compromissos assinados por ambos os Estados, por via da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica.

Trata-se de um passo importante para construir uma nova e dinâmica cooperação bilateral, que permitirá, aos dois países, a realização de diferentes iniciativas conjuntas.

Fonte: ANGOP/BA

Categories: "La epopeia de Angola", #CubaCoopera, #CubaCoopera, #CubaEsSalud, #Cuba, #salud, ÁFRICA, ·Medicos Cubanos, cooperação médica cubana, Cooperacion Cuba y Angola., CUBA - ÁFRICA, CUBA-ANGOLA, ECONOMIA, economia nacional, epidemia, INTERNACIONALISTAS DE ANGOLA, MasQueMedicos, Profesionales e la Salud, Uncategorized | Etiquetas: , , , , , , | Deixe um comentário

Equipe britânica de resposta rápida e saúde pública.

“Se continuarmos a procurar uma vacina contra o Ebola no Congo, podemos espalhar o coronavírus”, diz Daniel Bausch, diretor da Equipe de Resposta Rápida e Saúde Pública do Reino Unido, que trabalha com surtos de doenças infecciosas em países pobres. Por que a África não foi afetada tanto pelo coronavírus quanto o previsto? Por que a evolução do surto de COVID-19 é diferente em cada país da América Latina? Veja isso na “Entrevista” da RT.

Categories: # América Latina, #Brasil, #salud, ÁFRICA, eeuu, epidemia, governo idiota no Brasil", Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Profesionales e la Salud, Uncategorized, Union Africana, UNION EUROPEA | Etiquetas: , , , , , , , | Deixe um comentário

Lembrando e comemorando o Dia da África.

Categories: 25 de maio celebra-se no Dia Mundial de África, Africa, ANGOLA, ÁFRICA, CUBA - ÁFRICA, CUBA-ANGOLA, História, HISTORIA DE CUBA, INTERNACIONALISTAS DE ANGOLA, Uncategorized | Etiquetas: , , , | Deixe um comentário

A África enfrenta um “desastre triplo”: o covid-19, inundações e uma infestação de gafanhotos.

A África Oriental está sofrendo as consequências de uma série de desastres naturais que ameaçam aumentar o risco de disseminação do novo coronavírus, alertou a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) nesta semana. )

África se enfrenta a un "triple desastre": el covid-19, inundaciones y una plaga de langostas

Além da covid-19, outro elemento desse “triplo desastre” foram as fortes chuvas que castigaram a região nesta primavera e causaram inundações e deslizamentos de terra na Etiópia, Quênia, Somália, Ruanda e Tanzânia, matando cerca de 300 forçando o deslocamento de mais de meio milhão.

“Estamos diante de uma situação humanitária excepcionalmente complexa. Estamos preocupados com o aumento do número de pessoas famintas e doentes nas próximas semanas, à medida que as inundações e a covid-19 continuam afetando seriamente a resiliência de muitas famílias na região. região “, disse o diretor regional da IFRC para a África, Simon Missiri.

O aumento da água deixou milhares de pessoas desabrigadas. Muitos dos que foram deslocados agora precisam procurar refúgio em centros de acomodação temporários, onde não é fácil, ou mesmo impossível, manter distância física.

A pior crise de gafanhotos dos últimos 25 anos

Além disso, as inundações complicaram as operações para controlar a praga de gafanhotos que se originou no Chifre da África e é considerada a pior crise nos últimos 25 anos.

“A expansão da crise, que tem potencial para se tornar uma praga regional, representa uma ameaça sem precedentes à segurança alimentar e aos meios de subsistência da região e pode gerar mais sofrimento, deslocamento e possíveis conflitos”, alerta a Organização. Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

A instituição alerta que a situação é especialmente alarmante na Etiópia, Quênia e Somália, onde houve uma reprodução maciça de insetos e novos enxames estão começando a se formar.

Segundo a FAO, isso prejudica o início da estação de crescimento e representa uma ameaça sem precedentes aos meios de subsistência em uma região extremamente vulnerável, onde mais de 20 milhões de pessoas já enfrentam séria insegurança alimentar.

Categories: #ONU, africa do sul, ÁFRICA, Uncategorized | Etiquetas: , , , | Deixe um comentário

Angola com mais dois casos positivos nas últimas 24 horas .

De acordo com Franco Mufinda, que fazia a habitual actualização de dados, os dois indivíduos,residentes no bairro do Hoji Ya Henda, no município do Cazenga, em Luanda, estavam na quarentena institucional.

dd

Estatisticamente Angola tem assim 52 casos positivos, com três óbitos, 17 recuperados e 32 activos (clinicamente estáveis), sendo que os casos de transmissão local são 25, incluindo o caso do cidadão de 82 anos de idade que resultou em morte, apesar, segundo o secretário de Estado, de estar sob investigação.

Relativamente ao bairro Hoji Ya Henda, apontou que já foram colhidas trés mil 335 amostras, sendo que o cerco sanitário neste bairro de Luanda vai ainda se manter, ao contrário do Bairro do Cassenda, Distrito Urbano da Maianga (Luanda), onde foram testadas 160 pessoas, com resultados negativos, que terá o levantamento da cerca sanitária na quarta-feira (20).

Categories: #salud, ANGOLA, ÁFRICA, Profesionales e la Salud, Uncategorized | Etiquetas: , , | Deixe um comentário

África sofre uma “praga bíblica”

Um vídeo capturado e postado pelo correspondente africano do The Washington Post, Max Bearak, mostra a magnitude de um desastre que assola a África Oriental nos últimos meses.

A gravação mostra um enorme enxame de gafanhotos do deserto perto do Monte Ololokwe, no centro do Quênia.

Categories: Acordo Climatico, Africa, Aquecimento Global, Mudanças Climáticas, Meio Ambiente, Oceanos, Temperaturas, ÁFRICA, África do Sul, Condições climatéricas, MEDIO AMBIENTE, Mudança climática, Uncategorized | Etiquetas: , , | Deixe um comentário

Impacto devastador em todo o mundo. “

Eles alertam que os EUA e a Europa pode enfrentar até quatro ondas de coronavírus se a pandemia puder atingir a África

Advierten que EE.UU. y Europa podrían enfrentar hasta cuatro oleadas de coronavirus si se permite que la pandemia azote África

EUA e a Europa poderá ser afetada por até quatro novas ondas de coronavírus se a pandemia puder atingir o continente africano com força, alertou o diretor do Centro de Saúde Pública e Direitos Humanos da Organização Mundial da Saúde (OMS), Lawrence Gostin durante uma entrevista no programa Today da BBC Radio 4.

O especialista da OMS fez sua previsão referindo-se à decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de retirar o financiamento da organização. Ele previu que essa medida poderia ter um “impacto devastador em todo o mundo”.

Sociedade interconectada
Gostin observou que o surto de covid-19 está prestes a marchar pela África e se a situação da saúde está fora de controle nos países africanos, tanto na Europa quanto nos EUA. Eles podiam ver uma segunda, terceira e até quarta onda da doença, recolhe o jornal britânico Daily Mail.

“Mesmo que os EUA e a Europa tenham o coronavírus sob controle, se houver surtos da epidemia em outras partes do mundo, nesta sociedade interconectada em que vivemos, ela retornará à Europa e aos EUA”, disse o especialista.

“Então, na realidade, estamos tão seguros quanto o elo mais fraco da cadeia global”, disse Gostin, referindo-se aos países com menos recursos.

A decisão de Washington de limitar os fundos à OMS em meio a uma pandemia e com dezenas de “milhares de pessoas morrendo” da doença foi descrita por Gostin como “preocupante e desanimadora”.

Nesta terça-feira, o presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos Ele deixará de fornecer financiamento para a OMS, alegando que aguarda uma revisão da agência por seu papel em “má gestão severa e encobrimento da disseminação do coronavírus”.

O presidente dos EUA anteriormente acusou o corpo de favoritismo em relação a Pequim e o criticou por se opor à sua restrição de viajar da China. O inquilino da Casa Branca também observou que a OMS perdeu tempo quando o surto começou e lamentou não ter tomado medidas “meses antes”.

EUA Foi um dos principais doadores de dinheiro para a OMS, contribuindo com quase US $ 400 milhões anualmente, ou o que seria aproximadamente 15% do orçamento da entidade.

Categories: #Donald Trump, #Estados Unidos, #salud, #Trump, ÁFRICA, EUROPA, FORA TRUMP, OMS, Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Profesionales e la Salud, relações bilaterais, o governo Donald Trump, SALUD, Trump Google, Trump procura reforçar o bloqueio, Um bom filho ... de Trump, Uncategorized | Etiquetas: , , , , | Deixe um comentário

OPEP: Países africanos pedem acordo para sobrevivência

Câmara de Energia Africana (CEA), que representa os produtores africanos de petróleo e gás, exortou, ontem, a OPEP a chegar a acordo sobre os preços, argumentando que está em causa a “sobrevivência da indústria”.

JA/LD
dd
“Na véspera da reunião de 9 de Abril da OPEP, a CEA exorta os países a trabalharem em conjunto e chegarem a acordo para restaurar a sustentabilidade do mercado”. Alerta que “a situação nas economias petrolíferas africanas é difícil e o continente precisa de um acordo para garantir a continuidade e a sobrevivência da indústria”.

Segundo a Lusa, a CEA lembra que “como a OPEP não chegou a acordo sobre a manutenção dos cortes à produção em Março, os principais produtores de petróleo têm estado a aumentar a produção para manter e subir a quota de mercado”. O problema, acrescenta, é que “o aumento da produção surgiu na sequência de um choque na procura devido à pandemia da Covid-19, e fez descer os preços para uma média histórica de 20 dólares”.


No seguimento da queda dos preços, vários projectos de investimento foram adiados, diz a CEA. A organização exemplifica com a decisão final de investimento da ExxonMobil no projecto do gás natural da bacia do Rovu-ma, em Moçambique, que a generalidade dos analistas dá como adiado, mas sobre a qual não existe uma confirmação oficial da petrolífera, ou com outro projecto significativo no Senegal.

“Mais importante do que isso, vários contractos de exploração e perfuração foram cancelados, ou simplesmente não vão acontecer, como é o caso de ope
rações muito aguardadas na Gâmbia e em Angola”, alertam. “A crise do confinamento dos países devido à pandemia e a guerra dos preços está a ter um efeito devastador para África e companhias produtoras”, diz o presidente executivo da CEA, NJ Ayuk, citado no comunicado, no qual argumenta que “a guerra de preços não terá um vencedor”.

A OPEP e aliados adiaram para 9 de Abril a reunião prevista para segunda, sobre o colapso das cotações do petróleo associado à pandemia da Covid-19, segundo o Governo do Azerbaijão. “A reunião foi adiada para 9 de Abril”, disse há dias à agência noticiosa France-Presse (AFP) a porta-voz do Ministério da Energia, Zamina Aliyeva, garantindo desconhecer os motivos do adiamento do encontro.

Os principais produtores de petróleo querem retomar as negociações para enfrentar o marasmo do seu mercado.


O corte da produção deverá ser de 10 milhões de barris por dia, um volume apontado na sexta-feira pelo Presidente da Rússia, Vladimir Putin, que defendeu a necessidade de “unir esforços para equilibrar o mercado e reduzir a produção”.

Categories: #salud, ANGOLA, Angola y Portugal, ÁFRICA, ECONOMIA, economia nacional, epidemia, Organizacion Mundial de la Salud (OMS), Petroleo, Uncategorized, União Africana | Etiquetas: , , , , | Deixe um comentário

Create a free website or blog at WordPress.com.

%d bloggers like this: